História Pokémon Brasil: Em busca do Pokémon Lendário - Capítulo 32


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Categorias Pokémon
Personagens Bulbassaur, Charmander, Eevee, Gyarados, Personagens Originais, Squirtle
Tags Pokémon
Visualizações 5
Palavras 822
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Já dá para deduzir o que vai acontecer. Demorei, mas postei o capítulo, desculpa!! Espero que gostem.

Capítulo 32 - Evoluído Com Sucesso!


Fanfic / Fanfiction Pokémon Brasil: Em busca do Pokémon Lendário - Capítulo 32 - Evoluído Com Sucesso!

Chegamos na casa do amigo da professora Mariana, que também é um  professor, chamado Fernando. Dormimos na sala; acordei às 7:27 (não consigo dormir em paz na casa dos outros). Eu acordei Lucas e Rafael (se eu não dormir ninguém mais dorme), então fomos a uma lanchonete, começamos a falar sobre o suposto pokémon lendário que Rafael viu, ele falou que não tinha conseguido ver o pokémon, pois a névoa era muito mais densa lá, então tivemos mais certeza de que a névoa vinha dele.

-Você viu o pokémon que Rafael também viu? - Lucas perguntou muito curioso é interessado.

-Não muito, eu percebi que ele tinha assas e voava. - de repente veio na minha mente aquele pokémon que eu vi enquanto vínhamos pra cá - Eu acho que o vi... Quando estávamos vindo pra cá, eu vi num pokémon com assas e com as bochechas meio rosadas, ele tinha orelhas triangulares...

-Será que era o mesmo pokémon? - Lucas perguntou.

-Pode ser. Você já deve saber que todos estão suspeitando de o causador dessa névoa ser o pokémon lendário daqui, né? - Rafael começou a mexer na sua mochila.

-Sim eu também acho isso. - Eu disse

-Mas caso ele seja mesmo o pokémon lendário, porque ele sairia de seus esconderijos para vir para as cidades? -  Rafael disse, ele tirou um caderno e um lápis e começou a desenhar algo.

-Talvez ele esteja atrás de algo que o interesse. - Lucas disse.

-O que você acha que poderia ser? - Rafael perguntou.

-Um outro pokémon, ou uma pessoa, ou... - será mesmo que ele é um pokémon lendário, estou começando a duvidar - e se for alguma coisa como pedra de evolução?

-Coisas comuns não interessam muito os pokémon lendário. - Lucas disse - Só se essa pessoa ou pokémon tenha salvado a vida dele antes, tipo, não faz muito sentido, eu acho.

Ficamos um tempo quietos, quando terminamos de comer voltamos para a casa de Fernando.

-Rafael, Lucas, ainda não vimos Flomon desde que ele evoluiu.

-Você sabe que o nome dele não é mas Flomon, já que ele evoluiu. - Mariana sentou no sofá da sala conosco.

-Acho que vou ter que me acostumar... - eu disse - Flomo... - Não sabia como chama-lo agora - Meu pokémon inicial, que antes se chamava Flomon, mas agora não sei o seu nome, já que você evoluiu, pode sair da pokebola... - acho que ele entendeu que eu estava falando dele.

Ele saiu e eu vi que ele estava praticamente igual a antes, porém, com pelo no corpo. Peguei a pokedex.

-Ele é muito lindo... - Marina falou.

-Floren, - a pokedex começou a falar. Acho que não vou me acostumar com esse nome - um pokémon tipo grama; geralmente eles são competitivos e são bastante ágeis. São encontrados mais facilmente junto a outros pokémon tipo grama.

-Flo, Flo! - ele parecia contente.

-Caramba! Você está muito legal! - eu o-abracei.

Acabei decidindo sair para treinar todos os meus pokémon. Gisfi passou de level, Floren e Magickarp estão perto de passar também. Rafael preferiu sair para capturar pokémon e acabou encontrando um Lapras (depois de mil anos), agora ele tem dois pokémon, por conta disso, Oredi está bem pertinho de evoluir também. Lucas saiu com Mariana para comprar itens para pokémon. Chegando em casa, almoçamos, depois, Mariana avisou que nossa mãe comprou nossas passagens de avião para viajarmos amanhã, vamos ir para Minas Gerais encontrar com o pai de Ana e de lá ir para Espírito Santo, onde iremos nos encontrar com ela. Passei o resto do dia andando pelas ruas para ver os pokémon. Á noite, eu encontrei Rafael conversando com Fernando e Mariana, eu entrei na conversa, que era sobre um pokémon que só encontramos em Minas Gerais e na Bahia.


-Luiza, - Fernando falou - Esse pokémon tem um tipo de ataque único dele. Ele é muito bom.


-É aquele pokémon que falei antes - Rafael falou.


Mariana se levantou para receber uma ligação.

-Ele é fácil de encontrar? - perguntei.

-Depende, - Fernando disse - é fácil de encontrar em lugares específicos, como entre esses dois estados. Ouvi dizer também, que a temperatura do lugar não influência em nada, na hora de procurar. Só tem uma coisa que ajuda na procura, lugares com muita areia, tipo em praias. Ele até pode ser encontrado em outros lugares no Brasil, mas não tão facilmente quanto entre os estados de... - Fernando parou de falar após a chegada de Maria, que parecia preocupada.


-A professora Luna está ficando louca... - ela sentou no sofá conosco e Fernando pediu para ela se acalmar - ela simplesmente entrou no laboratório pokémon, roubou incontáveise projetos de experimentos do laboratório, e mesmo quase sendo presa pela polícia conseguiu fugir...


-Pelo menos não aconteceu nada de ruim pra ninguém né? - falei.


-Não, Luiza. Depois disso, ela foi até um dos maiores centros de pesquisa pokémon, no Ceará; à noite, ela fez experimentos escondidos lá. Ela foi encontrada pelos guardas de lá e decidiu explodir todo o centro de pesquisa.



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