História Pokémon Olympus Clash(Interativa) - Capítulo 13


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Categorias Pokémon
Personagens Personagens Originais, Pikachu
Tags Aquilles, Nova Região, Pokémon
Exibições 19
Palavras 2.192
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoal, hoje dia 12/10 trago um especial do dia das crianças. Apesar de eu ter 21 anos, como sempre dizem, o coração é que vale, por isso feliz dia das crianças de idade e das crianças de coração!!!

Ps: Este especial será tratado primeiramente como uma lembrança de Hector que neste capítulo está chegando ainda a Aqua Aurora.

Capítulo 13 - Capítulo Especial: Infância


 

 

 

 

Corphish Beach

Hector – 3ª pessoa

 

Um misterioso garoto de boné marrom, cabelo azul escuro, olhos roxo claros, jaqueta marrom com uma camisa vermelha por dentro se aproximava da entrada de Aqua Aurora. O jovem aparentava ter 15 anos e sua feição séria indicava que havia passado por algo que lhe fizera optar por ir na primeira cidade da sua região natal. O rapaz andava calmamente pela areia se lembrando do que tinha acontecido.

 

- “Como minha vida mudou...” – Pensava Hector enquanto caminhava pela praia sentindo um pouco da água batendo em suas botas, ele não ligava para isso, somente encarava a dor que levava dentro de si.

 

Continuando a pensar em seu passado, o jovem parou em frente a uma pedra e sentou nela observando a despedida do sol que lentamente ia desaparecendo no horizonte. Enquanto a sua volta haviam muitos turistas alegres por estar num lugar tão belo e treinadores animados com o começo de sua jornada, ele estava no meio de sua própria escuridão.

 

- Ei papai! Hoje é o dia das crianças, o que o senhor vai comprar para mim? – Perguntou uma criança andando ao lado de sua família sorrindo alegremente.

 

- ... – Hector apenas observava aquela cena com seu olhar sério e ao mesmo tempo melancólico. – Por que temos que crescer? Por que somos obrigados a tomar nossas responsabilidades e esquecer todos que nos amam?

 

- Haha, calma filho, nós já vamos encontrar o Professor Hércules e pegaremos seu primeiro Pokémon! Quando você fizer 10 anos eu vou te dar ele! – Respondeu um adulto para o menino pequeno que sorriu alegremente já imaginando quando poderia enfim começar sua jornada.

 

- Primeiro Pokémon? Eu...não tive chance de ter um... – Falou o jovem para si mesmo olhando para o por do sol e relembrando do que acontecera na sua infância.

 

Flashback On

 

A pacata vila conhecida como Kardfos que na língua Ípefa queria dizer coração da luz iniciava mais um dia de tranquilidade e paz. O pequeno Hector tinha acordado animado, aquele era seu grande dia. Finalmente completaria 10 anos e poderia enfim pegar seu primeiro Pokémon, o parceiro de jornada que seria seu grande amigo. Ele levantou com pressa, se trocou rapidamente e correu para o banheiro para escovar seus dentes.

 

- Hector! – Gritava a mãe dele chamada Zandra, a mesma já sabia de como seu filho iria acordar alegre e por isso estava preparando algo que o mesmo gostava muito. Um delicioso pão com requeijão, a comida que o mesmo mais gostava. – Vem tomar café!

 

- Estou aqui. – Disse o menino de cabelos azuis escuros descendo as escadas e fazendo a mulher ficar surpresa.

 

- Que bicho te mordeu? Você sempre demora para sair da cama! – Falou a moça colocando um pouco de café no copo para o mesmo.

 

- É hoje mãe! Finalmente o papai vai pegar meu primeiro Pokémon para mim! – Respondeu Hector pegando o pão e comendo com alegria deixando alguns farelos cair na mesa. – Quando ele chega?

 

- Não fale de boca cheia menino! – Censurou Zandra ficando um pouco irritada ao ver que o garoto estava falando com a boca cheia de comida, mas acabou pegando leve na bronca, pois percebeu que o garoto estava muito feliz. – Você sabe que ele demora um pouco, está resolvendo os negócios dele.

 

- Sempre quis saber por que o papai não conta no que trabalha para a gente... – Disse o menino tomando um gole de café.

 

- Você sabe... Ele prefere assim... – Disse a mulher indo até a cozinha e apenas escutando o barulho de uma porta abrindo. – Será que... – Ao voltar ela percebeu que Hector já tinha saído e provavelmente fora encontrar com seu amigo. – Aposto que aqueles dois vão aprontar hoje...

 

O garoto estava tão ansioso que correu pelos campos daquela vila cumprimentando rapidamente os moradores indo direto para a casa do seu amigo. A mesma não era uma casa como a dele, parecia ser de menor tamanho e também de decoração. Mas, o menino estava tão ansioso que nem chamou pelo grito como sempre fazia e sim bateu com força na porta.

 

- Aquilles! Aquilles! – Gritou Hector esperando que seu amigo aparecesse na janela, mas a porta acabou sendo aberta por uma mulher de cabelos castanhos escuros e que aparentava ser bem simpática.

 

- Como sempre, esse mesmo horário, não é?  Até já sei o que é. – Disse Luzia, a mãe do amigo daquele menino entrando e chamando seu filho. – Filho? Seu amigo está aqui.

 

- Tá bom, mãe. – Disse um garoto de cabelo curto, usando uma espécie de boina verde na cabeça que era tão grande para ele que cobria até mesmo seu rosto inteiro.

 

- Filho! – Falou a mulher se aproximando do pequeno Aquilles e tirando a boina do mesmo. – Você sabe que seu pai não gosta que você meche nas coisas dele.

 

- Mas eu gosto desse boné, mãe! – Falou o garotinho ficando um pouco emburrado e indo até a porta.

 

- Você sabe que seu pai só disse que você vai usar isso só quando você crescer. – Respondeu Luzia colocando a boina na mesa e vendo seu filho saindo pela porta.

 

- Oi Aquilles! – Falou Hector sorrindo alegremente e estendendo a mão para cumprimentar o amigo.

 

- Oi. – Falou o menino estando um pouco emburrado, pois odiava que falassem que ele deveria crescer para fazer as coisas.

 

- Eu vi um Pokémon muito raro numa árvore! Vamos ver se ele está lá? – Perguntou o pequeno garoto de cabelos azuis escuros chamando seu amigo para verem Pokémons raros que algumas vezes apareciam naquela vila.

 

- Vamos! – Disse Aquilles seguindo o amigo até uma árvore enorme que alguns moradores diziam para as crianças ficarem longe dela.

 

- Tenho certeza que vi um lendário lá! – Falou Hector apontando para a árvore e decidindo desafiar o amigo, coisa que fazia sempre com o mesmo. – Eu duvido que você consegue chegar lá em cima e ver ele!

 

- Eu não acho uma boa ideia subir nisso... – Falou o menino ficando com um pouco de medo e olhando para aquela enorme “planta”. – Vamos voltar, o papai vai chegar em breve com meu Pokémon.

 

- Ele diz isso sempre, mas nunca consegue trazer. Vamos lá, Aquilles! Eu consigo com uma mão nas costas. – Disse Hector vendo que o garoto acabou concordando e começou a subir aquela árvore se agarrando nos galhos.

 

Enquanto isso, um homem se aproximava da vila trazendo uma Pokébola nas suas mãos. A mesma era realmente especial, continha um Pokémon que ele tinha certeza que seu filho iria gostar. Poderia talvez não ser o inicial tão desejado pelo seu filho, mas certamente era realmente especial aquela criaturinha. O mesmo entrou numa casa e beijou Luzia sua esposa subindo logo as escadas e procurando pelo seu filho.

 

- Onde está o Aquilles? Trouxe o Pokémon dele! – Falou o adulto abrindo a porta do quarto do filho e não encontrando o mesmo.

 

- Ele saiu com o Hector. – Respondeu a mulher vendo o seu marido sair pela porta e despedindo dela com outro beijo.

 

- Vou ver o que esses pequenos Haunters estão aprontando. – Disse o homem andando pela vila e indo na casa do amigo do seu filho. – Zandra?

 

- Oi? – Perguntou uma mulher abrindo a porta e encontrando com o pai do amigo do filho dela. – Precisa de alguma coisa?

 

- Por acaso, o Jorge está aí? – Perguntou o adulto vendo que a mulher acabou entrando e na porta apareceu o pai de Hector, que tinha cabelos azuis como o filho, olhos da mesma coloração e usava um casaco marrom.

 

- Sim? Precisa de mim? – Falou o homem tentando entender o que estava acontecendo, pois tinha acabado de chegar e não encontrara seu filho ali. – Desculpe interromper, mas o Hector tava na sua casa?

 

- Não, os dois saíram juntos. – Disse o adulto que usava uma boina verde semelhante a que Aquilles tinha tentado usar e também possuía sua vestimenta praticamente da mesma coloração.

 

- Já sei onde esses dois foram! – Falou Jorge correndo junto com o pai do garoto até uma área da vila.

 

Aquilles continuava a tentar subir aquela enorme árvore e acabou desequilibrando e ficando preso num dos galhos daquela “planta”. Ao ver o que tinha acontecido Hector tentou subir na árvore, mas acabou parando ao perceber que pouco mais acima daquela árvore havia uma colmeia de Beedrils e que se subisse poderia provocar os mesmos.

 

- Me ajuda! – Gritou o garoto de cabelos castanhos escuros ficando um pouco desesperado e querendo sair dali o mais rápido possível.

 

- Calma, fica calado. Senão você vai acordar aqueles Beedrils! – Disse Hector tentando alertar o amigo e ficando praticamente imóvel sem poder fazer nada.

 

- Ahhh! – Exclamou Aquilles ao perceber aonde os perigosos Pokémons estava e começando a ficar com muito medo.

 

- Bzzz! – Um estranho barulho começou a ser escutado pelos dois meninos.

 

- O que é isso? – Perguntou o menino que estava se segurando com toda a força que podia no galho daquela árvore.

 

- Aquilles, não se mova! – Disse Hector vendo que os Beedrils tinha começado a acordar e poderiam atacar o amigo.

 

- Bzzz! Bzzz! – O barulho começou a ficar cada vez mais intenso e os dois garotos começaram a ficar desesperados.

 

- Thundershock! – Gritou uma voz conhecida de Aquilles fazendo com que um Pikachu saltasse e soltasse vários raios de si acertando aqueles insetos que começaram a recuar.

 

- Shadow Ball! – Exclamou outra vez sendo desta vez conhecida por Hector fazendo com que um Zorua pulasse e lançasse uma bola sombria na direção das criaturas que acabaram recuando de vez.

 

- Espera aí, filho! – Gritou o pai de Aquilles subindo a árvore lentamente e pegando o filho colocou o mesmo nos ombros e desceu daquela enorme “planta”. – Por favor, não mate seu pai de susto novamente, ok?

 

- Desculpa papai... – Falou o garotinho descendo no chão e olhando para baixo e se arrependendo de ter topado aquele desafio.

 

- Filho, quantas vezes já te disse. Não subam em árvores! – Disse Jorge olhando para Hector que tava  com a mão na cabeça tentando disfarçar e já desconfiando que o pai já sabia que fora ele que fizera Aquilles subir na árvore.

 

- Foi mal, pai. – Disse Hector suspirando de desânimo, mas vendo que o seu pai soltara um sorriso.

 

- Tenho uma surpresa para você. – Falou o adulto apontando para Zorua que se aproximou do mesmo.

 

- E eu para você, Aquilles. – Disse o pai do garoto vendo Pikachu subir em seus ombros.

 

- Papai! É sério? Esse é meu primeiro Pokémon? – Gritou Hector olhando para aquela criaturinha que não tinha entendido o que estava acontecendo.

 

- Sim, filhão! Aí está seu presente de aniversário! – Falou Jorge vendo o seu filho ficar muito alegre e sorrir muito.

 

- Oi amiguinho. – Falou Aquilles se agachando e fazendo carinho no Pikachu que acabou ficando alegre e sorriu.

 

- Haha. – Riu o pai do garoto decidindo ir embora dali, o seu fillho começou a segui-lo junto com seu Pokémon também.

 

- Espera! – Disse Hector correndo até o amigo e olhando com confiança para o mesmo. – Vamos ter nossa primeira batalha Pokémon!

 

- Batalha Pokémon? – Perguntou Aquilles ficando um pouco receoso e vendo que seu pai também estava impressionado.

 

- Sim! – Disse Hector olhando para Jorge que também estranhara aquilo. – Se vou ser um treinador agora, então preciso vencer meu rival!

 

- Rival? – Perguntou o pai de Aquilles já notando que desde de criança o seu filho tinha uma certa rivalidade com Hector.

 

- Rivais para mim são meus amigos. E o Aquilles é meu melhor amigo, então é meu primeiro e melhor rival! – Falou Hector olhando para o seu amigo e em seguida para o pai. – Papai, por favor nos ensine a batalhar.

 

- Está bem... – Disse Jorge pensando muito no que estava acontecendo e decidindo de fato ajudar o seu filho a dar os primeiros passos em direção a sua própria estória.

 

Fim do Flashback

 

Hector se levantou e continuou a caminhar pela praia se lembrando do que acontecera depois e fazendo com que algumas lágrimas de tristeza caíssem nos seus olhos limpando-as em seguida e olhando para frente viu a placa da Cidade de Aqua Aurora. Finalmente havia chegado ao seu destino e agora construiria sua própria estória levando o passado nas costas, vivendo o presente e desafiando o futuro.

 

- Tudo o que passei, toda a minha infância, o meu primeiro Pokémon... Isso agora é passado... – Disse o jovem caminhando mais um pouco e já vendo a belíssima cidade na sua frente. – Eu perdi tudo... Mas agora, é hora de crescer e perceber que sou criança agora apenas no meu coração! E assim comemorarei esse meu dia, iniciando minha própria estória como meu pai sempre me disse para fazer! Feliz dia das crianças e da minha nova vida para mim!

 

Hector continuou a andar pela cidade até que se deparou com um jovem de boina verde, calça da mesma coloração e tênis com detalhes amarelos, cabelos castanhos e olhos azuis escuros. Na sua frente agora estava o amigo de sua infância, o seu rival, ou como ele mesmo sabia, seu melhor rival! E uma nova estória começaria agora!

 

Continua...

 

 

 

 



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