História PokéTrainers (Reescrita) - Capítulo 7


Escrita por: ~ e ~Matheus_Xavier

Postado
Categorias Pokémon
Tags Luta, Pokémon, Pokétrainers, Tortura
Exibições 56
Palavras 3.189
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Harem, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Shounen, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá treinadores, tudo bem? ^^

Trazendo para vocês mais um episódio da nossa querida fanfic, vamos lá! ^^

Capítulo 7 - Uma dia chuvoso na Base Secreta!


 

— Ah não, Matheus! – Gritou Alice desesperada.

 

— AAAAHHH!!! – Gritou o garoto.

 

— GIGAAAHH!!! – Urrou a montanha.

 

    A enorme pilastra de pedra derrubou Matheus de costas no chão, esmagando a barriga do garoto. O rapaz urrava de dor por causa do corte no local, e Alice estava começando a se desesperar.

 

— Droga! – Disse a azulada desesperada. — Gothitelle, Energy…

 

— N-não, Litho! Não faz isso! – Disse Matheus, entre gritos de dor enquanto o enorme Gigalith o esmagava em sua pata, com uma feição de felicidade. — E-eu… estou podre para brincar disso hoje…!

 

    O Gigalith notou o corpo enfaixado de Matheus, pouco a pouco, foi tirando sua enorme pata de cima do mesmo. O rapaz suspirou pesadamente, recuperando o fôlego perdido.

 

— Nossa… Essa doeu, Litho… – Reclamou o garoto, levantando-se.

 

— Err… “Litho”? – A azulada fitava-os com uma cara confusa. — Você… conhece esse Gigalith?

 

— Ah, claro! – Respondeu Matheus, alegremente. — Esse Gigalith é o guarda da minha Base Secreta, é um dos pokémon do meu irmão. Ele deixou uns de seus pokémon aqui para cuidar da Base quando nós ficávamos fora.

 

— Seu irmão? – Alice continuava confusa.

 

— Sim, ele é um treinador forte, ele não ia muitas vezes pra casa, mas sempre que ia, me mostrava seus pokémon mais fortes. – Explicou o rapaz, com um sorriso no rosto ao contar de seu irmão, como tivesse um enorme orgulho. — Da última vez que vi ele, foi a cinco meses atrás… Ele deve estar pegando as insígnias de alguma região distante…

 

— Ele deve ser extremamente forte. – Falou Alice. — Quantas insígnias ele possui?

 

— Vish, nem sei. – Brincou Matheus.

 

— Bem. – Alice começou a olhar os arredores novamente. — Então essa Base era de vo… vo…

 

— Vo-vo o que? – Perguntou Matheus, um pouco confuso.

 

— Atchim! Droga… Essa poeira está atacando minha alergia… – Disse a azulada, botando suas mãos de frente a sua boca e nariz.

 

— Bem… Acho que a chuva não vai parar tão cedo, que tal limparmos para passar a noite, se precisar? – Sugeriu Matheus, e Alice balançou a cabeça positivamente, não tirando suas mãos de sua boca.

 

    O rapaz apenas ri da enfermeira vendo ela daquela maneira. Gothitelle deu à sua dona uma máscara de papel para colocar. Os três caminharam até o centro da Base, e mais pokémon notam a presença de Matheus, sendo um Inkay, Crobat e um Empoleon. Todo ao verem o garoto, pularam em cima dele de alegria.

 

— Péssima ideia ter me machucado esses dias… – Murmurou o garoto, derrubado no chão com os pokémon em cima de sua barriga alegres. Alice apenas fitava Matheus com uma cara confusa.

 

“Eles gostam tanto dele… Por que ele não leva um com ele?” Pensou Alice.

 

— C-certo… Eu… também estava com saudades de vocês… Agora, podem me largar? – Perguntou Matheus. — Eu e Alice vamos dar uma limpa aqui…

 

    Os pokémon olharam para Alice por um tempo, a enfermeira havia congelado, o único movimento que pode fazer, foi acenar a mão sem graça. Todos saíram de cima de Matheus, o rapaz se levantou, e limpou a poeira em sua roupa. Após isso, ele e Alice começaram a limpeza na base.

 

(...)

 

    Haviam-se passado três horas, e a forte chuva continuava, com altos trovões e ventanias absurdas. A Base Secreta de Matheus era iluminada por três Litwick’s e um Chandelure, todos selvagens que dormiam profundamente no teto da Base, então não precisavam se preocupar se a luz caísse.

 

    Alice carregava algumas caixas, e as levava para o fundo da Base, com a ajuda da levitação de Inkay, Gothitelle, Solosis e Ralts. Já Matheus, varria pó do chão, e jogava para fora da Base, Starly e Crobat o ajudavam batendo suas asas, levando a poeira também para fora.

 

    Treecko escalava as paredes, passando um paninho úmido e tirando as teias de Spinarak’s e Ariados delas, porém não deu muito certo, já que um Spinarak furioso o atacou por ter feito tal ato.

 

— Tome cuidado para não destruir as casas dos Spinarak’s! – Avisou Matheus.

 

— Como você pede pro Treecko tirar as teias sem destruir as casas dos Spinarak’s? – Perguntou Alice incrédula.

 

— É verdade, não havia pensado nisso. – Murmurou o garoto, com uma feição pensativa. — Ei Treecko, deixa pra lá! Pode deixar as teias onde estão! – Gritou, fazendo Alice cair para trás.

 

— Você vai deixar essas teias aí?! Por que?! – Perguntou a azulada.

 

— Sei lá… Deixa os Spinarak’s aí… – Respondeu o rapaz, e Treecko pula do teto para seu ombro. — Sempre gostei da companhia dos pokémon selvagens…

 

— Por isso que aqui é cheio deles? – Perguntou Alice, se preparando para pegar uma caixa.

 

— Acho que sim. – Respondeu Matheus. — Nunca liguei se eles entrassem quand-OWOWOW! – Matheus se desesperou ao ver a azulada pegando na caixa, parando de varrer no mesmo segundo e se aproximando na mesma rapidamente. — Essa… não… pode mexer…

 

    Alice estranhou a atitude do rapaz, lentamente, ela largou a caixa no chão. Matheus a pegou rapidamente, e a deixou num canto separada das demais, dando um suspiro aliviado logo em seguida.

 

“Não quero nem saber o que tem ali dentro…” Pensou ela.

 

— Pronto, terminei de tirar o pó! – Afirmou Matheus, batendo suas mãos. — Pode tirar a máscara, se quiser.

 

— Obrigada… – Disse a azulada, tirando sua máscara e dando um breve e longo suspiro. — Como é bom respirar outra vez…

 

    Empoleon e Gigalith estavam observando os Rattata's de pelos negros correndo em círculos brincando, enquanto o Raticate os fitava, como se fosse o pai deles. Matheus e Alice se aproximaram, afugentando os pequenos ratos, após isso, sentaram em um tapete exaustos.

 

— Faz tempo que aqui não fica brilhando como agora. – Brincou Matheus. — Então, o que quer fazer?

 

— Sei lá. – Respondeu Alice. — A Base Secreta é sua, você deveria nos sugerir coisas para fazer.

 

— A-ah… Então, que tal… – Matheus começou a fitar os arredores sem graça, encontrando uma pequena televisão de tubo perto das caixas. — Ver televisão!

 

    O garoto levantou-se rapidamente, pegando a televisão e colocando em cima de um caixote de madeira. Alice fitava-o, o rapaz puxou uma bateria de carro um pouco velha, e conectou o fio da televisão na mesma. Por algum milagre, funcionou, e a televisão ligou.

 

— É, meu antigo truque ainda funciona. – Brincou o rapaz. — Agora, só falta a… – Antes do garoto terminar de falar, uma antena cai perto de seus pés, ele olha para o teto, e Crobat estava acima dele, enrolado em suas asas. — Valeu, Croniclus!

 

    Matheus conecta a antena na televisão, e começou a alinhá-la, pouco a pouco, a imagem foi aparecendo.

 

— Vai… Falta pouco… – Murmurou o rapaz.

 

— Err… Matheus… – Alice chamou sua atenção.

 

— Calminha, eu consigo! – Falou ele, interrompendo-a.

 

    A imagem estava quase saindo do chuvisco, o moreno abriu um sorriso, quando finalmente, surge – quase perfeita.

 

— Ufa… Consegui… – Comemorou o garoto, sentando-se ao lado da azulada novamente. — O que quer assistir?

 

— Esse é o problema… Não quero ver nada. – Falou Alice, e Matheus caiu para trás.

 

— E só me fala depois da treta toda que eu tive... – Choramingou Matheus.

 

(...)

 

    Havia-se passado uma hora desde que Matheus ligou a televisão, não passava nada de interessante nela, apenas uma novela mexicana, Alice fitava o aparelho entediada.

 

— Isso… É chato… – Reclamou ela. — Posso mudar de canal? – A azulada virou seu olhar para Matheus, e percebeu que ele estava dormindo. — Ei, acorda!

 

— Uaaahh… Eu tô acordado… – Disse Matheus, entre bocejos. — Não sabia que você gostava de novela mexicana.

 

— E não gosto! – Afirmou Alice. — Achei que você estava assistindo, então não disse nada!

 

— Sério? Foi mal, então… – Falou Matheus.

 

— Não tem nada pra fazer… – Reclamou Alice, olhando aos arredores.

 

    A azulada viu que os pokémon estavam jogando cartas – menos Crobat, que estava dormindo no teto – curiosa, ela se aproximou dos pokémon, e viu o jogo. Matheus se aproximou logo em seguida.

 

— Você sabe o que eles estão jogando? – Perguntou a azulada, curiosa.

 

— Hmm… – Matheus começou a olhar as cartas dos pokémon. — Treecko está jogando vinte e um, Gardy está jogando Paciência, e Empoleon está jogando Uno…

 

— O que? Enquanto aos outros? – A enfermeira estava visivelmente confusa com o que o rapaz disse.

 

— O resto estão apenas com as cartas nas mãos. – Respondeu Matheus, dando os ombros.

 

— Ok… – Falou Alice, virando seu olhar para a parede, notando um poster com cinco pessoas, com quatro assinaturas abaixo delas. — Espera… Vocês tinham um… Poster da Elite Quatro autografada por eles?! – Gritou ela, surpresa e histérica.

 

— Hum… Temos sim, por que? – O garoto se assustou um pouco, afastando-se lentamente. — Isso… vale muito?

 

— Muito?! Se vale muito?! É um item de colecionador ter um poster com a assinatura de todos! – Gritou Alice, assustando Matheus ainda mais, a azulada correu em direção ao poster. — Incrível… Está em ótimos estados…

 

— Ok… Agora, você pode me falar quem são esses? – Perguntou Matheus, se aproximando, a azulada virou a cabeça lentamente até conseguir enxergá-lo, aquilo havia deixado o garoto branco como papel de tanto medo.

 

“Meu Arceus, alguém chama o exorcista!” Pensou ele, desesperado.

 

— Está me dizendo que não conhece a Elite dos Quatro de Makin e Ranox? – Perguntou Alice, com um tom mortal, o garoto balançou a cabeça negativamente lentamente.

 

— Não me mate… por favor… – Implorou o garoto de joelhos. — Queria morrer pelo menos depois dos quarenta e dois anos, lá eu já terei feito tudo que quisesse da minha vida!

 

— Não vou te matar, só… Acho estranho você morar em Makin, e não saber quem são eles. – Indagou Alice.

 

— Eu não sou de Makin, e sim de Sinnoh! – Matheus continuava implorando, e Alice ficou com uma gota observando-o. — Não percebeu meu sotaque? Eu sei, ele é meio ruim, mas eu juro que sei falar japonês! Quer tirar a prova?

 

— Não é isso! – Gritou Alice. — Se você não sabe quem são, eu posso te falar quem são, que tal?

 

— Ok, então… Não tem nada melhor pra fazer… – Disse Matheus, dando os ombros.

 

— Bem… Eu nem sei por onde começar… – Alice estava animada, não aguentando de ansiedade por poder dizer a alguém o que sabia sobre os Elites dos Quatro.

 

— Que tal começar pelo primeiro carinha ali? – Sugeriu Matheus, apontando para o poster.

 

    Alice olhou para onde o garoto apontava, era para um homem alto de vinte e cinco anos, de cabelos arrepiados pretos penteados para o lado direito e olhos da mesma cor. O homem estava de braços cruzados, com uma cara séria, vestido com um terno negro e sapatos sociais. Em sua gravata negra, havia uma Key Stone cravada. Abaixo dele estava escrito “Henrique”.

 

— Então, você quer saber do Elite Quatro Henrique… – Falou Alice sorrindo. — Bem, Henrique era o primeiro Elite Quatro, hoje ele é o segundo. Sendo especializado em pokémon Tipo Solo.

 

— Tipo Solo? Não parece que ele usa esse tipo… – Comentou Matheus.

 

— Esse é o truque dos Elite dos Quatro de Makin e Ranox, eles usam roupas diferenciadas dos seus tipos para pegar o desafiante de surpresa, muitos veem sua roupa, e pensa que ele será um tipo mais arrumado e sério, como Voador, por exemplo. – Explicou Alice. — Ele é sério e rude contra seus oponentes, esperando que eles comecem razoavelmente no começo da luta, consigam manter até a metade, e que lute com tudo no final! Ele com seu Mega-Garchomp em uma tempestade de areia, são praticamente invencíveis!

 

— Hmm… Legal… – Falou Matheus. — E aquela ao lado dele?

 

    Matheus olhou para a pessoa ao lado de Henrique, sendo uma bela mulher um pouco menor que o mesmo de vinte e dois anos, dona de cabelos brancos lisos que alcançava seus seios, e olhos negros radiantes. Vestindo-se com um vestido preto com o interior e mangas vermelhas, meia calça cinza claro, e sapatilhas de salto alto pretas. A mulher possuía um chapéu negro, com um enorme pingente prata. Havia um pingente igual em seu seio esquerdo, onde continha uma Key Stone cravada. Abaixo da mulher, estava escrito “Katherine”

 

— A-ah… Você está falando da Katherine… – Disse Alice meio melosa, levemente corada ao fitar a foto da mulher.

 

— É… O que tem nela? – Perguntou Matheus, não entendendo nada.

 

— Ela é linda… Não consegue ver? – Perguntou Alice, apontando para a mulher. — Seria muita sorte se eu namorasse ela…

 

— Espera… – Pronunciou Matheus, percebendo no que a azulada havia dito. — Ela também é…

 

— Sim… – Completou Alice corada. — Ela era a segunda Elite Quatro dois anos atrás, agora ela é a terceira. Sendo especializada nos Tipo Fada, ela e sua Mega-Mawile são insuperáveis juntas… Ataca seus adversários com graça e fofura, então é melhor não deixar se enganar se for falar de Fadas e da Katherine na mesma frase!

 

— Ok, entendi, mas e o velhote? – Perguntou Matheus.

 

    Ao lado de Katherine, havia um homem, o mais velho de todos, com quarenta e nove anos, de cabelos grisalhos e olhos castanhos intimidador, fumando um charuto. Vestindo-se com um casaco e calça jeans negras, um cachecol branco em torno de seu pescoço e sapatos de cano alto pretos, com um pequeno pingente em formato de pena azul e vermelho em seu casaco, onde residia sua Key Stone.

 

    O homem estava com um pequeno garoto de sete anos em seu ombro, o garotinho havia cabelos curtos laranjas e olhos da mesma cor, vestido com uma blusa azul de mangas verdes, um short vermelho, e sapatos de cano alto azuis com a sola laranja.

 

    Abaixo dos dois, estava escrito “Ezequiel”

 

— Que… coisa rara… – Disse Alice, impressionada. — Vocês tem uma foto do Ezequiel junto com seu filho!

 

— O molequinho é filho dele? – Perguntou Matheus, e Alice apenas conseguiu assentir. — Hmff… Sempre me perguntei quem era esse menino…

 

— O Senhor Ezequiel era o terceiro Elite Quatro, sendo especializado nos Tipo Grama. Calmo, frio e calculista, era o melhor e o mais rápido em montar uma estratégia improvisada que qualquer outro membro da Elite dos Quatro, até o próprio Mars! Dizem que ele treinou por dez anos consecutivos na montanha mais gélida de Sinnoh, que seus pokémon do Tipo Grama não sentem mais nenhum dano contra ataques de Gelo. Ele e seu Mega-Abomasnow são o terror florestal e o pavor gélido! – Explicou Alice animada. —  E como eu já disse, aquele é seu filho, Jonnathan.

 

— Espera… Você disse “era”, mas não falou o que ele é hoje. – Falou Matheus. — Por que?

 

— Bem… Dois anos atrás, houve um ataque em Steel Down Town, os Elite dos Quatro, Mars, Myke e sua irmã, Maria, lutaram duro para expulsar os terroristas de lá, porém custou a vida do Senhor Ezequiel. – Explicou Alice. — Há boatos que seus aprendizes estavam lá, também.

 

— Aprendizes? E quem são esses? – Perguntou Matheus.

 

— Simplesmente os Gêmeos Redwave: Jack e Naomi, os dois treinadores mais fortes do mundo, dividindo o título de campeões mundiais! Viajaram por todas as regiões do mundo vencendo cada coisinha que tem lá, torneios, ligas, tudo! Eles têm o direito de possuir qualquer título que quiserem! Eles possuem a companhia de uma Gardevoir Shiny, chamada Ravena, por algum motivo que eu quase ninguém sabe, ela não fica em sua pokébola, ela acompanha os Gêmeos onde quer que vão! – Explicou Alice, animada. — Dizem por aí que eles treinaram com nossa Elite dos Quatro por longos quatro anos, e isso foi confirmado na batalha de Mars contra Rosa!

 

— Só isso? – Perguntou Matheus dando os ombros, e Alice caiu para trás.

 

— Como assim “só isso”?! Eles são os treinadores mais fortes e respeitados do mundo! – Indagou Alice incrédula.

 

— Tá mas… E o Kiko? Não me importo se eles são os fodões dos fodões… Não tenho intenção de superá-los então… – Falou Matheus, dando os ombros novamente. — Continuando… Quem é aquela?

 

    Ao lado de Ezequiel, havia uma mulher de vinte e um anos, a mais baixa de todos os Elite dos Quatro, sendo dona de cabelos longos negros como a noite que caía sobre suas costas, algumas franjas caíam sobre seu rosto, também possuía olhos cinzas cristalinos. Vestindo-se com um top preto curto, deixando seu umbigo a mostra, shorts jeans curtos na altura de suas coxas, com uma corrente pendurada no lado direito, e sapatos cinzas com a sola branca. Em seu ombro direito, possuía uma tatuagem tribal, e em suas duas mãos, luvas de motoqueiro feitas de couro, em sua luva esquerda, possuía sua Key Stone. Abaixo dela, estava escrito “Kirito”

 

— Kirito? A Kirito é a única de toda nossa Elite que deixa “visível” seu Tipo, ela é a mestra dos Tipo Sombrio e continua até hoje como a quarta Elite dos Quatro, se você a desafiar, tenha em mente três coisas que você passará contra ela: Ilusões, força bruta, e velocidades absurdas! Os Tipo Sombrio são os pokémon que possuem naturalmente força e velocidade, porém são extremamente complicados de se treinar, Kirito consegue a confiança de qualquer Tipo Sombrio, sendo selvagem ou não, sendo o mais brutal e sanguinário pokémon! Ninguém sabe sua real personalidade em batalha, as vezes trata com desprezo e ódio seu adversário, outras vezes com serenidade… – Explicou Alice. — É, literalmente, uma mestra de ilusões, você tem que ter pokémon extremamente fortes se você quiser derrubar seu Mega-Tyranitar, pois ele tem alta resistência e ataque!

 

— Ok, temos um Maluco da Terra, uma Garota Fada, um Velho das Plantas, e uma Rainha das Trevas… Quem é o Líder desse bando todo? – Perguntou Matheus ironicamente.

 

— Ninguém mais, ninguém menos, que nosso Campeão Mars. – Indagou Alice, olhando para o horizonte com os olhos brilhando. — Declarado como o Campeão mais forte no mundo, sendo invicto por longos e merecidos cinco anos, ele no começo não parecia muitas coisas, um garotinho de quatorze anos com apenas pokémon do Tipo Normal, todos achavam que ele seria eliminado pelo primeiro Elite dos Quatro, mas aconteceu o contrário. Ele entrou lá, venceu todos os Elite, e chegou na antiga Campeã, e a venceu com quatro pokémon, sendo eles Ambipom, Stoutland, Persian e sua Mega-Lopunny, conhecida também como a “coelha dos punhos de aço”! Desde então, não precisou usar mais do que três pokémon para vencer um desafiante!

 

— Cinco anos… É… É bastante coisa… – Falou Matheus. — Quem será a vítima dele na Liga deste ano?

 

— Não sei, mas terá que ser alguém extremamente forte, já que Mars está cinco anos invictos, terá algo especial na Liga deste ano. – Explicou Alice.

 

— Sério? E o que é? – Perguntou o garoto.

 

— Ninguém sabe, apenas os Elite e o Mars. – Respondeu Alice, após isso, deu um longo bocejo. — Que sono… E a chuva ainda não passou?

 

— Que tal passarmos a noite aqui? – Sugeriu Matheus. — Pelo visto, essa chuva vai até amanhã.

 

— Ok, acho que não temos tantas escolhas. – Brincou Alice, tirando risadas dos dois.

 

    Matheus mexeu em algumas caixas, tirando um colchão inflável king size, e uma bomba inflável. Os dois esticaram o colchão, e o rapaz começou a enchê-lo. Cinco minutos se passaram, e o colchão estava completamente cheio, Matheus o dividiu com Alice, até que apagaram, deixando a televisão ligada.

 

    Na televisão, passava um comercial – já no final – de uma repórter falando sobre algo

 

— E esta é a pontuação de votos de quem lutará contra Sul na abertura do torneio que ocorrerá em Steel Down Town. – Falou ela, e um placar surgiu na tela, com vários nomes famosos, o vencedor até o momento era Brendan, ficando um pouco atrás de Diamond e Red. — Ao que parece, Brendan abrirá o nosso torneio de iniciantes, então vamos recebê-lo de braços abertos. E para quem quiser participar, é melhor correr, por que tem apenas quatro vagas restantes! – O comercial mudou para uma idosa cozinhando.

 

Continua…


Notas Finais


E esse foi o episódio de hoje, desculpem qualquer erro, tive tempo apenas para fazer uma revisão rápida ^^'

Vejo vocês em breve, treinadores! ^^


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