História Polaris - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias ASTRO
Tags Binu, Binwoo, Eunbin, Universo 02
Exibições 35
Palavras 627
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Capítulo extra do qual eu havia falado.

Capítulo 2 - Extra 01


—Bin-ah! –Chamei o mais novo que dormia em meus braços.

De certa forma, havíamos nos resolvido na noite anterior. Eu não iria perder MoonBin dessa vez, não ira deixá-lo mal de novo, mas agora era eu que queria conversar. Muita coisa muda em um ano, principalmente nossa situação. Não queria ser controlador, porém precisaríamos de regras.

Acordei mais cedo que o habitual naquele dia, o Sol se que aparecia ainda, dessa forma poderíamos dialogar com calma. Se ele queria que voltássemos, teríamos vários assuntos para esclarecer vários assuntos, mas MoonBin não  cederia tão fácil. Logo, precisei apelar para métodos nada honrados.

—‘Tá bom, levantei, levante! – Exclamou ao sentir as cócegas em sua pele. — Seus dedos são gelados Hyung.

—Binnie. – Disse manhoso o abraçando por trás. — Você sabe que nada será igual não é? – O soltei, fazendo com que virasse em minha direção. — Não somos mais trainners, não podemos ser pegos.

Eu tentava parecer calma, mesmo tocando em um assunto tão delicado.

Passei a mão em seu rosto, recebendo um breve selar na mão ao passá-la por seus lábios. Às vezes ele era tão sério e outras tão delicado. — Nós dois éramos na verdade. — Eu nunca sabia dizer o que ele pensava, por isso sempre falava meus pensamentos, esperando o mesmo em troca.

—Lembra o que aconteceu da outra vez? — perguntei, parando com meu carinho.

—Nos separaram... – Fiz sinal para que continuasse. — E só me colocaram de volta no grupo após você terminar.

—Exato, e eu não quero terminar... Vamos precisar de regras. Todo o cuidado é pouco.

Primeiro: não podemos mudar a forma como agimos em público. Isso só chamaria atenção desnecessária para cima de nós.

Segundo: Teremos que esconder dos outros garotos. Eles podem, sem querer, deixar algo vazar.

Terceiro: Lembre-se, somos apenas amigos aos olhos alheios. Não poderá haver qualquer demonstração de ciúmes, entendido? Mesmo que me cerquem na faculdade.

Quarto....

—Quanto: você fala de mais Hyung. – Interrompeu, jogando seu peso sobre mim, deitando-nos na cama. — Manda de mais. — Deu outro no canto de meus lábios. —Deixa que eu faço as regras dessa vez, ok? — Antes que eu respondesse, selou nossas bocas.

Como em um instinto, passei o braço em volta de seu pescoço, aprofundando o beijo. Eu estava embriagado pelo seu toque em meu corpo e, sem percebi, concedi passagem para que sua língua pudesse explorar um pouco mais de mim. Inverti nossas posições enquanto buscávamos ar, sentando em seu colo, procurando seus lábios novamente.

—Estou a seu dispor. — Falei ofegante, me mexendo em cima de si.

Binnie me trouxe para mais perto, - como se fosse possível. –atritando ainda mais nossos membros cobertos apenas pelas Box que usávamos.

—Então, não me tente, Respondeu irritado, apertando minha bunda, fazendo com que eu soltasse um gemido.

Eu amava como ele me deixava louco apenas com toques e palavras. Amava sua expressão quando eu o provocava e, principalmente, amava a forma como respondia a meus atos.

Mordeu meus lábios ao mesmo tempo em que apertava minha ereção já eminente. Afundei meus dedos em seus cabelos, implorando para que acabasse logo com as únicas peças de roupa existentes e em segundo me vi nu sobre seu membro já exposto.

Fui invadido sem qualquer preparação, ele iria me punir por qualquer motivo tosco de certo. Mordi seu ombro para conter o grito, recebendo um tapa na coxa em resposta.

—Olhe para mim. – Ouvi me chamando.

Obedeci.

Ele fazia as regras dessa vez. Fechei os olhos ao sentir seus lábios tocando os meus. Movimentávamos-nos no ritmo único de universo particular. Nossas línguas dançavam ao som do estalo de nossos corpos, minhas pernas envolviam sua cintura como âncoras, meus braços enlaçados em seu pescoço deixavam claros meus pensamentos. Eu precisava ser bom para quem era meu.

—Eu te amo Bin-ah.


Notas Finais


Haverá mais um capítulo extra... se tiver o 03 também eu torno isso uma long fic


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