História Polaroid - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Escritor, Fotógrafo, Gay, Lemon, Yaoi
Exibições 73
Palavras 1.105
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Atualização foi rápida dessa vez, o comentário de vocês me dá uma vontade louca de escrever mais e mais ❤

Capítulo 3 - Três


Josh

    ―Ai meu deus não acredito que você ta realmente ligando pra mim. ― Antony fala todo animado. ― Eu bebi um pouquinho sim, mas pera, por que você ta me ligando as duas da madrugada? Quer transar? Tá achando que é assim? Eu não sou prostituta não, e... pera, você é gay? Por que você ta rindo de mim Josh? ― Eu não aguento e começo a gargalhar, esse garoto adora falar, e pelo visto quando bebe sua boca fica sem “filtro” e ele fala o que pensa, e como assim já são duas da madrugada? Eu resolvi dar uma pausa do trabalho agora, pensei que ainda era cedo.
   ―Antony, você tá muito bêbado, você está em casa? ― Vai que esse garoto tá em uma festa e resolve voltar dirigindo para casa.
  ―Ah eu tô numa balada, aqui é tão grande e legal, dancei tanto e bebi também, uma mulher até tentou me beijar, louca, e minha amiga Mary tava conversando com o barman, eu queria que ela tivesse um caso com alguém ia ser tão legal, mas se ela for com ele eu não sei como eu vou pra cassa, meus deuses, espera vou atrás da Mary. ― e mais uma vê ele fala sem parar, e nem deixou eu responder, rude.
     Comecei a escutar a batida altíssima de uma musica eletrônica qualquer, algumas pessoas gritando, acho que ele estava no banheiro, por isso tava tudo meio quieto, espero com o celular na orelha, talvez ele tenha esquecido que tava falando comig...
    ―Josh? Você tá ai ainda? ―meus pensamentos são interrompidos pela voz de Antony.
   ―Sim, achou sua amiga?
   ― Achei, ela vai sair com o barman, pelo visto o turno dele acabou, ai tô tão feliz, finalmente a Mary vai sair pra transar um pouco, ela já tava ficando amargurada de tanto tempo sem sexo .― me identifiquei.
  ―Bom pra ela, como você vai para casa então? ― Não posso deixar esse cara bêbado andando sozinho por ai.
   ―Acho que vou chamar um taxi, ou arrumar alguma carona por aqui mesmo. ― Não mesmo, vai que alguém se aproveita do estado dele, ele pode ser roubado.
   ―Antony, me escuta, onde você está?
  ―Eu to no banheiro, lá fora não tem como escutar nadica de nada.
―O endereço Antony, o endereço.
―Ata é na balada DNCE, fica no centro, por que você tá perguntando?
―Eu to indo te buscar okay? Espera ai na frente, e tenta não ser roubado ou algo assim .― espero que não aconteça nada, deixar ele meio fora de si, na rua, mas deve ter os seguranças e gente do lado de fora.
―Okay Joshzinho, vou ficar te esperando, bye bye. ― e desliga antes que eu possa dizer mais alguma coisa.

     Olho rapidamente o que estou vestindo, uma camisa branca, uma calça de moletom e sem sapatos, melhor colocar um jeans e um tênis, me troco rápido, pego as chaves do carro meu sobretudo e saio, coloco o nome da balada no GPS do carro e ainda bem fica só a vinte minutos do meu apartamento, quando chego lá olho para a entrada e vejo o Antony conversando com um segurança que não estava com uma cara muito boa. Buzino algumas vezes tentando chamar sua atenção, mas ele nem olha na direção que estou, ando um pouco com o carro e tento não o deixar muito no ‘meio da rua’, desço e vou até Antony.
    ―Hey Antony.
   ―Joshua você finalmente chegou, enquanto te esperava fiquei batendo papo com esse adorável segurança. ― olhei para o segurança e ele tava com uma cara de “tira esse cara de perto de mim, te imploro”, não aguento e solto outra gargalhada, nunca ri tanto como hoje.
   ―Okay, vamos para o carro, vou te levar em casa. ― ele se aproxima de mim, enlaça seu braço com o meu e assim vamos até o carro, ele me diz seu endereço, o faço colocar o cinto direitinho e assim vamos até seu prédio, acho que meu carro vai ficar com um cheirinho de álcool, ele não calou a boca nem por um minuto, arrancou de mim algumas gargalhadas também. Assim que estaciono em frente a seu prédio, ele vai um pouco cambaleando até o elevador, decido ir atrás, quando chegamos em frente a sua porta ele começa a se despedir, agradecer também.
    ―Obrigadaa mesmo por te me trazido até aqui, e eu sei que amanhã eu provavelmente vou morrer de vergonha das coisas que eu disse hoje, mas tudo bem foi bom ver você sorrindo tanto.
   ―Não precisa agradecer, foi um final de noite bem divertido, tchau.
  ―Tchau Josh.
      
     Quando estou quase no elevador escuto o Antony resmungando, e procurando algo nos bolsos, provavelmente a chave de casa.
    ―Perdeu a chave? Não tem uma reserva por ai?
   ―Devo ter perdido, a que eu usava já era a reserva, merda.
  ―Vamos falar com o porteiro, ele com certeza deve ter uma chave pra caso de emergência ou algo assim.― ele concorda e vamos para o elevador, quando chegamos na portaria vemos o porteiro dormindo na cadeira, chamamos algumas vezes, nada, acho que se acontecer um show de rock aqui no hall de entrada ele não acorda.
    ―E agora Joshua?  Será que eu vou ter que dormir na pracinha aqui perto de casa? Já posso imaginar um guarda indo me acordar de manhã e eu incorporando o Bruno e Marrone, Seu guarda eu não sou vagabundo, eu não sou delinquente, sou um cara carente que dormiu naa praça, por causa das amigas vagaaabas. ― Socorro, eu não acredito que ele começou a cantar Bruno e Marrone aqui, começo a rir alto e fico assim por uns dois minutos.
   ―Calma ai Bruno e Marrone, desculpa arruinar seus planos, mas você não vai dormir na praça, tudo bem ir pro meu apartamento? ― essa deve ser a única solução.
   ―Tô te explorando muito hoje, e nós nem nos conhecemos direito, você é muito bonzinho Josh, diz que o mundo não é igual o dos livros, mas é um verdadeiro príncipe de conto de fadas .― sei que ele não sabe o que está falando mas não deixo de me sentir um pouco envergonhado pela comparação.
   ―Não tô fazendo nada demais, agora vamos. ― entramos no meu carro novamente e fomos pro meu apartamento, antes mesmo de eu pensar onde o Antony ia dormir, ele se joga no meu sofá e apagou, resolvo pegar apenas um cobertor e colocar em cima dele, espero que não amanheça muito dolorido, meu sofá às vezes pode ser bem desconfortável.
 
 
  

 


Notas Finais


O que acharam? Eu ri algumas vezes escrevendo esse capítulo, espero que tenham gostado ❤


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