História Polaroid (bts) - 2 temporada - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 173
Palavras 2.275
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


cheguei tarde mas cheguei e valeu a pena, curti mto o capt acho q vcs vao curtir tmbm, bora?

Capítulo 16 - Let me know


Fanfic / Fanfiction Polaroid (bts) - 2 temporada - Capítulo 16 - Let me know

(Yoongi on)

Eu nem tive tempo de pensar direito quando ele começou a falar.

- Surpreso, não? – ele tinha envelhecido seus sete anos, mas mantinha a postura de arrogante.

- Youngjon, eu não ajoelhar aos seus pés – falei decidido.

- Eu não pedi nada – disse ele, rodeando a Minah – Ainda.

Bufei cansado.

- Argh, Ypungjon – falei -, eu sou tão importante assim? A ponto de você gastar sete anos da sua vida comigo? Nossa...

Ele não gostou nada do modo como eu falei.

- Não, Yoongi – disse ele -, não foi bem assim. São sete anos de puro prazer vendo você sofrer cada segundo de vida. Quando você esqueceu a Minah a polaroid entrou na sua vida. E quando vocês deram um fim na polaroid então eu tive de agir.

- Você? – indaguei.

- Óbvio, seu imbecil, vocês mataram meu pai!

Dei um sorriso com o canto da boca.

- Meu pai sabe fazer bem o serviço.

- Seu... – ele engoliu em seco -, seu pai?

- Sim.

Youngjon se aproximou de mim rapidamente e, antes de eu ouvir um “não” bem gritado de Minah, ele desferiu um golpe na minha boca, da qual cuspi um pouco de sangue para o lado.

- Você não acha justo, então? – perguntou ele. – Você tirou o meu pai, eu vou tirar o filho dele.

- Isso eu acho justo, mas acontece que não é isso que você está fazendo...

Ele pareceu confuso.

- Você e seu pai já tiraram muitas vidas – falei, sentindo minha raiva florescer. – Mauy, a mãe dela, o pai da Lizy.

- Hahahah, o pai da Lizy – disse ele -, você sente pena dele?

- O que eu sinto é dó de ele ter sido enganado achando que seu pai estava trabalhando junto com ele.

- Vocês são tão sentimentalistas...

- E você não tem coração.

- Eu tenho sim – disse ele -, e ele vai bater por muito mais tempo do que o seu. Mas... garanto que o seu vai acelerar muito agora.

Ele obrigou Minah a se levantar, então sentou na cadeira com as pernas um pouco abertas.

- Senta no meu colo.

Ela desentendeu então ele gritou.

- SENTA AGORA!

Com as mãos amarradas para trás ela chegou perto dele com receio, mas ele a puxou pela cintura e a obrigou a se sentar.

De frente para mim.

Ela começou a chorar, novamente. Então ele roçou o rosto dela com o dedo.

- Não precisa ter medo, mas... eu entendo que a primeira vez é bem difícil para vocês mulheres.

Senti minha cadeira pular junto comigo de raiva.

- NÃO! – gritei. – DEIXA ELA EM PAZ!

Ele então tirou um revólver do bolso e me apontou.

- Você decide – disse ele, apontando para mim -, você faz a sua parte de manter a boca fechada – e apontou para ela -, e ela faz a parte de me obedecer.

Minah estava entre os choros e o desespero de ter o cano frio do revólver encostado em sua bochecha. Mas Youngjon colocou a arma de volta no bolso.

- Parece que estamos de acordo agora, não?

Preferi nem responder.

Ele pegou uma faca que estava na mesa e cortou a blusa de Minah, jogando-a para o lado. Depois cortou o sutiã dela e fez o mesmo. Ela tinha a pele branquíssima. Ele apertou os seios dela fazendo ela soltar um gemido de dor, a cabeça jogada para trás.

- Que delícia – ele lambeu desde o pescoço dela até sua orelha, mordendo-a.

Eu fechei os olhos e comecei a respirar fundo. Precisava me acalmar, precisava me acalmar, mas a voz de Youngjon se aproveitando dela não saía da minha cabeça.

A mão dele desceu e alcançou a calça dela e a desabotoou, então ele empurrou ela para que saísse e depois desceu toda a calça dela. Completamente nua ele a olhou de cima a baixo.

- Uau... – apreciou seu corpo de modo selvagem e machista. – Deita, no chão.

Ela se recusou e correu até a porta.

- Ah não, não faz as coisas serem difíceis – disse ele, indo até ela. Segurou seu braço e jogou-a no chão.

- Não a machuque! – falei, esbravejado.

- Não se preocupe, vocês já estão calejados de sofrer, uma coisa a mais não fará diferença.

Por cima dele eu o vi morder os seios dela com violência.

- Hummm isso é muito bom...

A mão dele adentrou a região íntima dela, seus olhos se fechando com a sensação, mas em seguida olhando firmemente para os gritos dela. Ele se inclinou para ela incitando os dedos dentro dela.

- Isso, grita... argh – ele estava se deliciando com a tortura. – Grita mesmo.

Depois da mão ele levou a boca e se pôs a chupá-la.

- Cacete, que gostosa que você é.

Minah desistiu. Ela fechou os olhos e deixou as lágrimas rolarem. Não falou mais nada, não gritou, não revidou, mesmo que não pudesse.

- Ah, chata. – ele desabotoou sua própria calça e a penetrou sem dó.

Ouvi um grunhido dela, então seus olhos se abriram, ela virou a cabeça e ficou me olhando enquanto ele a penetrava cada vez mais fundo.

- Nós vamos sair daqui – falei para ela, sem voz, apenas mexendo os lábios. Ela assentiu.

Talvez ali eu conseguisse dar um pouco de paz para ela.

(Yoongi off)

(Mel on)

- No parque de diversões, você diz?

Eu ia espancar a cara daquele policial.

- Pela milionésima vez, policial, sim! – falei alto demais.

- Respeite a autoridade – disse o guarda ao meu lado.

- Meu Deus – falei -, custa ir lá e olhar?

Peguei o celular do policial e disquei o nome da mãe do Nam na mesma hora.

- Como... – ele ficou nervoso, mas me afastei dele.

- Alô, senhora Kim? – indaguei. – É a Mel.

- O quê? – indagou ela. – Meu Deus do céu, você está bem? Onde está? Cadê o Nam?

- Calma, calma, vou responder tudo, senhora Kim.

- Onde vocês estão? Vou chegar aí o mais rápido possível.

Ouvi o senhor Kim se aproximar e querer informações.

- Estamos na delegacia próxima ao parque de diversões abandonado.

- Ok, estamos indo, estamos chegando. Tem mais alguém com você?

- Uma amiga, Seoyuri.

- Mais ninguém?

- Mais ninguém, senhora Kim – falei triste.

- Não importa, estamos indo.

 

(quebra de tempo)

 

Eles chegaram bem rápido e me abraçaram tão fortemente que parecia meus pais.

- Meu Deus, você está viva.

- O que... – olhei para fora da delegacia. A impressa começara a chegar.

- Fechem as portas – ela disse a todos os da delegacia. – Quem é você? – perguntou para Angel.

- É uma amiga.

- Suas amigas estão nisso também?

- Sim – reprimi uma ânsia de vômito. Angel pareceu alarmada.

- Senhora Kim, ela não pode fazer esforços.

- O que foi, o que houve?

- Estou grávida – falei, dane-se os bons modos.

- Meu Deus – ela parecia que não sabia se ficava feliz ou super preocupada. – Vamos ser vovôs, amor – disse ao seu marido, que pareceu feliz, mas não sabia o que dizer. – Oh...

Ela me abraçou fortemente e me colocou sentada em uma cadeira.

- De agora em diante você não tem nada a ver com isso, vamos cuidar de tudo. Amor – ela se levantou -, chame o senhor Min.

Não houve um segundo pedido. O pai dele se afastou com o celular.

- O que foi, senhora Kim? – indagou Angel.

- Vamos deixar que os homens resolvam isso.

(Mel off)

(Yoongi on)

O modo como ele saiu dela e a largou me deixou com muita pena. Simplesmente se levantou e ajeitou o cabelo para trás, fechando o zíper da calça.

- Caramba... – disse ele. – Que gostosa que você é.

Minah ficou parada do modo como ele a deixara e de olhos fechados. Por mais que eu tentasse evitar a situação não conseguia evitar o pensamento de que eu ia matar aquele miserável com minhas próprias mãos.

- É uma pena que vocês não tenham ficado juntos antes – ele se aproximou dela e a puxou pelo braço, obrigando-a a se sentar na cadeira fria.

Minah tremia de frio, e quando foi se aquecer com os próprios braços, Youngjon a parou.

- Não faça um movimento.

Mantendo as mãos sobre as pernas, ela olhou para mim com pesar.

- Foi bom ter te visto pela última vez, ficarei em paz.

Aquela frase cortou meu coração como uma lâmina afiada. Senti um ódio gigante e um pavor de que nunca mais veria aquela mulher, nunca mais teria o prazer de ouvir sua voz, sentir seus gestos carinhosos, seu sorriso que nunca se abalava, sua compreensão sempre presente.

Ouvi o gatilho.

De repente ele atirou, meus olhos se fecharam. Houve um silêncio, mas parecia que nada havia sido atingido. Aos poucos abri os olhos.

Youngjon foi o primeiro a rir. Descontroladamente, debochando de minha cara.

Depois dele, Minah.

Olhei para ela sem reação.

Ela estava rindo. Literalmente. Rindo, escandalosamente.

- A sua cara! – ela batia palma e voltava a rir. – Você viu a cara dele?

Engoli em seco enquanto as lágrimas caíam.

- Você me enganou... – falei mais para eu mesmo do que para ela. – Me enganou esse tempo todo...

- Ounn, Min Suga está chorando...

- Como... como você pôde fazer isso? – agora minhas lágrimas desciam quentes pelo meu rosto, a raiva fazia os pelos do meu braço se eriçarem.

- Eu nunca te amei, Yoongi – disse ela. – Sempre gostei de Youngjon, mas você não largava do meu pé, então bolamos um plano. Eu me aproximei de você só para que sentisse muito mais dor quando eu partisse.

- Eu... as margaridas...

- Qual é, Yoongi? – ela agora parara de me chamar de Min. – Você é rico, aquilo não custou nada pra você.

- Custou muito sentimentalmente.

- E você vai fazer o quê? – ela colocou as mãos no rosto de Youngjon, mas olhando para mim. – Vai chorar por cada margarida que deixou no meu pseudo túmulo? – e começou a beijar Youngjon na boca.

Balancei a cabeça.

- Você é desprezível – falei. – Se vocês dois queriam se vingar de mim, ok, mas por que mentir para Soo? Ela também sofreu e não tem nada a ver com isso.

- TEM SIM! – gritou a menina.

Fiquei esperando por uma explicação.

- Minha mãe sempre amou mais ela do que eu... e agora você dizendo que ela se tornou médica...

Dei um riso abafado.

- Qual a graça?

- Quando eu estive em coma – falei -, achei que nos meus sonhos você tinha me visitado. Mas era só minha imaginação que acreditava que a inocente e pura Minah existia. Você nunca seria ela, mesmo.

Balancei um pouco a cabeça.

- Como você fez tudo isso?

Ela olhou para Youngjon e ele assentiu.

- Foi fácil. Nunca estive naquele carro, Yoongi. Estava mandando mensagem de um outro lugar. O caixão me doparam e quando me levaram para ser enterrada ele já estava fechado porque antes de ir para o carro da funerária eu saí e lacrei o caixão.

- Sete anos... – disse -, pra que esperar sete anos?

- Porque eu queria te ver no auge da sua carreira – disse ela. – Queria te pegar no momento em que a imprensa do mundo inteiro estaria louca atrás de você.

- Pra você também ser famosa.

- Inteligência é o que não falta na sua cabeça, né, Yoongi – disse ela. – Não me surpreende que seus pais discordem com você, você tá sempre pensando pra frente. Ideais moralistas e do futuro.

Não abri a boca.

- Então no momento em que decidimos agir, o pai de Lizzy apareceu com aquela ideia doida de se vingar da filhinha. Ele não poderia ter chegado em hora melhor. Usamos ele para ter sucesso em nosso plano, o que deu muito certo.

- Até agora – ouvi uma voz atrás deles.

Eu nem tinha ouvido a porta se abrir, mas provavelmente a pessoa foi bem cautelosa para que eles não se virassem e não o vissem.

Ou melhor. Vissem ela.

Soo tinha uma arma na mão e o cano do revólver estava apontado para Minah.

- Quem... quem é você?

- Sete anos e você nunca me viu?

- Soo... – tentei alertá-la de que aquela não era a melhor opção, mas Minah me ouviu pronunciar o nome de sua imã e se assustou.

- Sooyoung...

- Quanto tempo, Minah.

- Veio salvar o namorado?

- Ainda não – ela acionou o gatilho. – Vim resolver uns assuntos com você primeiro.

Youngjon levantou as mãos.

- Calma, Sooyoung...

- CALMA? – ela tirou outra arma do bolso, acionou o gatilho e apontou para ele. – Diga isso mais uma vez e vou meter a bala no seus miolos, seu filho da puta.

Arregalei os olhos. Sooyoung xingando?

Ela olhou para mim.

- Desculpa, Yoongi – disse. – Não posso ser delicada sempre.

Eu amava aquela mulher.

- Seguinte – disse ela -, não passei mais de vinte e quatro horas numa sala de cirurgia tentando tirar uma maldita bala da cabeça do Yoongi pra vocês dois agora virem fazer esses joguinhos. Coloquei meu emprego em risco.

- Então você está...

- Cale a boca, seu maldito, eu já não falei?

Houve um silêncio.

- Eu não quero saber de história nenhuma, já tenho muita coisa com a qual me preocupar.

Uma outra voz entrou no recinto.

- Tsc, tsc, tsc.

Era a menina, uma delas na verdade.

- Hihihi...

Como Soo não podia se mexer, não teve tempo de impedir que ela corresse até mim, encostando a faca na minha garganta.

- Parece que não vale a pena bancar a inteligente – disse ela.

Fechei os olhos. Eu só queria que tudo acabasse.

Mas de repente...

PAH!


Notas Finais


aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa em quem a Soo atirou?
TEMPO....


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