História Polaroid (bts) - 2 temporada - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 114
Palavras 1.642
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oie gente, XEGUEI!
tem um povo me perguntando de terceira temporada. nao gente, nao haverá, quero ver se faço algo diferente e novo. vamos ver se vai dar certo.

Capítulo 17 - Run


Fanfic / Fanfiction Polaroid (bts) - 2 temporada - Capítulo 17 - Run

(Yoongi on)

- NÃAAAAAAAAAAAAAAAAOOOOOOOOOO! – ouvi o grito da menina, largando a faca e indo socorrer Youngjon, que recebera um tiro na cabeça. Soo permaneceu com a arma apontada para ele.

Loona veio até ele e começou a chorar.

- Por que você fez isso?

Ela estava desesperada vendo o irmão morto.

- Youngjon... – ela chorava e secava as lágrimas. – Irmãozinho...

- Irmão? – perguntei.

- Sim – disse Soo -, ela é uma das irmãs dele. Há mais duas. Trigêmeas.

- E como... como você sabe disso?

Loona quis chegar perto de Soo, mas ela direcionou a arma para ela.

- Eu não vou ter medo de matar você, pirralha. – dito isso a menina ficou paralisada. Depois Soo olhou para mim.

- Eu menti – disse ela. – Quando estava fugindo com Mel e Angel eu fiquei encurralada para que elas sobrevivessem.

- Mel e Angel?

- Depois eu conto essa parte – disse ela. – Os assassinos vieram para me prender mas eu fingi e me rendi, dizendo que eu era médica e que poderia ajudar a tratar as vítimas da seita com meus conhecimentos em troca de eles não me matarem.

Não quis interrompê-la.

- Mas é claro que era tudo uma farsa, então comecei a investigar. Não demorou muito para saber o que estava acontecendo com você e com os outros – ela olhou para Loona -, e o que ia acontecer depois.

Soo olhou para Minah.

- Você – disse -, desamarre o Yoongi agora.

Tremendo, Minah veio até mim e me desamarrou. Fui até Soo e peguei uma das armas da mão dela. Soo tirou o casaco de médico com o qual vinha fingindo ser uma pessoa que trabalhava para a seita e jogou para Minah.

- Vista-se – disse.

Minah o fez. Soo olhou para Loona.

- Vocês duas, podem começar a andar. Vamos tirar todos daqui e vocês vão abrir todas as portas.

- Mas... – falei, com receio.

- Eu sei como sair daqui, Yoongi – disse ela. – Nós vamos sair daqui.

- Hihihi, até parece – disse Loona -, todos os lugares possuem câmeras. Todos virão atrás de vocês.

- Eu acho que não – disse Soo. – Duas amigas minhas escaparam e estão acionando a polícia nesse exato momento. Logo, logo estarão aqui.

- Está se esquecendo que aqui é a seita – disse Minah. – Temos recursos até mesmo sobrenaturais para deter vocês.

- Esses recursos sobrenaturais não detiveram Mel e Angel. Vocês parecem confiar demais nas pessoas, um erro fatal.

Saímos da sala e começamos a caminhar.

- Nem tente nos enganar, Loona – Soo alertou a menina -, porque essas armas estão carregadas e eu não vou ter medo de atirar em vocês.

- Vai sair daqui e ser presa?

- Hahaha – Soo estava rindo, estava difícil de acreditar. – Legítima defesa, minha filha. Agora andando.

As duas saíram em um corredor.

- Por que viemos parar aqui? – perguntei. A arma parecia mais um acessório para mim porque eu não sei se teria coragem de atirar em alguém.

(Tae on)

Ouvi a porta da sala abrir a mim e duas pessoas entrarem.

- Quem é você? – indaguei à loira.

- Minah – respondeu Yoongi.

- Minah? – eram tantas as perguntas que vinham à minha cabeça. Por que ela era uma refém? Por que estava viva? Por que estava com Loona? Por que Yoongi estava apontando uma arma pra cabeça dela? – Mas...

- Sim, ela está viva e passou todo esse tempo com Youngjon tentando fazer da minha vida um inferno!

- Young... Youngjon?

- Ele está morto – disse Soo.

- Isso eu sei, mas...

- Não – Soo me interrompeu -, eu acabei de matá-lo.

- Mas...

- Ele forjou tudo, Taehyung! – Yoongi explodiu em raiva. – E eu não quero mais perder um segundo de vida nesse lugar, então acompanhe a gente enquanto tentamos salvar os outros.

Assenti várias vezes e os acompanhei.

- Onde está Lizy?

- Na sala ao lado.

- Vamos salvá-la.

(Tae off)

(Lizy on)

Estava encolhida abraçando as pernas quando a porta se escancarou e eu dei um grito de medo. Estava tão fraca e com tanta sonolência sem conseguir dormir por dias que já havia virado um hábito as olheiras presentes abaixo de meus olhos.

Então eu o vi.

Ele. Vivo e sem nenhum machucado.

Meu Taehyung.

Sem ver a cena por completo corri até ele e o abracei fortemente. Como consequência da saudade, comecei a chorar sem parar, minhas lágrimas molhando sua camisa suja de tantos horríveis dias passados ali.

- Tae, eu... – agarrei com força aquela camisa enquanto meu rosto se afogava no seu aconchego. Ele me abraçou fortemente

- Vamos embora daqui, meu amor.

Quando saímos da sala encontrei Loona, Soo, Yoongi e uma moça que nunca vira na vida. Soo e Yoongi tinham armas apontadas para elas.

- O que... o que está havendo?

- Vamos explicar tudo a todos depois, Lizy – disse Yoongi.

- Soo – falei -, não acha melhor dar essa arma para o Tae?

- Eu acho melhor essa arma ficar bem aqui onde ela está – disse Soo. – Nunca me diverti tanto na vida.

Parecia que Soo não estava totalmente lúcida, ou melhor, estava tomada por algum sentimento de vingança. Bem, para ela, tudo aquilo era novo. Seita, polaroid, desesperos não eram coisas da sua vida.

Preferi segui-los.

(Lizy off)

(Namjoon on)

Eu ainda estava absorto. A porta estava fechada porque eu quisera deixar daquela maneira. Mas...

Youngjon...

Youngjon estava morto bem à minha frente.

Deixe-me explicar que fugi da parte daquela seita que eles chamavam de centro clínico de uma forma bem diferente, digamos assim. Quando os médicos vieram para cima de mim, fingi que dormira e aproveitei as seringas do local para injetá-las neles e assim, correr.

Sim, eu estava só com um roupão de paciente.

Começara a correr como um louco, entrando e saindo onde quer que houvesse portas. Desci pelo elevador várias vezes até chegar ao local mais ao fundo. Nele eu passei por algumas salas que estavam trancadas até me deparar com essa.

Aberta e com um cadáver.

- Seu filho da puta – era a única coisa que eu falava. Estava com muita raiva dele. Muita. Tanta que eu não conseguia sentir pena de sua morte.

Nunca sentiria.

Saí daquele corredor tentando encontrar mais alguém até virar em um corredor e trombar com Lizy e Taehyung.

- Nam?

- Mel... cadê a Mel... – então olhei para trás deles e vi mais algumas silhuetas. – Soo? Yoongi? Minah?

Eu fora a pessoa que mais conversara com Yoongi sobre Minah, afinal ele entrara para a bighit quando ela fora atropelada e morta.

Pelo menos eu achava.

- Você tá viva? – fui para cima dela. – Maldita!

Algo dentro de mim fazia entender que aquela Minah havia ficado viva por conta de Youngjon e não de Yoongi. Estava mordido por dentro.

- Nam, não! – gritou Lizy, me afastando de Minah. – Vamos saber de tudo depois.

(Nam off)

(Lizy on)

Aos poucos, um a um, cada um dos membros e das meninas foram se juntando a nós. Todos estranhavam o fato das armas apontadas para Loona e Minah. Depois do Nam soltamos Hobi, Anna, Jimin e Enujung que estavam ainda no labirinto.

Ao chegarmos na sala onde Jungkook estava, deparamos com outra menina.

Idêntica à Loona.

- Ah, não – falei -, existe outras de vocês?

- Somos trigêmeas – disse a primeira.

- O que estão fazendo aqui? – disse a nova Loona. Jungkook preferiu nem se mexer ao nos ver. Talvez soubesse que tínhamos que ter cautela.

- Venha, Jungkook, estamos indo embora desse lugar.

- Assim, tão fácil? – indagou ele, rindo um pouco. Agora olhava pra Loona dois. – Isso é sério? Vocês fazem todos esses jogos horríveis e de repente a gente vai embora?

- Não foi bem assim – disse Soo -, Youngjon estava vivo e planejava matar todos vocês e todos que vocês amam.

Jungkook olhou para Jimin e Eunjung.

- Ah... entendi. – ele se levantou. – É uma pena, Loona – disse ele. – Mas temos gente mais importante que vocês... espere – ele olhou para Soo – Eu ouvi certo? Você disse Youngjon?

- Ele está, ou melhor, estava vivo – disse Soo.

Jungkook deu uma risada.

- Espero que tenham enfiado uma bala onde você nunca conseguiria tirar – disse ele. Soo sorriu com o canto da boca.

- No meio do cérebro. Anda logo, Loona dois, sei lá seu nome.

Depois de Kook, veio Yuri, Jin e Rose.

A terceira Loona estava na sala do Jin.

- Era só o que me faltava, vocês são trigêmeas.

Estávamos todos juntos, parecia que finalmente poderíamos respirar melhor. Andamos por muitos lugares, e entramos no elevador rumo ao primeiro andar. O elevador era tão grande que cabia todos nós, provavelmente fora projetado para levar de tudo.

Mas ao chegar no terceiro andar o elevador parou de funcionar.

- Merda, merda! – ouvi Soo gritar.

- Vamos ter de fazer à força – falou Nam, que passou por nós e chegou à porta. – Jungkook, me ajuda aqui.

Ambos conseguiram abrir a porta do elevador, mas estávamos entre o chão de um andar e outro.

- Como vamos sair daqui? – indagou Yuri.

- Tem que sair um por um.

E assim o fizemos.

Assim que todos nós saímos, demos de cara com vários homens. Armados, com coletes à prova de balas, fuzis e metralhadoras. Todos tinham o uniforme preto e óculos pretos.

Do meio deles saiu um homem.

Um homem que eu conhecia.

- Vai ser muito difícil eu deixar vocês irem embora, rapazes e moças – disse ele. O charuto na mão.

Tive uma imensa vontade de chorar. Só eu conhecia ele.

Porque quando eu pedira aquelas informações para Angel perto do ano novo, ela havia me mandado uma foto dele para mostrar que estava vivendo bem.

Nós sabíamos que ele era da seita, mas ele nunca a envolvera nesses assuntos.

- Seojun – falei.

O marido da Angel olhou para mim com um sorriso de vitorioso.


Notas Finais


tadin da Angel.... por isso que ela está aí?


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