História Polaroid (bts) - Capítulo 43


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtanboys, Bts, Drama, Mistério, Suspense
Exibições 500
Palavras 2.689
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


SURPRESA! HEHEHEHHE, É BOM DORMIR COM A FIC ATUALIZADA, NAO? HSAUSHUAS BJOS!

Capítulo 43 - Querida irmã


Fanfic / Fanfiction Polaroid (bts) - Capítulo 43 - Querida irmã

Lizy on

- Então é verdade! – disse Anna ao me ver pela web.

- Claro que sim, né, Anna – disse Mel dando um tapa leve no ombro dela.

Eu acabara de contar sobre a noite com o Tae que havia rendido não apenas a aliança como uma noite repleta de amor em um hotel muito bacana e confortável. Já era manhã do outro dia.

- E como vocês estão?

- Estou saindo com um menino – disse Mel -, mas acho que não vai rolar nada. O cara é muito parado e só pensa em me beijar, affs. E o beijo dele é terrível, não é como do...

Ela cessou as palavras. Nunca imaginara que um dia eu veria Mel demonstrar aquela expressão. Ela estava triste, dava para ver, e sentia falta do Nam como nunca. Ele também sentia muita falta dela, agora os dois até poderiam ficar juntos, assim como Anna e Hobi, mas não sabia ao certo.

Eu teria de contar tudo a elas para que houvesse chances.

Entretanto eu não estava com as fotos, haviam ficado com nosso delegado, e muito menos a câmera. Havíamos destruído o artefato quando recebemos a notícia de que Daniel havia sido morto.

- Bem – Anna disse -, como eles estão, Lizy?

- Estão bem – respondi.

- E o Yoongi?

- Vou visitá-lo hoje, é meu dia de folga.

- Dá um abraço nele por mim – pediu ela.

- Por mim também – acrescentou Mel.

- Eu irei.

- Eu estava pensando, Lizy – disse Mel -, o fim do ano está chegando e queríamos dar uma festa. Você tem planos para o réveillon?

- Ainda não parei para pensar nisso, sinceramente – respondi. – Com o Yoongi dessa forma.

- Se você quiser poderia vir pra cá com o Tae – disse ela. – Seria muito bacana.

- Agradeço o convite – eu disse -, e pensarei com carinho, meninas. Agora vou desligar que preciso ir para o hospital.

- Tudo bem – disse Anna -, não esqueça nossos abraços.

- Claro que não, ele gostava muito de vocês. Adeus, meninas.

- Tchau.

- Tchau, Lizy!

Me arrumei com uma roupa simples e coloquei algumas coisas numa bolsa pequena como documentos, dinheiros e uma garrafinha de água. Disse tchau aos meninos, e fui para o hospital.

Chegando lá, Soo me encaminhou até a sala do Yoongi e disse que eu poderia ficar à vontade enquanto ela fazia alguns procedimentos. Ela alterou as drogas dele, acredito e se sentou ao meu lado.

- Posso ficar um pouco com você? – pediu ela.

- Claro.

- É que eu preciso esperar a droga fazer o efeito para depois sair porque caso não dê certo tenho de alterar a medicação.

- Tudo bem, Soo.

- Muito bacana sua iniciativa de reversar com os meninos para ficar com ele. – Ela sorriu. – Nunca lidei com pacientes com coma, mas o apoio é importante. Eu fico com ele a maior parte do tempo – ela o fitou -, mas também preciso cuidar de mim. Ultimamente tenho parecido um zumbi.

Nós duas sorrimos.

- Tae me disse que Yoongi não respondeu aos testes, Soo.

- Sim – ela se levantou e foi até o paciente -, isso tem me preocupado.

- O que pode acontecer, Soo?

- Na verdade não tenho medo do que pode acontecer com Yoongi em si – explicou ela. – E sim o que os seus pais podem decidir.

Esperei que ela falasse.

- Quando um paciente não responde a nenhum estímulo como esse, é bem comum que ele entre em estado vegetativo e fique assim para sempre. No caso do Yoongi eu temo que seus pais queiram desligar os aparelhos.

- O quê? – indaguei. – Não, isso não pode acontecer, você não pode deixar!

- Ainda que eu seja totalmente responsável por ele, são os pais dele que possuem direitos sobre o corpo dele, então...

Lizy off

Yoongi on

- É verdade? – perguntei a Minah, ao meu lado. Estávamos no quarto, ouvindo Soo e Lizy.

- Infelizmente.

- Precisamos fazer alguma coisa, Minah.

- Eu já disse que não consigo, não sei como!

- Eu não quero ir embora, Minah – segurei-a pelos ombros. – Não quero.

Ela sorriu.

- Então você mudou – disse. – Você chegou nesse plano querendo partir, agora quer ficar.

- É que... – bufei. – Está bem, talvez eu esteja diferente...

- E...? – ela apontou para Soo com a cabeça.

- Tá, eu confesso que ela está mexendo comigo.

Minah deu um sorriso.

- Você parece um pouco apaixonado...

- Você já está forçando a barra – admiti. Eu não sentia amor por Soo, só uma amiga querida.

- Sabe por que está se afeiçoando por ela?

- Talvez por que ela esteja se doando por mim?

- Claro que não, Yoongi – Minah me deu um tapa no ombro. – Você não percebe? Eu e ela somos parecidas. Nossos gestos, expressões, modo de falar. Nossos rostos.

- Você... – apontei para Minah -, você é a irmã a qual ela se refere.

Ela assentiu.

Meu Deus, minha mão foi à boca. Soo perdera Minah. Por que Minah nunca se referira a ela quando ainda era viva? Ela nunca me dissera que tinha uma irmã.

- É por isso que ela disse que os médicos nem tentaram salvar a minha vida – disse Minah. – Eu fiquei presa nas ferragens. Se eles me tirassem eu morreria em um piscar de olhos.

Ela ergueu a camiseta branca e vi algumas marcas em seu abdômen.

- Você sofreu... – pensei. – Eles te deixaram à mercê, te deixaram sofrendo, com dor, morrendo aos poucos.

- Não é uma coisa a qual eu goste de me lembrar.

- Então é por isso que você está aqui – eu disse. – Por eu e ela. Você tem ligação comigo e com ela.

- Sim, sou muito próxima a você e sou irmã dela. Eu irei embora quando você melhorar. – Nós dois nos sentamos próximos a Lizy e Soo. – Ela nem me conhecia, sabe? Somos de pais diferentes. Vivemos muito tempo cada uma com seu pai. Nossa mãe, bem, você sabe, né... – assenti. – Ela era muito tola, tenho pena dela. Ficou cega pelo desejo do bordel e tudo o mais e me queria o mais longe possível dela, mas aí eu conheci você e comecei a visitá-la mais do que ela queria, atrapalhando os planos dela com o cara. Quando ocorreu o acidente Soo foi ao meu velório e tudo o mais.

Eu lembrava, lembrava bem de que havia uma pessoa aos prantos no velório, mas era tanta gente que não imaginava que aquela seria a Soo.

- Ela estava na época em que a gente decide qual profissão seguir, então ela escolheu medicina.

- Espere, ela escolheu medicina por causa de você?

Ela acedeu.

- Incrível o que as irmãs fazem uma pela outra, não? E ela nem me conhecia direito. Aliás, ela sempre se perguntou quem deixa margaridas no meu túmulo. Ela o visita raramente, mas sempre achou um gesto belo.

Era muito difícil assimilar que as duas eram irmãs, apesar de por saber agora, elas possuíam traços parecidos mesmo. As maçãs do rosto um tanto magras, os olhos avelãs, o cabelo castanho escuro um pouco ondulado.

- Mas eu não irei me lembrar de nada disso quando acordar, não é?

- Sim.

- Então por que me contou?

- É justo você saber, mesmo estando aqui – disse ela -, e com essa informação você se sente mais forte para retornar à vida.

Yoongi off

 

Quebra de tempo – dias em coma: 57

 

Soo on

- Isso é... – arregalei meus olhos diante os resultados dos testes de toque de glabela. – Não, não... não!

Outro médico adentrou a sala onde Yoongi repousava.

- Soo?

- Olhe – eu levei a prancheta a ela com os testes realizados. Ele observou cada resultado. – Soo, você... o que você fez?

- O que ele fez – apontei para Yoongi. – Estamos no nível cinco de coma, Albert. Nível cinco!

De fato, o quadro de coma de Yoongi havia saído do profundo para o estável. Eu não sei o que havia acontecido, mas ele havia respondido a alguns testes. Sua mão se mexera involuntariamente, quando eu enfiara uma agulha em sua glabela as ondas cerebrais ficaram ativas.

O cérebro dele se recuperara por completo, estava sadio e totalmente reconstituído. Com aquele resultado eu podia comemorar, ainda que fosse pouco, mas ele estava realmente retornando à vida. Cheguei a exibir um sorriso para ele, aproximando-me de seu rosto.

Depositei um beijo em sua bochecha.

- Vamos conseguir, Yoongi. E ai de você se não me chamar pra sair depois dessa.

Ri da minha própria ousadia, então pelos resultados obtidos eu fiz algumas alterações nos procedimentos que seriam necessários dali para frente. Menos drogas, o soro já poderia ser retirado porque ele recuperara o peso e estava sadio. Alguns medicamentos seriam cortados pela metade e sua máscara de oxigênio também seria retirada. Ele já conseguia respirar sem ajuda nenhuma.

Além disso, desenfaixei sua mão quebrada, pois pelo raio-x seus ossos já estavam reconstituídos.

A felicidade era tanta que não cabia em mim, mas eu devia me acalmar. O coma era um quadro muito instável, Yoongi poderia voltar a ficar realmente péssimo se tudo não fosse controlado de forma delicada. Liguei para Lizy, dei a notícia, mas a avisei sobre a instabilidade. Ela e os meninos vieram correndo para o hospital, assim como os pais dele. Expliquei o quadro a todos e eles fizeram visita.

Soo off

Yoongi on

- Minah – eu estava realmente feliz com o meu quadro de coma. Mas ela estava sorrindo com lágrimas.

- Agora posso ir – disse ela.

- O quê? Não... – segurei a sua mão. – Não, Minah...

- Você achou que eu ia ficar aqui para sempre? Você já fez muito por você mesmo, olhe.

- Eu não... eu não sei o que eu fiz, eu não fiz nada!

- Você que não está vendo, Yoongi – disse ela. – Você mudou aqui – ela tocou meu peito -, e aqui. – Tocou minha cabeça. – Você que não vê, bobinho...

- E o que eu vou fazer sem você?

- Você sabe muito bem – ambos olhamos para Soo. – Você está em boas mãos, agora.

- Mas...

E ela não estava mais ali.

- Minah? MINAH! – corri pelo hospital inteiro procurando por ela, mas ela realmente havia ido embora. O que eu ia fazer? Como agir? Voltei para o meu quarto, todos já haviam me visitado e só restava Soo lá.

Depois de me trocar ela saiu e fechou a porta do meu quarto.

- Parabéns, Soo – um dos seus auxiliares a parabenizou.

- Obrigada, Jung.

- Eu estava pensando, você está livre essa noite?

Descarado! Gritei em minha mente. Ele fora o primeiro a abandonar Soo durante a cirurgia para tentar salvar a minha vida e agora só porque ela estava indo bem como médica estava se aproveitando.

- Hoje não, Jung – ela disse, expressando pesar. – Você sabe, agora que o paciente está melhor eu vou pra casa, comer algo e descansar.

Toma, sorri com a resposta dela.

- Mas quem sabe outro dia? Eu te aviso.

Quê? Não, Soo, não faz isso. Minhas esperanças se esvaíram.

Enquanto ela ia em direção à porta de saída do hospital eu a acompanhei dizendo para ela, ainda que não me ouvisse, eu precisava fazer aquilo.

- Escuta aqui, Soo, estou doido para sair desse coma e sair com você, então você por favor coopera comigo!

Ela estava prestes a sair do hospital quando Jung retornou.

- Soo, se sexta-feira você estiver livre...

- Tudo bem, Jung. Fica marcado, então.

- Eu te pego em sua casa, pode ser?

- Combinado.

- Soo! – gritei, mesmo que ela não ouvisse. – Se você sair com esse maldito, eu... – eu não sabia exatamente o que eu ia fazer. – Ah que raiva!

Voltei para dentro do quarto onde eu descansava e fitei meu próprio rosto.

- Acho melhor você acordar logo porque a garota que você está gostando aceitou sair com um canalha!

Bufei e revi meus pensamentos. O que me dera? Eu não era daquele jeito, não me importava muito com as coisas, muito menos com as pessoas. MUITO MENOS com alguém que eu mal conhecia.

- Bem, do que adianta eu gostar dela aqui? – indaguei a mim mesmo. – Quando eu acordar terei de aprender a gostar dela novamente. Se eu realmente estiver interessado nela. Se eu realmente quiser.

Yoongi off

 

Quebra de tempo: dia seguinte, manhã.

 

Soo on

Depois de fazer os procedimentos matinais eu saí da sala do Yoongi.

- Bem que dizem que você não sai desse hospital – disse uma voz a qual eu reconhecia.

- Yeri! – eu a abracei. Estava com saudades.

- Você não sai nunca desse hospital, o que está acontecendo? – indagou ela.

- Paciente em coma.

- É, fiquei sabendo, Yoongi, não? – assenti em resposta. – Mas pode ficar sossegada que hoje você é minha.

- O quê?

- Você precisa sair, precisa respirar um ar, fazer compras. Vamos ao shopping almoçar e jogar papo fora. Eu já conversei com seu auxiliar, ele vai cuidar do Yoongi para nós.

- Mas... – eu não sei se era uma boa ideia, eu tinha ciúmes do meu paciente.

Sim, era um fato engraçado, mas eu tinha.

Aceitei sair com Yeri porque ainda que ela fosse uma psicóloga bem mais velha, era minha amiga. Nós almoçamos no shopping e andamos por algumas lojas, compramos algumas roupas e por mais que eu recusasse ela me fez comprar maquiagens também.

- Eu não sei pra que tudo isso, Yeri, até parece que estou querendo compromisso com alguém.

- Você é jovem e não sai à procura de homem – disse ela. – Então você tem que estar preparada para caso algum apareça lá.

- Só pra você saber, Jung me chamou para sair.

- Ah, não, aquela peste? – indagou ela. Pegamos um sorvete e sentamos no banco próximo ao cinema. – Você não vai aceitar, né?

- Eu disse que sim.

- Ah, Soo, não – disse ela. – Esse cara... você me disse que...

- É, eu sei, mas todo mundo erra na vida, tá?

- A questão não é errar, a questão é a gravidade do erro. Ele te abandonou no momento em que você mais precisava, ele foi antiético antes de tudo.

- E o que eu vou dizer agora a ele?

- Diga que não está a fim.

- Na cara?

- Não, né, você sabe, nós mulheres sempre temos uma desculpa na língua. Fala que o quadro do Yoongi piorou e você precisará ficar com ele.

- Não quero meter meu paciente nisso.

- Mas você quer ficar com o Yoongi, não é verdade?

Como ela sabia? Ai eu odiava psicólogos, ela podia ler minhas expressões tão facilmente.

- Eu sei, eu conheço um rosto apaixonado quando vejo um.

- Eu me apeguei a ele, Yeri – o sorvete de chocolate ficou amargo.

- É normal, vocês têm a mesma idade – disse ela. – Quando ele acordar, vocês se conhecem melhor.

- Se ele acordar.

- Deixa de ser pessimista, Soo. Ele está respondendo bem ao coma, não é?

- Sim, mas é instável, você sabe.

- Você está sendo pessimista de novo.

- E se ele não gostar de mim? Ele é bem fechado e quieto.

- Três vezes pessimista, desisto de você.

Nós duas rimos.

- Eu nunca imaginei que ia me apaixonar por um paciente.

- Você lutou muito por ele, acho bom ele te chamar para sair quando acordar, com direito a beijo e sexo.

Engasguei com o sorvete.

- YERI!              

- Há quanto tempo você não se diverte assim com homem?

- Eu sei lá, minha faculdade nunca deixou e logo depois eu já entrei para o hospital.

Ela pensou por um momento.

- Você é virgem?

- YERI! – quase gritei, mas confirmei. – Eu nunca tive tempo para isso, muito menos para homens.

Meu celular tocou e eu imediatamente o atendi ao ver que era do hospital.

- Albert?

- Soo, é melhor você correr.

- O que foi? – já me levantei e fiz Yeri correr ao meu lado.

- É os pais do paciente Min Yoongi.

Esperei o pior pela voz alterada e amedrontada dele.

- Eles querem... bem, desligar os aparelhos.


Notas Finais


HEITA que sinto cheiro de love na area :3, Yeri parece uma mae e Yoongi ta xonado na Soo, tmbm tinha q estar mesmo shaushaushuas


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