História Police Love - Capítulo 18


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Categorias The 100
Personagens Bellamy Blake, Clarke Griffin, Jasper Jordan, John Murphy, Lexa, Marcus Kane, Octavia Blake, Raven Reyes
Tags Clarke, Clexa, Lexa
Visualizações 224
Palavras 1.150
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa tarde, trouxe mais um capitulo para vocês.
Bom, esse aqui é mais o inicio das treta no interrogatório ok , então... sem delongas

vamos lá, espero que gostem!

Capítulo 18 - Brad - Interrogatorio


Clarke PVO

 

Avisamos para a outra sede do FBI para que trouxessem o assassino do amigo de Lexa para que déssemos início ao interrogatório. Enquanto isso me encaminhei até minha sala para estudar sua ficha, saber se já tinha antecedentes antes do assassinato de Lincoln. Estava concentrada até que vejo a porta abrir e Finn entrar, logo hoje que pensei que nada iria estragar meu dia.

- Recebeu o lindo buque que te mandei Clarke? – ele diz cruzando os braços com sua arrogância de sempre. Olho para ele com neutralidade, não estava afim de discutir antes de interrogatório.

- Recebi, obrigada! – respondo dando um sorriso fraco e volto minha atenção aos documentos do assassino do Lincoln que por sinal se chama Brad.

- Só isso? Eu te mando o buquê mais lindo da floricultura e você só diz obrigada!? – ele diz insatisfeito e eu respiro fundo para não pegar o objeto mais próximo e tacar na sua cabeça.

- Você quer que eu diga o que Finn? – pergunto demonstrando irritação na voz. E ele me olha incrédulo por ter perguntado isso.

- Que tal, que senti muito!?  Que estava errada em defender aquela psicopata!? – ela diz quase gritando. Eu tento me controlar para não gritar com ele, preciso manter a calma para o interrogatório.

- Qual seu problema com a Agente Woods exatamente em Finn!? – pergunto e ele engole em seco. Passa a mão nos cabelos e me olha sério.

- Eu só acho que ela não é confiável Clarke, a acho totalmente desestabilizada, não é boa companhia para você! – ele diz e eu cerro os olhos balançando a cabeça em negação. Ele nunca iria mudar, essa pose toda de superior nunca iria deixa-lo.

- Finn, entenda de uma vez por todas que, primeiro: você não é mais nada meu, então guarde suas preocupações para alguém que realmente irá se importar; segundo:  Woods e eu estamos no mesmo caso, não sou amiga dela, não há “companhia”; terceiro:  se puder me dar licença tenho muito trabalho a fazer! – encerro e levanto a mão mostrando a porta para que ele saia. Ele bufa e coloca as mãos na cintura.

- Como quiser Clarke, depois não diga que não avisei! – ele diz e se vira de costas saindo e batendo a porta. Eu não entendo essa implicância entre o Finn e Lexa, parecem duas crianças brigando por causa de doces.

***

Caminho em direção a sala de interrogatório e avisto Lexa me aguardando para o lado de fora da sala com braços cruzados olhando fixamente pelo vidro da sala com o maxilar trincado. Tínhamos um sistema que permitia que quem estivesse para o lado de fora conseguisse visualizar o que ocorria dentro sala, mas quem estava do lado de dentro não conseguia ver o que se passava no exterior da sala.

- Oi – digo chegando perto dela. Ela se vira para me olhar e da um sorriso fraco.

- Oi – responde. – Bellamy está com Brad na sala, você viu a ficha dele? – ela pergunta e observo que ela esta abatida.

- Sim, eu vi. Porque Bellamy está com ele? – pergunto confusa olhando pelo vidro. Bellamy parece estar interrogando o rapaz ou conversando, não sei ao certo.

Bellamy sai da sala e me cumprimenta e eu pergunto:

- Achei que era para mim o interrogar? – digo séria e ele sorri.

- Opa, calminha ai Griffin, só estava fazendo interrogações de rotina! – ele diz e se senta na mesinha que havia em frente ao vidro. – Pode começar se quiser, logo os guardas chegam caso precise.

- Não vou precisar! – digo e me dirijo a sala. Lexa me acompanha mais eu a paro. – Lexa gostaria que você ficasse aqui, por hora! – digo e ela somente assente com a cabeça.

 

Entro na sala e o tal Brad me olha confuso, mas logo seu olhar muda para um malicioso. Qual o problema desses caras!? Pego uma cadeira e puxo para me sentar em sua frente .

 

- Brad Thomas? – pergunto e ele sorri de lado.

- Pode me chamar do que você quiser loirinha! – afirma e eu dou um casto sorriso em sua direção.

- Oh, ótimo! O que você acha de “Pau mandado”? – pergunto sorrindo e vejo sua expressão mudar rapidamente. Ele trinca o maxilar e aperta os pulsos que estão presos pelas algemas.

- O que a madame quer? Não vim aqui pra ficar ouvindo essas coisa. – ele diz e sua voz parece estar com uma certa frustração. Abro sua ficha para começar.

- Brad Thomas, começou a vida do crime com pequenos furtos...ficou conhecido pelos roubos até partir para uma nova profissão:  Assassino de Aluguel. Interessante sua ficha Brad! – digo enrolando e percebo que minha enrolação o está incomodando.

- Vai moça! Fala logo o que tu quer pra mim ir embora! – ela diz irritado.

- Porque a pressa? – pergunto ele me olha apreensivo. – Sabe Brad, você matou um homem a 2 anos atrás e nunca disse o real motivo...Lincoln, se lembra dele? – completo o olhando. Ele me olha apavorado como se estivesse com medo.

- Eu o matei porque eu quis! – diz entredentes.

- Sério!? Assim sem ganhar nem uma graninha? Qual é Brad, desse jeito você desonra sua ficha! – falo fazendo cara de magoada. Ele engole em seco, e olha para o vidro em direção ao exterior da sala.

- Eu não sei o que a madame quer dizer com isso! – ele diz e olha para baixo.

Eu tenho experiência no que faço, não é à toa que me tornei uma agente especial. Caras como Brad não mata ninguém de graça, com certeza quem o contratou prometeu dinheiro e que se caso fosse preso,  o tirararia da prisão e eu iria usar isso ao meu favor.

- Deve ser frustrante ficar preso dois anos, sabendo que poderia estar livre, andando para todo lado. – digo olhando para ele com os olhos cerrados. – Sabe Brad, uma vez traído você não tem compromisso com a outra pessoa, você não deve lealdade para alguém que não é leal a você! Não tem obrigação de ser um pau mandado a vida toda! – termino sorrindo e ele me olha com cenho com ódio.

- Ta querendo dizer o que madame??- pergunta interessado.

- Você pode me ajudar Brad, e eu ajudo você, o que acha? - pergunto.

- O que eu ganho em troca se falar o que sei? – ele diz. Nem percebe que acabou de confessar que sabe algo.

- Não sei, o que você gostaria de ganhar? – pergunto tentando entrar no jogo dele.

- Gostaria que Alexandra Woods fosse morta, consegue isso para mim madame? – ele diz com sorriso malicioso e eu congelo no lugar.

Escuto a porta abrir abruptamente e vejo uma Lexa furiosa entrar e o pegar levantando da cadeira.  Seus rostos estão próximos e vejo faíscas de ódio saírem de seus olhos.

- Sentiu minha falta Brad!? – ela pergunta como maxilar trincado o encarando.


Notas Finais


Ooops, acho que isso não vai prestar!


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