História Policeman (Jungkook-hot) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jay Park, Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jisoo, Jungkook, Lisa, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Suga, V
Tags Bts, Crime, Jungkook, Máfia, Policial
Visualizações 29
Palavras 571
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem ( :

Capítulo 1 - Mafia


Fanfic / Fanfiction Policeman (Jungkook-hot) - Capítulo 1 - Mafia

Acordei tarde como sempre.

Eram duas da tarde. Eu estava ao lado de Jay Park, meu atual homem. Não costumo amarrar meu cavalinho em um homem só por muito tempo. Bati na bunda dele que estava coberta apenas por um lençol e ele acordou.

Jay: Hummm... Vai gata, me deixa dormir!

Jennie: Gata é sua mãe oh poha! Olha o respeito! Agora sai da minha cama viado!

Jay: Que linda. –disse se sentando na beirada da cama. - Fica fofa nervosa!

Jennie: Vou dar cinco segundos...

  Comecei a contar. Eu realmente não estava com paciência par aguentar Jay, não agora. Ele levantou e soltou uma risada.

Jay: Acordou tão nervosinha hoje! – Ele disse debochado, eu cheguei ao um. - Já to indo...

 Ele foi. E eu entrei no banheiro para tomar um banho. Senti a água fria molhar meu corpo e eu fiquei um pouco mais calma. Ainda teria um dia cheio pela frente.

E sai do quarto para comer. Logo depois eu tive uma reunião.

A sala de reunião era ampla e tinha uma grande janela com vista. A mesa era grande, e nas cadeiras estavam Lisa, Rosé, Jisoo, Jimin, Namjoon e meu tio Sungwoon.

Jennie: Bom dia! –Disse sorrindo e me sentando.

Tio Sung: Está atrasada! Mais uma vez!

Jisoo: O mundo vai acabar quando ela não estiver. Agora deixem de papo e vamos resolver negócios!

A reunião foi bem chata. Nós falamos sobre o tráfico de armas, as rotas, os funcionários etc. Mas a principal discussão foram os policiais, que estavam mais atentos as nossas ações, e já haviam prendido alguns dos nossos.

No fim da reunião, Mark, um dos nossos homens telefonou, nos contando de um traidor. Irmão de um policial. O nome desse informante é Jeon Lee, e terá que nos dizer tudo que disse aos policiais, por bem... ou por mal...

Mark havia o deixado em uma sala de tortura da mansão. A sala era grade e cheia de armas.

Lee era um homem bonito. De 20 anos. Ele estava sentado preso em uma cadeira de ferro, ele gritava por ajuda. HAHAHA.

Jennie: Oi querido. –Sorri cínica. –Acho que está sendo um pouco rebeldes esses dias não é?

Lee: Me deixe sair sua vadia! –Gritou.

Jennie: Nananinanão! Não permito que fale comigo usando esse vocabulário... Só quero conversar com você...

Lee: Me solta! Meu irmão sabe de tudo! Ele vai prender vocês! Todos vocês!

Jennie: Tudo ahn? O que ele sabe exatamente? Onde está esse seu irmão ah?– Perguntei me sentando no colo dele.

Lee: Annh- Ele ficou um pouco mexido com minha presença (Acontece nas melhores famílias). -Não vou falar nada para você sua puta.

Estava começando a perder a paciência com ele. Me levantei e chutei aquele rosto bonito.

Jennie: Agora você vai falar?

Ele negou com a cabeça. E eu distribui socos pelo rosto e barriga. Ele estava com muitos hematomas e a boca dele sangrava manchando sua camisa.

Jennie: E agora querido? Está disposto a me contar uh?

Lee: N-nãão...

Sai de perto dele. Abri em armário de armas e peguei um taco de baseball com pregos.

Jennie: Tem certeza que não vai contar? Eu não vou ser mais tão boazinha...

Ele negou mais uma vez. Eu o aceitei na cabeça, assim ele morreu sangrado aos poucos na cadeira. Peguei um banco e assisti tudo. As vezes acabava rindo, as vezes chorando...

Pelo menos o mundo tem menos um pecador idiota...



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