História Ponte para Terabítia (Jikook) - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Drama, Jikook, Romance
Visualizações 3
Palavras 2.826
Terminada Não
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Cap 3


Fanfic / Fanfiction Ponte para Terabítia (Jikook) - Capítulo 3 - Cap 3


Jungkook não tornou a ver Jimin, a não ser de longe, até o primeiro dia de aula, na terça-feira seguinte, quando um senhor a trouxe até a sala da 5ª série da Escola Primária de Córrego da Cotovia.

Jimin ainda estava vestido com a mesma roupa de antes. Quase dava para ver um ar de surpresa subindo feito uma fumacinha na sala, como o vapor que sai de um radiador de carro quando a gente tira a tampa. Todos estavam ali, sentadinhos, com suas melhores roupas de domingo de primavera. Até Jungkook estava usando sua única calça de veludo cotelê e uma camisa bem passada.

Pelo jeito, ele nem ligou para a reação geral. Ficou parado ali na frente deles, dizendo com os olhos “Tudo bem, pessoal, estou aqui”, em resposta aos olhares boquiabertos, enquanto a professora de um lado para o outro que nem uma barata tonta, tentando ver se descobria onde podia colocar a carteira extra. A sala era pequena e ficava no porão. E cinco fileiras, com seis carteiras cada, já a deixavam atulhada demais para ser confortável.

— Trinta e um... — resmungava sem parar a professora, por cima de seu queixo duplo. — Trinta e um... Ninguém tem mais de vinte e nove.

Acabou resolvendo colocar a carteira junto à parede lateral, lá na frente.

— Fique aqui por enquanto... ahn...Jimin. É o melhor que podemos fazer... por enquanto. Esta classe já tem muita gente.

Jimin ficou quieto, esperando que o menino da 7ª série que tinha sido mandado lá embaixo para trazer a carteira acabasse de colocá-la na posição certa, encostada no aquecedor e debaixo da primeira janela.

Sem fazer barulho, ele empurrou um pouco para a frente do aquecedor, e se instalou. Depois, virou-se e, mais uma vez, contemplou o resto da turma.

Na mesma hora, trinta pares de olhos focalizaram, de repente, os arranhões nos tampos das carteiras. Jungkook passou o dedo indicador em volta de um coração, com dois pares de iniciais, BR SK, tentando adivinhar de quem podia ter herdado aquela carteira. Provavelmente, de Sally Koch. Na 5ª série, geralmente as meninas desenhavam muito mais aquelas coisas de corações do que os meninos. Além disso, BR devia ser Billy Rudd, e todo mundo sabia que na primavera anterior Billy estava a fim de Myrna Hauser. É claro que aquelas iniciais podiam estar ali havia muito mais tempo, e nesse caso...

— Jeon Jungkook, Kim Seokijin. Distribuam os livros de Matemática. Por favor.

Ao dizer a última palavra, a professora exibiu seu famoso sorriso de primeiro dia de aula. As séries mais adiantadas costumavam dizer que essa professora nunca sorria, a não ser no primeiro e no último dia de aula.

Jungkook levantou-se e foi até a frente.

Quando passou pelo lugar de Jim um, ele deu um sorrisinho e fez um ligeiro aceno com os dedos, sem levantar a mão, numa espécie de cumprimento. Jungkook saudou com a cabeça. Não podia deixar de ficar com pena dele. Devia ser constrangedor se sentar bem na frente de todo mundo daquele jeito, ainda mais quando a pessoa está vestida de um modo esquisito no primeiro dia de aula.

E não conhece ninguém.

Foi distribuindo os livros, como a professoea tinha mandado. Kim Taehyung agarrou o braço dele, quando passou:

— Vai correr hoje?

Jungkook confirmou, com a cabeça. Taehyung deu um risinho zombeteiro. “Ele acha que vai me derrotar, o cabeça-oca”. Pensando nisso, Jungkook sentiu um calorzinho por dentro. Sabia que estava melhor do que na primavera anterior. podia achar que ia chegar em primeiro lugar, agora que Min Yoongi estava na 6ª série, mas ele, Jungkook tinha preparado uma surpresinha para o velho Yoongu, quando chegasse a hora do recreio. Era como se tivesse engolido gafanhotos. Estava pronto para disparar e mal conseguia esperar.

A professorw distribuía os livros quase como se fosse o presidente dos Estados Unidos, de tanto que encompridava o processo com uma porção de assinaturas e cerimônias absurdas. Passou pela cabeça de Jungkook que ela também estava querendo adiar as aulas de verdade, o máximo possível.

Enquanto não chegava sua vez de passar adiante algum livro, Jungkook arrancou uma folha de caderno e começou a desenhar. Estava brincando com a ideia de fazer um livro inteiro, só de desenhos.

Precisava definir um personagem principal e fazer uma história com ele. Rabiscou uma porção de animais, tentando pensar num nome. Se tivesse um título bom, já era meio caminho andado.

O elefante elegante?

Soava bem. Dante, o elefante elegante?

Ainda melhor. Ou O caso do crocodilo crocante? Nada mal...

— Que é que você está desenhando? — perguntou Kim Taehyung, debruçado sobre a carteira dele.

Jungkook cobriu a página com o braço.

— Nada.

— Ah, deixe eu ver...

Jungkook sacudiu a cabeça.

Taehyung se esticou e tentou puxar a mão de Jungkook , para descobrir o papel.

— O caso do cro... puxa, Jungkook, deixe eu ver... — murmurou ele, meio rouco. — Não vai tirar pedaço.

Puxou com força o polegar de Jungkook, torcendo-o para trás. Jungkook cobriu o papel com os dois braços, enquanto pisava com o calcanhar no dedão do pé de Kim Taehyung.

— Aaai!

— Meninos! — gritou a Professora, perdendo os últimos vestígios de seu sorriso mecânico.

— Ele pisou no meu dedo.

— Sente-se direito, Taehyung.

— Mas ele...

— Sente-se! Jeon Jungkook, não quero mais nem um pio vindo do seu lugar. Se não, você fica sem recreio. Agora, todos copiando o dicionário.

Jungkook sentiu o rosto ficando quente.

Guardou a folha do caderno de novo dentro da carteira e abaixou a cabeça. Mais um ano inteiro daquilo. Mais oito anos daquilo. Não tinha certeza de conseguir aguentar.


* * *


Todos lancharam sem sair das carteiras. Havia mais de vinte anos que o distrito prometia um refeitório a Córrego da Cotovia, mas parecia que o dinheiro nunca dava.

Jungkook ficara com tanto medo de perder o recreio que até agora, mastigando seu sanduíche de mortadela, continuava de boca fechada e olhos baixos, comendo sobre o coração com as iniciais.

À sua volta, todo mundo conversava. Não deviam falar enquanto comiam, mas era o primeiro dia e até mesmo Tzuyu Boca-de-Monstro lançava menos faíscas no primeiro dia.

— Ela está comendo mingau.

Duas carteiras adiante da dele, Hirai Momo se esforçava para manter seu posto de segunda menina mais fresca da 5ª série.

— É iogurte, sua imbecil. Você não vê televisão, é? — cortou Dahyun, a fresca número um, que se sentava logo na frente de Jungkook.

— Eca!

Deus do céu, será que elas não conseguiam deixar os outros em paz? Por que é que Jimin não podia comer o que tivesse vontade?

Ele esqueceu que estava tentando comer em silêncio e tomou um gole de leite fazendo barulho.

Natty virou para trás, fazendo uma careta:

— Jeon Jungkook, esse som é repugnante...

Ele olhou bem para a cara dela e deu outro gole baruIhento.

— Você é nojento!

Rrrrringue! O sinal do recreio. Num pulo, os meninos já se acotovelavam junto à porta, todos querendo sair primeiro...

— Sentem-se, garotos... Deus do céu!

... enquanto as meninas fazem fila para sair para o pátio.

— Primeiro, as damas.

Os meninos se agitavam na beirada das cadeiras, como mariposas lutando para sair dos casulos. Será que ela nunca ia deixar que eles voassem?

— Muito bem, meninos, agora é sua vez... Se vocês quiserem ir...

Eles não lhe deram a menor chance de mudar de ideia. Já estavam quase alcançando o final do campo antes que ela chegasse à metade da frase.

Os dois primeiros a chegar lá fora começaram a riscar o chão com a ponta do pé, para marcar a linha de chegada. O chão tinha sido encharcado por várias chuvas passadas, e depois tinha endurecido com a estiagem do verão, de modo que eles tiveram de desistir de traçar a linha com a ponta dos tênis e trataram de riscá-la com um pedaço de pau.

Os meninos da 5ª série, ardendo de impaciência com a nova importância que acabavam de adquirir, davam ordens aos da 4ª a torto e a direito, enquanto os menores tentavam se meter pelo meio deles sem chamar a atenção.

— Quantos de vocês vão correr? — perguntou Kim Taehyung.

— Eu...

— Eu...

— Eu...

Todo mundo gritava ao mesmo tempo.

— É gente demais. Ninguém da 1ª, nem da 2ª nem da 3ª série... a não ser, talvez, os dois primos. O resto só vai atrapalhar.

Vários ombros deram mostras de desânimo, mas de qualquer modo os meninos menores obedeceram e recuaram.

— Muito bem. Isso nos deixa com vinte e seis, vinte e sete... fiquem quietos... vinte e oito. Confere, Jackson? — perguntou Kim Taehyung a Jackson Wang, que parecia a sombra dele.

— Exato. Vinte e oito.

— Muito bem. Então, vamos fazer as eliminatórias, como sempre. Dividimos em quatro grupos. Primeiro, correm os do grupo um. Depois, os do dois...

— A gente já sabe, chega...

Todo mundo estava impaciente com Taehyung, que tentava a todo custo parecer o Min Yoongi desse ano.

Jungkook estava no grupo quatro, o que para ele era ótimo. Estava louco para correr, mas na verdade não se incomodava de ter a oportunidade de ver como estavam os outros, desde a primavera. Taehyung estava no grupo um, claro, porque tinha começado tudo com ele mesmo. Jungkook conteve um sorriso pelas costas de Taehyung, e enfiou as mãos nos bolsos de suas calças de veludo cotelê, até o dedo médio da mão direita se meter num buraco que havia no fundo.

Taehyung ganhou a primeira bateria com a maior facilidade e ainda ficou cheio de fôlego para dar ordens na organização da segunda. Alguns dos meninos menores saíram de perto e foram brincar de escorregar no barranco que ficava entre o terreno mais alto e o mais baixo.

Pelo canto do olho, Jungkook viu que alguém vinha descendo e chegando perto. Virou as costas e fingiu que estava se concentrando nas ordens que o Kim gritava.

— Ei! — Jimin tinha chegado junto dele.

Jungkook chegou ligeiramente para o lado.

— Ahnnn...

— Você não vai correr?

— Mais tarde.

Quem sabe, se ele não olhasse para o outro o garoto embora, voltava ao terreno lá de cima, que era o lugar dela.

Taehyung mandou Jackson dar o sinal de partida. Não havia ninguém com muita velocidade naquele grupo. Jungkook ficou observando as costas curvadas e as camisas dos corredores esvoaçando.

Na linha de chegada, estourou uma briga entre Bambam e Taemin. Todo mundo foi ver de perto. Jungkook estava consciente de que Jimin continuava grudado no cotovelo dele, mas tomou o maior cuidado para não olhar na direção dele.

— Bambam — decretou Taehyung. — Quem ganhou foi Bambam.

— Eles empataram, Taehyubg — protestou um aluno da 4ª série. — Eu estava parado bem aqui e vi.

— Bambam ganhou.

Taemin estava apertando a mandíbula. De raiva.

— Quem ganhou fui eu, Taehyung. De onde você estava, nem dava para ver nada.

— O vencedor foi Bambam — insistiu Taehyung,  ignorando os protestos. — Estamos perdendo tempo. Agora o pessoal do grupo três. Vamos logo.

Os punhos de Taemin se ergueram:

— Não é justo, Kim.

Taehyung virou as costas e saiu caminhando em direção à linha de largada.

— Deixa os dois disputarem a final... Que mal faz? — disse Jungkook , em voz alta.

Taehyung parou de andar e se virou para encarar Jungkook. E, em seguida, olhou para Jimin. Com a voz destilando sarcasmo, zombou:

— Só falta agora você querer deixar esse molenga correr também... - disse ele se referindo a Jimin.

O rosto de Jungkook ficou quente. Mas, como quem não se importa, ele só disse:

— Claro. Por que não?

Virou-se para Jimin e perguntou:

— Quer entrar na corrida?

— Claro — confirmou Jimin, sorrindo. — Por que não?

— Você não tem medo de disputar a corrida com uma menina, não é, Taehyung? Ou será que tem?

Por um minuto, achou que Taehyung ia enchê-lo de socos, e ficou tenso, esperando. Não podia deixar Taehyung desconfiar que estava com medo e que sentia um aperto na garganta. Mas o outro não o atacou e, em vez disso, saiu num passo apressado, dando ordens aos meninos do grupo três, que se preparavam para a disputa.

— Você pode correr no grupo quatro, Jimin — disse Jungkook, em voz bem alta, para ter certeza de que o Kim tinha ouvido.

Depois, se concentrou nos corredores.

“Viu só”, disse a si mesmo, “você pode enfrentar um mandão que nem Kim. É só não esquentar a cabeça”.

Kim Namjoon ganhou fácil no grupo três. Era o melhor na 4ª série, quase tão rápido quanto Fulcher. “Mas não é tão bom quanto eu, agora”, pensou Jungkook. Estava começando a ficar realmente animado. Não havia ninguém no grupo quatro que pudesse ganhar dele numa corrida. Mas, de qualquer modo, era bom ir logo dando um susto em Kim, e correr bem rápido naquela bateria de aquecimento.

Jimin se alinhou a seu lado, à direita. Ele chegou um pouquinho para a esquerda, mas parecia que ela nem tinha reparado.

Dado o sinal, Jungkook disparou. Sentia-se bem... até mesmo distinguindo o chão áspero nas solas gastas dos seus tênis velhos. Estava indo bem. Quase podia sentir o cheiro do espanto de Taehyung diante de seu progresso. Os outros meninos gritavam, torciam, faziam mais barulho do que tinham feito nas outras baterias. Talvez estivessem todos notando como ele melhorara. Queria olhar para trás e ver onde os outros estavam, mas resistiu à tentação. Ia parecer convencimento. Concentrou-se na linha à sua frente. A cada passo, ela chegava mais perto. “Ah, Miss Bessie, se você pudesse me ver agora...”

Sentiu antes de ver. Alguém se aproximava, veloz. Automaticamente, fez mais esforço, deu mais impulso. Aí a forma chegou à sua visão lateral. E de repente, passou a sua frente. Ele se esforçou ainda mais, deu tudo. Estava quase sem fôlego, o suor escorria e entrava nos olhos. Mas de qualquer modo, percebeu o vulto. A roupa que já tinha visto cruzou a linha de chegada quase um metro antes dele.

Jimin se virou e olhou para ele com um sorriso amplo no rosto bronzeado. Ele tropeçou e, sem dizer uma palavra, começou a andar, quase correndo, de volta para a linha de partida. Esse era o dia em que ia ser campeão... ia ser o corredor mais veloz da 4ª e 5ª séries juntas, e nem ao menos conseguira ganhar a sua bateria.

Em nenhum dos extremos do campo se ouvia um grito, ou um “Viva!” sequer. Os outros meninos estavam tão chocados quanto ele. A gozação viria mais tarde, ele tinha certeza.

Mas, pelo menos, na hora, ninguém dizia uma palavra.

— Muito bem — Taehyung assumiu o comando de novo, tentando mostrar que continuava controlando a situação. — Agora os vencedores se alinham para a disputa final.

Andou em direção a Jimin e ordenou:

— Você já se divertiu. Agora pode correr e ir brincar amarelinha lá em cima.

— Mas eu ganhei a eliminatória — disse ela.

Kim baixou a cabeça, como um touro que fosse investir.

— Menininhas não podem brincar no terreno daqui de baixo. É melhor você ir lá para cima antes que alguma professora te veja.

— Mas eu quero correr — disse ele, tranquilo.

— Tudo bem, já correu...

— O que é que está acontecendo, Kim? — perguntou Jungkook, com toda sua raiva vindo à tona, como se não pudesse ser controlada. — O que é que há? Está com medo de disputar com ele?

Kim ergueu o punho, ameaçador, mas Jungkook se afastou. Kim ia ter que deixá-la correr agora, ele sabia. E deixou.

Com raiva e resmungando, mas deixou.

E Jimin o derrotou. Chegou em primeiro lugar e virou seus olhos imensos e brilhantes para um bando de caras suadas e zangadas, com ar de idiotas.

O sinal tocou. Jungkook começou a atravessar o terreno de baixo, ainda com as mãos enfiadas nos bolsos, bem no fundo. Jimin o alcançou. Ele tirou as mãos dos bolsos e foi andando mais depressa para a colina. Já se metera em encrenca demais por causa dela. Mas Jimin apertou o passo, recusando-se a ser deixada para trás.

— Obrigada — disse.

— É? — disse ele, enquanto pensava “Por quê?”.

— Você é o único menino nesta porcaria desta escola em quem vale a pena a gente dar um tiro.

— Pois então, atire — disse ele.

No ônibus, naquela tarde, ele fez uma coisa que nunca pensara fazer. Sentou-se ao lado de Lisa. Era o único jeito de garantir que Jimin não ia se instalar ao lado dele. Deus do céu, Jimin nem desconfiava que há coisas que simplesmente não se fazem.

Ficou olhando pela janela, lá para fora, mas sabia que ele tinha chegado perto e sentado logo ali, do outro lado do corredor.

Percebeu que ele tinha dito “Jungkook” uma vez, mas como o ônibus era muito barulhento, deu para fazer de conta que não tinha ouvido. Quando chegou a hora de descer, Jungkook agarrou a mão de Lisa e a puxou para fora, o tempo todo consciente de que Jimin vinha bem atrás. Mas o mesmo não tentou falar com ele de novo, nem os seguiu. Só saiu correndo para a velha casa dos Tuan.

Ele não conseguiu deixar de se virar para ver. Jimin corria como se isso fizesse parte de sua natureza. Fez com que ele se lembrasse do voo dos patos selvagens no outono. Tão suave... A palavra “bonito” lhe veio à mente, mas ele a sacudiu para longe, e tratou de ir depressa para casa.



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