História Popozuda Problems - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bumbum, Bunda, Popozuda, Protagonista Feminina, Protagonista Mulher
Exibições 13
Palavras 768
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


POPOZUDA PROBLEMS é uma obra de ficção criada por Go Tanaka. Todos os personagens, locais e situações descritos na estória são inteiramente ficcionais e foram criados por Go Tanaka. Qualquer semelhança com o mundo real ou com outros trabalhos de ficção é mera coincidência.

POPOZUDA PROBLEMS é uma fic original na maior parte do tempo ecchi, com descrição detalhada dos atributos físicos e dos órgãos sexuais das personagens e com cenas de nudez. A estória pode passar para o hentai por conter insinuação ou descrição de cenas de sexo explícito, por isso é IMPRÓPRIA para menores de 18 anos de idade.

IMAGEM DE CAPA DA ESTÓRIA: tirada do Google. Autor desconhecido.

Capítulo 2 - A linha do tempo de uma popozuda


Tudo começou quando Babalu Bonucci tinha 15 anos de idade. Foi quando seu corpo assumiu em definitivo a construção que mantém até hoje, as coxas grossas, os quadris largos e a bunda grande. No colégio, entre os 15 e os 17 anos, Babalu foi o sonho de consumo de todo garoto. Sua calça jeans era tão apertada que, pra subir escada, tinha uma certa dificuldade. E os garotos, claro, já estavam bem ligados no seu atributos. Por onde ela passava, atraía todos os olhares. E atrás de sua carteira, sentavam muitos colegas que só saíam da sala depois dela, só pra ter o gostinho de vê-la levantar.

A princípio, Babalu gostava da atenção que recebia. Achava engraçado e excitante. E até dava corda, às vezes levantava e sentava novamente, na mesma hora, só para ver a empolgação ali atrás.

Mais ou menos na mesma proporção, Babalu também recebia atenção das garotas, fosse por gozação, admiração ou inveja. Elas eram bem mais atiradas que os rapazes. Pegavam, apalpavam, alisavam, davam tapa… no vestiário, após da educação física, suas nádegas chegavam a ficar vermelhas de tanto tapão e beliscão que tomava.

Nessa mesma época, Babalu começou a conhecer os problemas que uma bunda grande causava. Era difícil achar uma calça jeans que passasse por suas nádegas, estava sempre pagando cofrinho e, dependendo da cadeira, podia ter dificuldades para sentar ou levantar. Também chamava atenção em momentos que não gostaria. Não conseguia passar despercebida.

Frequentar a praia ou a piscina do clube também tinha virado um espetáculo à parte. Qualquer biquíni que Babalu vestia ficava fio-dental, coisa que persiste até hoje. E quando ela deitava para se bronzear, a macharada fazia questão de passar por perto para dar uma olhada melhor. E o mesmo acontecia quando vestia um shortinho mais curto, uma mini-saia mais justa…

Mais tarde, vieram as primeiras ficadas e os garotos nem esperavam muito pra descer as mãos pelas costas e apertar suas nádegas. Os primeiros namorados só queriam sarrar de costas. Tudo isso com sua permissão, se dava prazer, ela gostava e deixava. Mas foi nessas ocasiões que Babalu também aprendeu a se defender e impor respeito. Da primeira vez que disse “Tira a mão daí” e o cara não a respeitou, tudo se resolveu com um tapa bem dado na cara do sujeito. Ela pode ser baixinha e ter aspecto frágil, mas Babalu tem uma mãozada forte.

Aos 18 anos de idade, Babalu teve sua primeira relação sexual e, daí pra frente, começou a transar regularmente. E mais pressão para que fizesse sexo anal. Era a primeira coisa que qualquer namorado e muitos ficantes tentavam. As amigas a aconselhavam, incentivavam e até a censuravam por não fazer, diziam que era um desperdício “ter uma bunda dessas e não fazer anal”.

— Gente, bunda é bunda, cu é cu! O tamanho da bunda não tem nada a ver com o cu! — Era o que ela precisava dizer para se justificar para as amigas, como se precisasse de argumentos para ter o direito de não fazer sexo anal.

Depois de um tempo, passou até a dizer para as amigas, num tom meio de brincadeira, meio que sério: “Minha bunda, minhas regras”.

As cantadas também se tornaram mais cínicas, ousadas e diretas. E Babalu passou a colecioná-las. Tem uma lista delas.

A partir dos 21 anos de idade, mais ou menos, Babalu começou a lidar com os maiores inconvenientes. Estava trabalhando, então passou a conviver com assédios. Embora sempre fossem discretos e nunca tenham avançado, porque ela nunca deu abertura nenhuma em ambiente de trabalho, as insinuações aconteciam e incomodavam. Também lidava com a falta de seriedade com que costumava ser tratada. Cansada, começou a “se preservar”. Passou a malhar e mesmo a andar com um suéter ou moletom amarrado na cintura, para não exibir tanto a bunda, e a conduzir suas apresentações sentada.

Aos 26, Babalu, que já era formada em administração de empresas, se formou em design de moda para tentar um negócio próprio, uma marca que desenhasse roupas mais adequadas a um corpo como o seu. Afinal de contas, não era uma questão de peso. Babalu é magra. Mas seu quadril largo e bunda grande sempre vão estar lá.

E hoje, aos 29, mesmo com todas essas dificuldades, Babalu continua muito orgulhosa de si. Repete diariamente o mesmo ritual desde os tempos de adolescência, quando notou que era bem dotada de bunda. Todos os dias, ao acordar, vestindo apenas calcinha fio dental, olha-se no espelho, vira de costas, dá um confere nas próprias nádegas e as aperta, com um sorriso. É muito feliz em ser quem é.



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