História Por acaso - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Anneliese van der Pol, Erik Durm, Roman Bürki
Personagens Anneliese van der Pol, Erik Durm, Roman Bürki
Tags Bvb
Visualizações 193
Palavras 1.401
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Até que não demorei muito dessa vez, rsrs.

Capítulo 7 - Capítulo sete.


Fanfic / Fanfiction Por acaso - Capítulo 7 - Capítulo sete.

Olho para os lados e não vejo ninguém que possa ter jogado aquela revista ali, me abaixo e pego a revista e entro furiosa dentro de minha casa.

-ERIK. – Grito bastante nervosa, batendo os pés firmemente no chão.

      Durm aparece no corredor com cara de sono e o cabelo um pouco bagunçado ainda. Ele boceja e se senta no sofá e logo alonga seus braços.

-O que eu fiz? – Erik se vira para mim e logo estrala as mãos.

-Olha isso. – Caminho em direção ao sofá e jogo a revista em cima do jogador.

       Erik olha a revista e quando seus olhos focam na reportagem sobre nós dois, ele arregala os olhos. Ele abre a revista e vai até a página que está a reportagem.

-Acham que sou sua faxineira e que eu estava dando em cima de você. - Digo nervosa e roendo as unhas.

-A mídia inventa essas coisas, Julie. Logo vão esquecer. – Durm coloca a revista em cima da mesinha de centro e se levanta indo em direção a cozinha.

-Vão esquecer? vão esquecer? Eles não vão esquecer. A empregadinha que está tentando dar o golpe do baú. Tem foto minha nessa revista. – Pego a revista e caminho atrás do loiro.

 -Calma Julie, calma. A mídia inventa histórias, eles ganham por isso. – Erik pega um copo de água e olha para mim.

-Calma como?. Tem foto minha numa revista, falando que sou uma faxineira assanhada. – Começo a andar de um lado para o outro segurando a revista em minhas mãos.

-Julie, logo isso passa. Amanha mesmo nem vão lembrar disso. – Durm coloca o copo na pia e cruza os braços e me encara por alguns minutos.

-Não vão lembrar? Eu vou lembrar. – Coloco a revista em cima da mesa e olho para o loiro.

-Mas que algazarra é essa? -  Roman entra na cozinha com a mão esquerda sobre a boca em quanto boceja.

-Olha isso Bürki. – Aponto para a revista em cima da mesa.

        Roman pega a revista, olha a reportagem e joga a revista sobre a mesa novamente. Ele abre a geladeira e tira uma garrafa de leite e coloca sobre a mesa e depois pega um copo.

-Não faça tempestade em copo d'água, Julie. -  Bürki enche um copo com leite e me oferece, mas eu rejeito com a cabeça.

-Tempestade? Leu a reportagem? – Abro o armário e tiro alguns ingredientes para preparar panquecas.

-Julie, a mídia tem dessas coisas, eles precisam fazer fofocas. - Roman se senta e dar um gole em seu leite.

       Eu sei que os dois vão continuar falando que não é nada demais, então resolvo tentar esquecer isso, mas por dentro ainda estou muito nervosa. Começo a preparar o café da manha, panquecas, café e suco. Nastassja aparece na cozinha no mesmo instante que termino de preparar o café da manha. Depois do café da manha, Nastassja e Bürki vão passear pela cidade. Em quanto faço birra para não sair de casa.

-Vamos Julie, vai ficar eternamente presa dentro de casa? -  Erik fica me cutucando freneticamente, fico tentando me esquivar, mas ele é muito insistente.

-Vou. - Cruzo os braços e faço uma cara de zangada para o jogador, ou pelo menos tento parecer zangada.

-Garota difícil. Mas tudo bem, vamos ficar aqui vendo televisão. - Durm pega o controle e liga a televisão.

      Sento no sofá ao lado do jogador e tomo o controle da televisão das mãos do loiro. Depois de muito trocar de canal, decido deixar em um filme antigo: O clube dos cinco.

-Nossa, esse filme é tão antigo. – Erik se aconchega no sofá.

-É da sua época. – Sorrio para o loiro e dou um leve soco no ombro dele.

     Assim que o filme acabou, o loiro se levantou e me puxou com ele. Olho confusa para ele e antes que eu pudesse dizer algo, ele toma a frente.

-Já fiz a sua vontade, agora faça a minha. - Durm sorrir.

-Qual a sua vontade, coisa chata?  

-Dar uma volta pela cidade, me apresenta ela. – Erik começa a gesticular e tira do seu bolso um cartão-postal com a foto de um dos pontos turísticos da cidade.

-Primeiro: eu não sou guia turística, segundo: eu não quero sair lá fora. - Digo cruzando os braços.

-Vai ficar dentro de casa até quando? – Durm coloca o cartão-postal o bolso.

-Até essa mídia sumir daqui. – Respondo e me jogo no sofá.

       Erik revira os olhos e me puxa fazendo ficar de pé, eu travo as pernas, mas sem dúvidas o jogador é mais forte do que eu e começa a me arrastar pela sala, dou um pisão no pé do loiro, mas ainda assim ele continua me puxando para fora de casa. Assim que estamos do lado de fora da minha casa eu dou língua para o loiro e lhe dou as costas e começo a andar, poucos segundos depois ele me alcança. Mostrei para ele todos os pontos turísticos da cidade: o museu de aviões, o museu da Segunda Guerra Mundial, um parque bastante famoso e lindo, entre outros pontos turísticos.

      Nós dois entramos numa lanchonete para recuperar as energias, assim que entramos na lanchonete, pude perceber vários olhares para gente, obviamente sei que são olhares para o loiro, mas tenho quase certeza que alguns olhares de nojo foram direcionados para mim. Escolhemos uma mesa no canto da lanchonete, fizemos nossos pedidos e em quanto nossos pedidos não chegavam, ficamos conversando, as pessoas ali presentes continuam olhando para nós dois, talvez seja paranóia minha ou realmente estão olhando e cochichando algo.

-Vamos embora, Erik. – Toco levemente o braço do jogador e suplico com o olhar.

-Mas nossos pedidos nem chegaram ainda. – Erik me olha confusa.

-Não me sinto confortável. – Eu estou completamente sem graça com os diversos olhares para nós dois.

     Não deu tempo do loiro falar algo, pois logo uma mulher apareceu na nossa mesa e me ignorou por completo e logo se virou para o jogador.

-Erik Durm, sou sua fã, me dá um autografo? Tira uma foto comigo?- Pergunta a mulher segurando o celular.

-Claro. – Erik sorrir e fica de pé, ele posa para algumas fotos e logo se senta novamente.

-Essa é a sua empregadinha? - Pergunta a fã olhando para mim e logo se vira para encarar o jogador.

       Olho para Durm com cara de eu avisei, mas ele balança a cabeça negativamente, e diz sem emitir som para ignorar ela.

-Responde Erikinho, é a sua empregadinha? Ela é bem feinha. - Diz a fã apontando para mim, ao mesmo tempo que faz uma careta de nojo.

-Moça, já lhe dei o autógrafo, peço que saia agora, está nos incomodando. – Durm olha sereno para a sua fã e lhe dar um sorriso singelo.

-Não acredito que vai me expulsar por causa dessa empregadinha. - Diz a fã ainda apontando para mim.

-Já chega, vou embora. – Me levanto e vou embora sem olhar para trás.

-Julie, espera. - Escuto Erik me pedindo para esperar, mas eu não quis o esperar e acelerei meus passos.

       Acelerei meus passos cada vez mais e andei olhando para o chão e ignorando totalmente o loiro me chamar e pedir que eu o esperasse. Assim que cheguei em casa, entrei e deixei a porta aberta para que Erik entrasse. Tirei meus sapatos e joguei na sala, nem faço idéia aonde foram parar e logo fui para o meu quarto.

-Julie, abre a porta Julie. Não se importe com o que aquela mulher disse. - Erik bate na porta.

-Deixe-me Durm.

-Não, não vou lhe deixar. Não importa o que ela disse, só importa o que eu sinto por você. – Durm continua batendo freneticamente na minha porta.

     Fico um pouco em silêncio, sento na canto da cama e fecho os olhos, ainda estou muito chateada com todo o ocorrido, primeiro a revista e depois a fã, o que será que vem depois?, mas logo passa pela minha mente que o jogador não tem nada a ver com isso, então me levanto e abro a porta. Durm abre um enorme sorriso ao me ver, e eu estou com a cara fechada.

-Ela não sabe o que sinto por ti, lindinha. Pouco interessa o que ela disse. -  Durm me abraça, ou melhor me sufoca.

-Como você me ver? Como um simples garçonete? – Retribuo o abraço.

-Eu lhe vejo como uma linda e interessante mulher. - Durm beija a minha bochecha.

 


Notas Finais


Obrigada por ler!
Espero que tenham gostado!!


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