História Por acaso - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Tags Drarry, Harry Potter, James X Teddy, Scorose
Exibições 177
Palavras 1.573
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela, Yaoi

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Finally home


Todas as pessoas que se encontravam no cais de partida e chegadas do aeroporto paravam para observar os sois estrangeiros de ar exótico que tinham acabado de sair do avião. A pele pálida, os olhos cinza e os cabelos tão loiros que pareciam brancos contrastavam com a quantidade de peles pálidas não tanto quanto a dos estrangeiros e os cabelos cabelos castanhos. Os estrangeiros, também conhecidos como Draco e Scorpius Malfoy. 

Draco tinha decidido á muito tempo voltar a casa após o seu casamento, por conveniência diga-se de passagem, com Astória Greengrass ter falhado devido à traição da mulher. O divórcio tinha ocorrido a cerca de 2 anos, e apenas agora ele tinha tido coragem de deixar New York, onde vivia desde os 15 anos para trás. No início Scorpius estava reticente com esta mudança, afinal estava a deixar tudo o que conhecia e amava para trás. A saida do aeroporto encontrava-se um carro com um homem fardado em pé a espera deles. O homem a quem o seu pai se referiu como Sr. Chester ,abriu-lhes a porta de trás do carro para que eles emtrassem. 

Enquanto isto acontecia, a alguns km de distância uma rapariga ruiva saia de sua casa e se esquivava para a casa do vizinho, e pela maneira como o fazia via-se que já o fazia a algum tempo. Rose parou na porta das traseiras para ter a certeza que ninguem a via ou ouvia. Já dentro da casa andou com cuidado pelos comodos para não ser apanhada. Em frente à biblioteca ela parou e prestou atenção ao seu redor. Entrou no cómodo e dirigiu-se a uma das estantes do fundo da biblioteca pegar no livro que tinha começado a ler a uns dias. Sentou-se na janela e abriu o livro para se entrer durante algumas horas. A ruiva estava tão entretida que nem se aprecebeu do barulho de um carro a estacionar na frente da casa nem de pessoas a conversar ao entrar em casa. Apenas se apercebeu da existencia de pessoas quando ouviu uma voz amável dizer:

- Scorpius, o teu quarto é o quarto ao lado da biblioteca. Tem uma porta de ligação com a mesma e uma varanda enorme.

Rose levantou a cabeça. Tinha acabado de ouvir o click que uma porta faz quando esta a ser aberta. Scorpius assustou-se quando olhou para o interior da biblioteca e viu uma rapariga ruiva a olhar para ele com uma cara surpreendida. Rose não teve tempo para se mexer e o rapaz loiro a sua frente já gritava pelo pai, que correu do andar de baixo onde conversava com a governanta. A sua reação a ruiva foi a mesma que a do filho, com também um musto de curiosidade pois a cara dela fazia-lhe lembrar alguém. A Rose temtou explicar-se mas o loiro não lhe deu hipótse nenhuma. Apenas lhe disse para indicar o caminho para casa que ele queria falar xom os pais dela. Rose fez o caminho até a porta sem se enganar uma ùnivca vez o que levou ambos os loiros a pensar que aquela não era a primeira vez que o fazia. Afinal aquela casa era praticamente um labirinto. Rose dirigiu-se a casa do vizinho e Draco tocou a campainha com uma cara irritada que se tornou mais irritada quando ouviu uma voz sem paciência vinda do interior da casa a reclamar algo sobre um tal Albus deixar a irma em paz e logo a seguor ouvi-lo chamar pir um James que parecia que tinha desaparecidobdo mundo e ainda promessas para alguem que Draco supos que fosse a tal irmã do tal Albus sobre deixa-la comer um cupcake. E ainda reclamar sobre uma tal Rose desaparecida que Draco teve a scerteza ser a rapariga atraz dele.  Tudo isto dito num espaço de cerca de um minuto que foi o tempo de Harry acabar de decorar os cupckes que fazia para a festa de anos de um dos amiguinhos de Albus, limpar as mãos e abrir a porta. A cara do loiro mais velho mudou de irritação para surpresa num milésimo de segundo ao ver Harry Potter na sua frente. Ele contava encontrar-se com ele, mas não desta forma. Rose que tentava entrar em casa sem ser notada xoi agarradabpor um braço e empurrada para a sala enquanto harry fazia sinal a Draco que entrasse. O moreno ao reparar na figura que entrou a seguir a Draco sentiu um aperto no coração que preferiu ignorar e gazer de conta que nunca tinha acontecido.

Harry sedeu os lugares do sofá grande a Draco e ao filho enquanto que ele e Rose se sentaram nas duas poltronas nrancas de pele que existiam perto do sofá. Harry olhou para Rose a pedir explicações do que tinha acontecido para Draco ter de a trazer a casa com a cara irritada com que estava.

- Eu talvez, só talvez, tenha entrado na casa do vizinho a sucapa sem a autorização de ninguém para poder ir a biblioteca! - Rose disse num tom de voz parecido a um miado.

- Quantas vez  é que tu fizeste isso, Rose? - Inquiriu Harry com uma cara e um tom nada simpático.

- Algumas vezes por semana durante os verões que passei aqui em casa nos últimos anos. - Disse Rose ainda mais baixo.

Harry não sabia o que fazer nem o que dizer, porque afinal a sobrinha amdava a invadir a casa dos vizinhos e ele nem se tinha apercebido. Tinha de tirar férias. Draco olhava expantado para a garota. Não sabia o que pensar. Ou a garota era boa no que fazia ou então os seus empregados e que eram incompetentes. Depois que Harry se acalmou mandou Rose chamar o primo para a mesa já que estava na hora de jantar e convidou Draco e o filho pra jantarem.

- Aceito apenas porque sei que não te calarás até que eu aceite apenas por isso. - quando na realidade tinha a razão de Draco ter aceitado tinha a ver com o facto de ele não comer algo feito por Harry à mais de 20 anos. James desceu acompanhado da prima que lhe estava a contar o que tinha sucedido nessa tarde e a ouvir o típico eu avisei-te de sobrancelha levantada que só James conceguia e sabia fazer. 

O jantar estava uma autêntica delícia e estava bastante animado entre a discução entre os dois filhos mais novos de Harry com o primo Hugo, irmão de Rose, a conversa sem nexo entre Rose e James sobre algo a ver com se ficava melhor fazer a sombra de um objeto ao desenhar da direita para a esquerda ou se da direita para a esquerda e a conversa de Harry e Draco sobre a vida de Draco depois de ele ter decidido abandonar todos os amigos e ir para Nova York. O tom de Harry estava nitidamente recentido. Scorpius era o único que se encontrava em silêncio, a aproveitar o momento, uma vez que normalmente a única refeição animada que tinha era a da escola.

No fim da refeição todos se dirigiram a sala onde comeram tarte de maçã e canela com suspiro por cima. Harry deixou os três adolescentes subirem para o quarto de Rose na condição de não fazerem confusão. Harry e Draco ficaram na sala a conversar sobre um pouco de tudo,interrompendo apenas para Harry levar a pequena Lily para a cama que estranhamente havia adormecido no colo de Draco. Lily não costumavavconfia em ninguém que tivesse acabado de conhecer e agora dormia no colo de Draco como se ele fosse uma auténtica almofada gigante. Enquanto Harry tratava da ruiva pequenina, o loiro conversava com Al e Hugo que dizoam nunca ter visto alguém com um cabelo tão loiro quanto o de Draco.

Scorpius tinha ficado surpreendido ao entrar no quarto de Rose, pela sua conversa ele já tinha percebido que o quarto dela estaria cheio de desenhos quadros e pinturas. O rapaz passeou pelo quarto para ver melhor todos os trabalhos e estacou na frente de um quadro pintado a aguarela de um rapaz que ele identificou como sendo James e um rapaz de cabelos azuis passeando por um park. Quando ouviu alguém picarrear atrás de si virou a cara na direção do som e corou levemente, ação que levou a ruiva a pensar que o rapaz parecia muito fofinho, ao ver Rose a apontar-lhe o lugar no puffe ao lado de James. Scorpius foi perguntando o qie se poderia fazer na cidade onde estaria a viver apartir de agora. As respostas que recebeu foram variadas, desde ir ao cinema a ir à praia ou piscina. Dava para fazer um pouco de tudo. Apesar de Rose ter insistido Scorpius não falou nada sobre o seu passado, dizendo apenas que não era um assunto para o quall ele estivesse preparado para falar com estranhos. Rose fez bico quando ouviu o rapaz que ela havia apelidado de Ryo, nome que James estava proibido de usar, derivado do segundo nome do rapaz ser  Hiperyon, chama-la de estranha. 

Já passava da uma da manhã quando o pai e filho Malfoy voltaram para a sua casa para descansarem. Scorpius tinha ficado de se encontrar com os seus 2 novos amigos para que estes lhe mostrassem a cidade. Ambos os Malfoy dormiram bem nessa noite, tendo o Malfoy mais velho sonhado com uns olhos verdes cor de esmeralda e o mais novo ter sonhado com os olhos mais azuos que ele tinha visto até aquele dia.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...