História Por acaso, virou amor - Capítulo 34


Escrita por: ~

Postado
Categorias Demi Lovato, Nick Jonas, Taylor Swift
Tags Amizade, Amor, Nick Jonas, Romance, Taylor Swift
Exibições 16
Palavras 1.044
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi gente.. mais uma vez me perdoem pela demora, mas essas semanas foram bem corridas, e eu estava sem tempo de terminar esse capítulo pra postar. Espero que vocês gostem, e desde já peço que por favor, não fiquem bravos (as) comigo.
Boa leitura!

Capítulo 34 - A Descoberta


Fanfic / Fanfiction Por acaso, virou amor - Capítulo 34 - A Descoberta

Por Pedro

 

Já tem quase uma hora que estamos estudando, e eu confesso que estou ficando entediado. Sinceramente, não sei como Elisa aguenta. Sem querer (querendo), eu começo a provocá-la dando mordidas em sua orelha, descendo por toda extensão do seu pescoço.

‒ Hey, mocinho ‒ ela diz, entre os nossos beijos ‒ temos que continuar estudando.

‒ Amor, vamos parar só um pouquinho ‒ faço carinha de cachorro sem dono pra ela ‒ Prometo que depois não atrapalho mais.

‒ Tudo bem... você venceu ‒ ela coloca os livros em cima da mesa, e pula em meus braços, me dando um beijo

‒ Como se fosse muito difícil te vencer, né? ‒ eu digo, a provocando.

‒Ah … senhor Pedro, você não me conhece mesmo, né? ‒ ela começa a me dar tapinhas

‒ Pode me bater o quanto quiser. ‒ sem que ela esperasse, eu me levanto, com ela ainda em meus braços. Deito ela no sofá, e faço o mesmo ao lado dela, ‒ Tapa de amor não dói.

‒ Ah é mesmo? ‒ Elisa me lança um olhar sexy, que eu não consigo resistir, e começo a me aproximar dela pra lhe beijar, mar ela me para colocando sua mão entre a gente ‒ Não vá com muita cede ao copo, mocinho. Você disse que seria só uma pausa, e nada mais do que isso. ‒ eu caio na risada

‒ Vai dizer que você não quer o mesmo que eu?

‒ Querer não é poder, meu queridinho. ‒ ela consegue se levantar, me dá um selinho, e começa a caminhar ‒ Que tal se a gente vir um filme?

‒ É pode ser. ‒ desde que depois você deixe eu chegar perto de você, completo em pensamento. ‒ Mas eu escolho... ‒ pego a caixa que estava nas mãos dela. Elisa fica me olhando sem entender ‒ Você com certeza vai me fazer ver “A escolha perfeita”. ‒ ela ri de mim

‒ Eu juro que você gostaria do filme.

‒ Assim como gostei de “Um amor pra recordar”, né? ‒ ela ri mais ainda. Se ela soubesse como esse sorriso deixa o mundo mais bonito...

Depois de escolhido o filme, e da pipoca já ter sido estourada, começamos a assistir. Não pude deixar de notar, que vez ou outra, Elisa olhava algo em seu celular, mas fingi não notar. Não quero bancar o ciumento, mas tenho ciência de que não sou o único a notar a beleza dela, e embora confie muito nela, tenho medo de que algum engraçadinho (como aquele otário do seminário) consiga o número dela, e começa a atormentá-la.

Quando o filme termina, já se passam das cinco horas, e eu decido ir embora, pra deixar que ela estude. Mas prometo voltar a noite, pra que a gente jante juntos.

 

 

Por Elisa

 

Algumas horas mais tarde...

 

Eu tinha acabado de sair do banho, quando percebo a presença de Beth no quarto. Ela estava jogada na cama, me encarando como se eu tivesse feito algo errado.

 

‒ Posso saber o que foi, hein?

‒ “Não vejo a hora de fazer as provas, pra gente conseguir ir embora dessa país” ‒ Beth com o meu celular na mão, lê uma mensagem, que provavelmente foi enviada pela Bela. ‒ Quando você iria me contar isso, hein?

‒ Hoje mesmo... ‒ ela começa a me analisar, ‒ é sério.. só não disse antes, porque não estive com você durante o dia.

‒ Então quer dizer que você foi selecionada pro intercâmbio ‒ Beth pula na cama feito criança

‒ Siiim... ‒ eu digo, começando a pular (embora no chão) junto com ela

‒ Isso é o máximo ‒ Beth desce da cama ‒ Já posso ver, o nome da minha amiga saindo nas revistas mais importantes do mundo acadêmico.

‒ Não é pra tanto, Beth. ‒ eu pego a toalha pra enxugar meu cabelo

‒ Claro que é. ‒ ela joga uma almofada em mim

‒ Só vou te pedir uma coisa... ‒ Beth para de me jogar almofadas, e começa a prestar atenção em mim ‒ Não comenta nada sobre isso com o Pedro ainda, tá? ‒ ela fica parada me analisando, esperando uma resposta ‒ Eu preciso esperar o resultado das semanas de provas, pra depois sim, conversar com ele.

‒ Acho que vai ser bem difícil você esconder isso dele, mas eu prometo não contar nada ‒ ela passa o dedo pela boca, como se estivesse fechando um zíper.

 

Depois dessa pequena conversa, fomos pra cozinha começar a preparar o jantar, que ficou pronto em uma hora. Ela desceu pra chamar o Lê e o Pedro pra participarem desse momento. Eu fiquei mal em muitos momentos do jantar. Esconder algo dele já ruim de mais pra mim, imagina, coisas desse tipo.

 

Por volta de meia noite, eles saíram, e Beth e eu ainda ficamos um tempo conversando sobre o intercâmbio, Portugal e outras coisas de meninas.

 

 

Na segunda-feira...

 

Por Pedro

 

Depois de uma prova bem difícil de biofísica, eu estava sentado conversando com o Victor, já que Elisa e Bela estavam resolvendo algo que eu não faço ideia do que seja.

 

‒ Muito legal as meninas passarem pro intercâmbio, né?

‒ Que meninas? ‒ eu pergunto, sem entender, e ele, começa a rir

‒ Ué, as meninas... a Bela e a Elisa. ‒ devo ter feito uma cara de muito espanto, porque Victor me olhou surpreso.

‒ Você tem certeza disso?

‒ Claro que tenho, Pedro... Foi Bela quem me contou. Vai dizer que você não sabia?

‒ Não. ‒ eu termino de falar e já saio andando

‒ Onde você vai? ‒ Victor pergunta assim, que eu começo a me afastar dele

‒ Resolver uma coisa.

 

Por Elisa

Eu estava na sala resolvendo alguns últimos assuntos sobre o trabalho, junto com a Bela.

‒ Oi Pedro... tubo bem? ‒ ouvi Bela dizer, e eu parei tudo o que estava fazendo, pra ir até ele, que estava com a cara um pouco fechada

‒ Tudo ‒ ele dá um sorriso seco ‒ Será que eu posso ter uma conversa com você, Elisa?

‒ Pode ‒ Bela sai, nos deixando sozinhos ‒ Aconteceu alguma coisa, amor?

‒ Quando é que você pretendia me contar sobre o intercâmbio?


Notas Finais


O que será que vem por aí, hein?


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