História Por entre Barreiras - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Bakugo Katsuki, Lida Tenya, Midoriya Izuku, Todoroki Shouto
Tags Abo, Alfa, Beta, Iidashou, Katsudeku, Kirikami, Mpreg, Ômega, Omegaverse, Policial
Visualizações 127
Palavras 1.629
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Harem, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


- EAEE Eu backei com mais um capitulo que, sinceramente, não tem nada de mais e.e não sei o que exatamente vocês vão pensar ISUHAIUHSIAUS, mas eu to adorando escrever essa fic gente <3 EU AINDA NÃO RESPONDI OS COMENTS mas to indo assim que apertar 'Enviar Capitulo' e.e hue.
- Prestaram bem atenção no que o Kaminari disse no capitulo anterior né? Espero que sim, porq se não voces vão ficar, quequetacôtesenu, MAS OK, hoje nem tenho muito o que dizer e.e mas agradeço do core black meu os favoritos e os comentários <3 vocês são demais <3

Capítulo 3 - Vontade


Fanfic / Fanfiction Por entre Barreiras - Capítulo 3 - Vontade

- Ei, Kacchan! – Cutucou o amigo loiro que permanecia sentado olhando seu reflexo no pequeno amontoado de água a seus pés.

- O que foi? – Balbuciou não o olhando, mexeu os pés apreciando a água se mover com o vento.

- Sabemos que o ômega foi levado pelos caras maus! – Logo dois amiguinhos se juntaram a ele. – Bem feito, não é? Por ser um Ômega! – Começou a rir acompanhado dos garotos ao seu lado.

Katsuki o olhou de esguelha estreitando as írises coloridas. Não sabia o porquê, mas a vontade de fazê-lo retirar aquelas palavras foi absurda.

- Você estava com ele, não é? Aposto que deixou ele ser levado! – Começou a rir orgulhoso, porém algo o empurrou para trás e logo seu rosto ardia pelos tapas e socos do loiro. Caíram no chão áspero e duro, Katsuki gritava e batia no amigo, sentado contra ele.

Eles não sabiam o quão assustador tinha sido, o quão desesperado ficou ao ver seu amigo chamando por si e não poder fazer nada. O quão inútil havia se sentido perante aqueles adultos.

- Katsuki, saia de cima dele! Chamarei seus pais! – A professora apareceu ao ser chamada pelos dois amiguinhos do gordinho que ainda apanhava do loiro.

- Você não sabe de nada! – Suas palavras saíram trêmulas, enquanto seus olhos lutavam para as lágrimas não caírem. Deixá-lo ir? Que tipo de amigo faria isso? Odiava o Deku por vários motivos, mas ele ainda continuava sendo seu colega de escola.

Lutou, contudo a professora o tirou de cima do colega e o levou à secretaria, onde sua mãe não demorou a aparecer. Levou uma bela bronca da loira maior.

- Mamãe, - o cinto contra seu peito apertava no caminho para casa. – Por que o Deku não escolheu ser um Alfa? Assim ele não teria que... ser pego pelos caras maus. – Seus olhos brilharam indicando, mais uma vez, as lágrimas desesperadas para sair.

- Bakugo! – Kirishima o chamou parando em frente a uma porta grande dupla. A frente do prostíbulo não era nada sutil, holofotes iluminavam o caminho longo pelo qual seguiam e cores provocativas estavam em todo lugar.  

- Se não quiser ir, fique. Eu vou sozinho. – Tocou a porta larga e azul.

- Não é isso. – Segurou o pulso do amigo. – Esse cheiro, está sentindo? – Deu uma fungada no ar que o loiro o acompanhou. – Quantos ômegas acha que têm aqui? Esse cheiro é muito forte. – Katsuki mordeu o lábio concordando, tocou a porta a empurrando.

O ar quente e o cheiro doce invadiram seus pulmões de um jeito avassalador, a dupla forçou a garganta arfando baixo. Dentro estava escuro, porém as luzes coloridas dançavam pelo local.

- Uau, achei que fosse mais simples.

- Apenas cale a maldita boca. – Deu uma olhada pelo local, o loiro. Mesas preenchiam o centro da sala, enquanto nas laterais haviam pequenos 'quartos' improvisados sem portas, era somente um grande quadrado dentro da parede escura, com somente cortinas presas nas laterais.

Haviam quatro 'quartos', tanto na esquerda quanto na direita, logo a frente encontrava-se as escadas com luzes nos corrimões. Muitas pessoas preenchiam o local o deixando cheio, Katsuki começara a se agonizar.

- O que a gente faz? – Kirishima o cutucou com o cotovelo não tirando os olhos das pessoas andantes.

- Por enquanto, sentamos. – Deu um passo, porém parou ao sentir a mão do amigo em seu ombro.

- Acha que vai encontrá-lo aqui? O tal do Midoriya? – Cochichou, desde que o loiro ouviu esse nome, ficou estranhamente quieto.

- Não sei, mas vou achá-lo de qualquer forma. – Andou até uma mesa redonda vazia, sentou-se acompanhado do avermelhado a sua frente. Olhou em volta e reparou, em um dos quartos que estavam próximos, um homem largo agarrado a um garoto magro e baixinho que parecia trêmulo e assustado. Seu pé agitou-se, batendo furiosamente contra o chão.

O garotinho não parecia passar dos dez anos de idade. Forçou a mão, não tirando os olhos do cara gordo. Os viu deitarem contra o sofá de camurça grudado a parede, com o gordo por cima, achou por um breve momento que ele iria esmagar a criança.

Começou a alisar o corpo do menor descaradamente, o mesmo seminu, grunhia assustado e na defensiva. O homem retirou o paletó, desatando o cinto da calça. Katsuki não conseguia ver, porém o maior sorria feliz quase que exageradamente enquanto removia as vestes que cobria o órgão do garoto dando início a uns movimentos leves com a mão rechonchuda. Expôs o membro rijo e excitado ao menor que cobriu os olhos e logo sentiu suas pernas serem jogadas para cima sendo abertas com velocidade.

- Ele não vai_ - Kirishima começou, contudo mordeu a língua ao ver o loiro bater contra a mesa se levantando e indo sentido ao garoto.

Bakugo bufava irritado e dava passos duros, lançou a mão para onde deveria estar sua arma, porém sentiu somente o vento acariciar sua pele áspera devido ao traje casual. Rosnou e puxou com força a cortina que deveria estar escondendo os atos absurdos do homem. Espalmou as costas do gordo e agarrou contra os dedos o pano da camisa branca fina e o arrancou de cima da criança o arremessando contra a mesa de vidro que havia frente ao sofá estiloso a desmoronando.

O gordo não conseguiu levantar e arfou pela dor. O garotinho sentou e encolheu-se olhando aquilo tudo, medroso.

- Bakugo, esqueceu o que viemos fazer aqui?! – Kirishima apareceu o segurando pelos ombros e o puxando para trás.

- O que aconteceu aqui? – Um loiro platinado apareceu alvoroçado. O avermelhado rodeou o lugar percebendo a atenção que haviam deslocado para si.

- É isso que fazem nesse lugar? Repugnante. – Sua expressão raivosa chegou a atemorizar o loiro a sua frente. Desgrudou do avermelhado forçando os punhos.

- N-não sei exatamente o que aconteceu, mas por favor, tenha calma. – O loiro advertiu e engoliu seco, logo percebeu o garotinho encolhido no sofá em lágrimas. – Kouta!? O que faz aqui!?

- Aoyama! – Kouta pulou do sofá e abraçou as pernas do rapaz. Tanto Kirishima quanto Katsuki ficaram sem entender. – Me desculpa! – Recebeu um olhar raivoso do maior e se encolheu abaixando a cabeça.

- Vai ter que explicar muita coisa, mocinho! – Rugiu e o escondeu atrás de si. – Peço minhas sinceras desculpas pelo transtorno que Kouta causou. – Os reverenciou com os olhos fechados.

- O garoto não fez nada. – Katsuki estralou a língua e apontou para o homem no chão com as calças arriadas e o pênis flácido a mostra. – O velhote aqui tentou abusar dele. – Percebeu o loiro dar uma olhada questionadora para o garoto que ainda se agarrava em suas pernas, o mesmo concordou rápido choroso.

- Seguranças! Levem esse homem daqui a entrada dele está proibida. – Anunciou batendo palmas discretamente assim que os seguranças ergueram e arrastaram o gordo do local. – Devo agradecer por sua intervenção, senhor...?

- Bakugo, e... Kirishima. – O loiro platinado sorriu e cochichou algo para o menor em suas pernas que saiu correndo subindo as escadas. – Estamos de passagem e precisamos relaxar, entende? – Katsuki sorriu galanteador. Talvez aquela ladainha toda estivesse dando algum resultado. – Precisamos de quartos, - revirou a cabeça no quarto improvisado onde estavam. – Quarto mesmo. Tem como?

- Claro, - mordeu o lábio retribuindo o sorriso do loiro rebelde. – Sigam-me, lhes darei um tratamento especial. – A cada passo em direção a escada fora um rebolado diferente do loiro. Os olhares antes curiosos logo foram dispersados conforme se distanciavam do salão principal. – Me chamo Aoyama Yuuga, sou o dono do lugar. – A dupla de colegas se entreolharam sorrindo, como se houvessem recebido um troféu gigante com aquela frase dita. – Preferência?

- Ômegas. – Disseram em uníssono e o loiro riu.

- É por aqui. – Abriu uma porta larga, mas diferente da primeira que entraram. – Escolham uma porta, e divirtam-se. – Era um corredor grande, como a de um hotel de luxo, era silencioso e várias portas fechadas desenhavam o lugar.

- Qualquer porta? – Kirishima perguntou, pareceu animado, contudo o cutucão que o loiro deu em suas costelas o fez repensar as palavras – Obrigado, aproveitaremos, Aoyama-san. – Suas palavras soaram como um gemido dolorido. Katsuki deu um aceno e o loiro platinado sumiu pelos corredores que vieram.

- Olha, tem câmeras. – Katsuki cochichou olhando discretamente para os cantos das paredes. – Entre em qualquer um, e veja se consegue informações úteis. - Espremeu os olhos analisando bem o avermelhado. – Não transe. – E começou os passos até uma das portas mais ao fundo.

- Quem o elegeu capitão da porra toda? – Kirishima rugiu sozinho abrindo qualquer porta que deu vontade a batendo irritado.  

Bakugo entrou normalmente em uma das portas, fechou a porta atrás de si e caminhou até a cama box de casal no centro no quarto, percebendo uma pessoa dormindo, o mesmo aparentava estar nu, contudo a coberta fina cobria-o em partes. Estranhou a diferença entre a cor do cabelo, meio branco e meio vermelho. Estralou a língua si questionando se o acordava ou simplesmente saía a procura de outro quarto.

- Iida? – O escutou balbuciar e ao mesmo tempo se mexer. O viu piscar algumas vezes e finalmente o reparar. – Cliente? Desculpe. – Foi para a escrivaninha ao lado da cama deixando seu corpo amostra ao se mexer desfazendo da coberta a procura de uma seringa pequena que injetou no antebraço sem precaução alguma.

- Ei, o que está fazendo? – Katsuki tentou intervir, mas seu corpo ficou em alerta e no mesmo instante seu lado alfa irrompeu. Sua boca salivou sedento por possessão, enquanto seu órgão formigou excedendo o espaço na box. Olhou assustado para o bicolor a sua frente que se aproximou e tocou sua camisa.

- Todoroki Shouto, prazer em conhecê-lo. – E tocou levemente sua clavícula exposta causando um arrepio forte por sua espinha.


Notas Finais


- E ai ? O que acharam? Nada de mais né? Ceis acham que o Kacchan vai dar uns pegas no Todoroki? Eu to na dúvida vei, será que vai acontecer? Será que meu cerebro é tarado o suficiente pra isso? mds scrr
- Quero postar ainda essa semana o próximo, mas vai depender do trem, e da praga do meu amigo que ta me acompanhando esses dias, vei, num da pra escrever com os zói dele olhando meu celular toda hora ;-;


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