História Por favor, fique. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Monsta X
Personagens Joo Heon
Visualizações 56
Palavras 2.810
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo único


Fanfic / Fanfiction Por favor, fique. - Capítulo 1 - Capítulo único

 

Capítulo Único

Por favor, fique

 

    Fitou-a novamente, ficava sem palavras só de olhá-la, suspirou nervoso e continuou inquieto. Coçou a nuca e continuou vendo-a conversar com um de seus superiores, não sabia do que ela trabalhava, mas pelas credenciais e pela quantidade de vezes que a vira transitando em eventos, desconfiava que trabalhava para a imprensa ou na organização.

Havia algo nela que lembrava Hyorin, talvez uma doce rebeldia ou o porte decidido, mas era algo que deixava-as com uma aura forte. Ele levantou-se inquieto da cadeira e começou a andar incerto na direção dela, queria vê-la de perto e dizer que estava interessado no sorriso dela. As mãos estavam trêmulas e as pernas pareciam feitas de papel, ele sentia que iria cair a qualquer momento, talvez assim ela o notasse.

As mãos foram de encontro com o cabelo escuro, quem olhasse de longe veria um rapaz estiloso e decidido, mas ao olhar mais de perto perceberia que as mãos suavam e tremiam um pouco. Respire, Jooheon, você consegue falar com uma garota, você consegue, você é capaz, seus pensamentos eram de auto-ajuda.

— Moça? — ele chamou vendo-a se afastar, mas seu tom de voz fora baixo.

Calma, Jooheon, ele pensou colocando a mão no coração.

— Moça! — ele exclamou, mas ela continuou andando distraída.

Algumas pessoas olhavam-no. Estavam atrás do palco de um festival, o sol queimava sua pele com o calor do verão coreano, ele só desejava um suco refrescante e o telefone daquela garota para seu dia ficar mais fresco.

— Moça. — ele chamou-a olhando para os lados desconfortável com os possíveis olhares, mas ela não ouviu-o.

Ele sacudiu o punho impaciente e deu passos apressados para perto da garota distraída, sua mão pegou o braço dela logo acima do cotovelo. A pele dela era tão quente e macia, mas não pode aproveitar daquela nova textura, uma descarga elétrica houvesse lhe atingiu sua mão do corpo da garota.

Ela encarou-a séria de início, mas em seguida sua expressão suavizou-se. O corpo de Jooheon ficou inabitado por alguns segundos, como se sua alma houvesse fugido de seu corpo de nervosismo.

— Olá? — ela balançou a mão frente ao rosto de Jooheon.

Os olhos castanhos da mesma eram como espelhos brilhantes e negros, os cabelos eram ainda mais ondulados de perto, pele era da cor de um fim de tarde, as bochechas cheias de pintinhas lustrosas, os lábios chamavam atenção e as expressões confusas deixavam-na.

—  O-Oi. — ele respondeu confuso e envergonhado.

— Aconteceu alguma coisa? — ela indagou o fitando nos olhos.

— Não, quer dizer...— ele pausou desviando o olhar do dela. — Pode me passar seu telefone? — ele indagou encarando os próprios pés.

Ela ficou completamente ruborizada e as palavras pareciam se amontoar em silêncio nos lábios, mas então ela sorriu e ele se derreteu. Ela tirou o celular do bolso, puxou a mão do mesmo e largou-o sobre a palma.

— Isto é um assalto? — ela indagou rindo e ele entreabriu os lábios desentendido. — Não entendeu? — ela indagou e ele parou analisando tudo.

— Ah! — ele entreabriu os lábios.

Meses se passaram desde este dia, nada havia mudado na vida dele, ou melhor, estava empacado como de praxe. Viraram amigos e por mais que tentasse demonstrar que não estava interessado em amizade com ela, ele falhava e sentia que ela estava fugindo de um relacionamento. Não importava o quanto ele tentasse deixar claro seus sentimentos, parecia que ela notava ou se forçava a não notar.

— Jooheon-ah, fale para ela de seus sentimentos. — Hyungwon disse sendo prático.

— Fala como se fosse fácil. — Jooheon retrucou jogando-se no sofá.

— Não é impossível. — Kihyun redarguiu. — Você sempre disse que seria fácil conquistar a mulher dos seus sonhos. — ele sorriu irônico.

— Ah, hyung! — exclamou cobrindo o rosto. — Eu não consigo! — choramingou.

— Seja homem, mostre para ela quem é o Alpha! — Minhyuk disse fazendo uma dança estranha.

— Ela é o alpha. — Changkyun comentou sentando-se no chão. — Ela gritar com o hyung, ele chora. — riu cruelmente.

— Você não está ajudando. — Shownu que estava quieto até o momento repreendeu-o. — Converse com ela e diga que a ama. — comentou como um robô.

— Exato, o máximo que você vai ouvir é um “não”. — Hoseok comentou comendo seu ramen.

— Esse é problema. — Jooheon comentou. — Eu gosto tanto dela. — ele fechou os olhos e fez uma careta de dor.

— Vá! Vá! Vai se atrasar para encontrá-la! — Kihyun começou a empurrá-lo para a porta. — Se declare, caso contrário vai dormir na rua, pois não vamos abrir a porta para um covarde. — ele disse fechando a porta em sua cara.

— Ah! — choramingou andando pelo corredor do prédio.

Pegou um táxi e enquanto ia encontrá-la, mordeu todos os dedos da mão até que ficassem vermelhos. Enquanto isso, ela estava sentada na calçada a espera de Jooheon, seus pensamentos flutuavam sobre a cabeça e refletiam nas expressões desgostosas, quem diria que a ocidental que os coreanos chamavam de coração livre estava com dor causada pelo amor. Ela que sempre fugiu de relacionamentos e sempre se sentiu presa as pessoas, mas agora ela queria transbordar aquele garoto de amor.

— Está atrasado. — ela disse ouvindo as passadas dele.

— Levante do chão, parece criança. — ele redarguiu bravo.

Ele era sempre tão doce, mas ultimamente estavam em crise. Os olhos da mesma pairaram sobre as bochechas gordinhas e sobre os olhos longos, ele estava claramente bravo com algo.

— Aconteceu algo, Jooheonnie? — ela levantou se aproximando dele.

— Nada de sério. — ele sorriu, mas não era um sorriso de verdade e ela notou.

— Ok. — ela disse contrariada. — Então, sorria de verdade. — ela alfinetou-o.

Ele apenas suspirou pesaroso.

— Ah, por favor, Majin Boo. — ela choramingou e ele começou a gargalhar alto em plena rua. — Hm, agora sim! — ela exclamou rindo dele.

— Onde vamos, senhorita? — Jooheon disse secando os olhos.

— Vamos na cafeteria de um amigo. — ela comentou olhando-o por cima do ombro. — É aqui perto, ele abriu faz um mês e  ainda não tive oportunidade de ir lá, então, vamos juntos? — ela indagou observando-o.

Parecia buscar alguma resposta nas feições dele.

— Ok. — ele respondeu e começou a andar ao lado dela.

Era difícil andar na rua sem temer ser pego por algum paparazzi, mas caso os pegassem, seria mais um motivo para ele se declarar para ela e o mundo, — convenhamos que ele é um tanto romântico.

— Você não parece muito à vontade com a ideia. — ela comentou esfregando as mãos geladas no moletom.

— Só estou cansado. — ele passou um dos braços por cima dos ombros dela e puxou-a para mais perto.

Desejava tê-la ainda mais perto para enfim mergulhar seus dedos nos cabelos ondulados, afundar-se naqueles lábios avermelhados e beijar cada pintinha brilhosa naquele rosto dourado. Deitar em seus braços seria um sonho sendo realizado, queria que o colo dela fosse sua cama.

— Depois de um café e um bolo tenho certeza que me contará tudo. — ela disse brincando com os dedos dela por cima de seu ombro.

Como amava o cheiro dele e o calor que emanava era tão quente e protetor, queria o perto o suficiente para que não sentisse mais medo de nada.

— Ok, vou acreditar. — ele riu desvencilhando-se dela assim que viu pessoas  na rua.

— Queria te entender, Jooheon. — ela murmurou e ele abaixou a cabeça.

Nunca conseguia entender como um cara simples que nem ele podia complicar as coisas tão rapidamente.

— Eu também queria te entender. — ele retrucou.

Ela suspirou tentando não parar onde estavam e xingá-lo ou até mesmo desistir daquele passeio.

Andaram por longos minutos silenciosos, as ruas que estavam desertas começaram a se movimentar de pessoas, as luzes piscavam na frente dos estabelecimentos e as pessoas já pareciam mais alegres. Jooheon andava esbanjando estilo por aí e algumas garotas paravam para olhá-lo, ela apenas ria de como aquilo alimentava a confiança dele com as mulheres de certo modo.

— Jooheon-ah, não era você que queria andar disfarçado? — ela indagou e ele estreitou os olhos para ela.

— Está com ciúmes? — perscrutou com um sorriso sacana nos lábios.

Ela desviou o olhar desconcertada.

— Não seja bobo. — ela respondeu sentindo o rosto queimar. — Só disse que está chamando a atenção das pessoas demais, alguém pode te reconhecer. — ela disse colocando as mechas do cabelo para trás.

Ele sorriu contente vendo-a sem graça.

— É logo ali. — ela apontou apressando o passo.

— Hey, espere, sua maluca! — ele exclamou apressando o passo.

O local era bem rústico com grandes mesas de madeira e bancos de dois lugares com almofadas escuras. Cheirava a café e pães quentinhos, não havia muitas pessoas lá e tocava uma música agradável.

— É tão bonito! — ela exclamou com os olhos brilhantes. — Olá, oppa! — ela acenou para o garoto atrás do balcão digital.

— Olha, minha dongsaeng favorita! — ele disse saindo detrás do balcão e correndo até ela.

— Oppa? — Jooheon disse fazendo uma careta incrédula.

O rapaz envolveu-a em um abraço e encarou Jooheon pelos cabelos dela.

— Haja paciência! — ele murmurou azedo.

— Achei que você nem viria. — ele sorriu apertando as bochechas dela.

— Eu prometi que viria. — ela sorriu e olhou para o lado vendo a cara amarrada de Jooheon. — Ah, Jinhyung, este é meu melhor amigo. — ela puxou Jooheon para perto. — Jooheon-ah, este é um amigo antigo. — ela cutucou. — Se você não melhorar essa cara, vou socá-la. — ela ameaçou e ele entreabriu os lábios assustado.

— Prazer em conhecê-lo. — Jooheon inclinou-se em uma reverência.

— Igualmente. — o rapaz reverenciou-o. — Qual mesa? — o mesmo indagou.

— A mais afastada. — Jooheon respondeu e recebeu uma cotovelada.

— Pode ser aquela da janela lá no fundo? — ela indagou e Jinhyung olhou para trás.

— Claro. — ele sorriu. — O que vão querer? — indagou voltando para trás do balcão.

— Um americano. — Jooheon respondeu de cara sem nem olhar o cardápio.

— Deixe-me ver. — ela disse olhando para o cardápio na parede. — Um chá de maracujá com hortelã. — respondeu e Jinhyung sorriu.

— Que coisa de velha. — Jooheon comentou.

— Hey! — ela exclamou com um sorriso brincalhão.

— Vão querer algo de comer? — Jinhyung indagou.

— Por enquanto, eu não quero e você? — ela ergueu o olhar para Jooheon.

— Nem eu. — ele respondeu socando as mãos nos bolsos.

— Ok, em 10 minutos levo suas bebidas. — Jinhyung disse sorrindo.

— Então, vamos sentar, Jooheonnie. — ela puxou-o pelo pela jaqueta.

Ele andou até lá emburrado e jogou-se no banco em frente ao dela, abriu as pernas e esparramou-se no lugar.

— Se você vai ficar agindo como criança, nós vamos embora. — ela disse erguendo a sobrancelha. — Não me desafie, Lee Jooheon. — ela disse batendo de leve com o punho na mesa.

Os olhos de ambos se encontraram e colaram um no outro, parecia que aquele momento era apenas para se apreciarem em silêncio, mas Jooheon desviou.

— Não podemos ir em outro lugar? — ele indagou.

— Por que? — ela indagou. — É tão legal aqui.

— Não gostei daqui, nem do seu amigo. — disse sendo sincero.

— Ah, para! — ela disse recostando-se na cadeira. — Ele é super querido. — ela afirmou.

— Não achei. — ele retrucou.

Ela suspirou fundo.

— Vamos só tomar nossas bebidas e vamos embora, ok? — ela disse e Jooheon assentiu.

O silêncio se instalou por aquela mesa.

Jooheon estava com muito ciúmes e o maldito Jinhyung ficava mandando olhares com segundas e terceiras intenções para ela a cada vez que passava perto da mesa deles, mas ela parecia não perceber. Aquela noite seria decisiva, ou ele desistia ou ele continuava amando-a. Queria apenas que ela olhasse-o e visse seus sentimentos, que aqueles olhos negros brilhassem ainda mais quando o visse e que seus corações batessem juntos sempre, e para sempre.

Foram os 10 minutos mais longos da vida de ambos. Ela queria ter apenas um pouco de paz com ele onde pudessem se olhar e sentir prazer na presença um do outro, queria vê-lo fazendo rap e compondo enquanto jantavam, queria assistir filme de terror com ele e protegê-lo dos monstros, queria vê-lo dormindo novamente e novamente. Ela suspirou com os olhos quase marejados.

— Aqui estão suas bebidas. — Jinhyung colocou-as sobre a mesa.

— Obrigada! — ela sorriu puxando a xícara para perto.

— Como é que está o trabalho? — Jinhyung indagou.

— Ah, está bem. — ela sorriu educada enquanto via as expressões endurecidas de Jooheon.

Ele ia morder o rapaz logo se continuassem assim.

— Nós estamos com um pouco de pressa. — ela disse e Jinhyung se desencostou na mesa.

— Ah, vou deixá-los, então. — ele sorriu educado e saiu.

— Não estou criando um cachorro. — ela disse tentando não parecer um xingamento.

Ele ergueu o olhar distraído.

— O que? — Jooheon indagou.

— Se você visse sua cara, teria medo. — ela disse séria.

— Ah, desculpe. — ele pediu sem profundidade enquanto bebericava seu café.

Ela suspirou fundo novamente. Foram mais alguns eternos minutos em silêncio enquanto bebiam suas bebidas e tentavam não começar uma discussão em público.

— Terminou? — ela indagou e ele assentiu. — Então, vamos. — ela levantou pegando seus pertences.

— Não quer ficar mais um pouco? — ele indagou sentindo-se culpado.

Era óbvio que não queria estragar a noite, mas só tinha se dado conta agora.

— Não. — ela respondeu seca.

Ele entrou quieto no encalço dela. O coração pesava dentro do peito.

— Obrigada por nos receber, Oppa. — ela respondeu reverenciando-o.

— Eu que agradeço pela visita, voltem sempre. — ele sorriu e reverenciou-os.

Ela saiu andando alguns passos na frente dele, o coração dele começou a acelerar muito rápido. Ela não era assim, apesar de ser pavio curto, sempre fora mais paciente que ele. Entraram em uma rua mais vazia e ele resolveu fazer algo quanto aquilo.

— Espere. — ele murmurou agarrando-a pelo braço.

A mão quente dele apertou-lhe bem acima do cotovelo e ela cambaleou alguns passos para trás. Ela encarou a mão dele e em seguida ergueu o olhar para ele, os olhos se encontraram e ele sentiu aquele choque. Foi exatamente a mesma sensação que sentiu quando a viu pela primeira vez e quando tomou coragem para falar com ela.

O silêncio reinou, mas não de propósito. Eles não conseguiam falar e nem tinham ar, os olhos eram engolidos pelas íris dilatadas, as mãos inquietas loucas para tocar um no outro e aquela sensação de conforto.

— Desculpe. — Jooheon se afastou um passo. — Minha intenção não era estragar o nosso passeio, eu só… — ele pausou.

— Jooheon-ah, eu não consigo te entender, você quer continuar sendo meu amigo, mas briga o tempo comigo e não parece se importar com nada, era tão mais fácil quando você era doce e amoroso comigo e com todos, eu não sei o que dizer para você mais, não sei se podemos continuar assim. — ela disse desviando o olhar.

Foi como um flashback e ele pode rever todos os momentos felizes entre eles, mas logo em seguida viu as brigas tomando conta das memórias.

— Por favor, fique. — ele pediu com os olhos cheios de lágrimas. — Não me deixe, eu prometo...— ele pausou.

Ele não conseguiu falar mais nada, as lágrimas começaram a escorrer de seu rosto e ele percebeu que estava fazendo tudo errado para conquistá-la. Ela trancou a respiração nervosa enquanto seu coração destruía suas costelas.

— Não chore. — ela pediu se aproximando dele.

Os dedos dela tocaram as bochechas úmidas dele e tentaram secar as lágrimas dos olhos estreitos, ela não queria vê-lo chorar por sua causa.

— Me desculpe...— ele pediu soluçando.

— Olhe para mim. — ela pediu e ele abriu os olhos. — Não quero que chore pelas coisas que eu disse, nem se sinta culpado, eu sou culpada também. — ela sorriu tentando acalmá-lo.

O coração dela estava se partindo dentro do peito, não queria vê-lo chorar mesmo que estivesse errado, pois o ama e machucá-lo era a última coisa que queria, por isso, nunca se declararia para ele. Ela sentiu as mãos dele lhe tocarem seus braços e saiu de seus devaneios culpados. Suas mãos ainda secavam as lágrimas no rosto quente e vermelho, os olhos se encontraram tão perto e ela conseguiu sentir o hálito com cheiro de café quente dos lábios dele.

— Por favor, fique. — ele repetiu.

Ela se sobressaltou, pensou em fugir, mas seu corpo fez os movimentos contrários. Ela segurou o rosto dele e selou seus lábios, o coração dela se acalmou e encontrou a paz que tanto procurava. Os músculos de Jooheon se enrijeceram de susto, mas logo relaxaram e ele a puxou pelos braços mais para perto. Os lábios se moviam com cuidado e ternura, as mãos amaciavam as partes tocaram, as línguas se enroscavam, as respirações se conectavam e os corações batiam juntos e com simetria pela primeira vez.

A boca dele estava salgada pelas lágrimas, mas isto não importava, ela queria mais daquele oásis. Acariciava o rosto e cabelos dele, a batalha das línguas estavam acabando com ar deles e os dentes mordiam os lábios delicadamente. Separaram-se para recobrar o ar, mas Jooheon selou os lábios dela novamente sem nem esperar o ar encher seus pulmões.

Ela riu entre o beijo percebendo que ele também precisou dela todo esse tempo.

— Não se preocupe. — ela murmurou abraçando-o. — Não vou a lugar algum sem você. — ela apertou-o. — Só espero que você também fique. — ela afundou-se no ombro dele.

— Demorou tanto. — ele afundou o nariz nos cabelos dela.


Notas Finais


Espero que gostem dessa oneshot, ainda vou corrigir erros ortográficos. ♥ Obrigada desde já♥


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