História Por fora frio, por dentro quente - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Tags Eren, Ereri, Levi
Visualizações 131
Palavras 1.084
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


fanfic respostada.

essa fic é velha, porém como apaguei, estou repostando de novo.

ela esta lá no nyah, nesse caso não se trata de plágio.

ela é curta, tem apenas 5 cap.

Capítulo 1 - Lábios Intocáveis


Fazia dias que a humanidade finalmente teve o gosto da vitória contra os Titans, mesmo assim, as tropas continuavam exercendo seus serviços. Ainda havia o receio de existir mais Titãs vagando por ai.

Nunca mais me senti aliviado depois da morte dos meus pais, talvez só tenha tido essa sensação quando me transformei em Titan e permaneci vivo.

Encontro-me deitado de bruços, lendo um livro em mãos, enquanto minhas pupilas se concentram desesperadamente em querer continuar lendo. Mas eu não conseguia, não com a expressão fria de Rivaille pairando feito uma nuvem na minha cabeça. Os flashes passam e voltam. Eu estava cada vez mais perturbado, queria de toda as formas contornar essa relação. Acho que não tinha muito que fazer, depois de ter me rendido e dormido com o mesmo. Girei na cama, e pus o braço em cima da testa, tapando o sol que teimava queimar minha retina. De novo vi o rosto pálido invadir meus devaneios, mas era aquele olhar intenso, junto da respiração falha e dos cabelos bagunçados. A única coisa desagradável de dormir com Levi, é seu modo sádico e doloroso, sem sentimentos. De toda a forma, ainda assim, é muito prazeroso, porém, não seria mal se ele conseguisse ser um pouco mais amoroso.

"Levi é tão sexy quando me encara de forma faminta."

Meus olhos arderam ao lembrar. Só de pensar, meu sexo pulsa de desejo, e isso obviamente é um crime.

Ouvi algumas batidas na porta, fracas, mas o suficiente pra que pudesse escutar. Abri, vendo aquele que me fazia companhia mentalmente agora a pouco. Levi.

Sua respiração estava ofegante, e a farda rasgada nos ombros, havia um corte na parte esquerda do seu rosto, bem perto das finas sobrancelhas.

— Levi, está ferido? — perguntei esboçando preocupação. Logo o puxei pelo braço, que veio em contragosto. Sentei-o na cama, e fui à cômoda de madeira velha, abrindo a primeira gaveta. Ali é onde normalmente guardo os curativos. O mais velho me fitou apreensivo, não era possível que estivesse com medo de fazer curativos.

Peguei o frasco de remédio e despejei no algodão, passando no corte.

— Merda pirralho! Isso arde — ri. Como alguém feito Levi reclamava de uma simples ardência?

— Onde arrumou esses machucados?

Rolou as cinzas e empurrou meu braço.

— Fui andar a cavalo com Erwin para vasculhar a floresta e acabei caindo. — suspirou, tirando a jaqueta, ficando apenas com a regata branca. — não acha que está muito curioso?

E como sempre eu podia ter o privilegio de ouvir o doce de suas palavras.

— Eren... Pode vir aqui? — perguntou desviando o olhar. Acenei engolindo a seco. Droga, eu sempre fico ansioso quando ouço o mais velho pedir para ficar perto.

Sentei do seu lado, recebendo de novo o mesmo olhar do mais velho. Logo comecei a torcer meus dedos um nos outros, sem saber o porquê daquela ansiedade continua.

Os dedos finos do menor começaram abrir os botões da minha camiseta branca social. Enquanto o fazia, encarava os movimentos de sua mão descendo. Respirei calmamente, fechando os olhos. Logo pude vê-lo partir para o meu pescoço, me deitando sobe a cama. Seus dentes beliscaram a pele sensível do meu dorso, e os dedos se fizeram invasivos apertando minha coxa esquerda.

"Sabia que não podia ser apenas o machucado o motivo de sua vinda..."

Levi desceu toda anestésica sucção em meu abdômen, fazendo-me contorce de prazer. Seus lábios sempre fora quente, no entanto, as mãos as quais me tocam sempre gélidas.

Desceu, fitando minha calça, que apertava pelo volume. Tudo em mim estremeceu, quando vi o sorriso malicioso brotar naquele rosto frio.

— Você é muito fraco pirralho — debochou do meu estado, tirando minha blusa por completo.

A mão gelada alisou minha cintura, estando novamente sendo torturado pela boca atrevida do cabo. A única coisa que conseguia, era grunhir em meio aos toques. Sua língua agora fazia rastros de saliva pelo meu dorso, e insistia em continuar no meu pescoço descendo repetitivamente.

— Heichou... — gemi cravando as unhas em suas costas.

Levi me olhou e voltou ao cos da minha calça, abrindo o zíper. A mão massageou calmamente, deixando a boxer molhada.

Puxei-o pela nuca, querendo sentir os lábios, mas isso nunca se permitia nele. Apenas o contato pele a pele e o sexo.

— Não insista, Eren — suspirei, e o mais velho retirou minha peça com violência. — não quero tocar sua boca imunda — isso era o verdadeiro Rivaille se expondo de fato. Mesmo decepcionado, ainda estava totalmente à mercê dele. Sem me preparar senti seu membro preencher-me bruscamente. Uma de suas mãos foi a minha cintura, e a outra ao meu membro, me masturbando.

Provavelmente, suas costas ficariam arranhadas pelas minhas unhas.

Estocou uma ultima vez devagar, até que começasse a se movimentar mais rápido.

— Heichou... — gemi vendo-o segurar meu queixo e virá-lo para o lado.

— Pare de gemer meu nome, isso me deixa mais duro ainda, pirralho. — sorri, vendo o afastar a cabeça.

Meu estomago começava a ter contrações e sentia que o orgasmo viria. Tornou-se mais prazeroso quando Levi atingiu minha próstata, me arrancando um gemido agressivo. Levantei a barra de sua blusa, que foi tirada rapidamente. Permiti-me ter a visão excitante de Rivaille de olhos fechados, com o abdômen definido e as sobrancelhas juntas. Seus gemidos baixos me deixam ainda mais excitado, demorando mais a chegar ao ápice.

Levi estocou mais duas vezes até eu o sentir gozar no meu interior, e eu em sua mão.

O mesmo se jogou para o lado da cama, e deitou observando o teto, com o sorriso que crescia.

"O que se passava na cabeça de Heichou...”.

— Eren... Sobre me beijar... Não insista —. Virou de lado me encarando, podia ver seus ombros robustos e as mechas de cabelo cair rentes aos olhos. Observei-o, até que seu braço me puxasse pelo quadril e aproximasse nossos rostos.

— Queria sentir seu gosto Heichou — confessei, voltando aquela ardência nos orbes.

— Não aja como uma mulherzinha desesperada!

Levantou-se, apanhando a jaqueta e a colocando de volta. Passou as mãos pelos cabelos embrenhados.

— Tem nojo de me beijar, mas não tem de dormir comigo? — eu não aguentava ser usado apenas como um brinquedo.

Levi se virou, me puxando violentamente e segurando meu queixo agressivamente. Com certeza, doía bem mais vê-lo fazer questão de demonstrar sua frieza a mim.

— Escute pirralho! Isto aqui é apenas uma troca de favores — bradou no meu maxilar o apertando com mais força. — não se apaixone por mim.

E finalmente saiu pela porta, junto com aquele rastro de frieza que sempre carregará consigo.



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