História Por Onde Andei - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Tags Exo, Jongin, Kaisoo, Kyungsoo, Otp
Exibições 35
Palavras 1.052
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi,
Desde já agradeço a vocês por ter dado uma chance a fic, antes de lerem gostaria de relembrar umas coisas:
→ História de minha TOTAL autoria, não plagiei ninguém. Portanto, não se inspire ou copie o enredo, pois denunciaremos sem pensar duas vezes.
→ Comentários não são obrigatórios, todavia eles são muito importantes, de modo que estimulam e ajudam com que eu continue a estória de forma que agrade vocês.
→ Se não gostarem de algo no capítulo, ou tiverem dúvidas no enredo, por favor, falem diretamente conosco. Críticas apenas construtivas!

Espero que gostem e acompanhem ♥
Boa leitura

Capítulo 1 - O Início


Fanfic / Fanfiction Por Onde Andei - Capítulo 1 - O Início

Amor não é algo que decidimos quando sentir, ele simplesmente vem sem ao menos ser chamado e quando menos percebemos mais estamos o sentindo, viciando-se assim no seu amado. Kyungsoo odiava admitir isso. O amor poderia ser um sentimento maravilhoso, entretanto nem sempre é reciproco. Não escolhemos quem amamos, suas idades, cor, tamanho entre outros estereótipos o amor é imprevisível e nos traz para amar a pessoa que menos esperamos desejar. Kyungsoo vivia sempre fugindo de tais sentimentos, o amor para ele era um pesadelo sem fim o qual sempre o perseguia.

Kyungsoo não havia superado a morte de seus pais, a dor ainda era insuportável para ele. É como se houvesse uma ferida em seu coração incurável, como se alguém estivesse desferindo inúmeras facadas em seu coração. O amor que sentia por seus progenitores era de imensurável tamanho. Eles eram tudo que ele tinha, tudo de mais importante na sua vida e ele as perdeu sem nenhum aviso prévio o deixando transtornado e com o coração em pedaços.

Por anos Kyungsoo se viu perdido, solitário sem saber o que fazer. No segundo ano de sua faculdade teve que lidar com a perda e aprender a “se virar” sozinho, não existia mais em quem apoiar agora era só ele, somente ele. Os primeiros anos foram os mais difíceis, ele sempre teve seus pais o mimando e agora ele não possuía mais nada o que só aumentava a vontade de desistir de tudo, desistir da vida.

Quando Kim Jongin entrou em sua vida foi como se o sol tivesse voltado a brilhar, o que era no mínimo uma grande ironia. Os dois se conheceram em um dia chuvoso. O céu estava revolto em trevas, assim como o humor de Kyungsoo, ele tinha acabado de sair de sua árdua labuta quando um homem desorientado bateu em seu carro, por sorte nada de grave havia acontecido. Porém, nada o impediu de ir discutir com o motorista distraído, mas ele se calou quando o viu descer do carro e vir em sua direção. De uma beleza extraordinária e de grande altura, carregava um olhar sereno, aquele homem exalava paz. O que fez Kyungsoo sentir ainda mais raiva, era a calma que Jongin passava que o fazia ter certeza que qualquer discussão seria em vão.

— Seu imprudente! Olha o que você fez com o meu carro, eu poderia ter morrido sabia?! – um Kyungsoo alterado branda, apontando o dedo na face do desconhecido.

— Peço que me perdoe, não consegui enxergar seu carro com essa chuva toda. Já o asseguro que pagarei o concerto do carro.

— Isso é o mínimo que você pode fazer. Ele vai para o concerto hoje!

— Como quiser senhor. Por favor, se acalme, não quero ter que leva-lo a um hospital.

— O que você está insinuando?

— Só estou com medo de que tenha algum tipo de colapso nervoso...

Aquilo foi o estopim. Kyungsoo não sabia ao certo o porquê de estar com tanta raiva daquele homem e antes que fosse repensar em seus atos correu para onde o desconhecido estava. Com os punhos cerrados, pronto para quebrar a face do indivíduo, mas tudo parecia conspirar contra si. Quando estava pronto para atacar seu oponente sentiu uma tontura invadir lhe o corpo e logo foi ao chão. Se não fosse por Kim Jongin, ele teria se esborrachado no chão, que o assegurou em seus braços o levantando. Mesmo em devaneios Kyungsoo sentiu o aroma prazeroso que aquele ser exalava.

 

Foi surpreendido quando acordou em uma cama de hospital, do seu lado se encontrava o mesmo homem que havia batido em seu carro, que transmitia paz e ainda cheirava bem. Ele o observava sem piscar, seu olhar era intenso tal olhar que fez Kyungsso sair de orbita por um tempo.

— O que aconteceu? — Perguntou logo quando sua hipnose passou.

— Você desmaiou e eu te trouxe ao hospital, tive sorte de você ter seus documentos na carteira. Seu diagnóstico aponta uma má alimentação, você anda se alimentando bem Kyungsoo?

— Claro que tenho, não passo fome não. Qual foi o meu diagnóstico? — ele havia segurado ao máximo a vontade de xingar aquele homem de enxerido.

— Você foi diagnosticado com anemia ferropriva, Kyungsoo— disse o homem, deixando Kyungsoo um tanto cogito. Devido a sua rotina estressante ele não podia manter uma dieta regrada, mas sempre comia alguma coisa ou outra.

—Mas eu... Minha alimentação não é tão ruim assim, como verduras, tomo algumas vitaminas...

—Bom, não é o que seus exames dizem— Kyungsoo suspirou olhando atentamente para o homem a sua frente, ficando assim por longos minutos— O médico disse que você precisa descansar, e se alimentar bem. Mas sozinho você não vai dar conta, então vai ter que ficar uns dias aqui em observação e eu me ofereci para ser seu acompanhante— o silêncio voltou a reinar, sendo cortada somente pela risada sarcástica de Kyungsoo.

— Nem pensar eu tenho uma vida, um emprego e muitas obrigações, não tenho tempo com frescura de médico. E quem você acha que é para sair decidindo sobre a minha vida sem me consultar ?! Eu sei me cuidar muito bem sozinho, obrigada— Disse se ajeitando na cama para que pudesse ver melhor o intrometido que se encontrava em sua frente.

— Me desculpe, mas você não tem escapatória. Eu cuidarei de você e não queira discutir comigo senhor, aliás, eu já mandei seu carro para o concerto em uma semana ele estará de volta— Aquela era a melhor coisa que aquele desconhecido tinha falado desde que se conheceram— Meu nome é Kim Jongin, será um grande prazer cuidar de você— o homem que não era mais desconhecido disse, esbanjando um sorriso acolhedor e ambíguo.

 

Jongin parecia gostar de ver Kyungsoo irritado. Depois daquele incidente ele sempre ia visita-lo, mesmo dizendo que seria só por uma semana. O moreno não conseguia cumprir com o dito, sempre dava um jeito de aparecer na casa de Kyungsoo, aturando todas as suas palavras grosseiras, revirar de olhos e desinteresse. O moreno não parecia se incomodar com nada. Kim Jongin não queria deixar Kyungsoo em paz, ele sorria todos os dias que encontrava seus olhos raivosos atrás da porta. Kim Jongin não queria abandonar Kyungsoo nunca mais, não sabia ao certo explicar o porquê mas sabia que existia algo a mais que amizade e compaixão, estava surgindo a paixão.


Notas Finais


Primeiramente queria agradecer pelo OTP Kaisoo existir vocês tornam a minha vida mais feliz e colorida.
Também queria agradecer ao mozão Raissa (@Woder) por betar o capitulo, e por fazer com que eu tenha coragem de posta-lo, obrigada, você não sabe o quanto tu é importante pra mim.
Espero que tenham gostado.
Kisses


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