História Por Outros Olhos - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Exibições 5
Palavras 1.070
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura, liendos

Capítulo 2 - Capítulo 2


“Mesmo quando nossas esperanças fogem da realidade,

E nós temos que nos render à verdade,

Isso só significa que perdemos a batalha de hoje,

Não a guerra de amanhã”

 

“Eu era pequena, mas eu me lembro como se fosse ontem”. Eu usava uma saia cintura alta, uma regata, um colete, uma sapatilha e uma meia calça quadriculada, tudo preto. Estava de luto, era o dia do enterro dos meus pais, eu já não chorava mais, como se fosse impossível cair mais uma lágrima de meus olhos, já chorei demais, fiquei parecida com Klaus quando ele perdeu a mãe, Marlene McKinnon, madrinha de Harry. Harry... Ele não viria, já estava na casa dos tios e os mesmos não viriam. No cemitério de Godric's Hollow havia várias cadeiras brancas em frente de uma lápide de mármore em branco, e ao redor várias fotos da vida deles e com um feitiço eles ficam preto e branco. No fim da cerimônia deu para ler na lápide

'James Potter e Lilian Potter ~ pais, amigos e guerreiros ~’"

Eu já estava na estação de King Cross, na parede de tijolos entre as plataformas nove e 10. Klaus estava comigo, estávamos esperando nossos amigos, vimos primeiro uma loira que veio junto com um moreno, logo ela pula em suas costas e eles vêm correndo, enquanto isso os pais deles traziam os malões. Eles chegaram até nós e nos cumprimentamos e os pais de ambos deixaram seus malões com eles e foram embora.

— Iai, vermelhos - Madson fala (vermelhos de grifinórios).

Madson Parker era uma garota loira de olhos claros e sempre era vista com um sorriso no rosto, ela era nascida-trouxa, mas, é claro, nós não nos importávamos, ela era corvina.

— Iai, parças. Cadê as cobras? - Stiles fala rindo. 

Stiles Stilinski era um garoto de cabelos castanhos escuros e olhos da mesma cor, às vezes usava óculos, para ler, era o CDF do grupo, corvino e também tinha aquelas covinhas que dá vontade de morder.

 Lydia apareceu usando um sobretudo marrom e os cabelos amarrados em um coque firme, ela vinha acompanhada de seus mordomo, já que os pais haviam viajado, como sempre. Ela o dispensou e veio até nós soltando os cabelos e tirando o sobretudo.

— Oi, mores meus - ela fala nos abraçando - eu não aguento mais, sério! Meus pais, já superaram essa historia de eu ser amiga de vocês, mas eu preciso usar essas roupas horríveis. Já que eu tenho que preservar os costumes. - ela termina com uma careta.

— Olha aí o Nate - falo apontando com a cabeça 

Ele veio com os pais, sempre sérios e bem arrumados e o filho, coitado, do mesmo jeito, ele estava usando terno e gravata e os cabelos penteados para trás. Mas como sua família preza o sangue puro ele tinha que fingir que não era nosso amigo.

Nate tinha cabelos castanhos bem claros e olhos azuis eletrizantes e também tinha músculos.

Depois que eles foram embora ele veio até nós, tirando a gravata e o paletó. Abraçando-nos e se desculpando:

— Desculpe ainda não contar para os meus pais sobre vocês. Sabem como é eles me deserdam.

— Sem problemas, cara. São 10h30min. Vamos? – Klaus diz colocando a mão no ombro dele.

Assentimos e atravessamos a barreira e vimos a linda locomotiva vermelha, o Expresso de Hogwarts. Entramos e pegamos uma cabine, que por sorte estava vazia, conversamos e rimos até que eu e o Stiles tivemos que ir à cabine dos monitores, para receber as instruções básicas.

Passamos apenas meia hora e na volta viemos conversando:

— Você passou quantas horas lustrando esse distintivo, Tiles? – pergunto rindo e ele fecha a cara.

— Hilária você, hein? – ele diz meio zangado

— Não leve tão a sério – digo bagunçando seus cabelos

Ele colocou seu braço no meu ombro e começou a contar uma piada e rimos até ouvirmos uma voz esganiçada.

— Olha só a Srta Perfeição e o Nerd Supremo – Amber Gilles fala rindo com suas amiguinhas horrorosas – O casalzinho já assumiu?

Amber era uma sonserina, morena de cabelos lisos e tinha cara de enojada e usava roupas minúsculas achando que chama atenção e que é bonita, e seu corpo era... Quadrado.

— Ah, claro. Mas e você? Como anda o seu espelho? Desculpaa, eu esqueci, nem ele te quer, porque só de te olhar ele quebra – falo sarcástica.

Ela ia retrucar, mas antes que ela falasse qualquer coisa, Letícia e Sabrina chegavam “desesperadas”.

— Amber, o Christian está vindo aqui. Lembra que você “pediu” pra eu te falar quando ele estiver por perto? – Letícia fala meio que pulando

— Aliás, você deveria comer uma bala, tá com um bafo que dá pra sentir daqui – fala Sabrina tampando o nariz.

Amber fica desesperada e começa a correr falando que ia atrás da senhora dos doces, suas amigas a seguiam.

— Valeu. Eu já não aguentava mais aquela voz podre – Stiles fala rindo e eu concordo.

Letícia Hélida era uma garota de pele bem branquinha e cabelos encaracolados nas pontas e castanhos claros e olhos da mesma cor, ela estava no quarto ano da Grifinória. Sabrina era meio pálida e loira, de olhos claros, vivia com a pegada gótica, mas era um amor de pessoa, estava no quarto ano da Corvinal. As duas eram meio que “pau pra toda obra”.

— Não foi nada. É um prazer acabar com a graça dela – Sabrina diz rindo.

Agradecemos novamente e nos despedimos e voltamos para a cabine, lá falamos pra eles tudo que aconteceu:

— Vocês tinham que ter visto a cara dela, foi HI-LA-RI-A. – falo rindo.

— Eu pagaria pra ter visto isso – Mad fala quase se contorcendo de ri.

— Eu nunca estou por perto quando acontecem essas coisas – Lydia fala meio indignada – Mas, vem cá Christian não é aquele lufano que é louco pela Madson?

Nessa hora a mesma fica vermelha e para de ri e nós, como bons amigos, rimos da cara dela.

— Esse mesmo – Klaus fala comendo um sapo de chocolate – ele já veio varias vezes até mim e ao Stiles perguntando se ela estava solteira.

— E o que você respondia? – Nate falou desconfiado, sabendo que tinha uma brincadeira pela parte dele.

— Que ela estava livre e descomprometida, e que eu até dava a minha benção para a união desse matrimonio. – Klaus riu da cara de indignação da corvina.

Depois de risos e conversas eu peguei no sono, com o pressentimento que esse ano iria ter várias surpresas, mais do que eu imaginava.



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