História Por perto; Skj - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Imagine, Jin, Jin X You, Milkandhoney, Seokjin, Takeachance
Visualizações 31
Palavras 938
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Harem, Hentai
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo único


Não era a primeira nem a última vez que levava reclamação no trabalho, ou que se sentia angustiada por conta disso, mas agora era diferente, porque além de todas as reclamações que recebeu durante a semana, o emprego havia ido por água abaixo. 

''Pelo menos eu não terei de aguentar mais aquele velho ranzinza. ''Pensou sobre o chefe.

 Enquanto andava pela rua, lembrava da semana anterior, quando havia assumido para seu colega de faculdade, Namjoon, que gostava dele e ele simplesmente a descartou no mesmo momento, nem sequer parou para pensar.  ''Desculpe, mas você é e sempre vai ser minha amiga. Não me leve a mal.'' 

 Pensou em ligar para Seokjin, e dizer que ele tinha razão sobre tudo o que dizia, que Namjoon não era para ela, então poderia deitar em seu colo e pedir que ele fizesse seu macarrão favorito. Mas lembrou também, que a cerca de um mês eles haviam brigado por conta da insistência dela em relação a Namjoon, lembrou de Seokjin dizendo que Namjoon já gostava de alguém, e que se ela contasse sobre seus sentimentos sairia machucada. Mas ela apenas ignorou, e disse que se tornaria independente de sua amizade e proteção.

 Bufou, e se sentiu a pessoa mais idiota de todo universo, porque havia acabado de se dar conta de que sua vida não estava andando de acordo com as coisas que havia planejado, que queria que as coisas retomassem ao que era antes, e o mais importante: gostaria de ter Seokjin por perto, não para ouvir seus problemas, mas por algum motivo sentia falta dele por toda parte.

 Não havia mais ligações pedindo as anotações, nem o cheiro do macarrão que só ele sabia fazer, não havia a presença animadora e reclamona do rapaz por perto, não haviam mais mensagens no meio da madrugada com piadas completamente sem noção e nem a risada engraçada dele ao falar bobagem. Ela se sentia completamente vazia.

 Horas antes recebeu uma ligação da mãe dizendo que deveria abandonar o apartamento alugado e voltar para casa, que ficava numa cidadezinha do interior, que tudo o que ela estava fazendo era loucura. Mas apenas desligou o celular furiosa.

O as coisas não estavam indo nada bem.

 Assim que cruzou a esquina, avistou o apartamento e seguiu até lá. Assim que subiu as escadas e abriu a porta, várias correspondências de cobrança por baixo da porta. Abaixou-se ficando de  cócoras quase chorando e olhando aquele amontoado de correspondências, acabou por tirar o celular do bolso. Estava decidida a ligar para a mãe e pedir desculpas, dizer que iria voltar para casa, que não dava mais.

 Mas uma silhueta se formou na porta minuscula da cozinha. Os ombros largos, o corpo magro e esguio, e o olhar completamente infantil e acolhedor. Ela o reconheceu no mesmo momento.  

-Você não vai fazer isso. Você não vai ligar para sua mãe e desistir de tudo. - Ele disse indo até ela e puxando o celular de sua mão  assim que levantou completamente surpresa. - Eu sei que está pensando nisso.

-Como...?- Apontou para a porta. Estava surpresa por Seokjin estar ali, mas sentiu uma segurança inexpilcável. Só ele trazia essa sensação.

-Você esqueceu a chave reserva no meu carro quando brigamos.

 Sem pensar duas vezes ela abraçou o rapaz, recostando a cabeça ao seu peito e chorando. Mas não um chorinho, ela chorou por todo o tempo que ele tinha ficado longe, por todas as coisas que estava passando, mas principalmente por não ter dado ouvidos a ele.

-Você tinha razão,  Namjoon me rejeitou e eu fui demitida, mamãe ligou mais cedo, eu briguei com ela e... e...

-E...? - Ele disse passando as mãos carinhosas por suas costas -Tem certeza que é realmente por isso que está assim?

-O que quer dizer?

-A pergunta seria: o que queremos dizer?

-Eu não entendo...

-Até quando vamos fingir que não há nada? Sinceramente, até quando você vai fingir que é o Namjoon? 

-Seokjin...

-Quando vai assumir para si mesma que sou eu?

 Ela apenas o encarou sem dizer nada. Mas seu coração estava completamente descontrolado, porque ele tinha razão. Nunca fora Namjoon, e a tristeza toda não era realmente a situação.

-Por que veio? - Ela perguntou se afastando do rapaz.

-Porque eu não aguentava mais fingir que estava bem com isso.

-Fingir?

-Eu gosto de você. - Os olhos da menina se ascenderam, assim como cada parte de sua mente. Aquilo havia causado mais impacto sobre ela do que qualquer coisa que Namjoon já tenha dito ou feito -Eu estou dizendo que gosto de você.

-Eu... Jin... Bom...

 Apressadamente ele levou suas mãos ao rosto da menina, trazendo-a para si, e sem pensar duas vezes, juntou seus lábios aos dela. Assustada, mas sem relutar ela seguia o ritmo dele, até notar que nunca quis tanto aquilo como agora. Seokjin estava mudando a visão das coisas, ou melhor estava fazendo-a enxergar do jeito que era para ser. E a visão que ela tinha não era mais do seu melhor amigo. 

 Lentamente foram se separando, as mãos dela já seguravam firmemente a dele como nunca haviam feito antes, eles estavam preparados para começar um novo beijo, quando o apartamento tornou-se um completo escuro.

-Parece que cortaram a luz...- Ela disse, mas surpreendeu o garoto porque juntamente a afirmação veio uma risada, mas era totalmente espontânea.

 Exatamente aí ela se deu conta: Não importava se as cosas estavam  boas ou ruins, se ele estava lá, as coisas melhoravam. 

 Essa não seria nem a primeira nem a última vez que a luz seria cortada, ou a primeira vez que brigariam, ou que ela perderia o emprego. A vida tinha dessas coisas, mas era sempre melhor quando ele estava por perto.


Notas Finais


Espero que gostem!
:*


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