História Por que tem que ser assim? - Capítulo 6


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Categorias Originais
Tags Amor, Arrependimento, Drama, Harém Inverso, Original, Romance, Shoujo, Suícidio
Exibições 16
Palavras 771
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Harem, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Aê viado! Depois de séculos eu voltei (musica de entrada triunfal)
o capítulo não está grande, mas é isso ai. Espero que goste.

Capítulo 6 - Apenas um sonho?


Fanfic / Fanfiction Por que tem que ser assim? - Capítulo 6 - Apenas um sonho?

~~Léo on~~

            Assim que eu a vi andando pela rua em sua moto, senti uma muito grande vontade de bater nela com meu carro. E foi exatamente o que eu fiz. Eu a atropelei e sai sem nem olhar para trás. Alguém irá ajuda-la, e nem me importo. Ela que se foda. Espero que esteja doendo bastante, pois ela merece.

~~Léo off~~

~~Manu on~~

            Estou sozinha no quarto do hospital. Não posso sair daqui ainda, precisam ver os resultados dos exames e me observar por alguns dias. O ruim não é ficar sozinha, o problema é não ter nada para fazer. O que me faz pensar muito em tudo, inclusive em coisas que não gostaria de pensar.

            A coisa, ou melhor, a pessoa que eu mais penso nesses momentos é no Léo. Eu preciso entregar essa carta para ele, preciso pedir desculpas pelo o que eu fiz. Mesmo que ele não aceite minhas desculpas, eu ficarei um pouco melhor.

            Talvez seja melhor dormir, assim não irei ficar pensando muito.

~*~Sonho~*~

            Eu estou no bosque que eu e Léo costumávamos ir juntos. Eu corro para mais dentro dele, até que acabo chegando, em uma área onde não tem mais grama ou flores, apenas pedras. E o limite, dessa área, é um enorme abismo.

            Tem um carro branco estacionado perto do abismo. Eu reconheço esse carro, é o carro do Dani.

            Chego mais perto do carro e vejo que tem alguém dentro dele, além de Daniel. É uma moça que possui cabelos loiros compridos e ondulados e parece ser mais velha que ele. Não consigo ver o rosto dela, porém tenho a impressão de que a conheço de algum lugar.

            Os dois parecem estar brigando dentro do carro. A moça coloca o dedo indicador no peito de Daniel o empurrando com certa força, enquanto grita perto do rosto dele. Eu não consigo escutar o que eles dizem, pois tem uma musica calma tocada em um piano que abafa apenas as vozes. Ela dá um tapa no rosto dele e sai com raiva do carro, seguindo em direção ao bosque. Ela passa por mim, sem nem mesmo perceber minha presença, e ainda assim não consigo ver seu rosto.

Daniel fica no carro, observando a paisagem, parece estar prestes a chorar. Ele começa a socar o banco de passageiro com força, fazendo com que o banco ficasse com uma parte funda. Ele para de socar o banco e olha para seu punho, que está vermelho por causa dos socos, e começa a chorar.

             Eu entro no carro, mas parece que ele não me vê. Eu encosto minha mão nele, mas ela o atravessa. Eu tento falar, mas minha voz não sai. Tento pegar em algo, mas nada fica em minhas mãos. Aparentemente sou como um fantasma, e não estou gostando nada disso.

            Está me incomodando ver meu amigo chorando tanto, e não poder fazer nada por ele. Ele sempre me ajudou muito e eu quero fazer o mesmo por ele, mas não consigo.

            Daniel limpa as suas lagrimas e sai do carro. Ele se aproxima da ponta do penhasco e olha para baixo. Eu saio do carro e corro em direção a ele. Eu tento abraça-lo, porém meus baços não conseguem o envolver. Ele dá alguns passos para trás e corre em direção ao penhasco. Ele dá um pulo e se joga no abismo. Eu grito, sem nenhum som sair de minha boca, e caio de joelhos no chão, chorando. A musica para, e apenas o som do meu choro pode ser ouvido.

~*~Fim do sonho~*~

            Acordo assustada e com falta de ar. Foi tudo apenas um sonho, penso, vendo que ainda estou no quarto do hospital.

            Eu estou com fome, então decido buscar algo para comer. Levanto me da cama com um pouco de dificuldade, pois meu braço ainda está dolorido e minha cabeça também dói um pouco. E começo a andar em direção à porta.

            Quando eu estava quase chegando até a porta, ela foi aberta pela enfermeira Rose.

Enfermeira Rose- Onde a Senhorita pensa que vai?

Manu- Eu queria comprar algo para comer. Estou com fome.

Enfermeira Rose- Você não vai a lugar nenhum. Deite novamente e eu irei trazer comida para você. Deveria ter me chamado senhorita Manuela.

Manu- Ah Rose. Deixe-me andar um pouco. Eu já estou melhor e estou entediada aqui.

            Rose pega em meu braço machucado, coisa que me faz gritar baixinho.

Enfermeira Rose- Sim, estou vendo que está melhor. – ela fala em tom sarcástico – Vá já se deitar. Ande, ande.

Manu- Você está parecendo a minha mãe.

            Ele dá uma risadinha e sai para buscar minha comida. 


Notas Finais


eai? gostou?
Até o próximo capítulo.
Um beijo no coração e outro na bunda <3


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