História Por que tem que ser assim? - Capítulo 16


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Categorias Hora de Aventura
Tags Cake, Finn, Fionna, Jake, Marceline, Marshall Lee, Pricipe Chiclete, Princesa Jujuba
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Palavras 1.084
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - Dominado


   Lucífer: Então esse o chamado “herói de Ooo”, é realmente impressionante a velocidade dele, se eu não tivesse pulado para trás eu estaria com sérios problemas, não sinto o poder mágico dele ou melhor dizendo, não gosto da presença dele.

Finn: Então foi você que fez isso com o reino.

Lucífer: Na verdade não, eu apenas ordenei que fizessem isso; então tecnicamente não tenho participação direta na destruição dessas casas e edifícios.

Finn: [...]

Lucífer: Vejo que você é bem objetivo, mas tem certeza que consegue me derrotar com essa “Espada Finn”? Não me faça rir.

O garoto havia sacado sua espada, enquanto Lucífer estava confiante que iria derrota-lo facilmente, entretanto estava um pouco confuso com a postura do jovem diante a situação, ele esperava que o garoto liberasse sua fúria e lutasse cegamente, mas ele estava sereno e incrivelmente “calmo”.

Finn: Vamos começar. (Partiu pra cima)

Lucífer: Sua velocidade é impressionante, vou te elogiar por isso, por outro lado consigo segurar seu ataques de mãos nuas.

Finn: Tem certeza?

Lucífer: Hã!? O que é isso, você está me atacando de frente, então por que sofri o dano nas costas!? (Ajoelhou)

Lucífer: Entendo, então isso é sua técnica de hipnotizar.

Finn: [...]

Lucífer: Então estava me testando. (A ferido foi sumindo)

Lucífer: Está técnica funciona muito bem em quem não está concentrado na luta, porém se você estiver focado ela não funciona. (Apareceu atrás de Finn e o chutou)

Finn: [...] (Defendeu o chute e se afastou com um pulo)

Finn: Você está errado, não é eu que uso a técnica, é minha espada, ela gosta de se divertir enquanto saboreia o sangue derramado de seu inimigo, é uma verdadeira espada demoníaca.

Lucífer: Obrigado pela explicação, então tome isso como agradecimento!

Finn: Fogo?

Lucífer: Você caiu! (Chutou Finn para longe)

Lucífer: Parece que o primeiro ataque foi meu!

Lucífer: Então vamos começar de verdade!

Parecia que finalmente a luta iria começar, Lucífer esticou a mão e um cutelo negro foi invocado, o mesmo liberou uma aura demoníaca que contagiou o corpo e o próprio céu, que começou a escurecer e ficar tenebroso.

Finn: Agora ele decidiu lutar a sério, seu estilo de luta parece ser bem simples e não ter muitos segredos, porém esse cutelo me incomoda, nunca vi algo assim; tenho que tomar cuidado (Pensamento)

Lucífer: Agora herói você irá provar o sabor do desespero!

Finn: Sua voz mudou, seus olhos estão ficando pretos por inteiro e sinto uma forte pressão mágica.

O garoto estava analisando os poderes de seu inimigo, enquanto Lucífer estava sentindo um prazer enorme por liberar todo aquele poder; seus cabelos escuros estavam ficando branco; seus olhos escurecendo; enquanto sua voz... Aparentava ter alguém falando junto com ele.

Lucífer: Você não para de me encarar com esses olhos azuis penetrantes, parece querer me intimidar, então eu vou... Chegar mais perto pra você ver melhor!

Finn: AH! (Foi cortado nas costas)

Finn: Como ele cons-

Lucífer: O show não pode parar!

O herói foi cortado mais uma vez, mas desse vez foi em seu peitoral, um corte profundo que foi aplicado pelo cutelo que “libertou” os poderes de Lucífer; Finn estava sendo dominado, não conseguia ter nenhuma reação, Lucífer dava a impressão de estar brincando com ele, O garoto era cortado várias vezes por conta da velocidade que seu inimigo apresentava, quando em pouco tempo seu corpo estava todo cortado.

Lucífer: Que sem graça, é só isso que consegue?

Lucífer: Que deplorável, o herói que todos acreditam esta quase morto, caído no chão.

Finn: Eu perdi? Não consigo mais levantar! Merda... Eu não consegui fazer nada (Pensamento)

Finn: Levanta! Não importa o quanto eu apanhe! Levante! Não posso decepcionar todos que esperam algo de mim! (Pensamento)

Lucífer: Hum, você é incrível, mesmo com todos esse machucados você consegue levantar. É realmente incrível, porém olha pra você, você esta um trapo!

Finn: Mesmo com dificuldades, mesmo que eu esteja no fundo do poço, eu não posso desistir!

Finn: Enfer!

Lucífer: [...]

Lucífer: Como ele consegue liberar tanto poder, além disso é estranho, já tinha conhecimento sobre esse poder chamado “Enfer” porém ele só liberava uma aura vermelha; mas agora... É um vermelho misturado com preto. (Pensou calmo)

Lucífer: Suas feridas estão curando, seus olhos estão totalmente vermelhos juntamente com um grito aparente de liberdade... Parou, sua liberação parou, agora a aura esta somente em volta de seu corpo.

Lucífer: Como você fez isso garoto?

Finn: [...] (Sacou sua espada demoníaca e o encarou)

Finn: Cada ferida irá construir o meu trono! (Disse partindo pra cima)

Lucífer: Você liberou um poder imenso, entretanto ainda consigo segurar seus ataques de mãos nuas.

Finn: Tem certeza!?

Lucífer: O que foi isso!? Agora realmente minha costas foram cortadas!!! (Pulou para trás)

Finn: Isso dói, não é?

Lucífer: Como você isso maldito!?

Finn: Vou repetir pra você ter certeza!

Lucífer: [...] (Defendeu com o cutelo)

Finn: Você foi cortado em seu peitoral.

Lucífer: Como isso aconteceu!?

Lucífer: Entendi, você está usando sua técnica de velocidade para desaparecer no ultimo segundo, criando assim uma ilusão atacando de outros lados ao invés do lado aparente.

Finn: Chamo essa técnica de kaminari.

Finn: Então vamos continuar!

Os papéis haviam se invertido, agora quem estava sofrendo na luta era Lucífer, que não conseguia descobrir um jeito de lutar de forma párea com o garoto.

Finn: Eu estou lutando de uma forma que eu nunca lutei antes, posso sentir que posso derrotar qualquer um; porém não vou conseguir usar as habilidades da espada demoníaca, pois meu poder demoníaco esta instável e não sei o que pode acontecer se eu usar uma dessas habilidades.

Lucífer: Seu desgraçado! Já chega, vamos acabar com isso!!! (Se afastou de Finn)

Lucífer: Vou canalizar todo meu poder em uma habilidade, assim você e esse reino irá sumir e assim começarei o meu império!

Finn: Ele esta subindo no castelo, e provavelmente ele irá canalizar seu poder lá, preciso detê-lo!

Finn: Hã!? O que aconteceu!? Me sinto cansado e meu poder está sumindo!? (Ajoelhou)

Espada demoníaca: Não se esquece garoto, aceitar que você é um demônio tem suas consequências, seu corpo não está acostumado com tamanho poder; além de você gastar muita energia no caminho até esse reino. (Mente do Finn)

Lucífer: Agora vocês todos vão morrer!!!

O herói estava no chão, enquanto seu inimigo juntava todo seu poder em um ataque para destruir tudo, uma bola gigante de magia esta sendo construída, o objetivo de lucífer estava sendo concluído, enquanto Finn estava fadado a ser dominado. 



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