História Por trás dos portões (NamJin) - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Kimyua

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jin, Rap Monster
Tags Jin, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Namjin, Namjoon, Seokjin
Exibições 71
Palavras 3.110
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Slash, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Kimyua:
OIEEEEE
Por favor, alguem chama o caminhão de bombeiros do NCT pq eu to pegando fogo q
Bom, lembram q eu dizia estar trabalhando em algo? ENTÃO AGORA VCS SABEM OQ É
essa fanfic é meu xodó e a credito que desse outro serzinho tbm, então deem amor a ela ❤
Boa leitura ^^

HELLO! Aqui é a yoonna-shi.
Voltei, e dessa vez com uma pessoinha junto.
Eu sou meio seca mesmo, mas juro que no decorrer dos capítulos serei mais amorzinho.
Espero que gostem.
Boa leitura!
*Leiam as notas finais, pelo amor de Min Yoongi*
Aviso: a capa de capítulo não tem nada a ver com a história em si, ok?

Capítulo 1 - Seja um de nós.


Fanfic / Fanfiction Por trás dos portões (NamJin) - Capítulo 1 - Seja um de nós.

As nuvens estavam delicadas como um algodão-doce. Os pássaros cantavam anunciando a chegada do tão esperado sol. Era uma manhã calma e tudo o que Namjoon gostaria de fazer era dormir, mas um cheiro de pão recém-saído do forno chamou-lhe a atenção.

O garoto estranhou, pois sua mãe só fazia pão quando estava nervosa, assim, tentando se acalmar. Ele confessa que ultimamente seus dias não tem sido os melhores, mas poderia jurar que até a noite passada estava tudo bem.

Namjoon sabe que recentemente a parte nobre do reino está com graves problemas. Não só a parte nobre, mas sim o reino todo. Sua vida e as vidas vizinhas estão só piorando desde a última guerra e assim resultando a morte de muitas pessoas, incluindo seu pai. Ele não era o melhor pai do mundo, mas ajudou a cuidar do reino como guarda do esplendoroso castelo. Ele sempre os visitava em seus dias de folga, o que permitia Namjoon ver o lindo sorriso de sua mãe do qual ele tanto amava. Depois do falecimento de seu pai, foi difícil vê-la sorrindo novamente. Com exceção dos domingos em que ela o levava para a cidade fazer compras. Mulheres amam compras.    

Silenciosamente levanta-se de sua cama e vai em direção à cozinha. Pensou em fazer uma brincadeira com sua mãe, assusta-la talvez, mas se lembrou de que sua mãe não está em sua melhor idade, e aparentemente, está nervosa.

-Bom dia mamãe. –Namjoon a abraça por trás causando um leve resquício de sorriso em sua mãe.

-Bom dia querido. Dormiu bem? –A senhora Kim pergunta já preparando a mesa para o café.

-Uhum. –O garoto se escora na parede e cruza os braços. –Mãe... Está a acontecer algo?

-Depende. Algo tipo o quê? –O garoto se senta e apoia os braços na mesa de madeira a sua frente, ela sempre o lembrava do quanto foi feliz quando criança a usando para criar casas de pássaro junto a seu falecido pai antes de servir ao rei.

-Mãe, eu a conheço, você só faz pão quando está nervosa. O que está te deixando assim?

-Certo. Às vezes eu esqueço o quanto é esperto. Puxou de seu pai.

-Puxei de você. –Sua mãe o encara.

-Claro. Espere aí filho.

Ninguém da família Kim jamais conseguiu esconder algo de Namjoon. O garoto de cabelos escuros era observador, e como sua mãe disse, esperto. Nada contra seu pai, mas não gostava de ter sua inteligência comparada a do velho. Desde quando alguém deixa sua família na pobreza e vai servir o rei, sem nem menos pensar a respeito? Só burro mesmo.

Eun-ji, mais conhecida como Senhora Kim, volta com uma carta na mão. Namjoon se perguntava se seu nervosismo tinha algo a ver com aquele pedaço de papel, ou se ele era a causa dele.

-Pegue meu filho; peço que leia com atenção, é algo de extrema importância. –Sua mãe mostrara nervosismo na voz e preocupação nos olhos. O garoto pega o papel nas mãos e o observa a fim de achar alguma pista de seu destinatário. Infelizmente ser observador não ajudara muito quando não se tem nada para encontrar. Namjoon abre a carta e logo descobre o porquê do nervosismo de sua mãe; a carta vinha do castelo.

“Caro senhor Kim...

Sei que deve estar achando que a morte de seu pai é nossa culpa. Talvez seja, mas ele também nos faz muita falta. Seu pai era um guerreiro forte e destemido, deu a vida para a segurança do reino, e desde que ele se foi, estamos precisando de alguém que seja tão forte e destemido quanto seu falecido. Alguém que possui seu sangue correndo pelas veias. Esse alguém é você, senhor Kim. Você deve aceitar este convite até o pôr do sol. Caso contrário, iremos até sua casa. Irá vir de qualquer maneira. Todavia, se aceitar, venha ao castelo junto a esta carta e traga suas coisas. Aqui será seu novo lar, Kim. 

10 de maio de 2001. “

Namjoon podia jurar que estava prestes a queimar aquela carta com os olhos.

Como esses idiotas podem ser tão falsos a ponto de dizer que sentem falta de seu pai? Como eles podem ser tão desumanos a ponto de obrigar alguém a deixar sua família, seus amigos, sua casa, sua vida, para lutar por pessoas que nem sequer conhecia ou fazia questão de conhecer? Tudo bem que sem guardas a vida de dezenas de pessoas está em risco... Mas isso deveria ser uma escolha própria.

-Eu não o farei. –Diz Namjoon se levantando da cadeira e pondo a carta na lareira, com a intenção de nunca mais vê-la.

-Você não tem escolhas, Nam.

-Eu não irei ao castelo.

-Eles virão te buscar.

-Eles não vieram buscar o papai.

-Não precisaram. Seu pai foi por conta própria.

-ELE ERA BURRO! –o garoto altera o tom de voz sem ter a intenção.

-ELE TAMBÉM NÃO TINHA ESCOLHAS! –Sua mãe usa o seu mesmo tom de voz.

-NÃO TINHA ESCOLHAS, MAS TINHA UM FILHO DE DOZE ANOS PARA CUIDAR! ELES NEM LIGARAM PARA ESSE FATO! –Ele cospe as palavras em um misto de raiva e tristeza.

-ISSO NÃO É CULPA DO SEU PAI! –A mais velha se sobressalta.

-MAS ISSO SIGNIFICA QUE ELES SÃO DESUMANOS, SEM CORAÇÃO! –O garoto suspira. Realmente odiava discutir com sua mãe, e gritar é algo que ele não gosta de fazer com ninguém. - E eu não trabalho para gente sem coração. –Namjoon pega uma maçã e segue em direção à porta da frente logo a abrindo e deixando a luz entrar. Ele segue em frente sem fechar a porta, permitindo que sua mãe o enxergasse.

-Não faça as coisas ficarem mais difíceis, querido. –Sua mãe tenta acalma-lo e coloca uma de suas mãos ao encontro do ombro de si, mas fora em vão, Namjoon estava estressado com o fato de quererem o obrigar a abandonar tudo por causa do Rei que pensara somente em si mesmo.

-Eu não irei! Eu nunca lhe deixaria sozinha, já basta meu pai que nos abandonara. Eles podem até tentar, porém eu ficarei. –O mais novo fala de ultimato.

***

Namjoon conhece toda a parte pobre do reino, na qual vivia, pois quando estava nervoso ou triste ele apenas saía sem rumo em busca de distração. Não conhecia todo mundo, mas todo mundo o conhecia. Era como ser um famoso, que não é famoso. Normalmente as pessoas o conhecem como “o garoto das roupas cediças”. Isso por que usava roupas diferentes de todo mundo. Ele não ligava, mas era irritante o fato de ser tão conhecido por culpa de suas roupas miseráveis.

No momento o “garoto das roupas cediças”, segue a caminho de casa. Era um pouco tarde, mas ele não tinha medo de ser roubado ou algo do tipo, quem tinha esse medo era sua mãe. O motivo de voltar tão tarde, é que ele precisava pensar, então foi ao lago e acabou pegando no sono. Só acordou por culpa de alguns garotinhos jogando pedrinhas na água fazendo com que ele se molhasse.

-Pestinhas. –Praguejou para si.

Ele se levanta e limpa sua parte de trás da calça por estar com alguns enfeites mais conhecidos como grama. Namjoon caminha de volta para casa em passos largos, pois estava com a impressão de que algo estava errado.

Já na frente de casa podia sentir o cheiro da deliciosa sopa que sua mãe fazia. Era uma receita de família muito poderosa. Namjoon até havia esquecido sobre a carta que deixou sua mãe tão nervosa, mas lembrou-se assim que adentrou sua casa e avistou alguns homens com roupas estranhas.

Eram os guardas do castelo.

Eles usavam botas de couro alguns centímetros abaixo dos joelhos, calças cor de vinho, luvas, braceletes e uma roupa cinza na parte superior que estava protegida por uma armadura de ferro que não parecia ser tão resistente vista de perto. Alguns usavam roupas mais simples e possuíam capacetes chamativos por conta de uma pena vermelha cor de sangue que se encontrava bem no meio do objeto.

De acordo com o garoto, aquilo parecia um chifre.

O Rei também se encontrava lá. Ele usava uma roupa vermelha da cabeça aos pés. Possuía uma espada no lado esquerdo de sua cintura, como seus guardas. Parecia surpreso e aliviado em ver Namjoon adentrando a casa. Ele o ignorara todas as vezes que cruzou seu olhar com o do mesmo.

-O que faz aqui? Minha mãe não avisou que teríamos visita. E se ela tivesse avisado, eu teria ficado um pouco mais lá fora.

-CUIDADO COM ESSA LÍNGUA GAROTO! Você está a falar com o Rei. –O guarda era um cara alto e forte que parecia ser bem bonito apesar de ser quase impossível vê-lo com aquele capacete.

No momento sua espada se encontrava na garganta de Namjoon. O garoto podia sentir a ponta afiada da espada de prata em seu pescoço. O homem aparentava estar pronto para matar o mais novo ali mesmo, mas o Rei pôs a mão em seu ombro esquerdo fazendo com que ele abaixasse a arma.

-Acalme-se, Seung. Deixe o garoto falar. –A ultima palavra é pronunciada em tom de deboche. –Vamos Kim, diga o que tem a dizer.

-Eu não tenho nada para falar com você. –Ele cruza os braços em sinal de que estara entediado.

-Ora ora, és corajoso como o pai. É por isso que estamos aqui. Que bom que você nos mostrou o que eu procurava antes que tivesse de tomar providências maiores. –Namjoon o encara com um olhar desconfiado e braços cruzados. –Venha conosco garoto, sirva ao reino, guerreie ao lado dos meus melhores guardas e salve a vida de centenas de pessoas, e talvez a sua também.

-Eu não sairei daqui. Ficarei com a minha mãe. Não posso deixa-la... Ela é tudo o que eu tenho... –O garoto se aproxima de sua genitora.

-Comovente. Muito comovente. É uma pena que eu não ligue. Vamos garoto, arrume suas coisas. E por favor senhora, sem choradeira. –O Rei transborda ignorância, típico de si.

Namjoon sentia seu sangue fervendo por dentro. Estavam prestes a levar seu filho e ela não poderia nem chorar? Parecia que a cada segundo em que aquele velho rico passava lá dentro, mais o garoto conseguia odiá-lo.

-Eu já disse que não vou. –Diz Namjoon abraçado à sua mãe. Ela parecia não ter coragem de olhar para mais nada, então mantinha sua cabeça no peito do filho. Podia sentir seus batimentos, e eles estavam acelerados. Só eles sabiam que o garoto só ficava assim quando estava com medo de algo.

Mas ele nunca está com medo. 

-Certo. Vocês dois, levem-no. –O Rei aponta para dois guardas dez vezes mais altos que Namjoon, diminuindo sua possibilidade de lutar, se é que em algum momento existiu uma.

Os dois homens o seguram pelos braços, cada um com um. Eles o levantam e o levam de arrasto para a carruagem. Seus braços estavam ocupados, mas suas pernas estavam livres, então Namjoon aproveitou o fato e as balançou com todas as suas forças tentando dificultar a locomoção dos guardas. Talvez devesse desistir, já que nunca conseguiria. Ele poderia pensar em como escapar, mas já era tarde demais e seu futuro já estava predestinado.

Fora jogado para longe e assim que abre os olhos percebe estar na parte traseira de uma carruagem. Ele não perde tempo e abre uma das janelas com a intenção de fugir, mas eles já estavam em movimento e se jogar dali não seria uma boa ideia.

O garoto se escora na parede e vai caindo até o chão assim sussurrando um eu vou voltar, mamãe. Não se preocupe.

Enquanto isso, a senhora Kim possuía lágrimas nos olhos, junto à imagem de seu filho sendo levado de sua proteção. A mais velha não conseguia pensar em mais nada além da imagem de seu filho sendo arrancado de seus braços e logo após jogado em uma carruagem real. Agora as lágrimas já não a importavam mais, o que a impedia de desistir de tudo estava sendo levado para longe de si. Ela não podia acreditar que aquilo estava acontecendo mais uma vez. Tudo parecia fazer parte de um grande pesadelo de onde ela queria acordar o mais rápido possível e abraçar seu filho. Se já não bastava levar seu falecido marido, agora o Rei levou as últimas lembranças de uma família; seu filho.

O mais novo guarda não se importava em nada, apenas em como conseguiria fugir de onde estava o mais rápido possível. Inúmeras lembranças passavam como flashes em sua mente; tais como o dia em que seu pai fizera a mesma coisa com si e sua mãe, de como ela havia chorado e implorado por algum milagre de Deus para devolver a paz em sua família, e de como ele mesmo havia sofrido com a partida de seu pai. Ele tinha apenas 12 anos, mas mesmo assim sabia que aquilo era um adeus.

Há poucas horas Namjoon chamava seu pai de covarde por ter lhes abandonado, mas agora sentia na pele o que era ser obrigado a abandonar sua mãe. Trabalhar no castelo passava à quilômetros de distância do que Namjoon sonhava para si. Bem pelo contrário, ir para o castelo à trabalho era o que menos queria e isso o tornava um de seus pesadelos, que agora, era sua realidade.

Somente de ver sua mãe chorar seu estômago embrulhava. Vê-la chorar era como um tiro em seu peito. Mas sabe o que mais irritava o garoto? Era que ele não podia fazer qualquer coisa contra isso, só podia seguir ordens em troca de absolutamente nada. Seus olhos brigavam para derramar lágrimas, entretanto ele devia ser forte; devia ser forte por sua mãe. E também, chorar na frente do Rei não pegaria bem para uma pessoa que quer manter uma imagem de alguém forte e destemido.

Ele faria qualquer coisa para ficar um tempo a mais com sua mãe, pois isso era o que ele mais queria. Sua mãe sofreria sem o mesmo, e ele até poderia pensar na hipótese de ela entrar em uma depressão. Mas o Kim tinha certeza de que fugiria de lá antes mesmo de sua mãe cogitar isso.

Contudo, ele iria se vingar de todos que o fizeram se separar de sua mãe. O Rei seria um dos primeiros da lista.

A leve brisa gélida do vento batia em seu rosto fazendo seu cabelo fustigar no mesmo. O garoto estava virado para a janela, completamente estático. Sua visão pairava nas ruas daquele reino que agora queria que explodisse, para assim, não ter que ir para o castelo. Infelizmente seus pedidos não podem se realizar, apenas em seus sonhos. Seus pensamentos voavam como pássaros no céu, seus olhos estavam vidrados na janela, em uma tentativa falha de esquecer para onde estava indo. Como proteger uma pessoa da família Real poderia ser algo bom? Ainda tirando o fato de que deixaria sua família e seus amigos para trás, sem saber ao certo quando voltaria, e se voltaria.

Era quase certo que o Rei não o deixaria sair daquele castelo tão cedo, mas ele também não poderia impedi-lo de fugir. Suas mãos suavam frio só de pensar que a partir de hoje ele era um guarda e sua função principal seria cuidar do Reino e seus súditos, ou até mesmo da família Real. Mas o que ele ainda não acreditava era que tudo isso fazia parte de sua realidade; a realidade que não podia ser revertida.

Seus olhos se reviravam ao pensar que aquele monstro denominado Rei seria seu chefe e que agora teria de trabalhar para ele. O mesmo homem que deixou seu pai morrer, é o que lhe colocou para trabalhar no mesmo cargo que ele. Seu punho fechava e ele descontava suas raivas em suas pernas que já haviam sido esmurradas.

Agora não eram mais as lembranças de sua mãe que lhe assombravam, e sim as de seu pai. Aquele que dizia ama-los e que nunca os abandonaria, que depois de tantas juras e promessas, acabou os abandonando de qualquer jeito. O Kim estava se sentindo no mesmo lugar que seu pai há alguns anos atrás quando resolveu aceitar o convite de trabalhar no castelo. O mais novo pensava que seu pai não se importava mais com si quando havia ido embora para ir para o castelo, entretanto, nesse exato momento ele estava sentindo que abandonar sua mãe fora a coisa mais dolorosa que já pode presenciar, e sua mente dizia que seu pai também havia se sentido assim, a única diferença era que seu pai aceitou de primeira e o garoto havia esperado os grandes e fortes guardas o levarem a força. O Kim percebeu que seu pai só tinha ido antes de lhe buscarem por conta de sua mãe que sofreria mais ainda caso saísse escoltado e à força, assim como si.

Seu pai fora muito bom em seu cargo na família. Ele não podia reclamar de nada, pois o mesmo nunca havia deixado lhe faltar comida na mesa, nem ao menos os deixou com poucos restos. Ele sempre esteve presente até os seus 12 anos –que fora quando teve de ir para o castelo-. Claro que nem tudo era um mar de rosas, e sua vida também não era apenas sorrisos; quando os seus pais brigavam, a sua mãe chorava e ele era obrigado –ele mesmo se obrigava à tal ato- a enfrentar seu pai e fazer ele ter vergonha na cara para parar de xingar e excomungar sua mãe que não fazia nada além de ter alguns momentos difíceis em que ficava para baixo e deixava de cozinhar a comida ou de fazer as tarefas de casa. Quando isso acontecia o garoto se sentia no poder de proteger sua mãe e ajuda-la com as tarefas matinais e também ajudar ela a sair do fundo do poço. Até hoje sua mãe tem essas recaídas, e agora não teria mais quem ajuda-la quando estivesse assim. Tudo culpa de quem? Isso mesmo, do Rei; um velho, rico, que só pensa em si mesmo e sua família, onde não se importa com seus súditos. Sabe o que o Kim pensa sobre isso? Que esse cara merecia um dos maiores castigos ou penas por desacato. Isso era uma forma de desacato, pois o Rei desacatava o seu reino ao não se importar com nenhum dos seus súditos, apenas com si mesmo e com sua família. Talvez a forca seja uma boa ideia de pena.

O Kim agora estava observando o grande castelo escondido por muralhas maiores ainda, mesmo que ainda estivesse à quilômetros de distância.

Agora ele deverá se preparar para o que virá.


Notas Finais


Oi de novo! yoonna-shi para o mundo -q
Minha marida pediu para escrever as notas finais e aqui estou.

Temos alguns avisos importantes sobre a fanfic:

1- A fanfic tem um trailer: https://www.youtube.com/watch?v=A31gtXSZGrk
2- Temos 2 capítulos prontos/ou quase.
3- Duas loucas escrevendo uma fanfic, o que acham que vai dar?

Será que seria pedir muito pra vocês comentarem ou darem um favorito? u-u
Saranghae!


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