História Por você - Camren - Versão Lauren - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Austin Mahone, Fifth Harmony, Shawn Mendes
Personagens Ally Brooke, Austin Mahone, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Shawn Mendes
Tags Camren, Fifth Harmony, Shawn Mendes
Visualizações 220
Palavras 921
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Festa, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


2/5

Capítulo 9 - Capítulo 9


Só depois que eu já disse isso que percebo a profundidade de sua honestidade. Eu gosto dela.

Muitas vezes me sinto intrigada com as pessoas, não pelo nível em que estou com Camila, mas há aqueles que conseguem atrair o meu interesse. É raro, porém, que eu goste deles. E eu gosto de Camila. Já é muita coisa.

Ela estremece, e eu adoro que tenha conseguido deixá-la perturbada. Camila toma um gole de sua bebida.

– Talvez eu esteja saindo com alguém.

Adoro ainda mais que ela continue a me desafiar com essas respostas fajutas. Isso ajuda a tirar minha concentração de quantas vezes eu dei desculpas fajutas.

Eu sei que ela não tem ninguém por causa de minha pesquisa, mas eu teria imaginado isso, mesmo sem o trabalho de meus espiões.

– Não, não está. Ninguém iria deixar sua mulher vestir a roupa que você usou ontem.

Agora ela fica eriçada, e eu me pergunto se deveria ter trazido à baila o encontro que tivemos e onde a repreendi. Meus pensamentos voltam ao espartilho apertado e como os seios dela se derramavam maravilhosamente por cima. Eu não me importaria em ver tudo isso de novo. Mas em particular.

Então, acrescento:

– Pelo menos, não em público.

Os olhos dela se acendem por causa da óbvia insinuação que fiz, mas sua mandíbula se aperta desafiadoramente.

– Talvez eu não esteja a fim de relacionamentos controladores.

Touché.

– Muito bem, Camila. – Ergo uma sobrancelha. – Você está saindo com alguém?

Pronto, agora eu a peguei. Mas ela não se dobra, coisa que é para ser admirada. Em vez disso, ela se senta com o corpo reto e toma emprestada uma de minhas táticas favoritas, desviar do assunto.

– Não foi por isso que você me chamou, Lauren. Você tem algum objetivo.

– Um objetivo... – Sufoco minha risada. Essa garota é tão direta comigo. Isso é assustadoramente estimulante. – Sim, Camila, eu tenho um objetivo.

Mas não estou preparada para partilhar os meus planos ainda. Ou melhor, ela não está preparada.

Por isso, jogo minha próxima carta.

– Eu presumo que você tenha desfrutado de sua estadia no meu spa na semana passada.

Minha vontade era deixar o spa sendo um presente anônimo, coisa que eu não tivesse que trazer para este jogo. Mas a verdade é que eu estou com medo de que ela não vá aceitar o presente ainda maior, que é parte desse meu esquema. Eu tenho que suavizar o caminho, deixá-la confortável com a minha fortuna. Se ela puder ver que já está se aproveitando daquilo que eu posso oferecer, então não vai ficar tão fora de sua zona de conforto aceitar mais.

– Oh, eu não sabia que você era a dona... espere... – O momento em que ela registra o que acabo de admitir fica claramente demonstrado em sua expressão. – O presente era seu?

– Sim. Você se divertiu?

– Nem a pau. – A boca de Camila se abre de surpresa.

– Nem a pau?

Essa não é uma resposta à minha pergunta, eu sei. Ela decorre da sua admiração pelo que acaba de descobrir. Estou feliz agora que tive que revelar esse meu pequeno segredo. Isso me faz querer explorar quais seriam as outras maneiras de poder surpreendê-la. Particularmente, as maneiras que não envolvessem roupa.

– Não, quero dizer, sim, eu passei alguns dias maravilhosos, de fato, mas você não podia ter feito isso. Eu... por que fez isso? Não devia ter...

– Mas, por que não? – interrompi.

Os olhos de Camila estão arregalados e elétricos.

– Porque isso foi muito!

– Não para mim.

Eu não sou uma idiota. Eu sei como isso parece.

Foi um presente extravagante de uma mulher desconhecida. Ela provavelmente pensa que estou tentando levá-la para a minha cama. Eu estou, sim, mas o presente foi dado de forma independente disso.

– Mas para mim é. É gigante! E você nem me conhece! É completamente inadequado e não profissional e sem precedentes e inadequado. E se eu soubesse que era seu, nunca teria aceitado.

Apesar de sua declaração, eu não me arrependo de minhas ações. Eu sou uma mulher com dinheiro. Claro, não sou generosa com frequência, mas raramente as pessoas recusam quando ajo com generosidade.

– Não é inadequado. Era simplesmente um presente. Pense nisso como um bônus, sei lá.

Estou desviando novamente. Ou tentando, pelo menos.

A tática não parece estar funcionando.

– Mas você não dá presentes como esse para as pessoas que trabalham para você, a menos que esteja dirigindo um tipo totalmente diferente de casa noturna.

– Você está exagerando, Camila.

Embora ela fique realmente muito adorável quando fica irritada desse jeito.

– Não estou! – Sua expressão muda de frustrada para interrogativa. – E o que você quer dizer com um bônus? Quer dizer, tipo luvas ou algo assim?

– Sim, Camila. – Já chega de brincar com ela. – Esse é o meu objetivo. Eu gostaria de contratá-la.

– Eu já trabalho para você e estou feliz onde estou.

Ela está assustada e confusa.

Mas já tenho a sua atenção.

– Mais uma vez, eu não sinto que você trabalha para mim. Eu não sou sua chefe. Sou dona do estabelecimento em que você trabalha. Isso é tudo. Está claro?

Começo a relaxar quando ela assente com a cabeça. Este é um delineamento importante para mim. Como sua chefe, eu tenho a oportunidade de trabalhar com ela de perto. No entanto, quero que ela escolha isso por si mesma. Não tem nada a ver com o esquema fraudulento que Lucy está jogando – é simplesmente a maneira como eu desejo interagir com Camila. Eu quero que nosso relacionamento seja espontâneo. Quero que ele se desenvolva naturalmente.



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