História Por você - Camren - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony, Shawn Mendes
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Camren, Fifth Harmony, Shawn Mendes
Exibições 525
Palavras 1.395
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Trouxe mais um, só pq vcs são uns amorzinhos u.u <3

Capítulo 26 - Capítulo 26


Comecei a derreter em seus braços, mas lembrei-me de que ela havia dito à sua mãe que iríamos acompanhá-la a Hampton. Dei-lhe um soco de leve no ombro.

– Eu vou trabalhar neste fim de semana.

– Livre-se disso. – Não era um pedido, era uma ordem.

Eu não poderia dizer-lhe que livrar-me do trabalho era algo impossível, porque, bem, ela era a dona do lugar. Seria estranho, no entanto. Eu tinha uma reunião agendada com Shawn para o dia seguinte, e minha esperança era que fosse para, oficialmente, me dar uma promoção. O que eu deveria dizer? Obrigada pela oportunidade, agora preciso da sexta-feira e do sábado de folga? Eu teria que dizer a ele que estava saindo com Lauren, embora o pensamento me fizesse estremecer.

Além disso, eu não queria ir para Hampton com Clara Jauregui. Afastei-me do abraço de Lauren.

– Lolo, sinto muito em dizer isso, pois afinal ela é sua mãe e tudo, mas não vou conseguir conviver com ela esse tempo. Ela não é legal.

Ela riu. Em seguida, prendeu os lindos olhos verdes nos meus, passando o dedo no meu rosto tão suavemente que me fez estremecer.

– Nós não vamos passar cada minuto com a minha mãe. E, de qualquer maneira, você pareceu lidar muito bem com ela.

Não consegui evitar. Seu sorriso de menina e seus maravilhosos olhos verdes tinham poder sobre mim. E, depois de ouvi-la dizer que não iríamos passar cada minuto com Clara, isso levou minha imaginação a uma explosão de imagens do que estaríamos fazendo no lugar. Meus mamilos arrepiaram-se com o pensamento. Como poderia resistir a essa mulher?

– Então, tudo bem, mas não posso ser responsabilizada por minhas ações se ela estiver desse jeito de novo.

Ela se inclinou para me beijar, sussurrando enquanto fazia isso:

– É com isso que eu estou contando.

(...)

 

O almoço passou rapidamente. Clara estava ocupada demais cumprimentando e socializando com os vultosos doadores para vir comer com a gente, graças a Deus. Adam, o marido de Tay, juntou-se a nós depois que nossas saladas tinham sido servidas. Ele era cirurgião e teve um caso de emergência naquela manhã. Ele combinava com ela apesar de suas diferenças de altura, Adam alto e magro, Tay redonda e baixinha. Por meio segundo, tentei imaginá-los fazendo sexo, antes de perceber que, assim que pensasse nisso, não seria capaz de esquecer-me daquele pensamento.

Embora nada de memorável tenha acontecido no decorrer da refeição, eu me diverti. Assisti às brincadeiras amigáveis entre os irmãos, juntando-me às risadas quando um tinha dito uma afronta particularmente boa sobre o outro. A conversa direcionada a mim era inofensiva e leve, sem grandes problemas. Eu temia que não fosse assim, com aquelas pessoas querendo saber tudo sobre mim e minha família. Quando algo entrava em um campo muito particular, notava que Lauren desviava o assunto de mim. Seria porque ela conhecia a tristeza do meu passado? Ou estava educadamente mantendo meu trabalho leve e despreocupado? De qualquer maneira, o almoço foi mais íntimo do que qualquer coisa que eu tinha experimentado durante um longo tempo.

Quando lancei um olhar casual para ela no meio da refeição, seu sorriso fez meu peito apertar. Pode ter sido por show, mas minha reação foi genuína. Eu percebi que nenhum elástico, por maior que fosse, iria deter o que estava começando a sentir por ela. Depois da sobremesa e do café, o salão tornou-se um alvoroço novamente, com pessoas visitando outras mesas e outros convidados chegando, pois esses só tinham comprado ingressos para o desfile de moda. Chris encontrou um grupo de meninas mais jovens para paquerar, e Tay atraiu Adam para ajudá-la nos bastidores, onde ela estava coordenando as modelos e designers.

Embora eu tivesse gostado de conhecer Tay e Adam, e mesmo Chris, que não deixava de nos entreter, fiquei feliz por ter um minuto a sós com o meu par. Eu passei a minha mão sobre seus ombros e costas, atraindo o seu olhar para mim. Notei o desejo, as pequenas manchas de cobre brilhando em seus olhos. Ela agarrou minha coxa e inclinou-se, mas o beijo esperado não veio.

– Ah, você não precisa ser todo demonstrações públicas de afeto por minha causa. – Uma voz sedosa ronronou atrás de nós. – Lembre-se, eu sei.

Lauren endureceu sob a minha mão e meus olhos seguiram os dela, pousando na loira de longas pernas que estava se sentando ao meu lado. Ela era intimidante, não por causa de sua atitude, mas porque era absolutamente linda. Coloquei minhas mãos no meu colo, mas a mão de Lauren permaneceu segura na minha perna debaixo da mesa.

– Eu sou Lucy – sorriu, mostrando os dentes perfeitamente brancos. – Achei que nós provavelmente deveríamos nos conhecer. Entretanto, parece que Lauren não está muito interessada nisso.

Eu olhei para Lauren, que, de fato, parecia desconfortável.

– Não, você tem razão. Vocês deveriam se conhecer – respondeu ela, com sua mão acariciando a minha coxa. Eu senti um propósito por trás de seu toque, mas não tinha certeza se ela queria me controlar, acalmar ou acalmar a si mesmo. – Agora, já se conheceram.

– Você não vai se livrar de mim tão facilmente, sua tonta. – Lucy sorriu para Lauren, em seguida, lançou outro sorriso para mim. – Acredite se quiser, nós somos realmente amigas.

Eu acreditei. Ela se sentia confortável perto dela e Lauren nem sequer pestanejou quando ela a chamou de tonta. Isto fez o meu estômago embrulhar inexplicavelmente. Então, quando fiquei imaginando se elas tinham feito sexo, uma forte punhalada começou a cutucar no meu peito. Eu não precisava esticar o elástico, mas fiz aquilo de qualquer maneira, já que as minhas mãos estavam finalmente livres debaixo da mesa. Lauren suspirou.

– O que você quer, Lu?

Como? Ela era alguém que Lauren realmente chamava por um apelido? O apunhalar se aprofundou no peito.

– Eu queria agradecer pessoalmente a Camila por toda esta farsa.

Então, ela realmente sabia... O que então me colocava em desvantagem, já que eu não sabia quase nada sobre ela.

Lucy se inclinou para mim, como para confidenciar um segredo, mas falou alto o suficiente para que Lauren ainda pudesse ouvi-la.

– Você não consegue imaginar como tem sido terrível a ideia de ter que me casar com essa chata... – Um sorriso provocante apareceu nos lábios dela.

– Hum, acho que consigo imaginar. – As dores em meu peito me fizeram querer esfaquear Lauren também. – Ela não é do tipo de sossegar o facho com alguém.

Lauren tirou a mão da minha perna e eu me arrependi imediatamente das minhas palavras, mesmo que elas não tivessem sido tão maldosas assim, ou foram?

Lucy riu.

– Uau. Você já a conhece bem, então... – E riu de novo.

Urgh, ela era uma daquelas garotas risonhas. Me deu vontade de vomitar. Ou de odiá-la. Mas algo sobre ela também me atraía.

– É bom conversar com mais alguém que sabe...

– Mas Lauren não é uma mulher incrivelmente boa em fingir? – Lucy estreitou os olhos na direção dela e eu captei os dardos que ela atirou em retribuição.

– Pois é... – Fiquei alguns instantes pensando sobre o nosso tempo juntas, os toques, os beijos em público. Alguns deles tinham sido meio confusos, e eu tinha posto a responsabilidade por esta confusão em minhas próprias tendências a criar mais quando não havia mais a criar. Mas talvez não fosse a minha imaginação hiperativa, afinal. – Muito bom.

– Eu adoraria continuar esta conversa maravilhosamente divertida, mas estou vendo alguém com quem preciso conversar sobre um negócio. – Lauren levantou-se e estendeu a mão para mim. – Camila.

Eu tive a estranha sensação de que ela não queria me deixar sozinha com sua quase-noiva-só-que-não. Da última vez em que me senti assim, tinha recebido dicas bastante interessantes de sua irmã mais nova.

– Vá em frente, Lolo. Eu vou ficar com Lucy.

– Nós vamos ficar bem – Lucy assegurou. – E podemos terminar nossa conversa com uma briga de mentira, se você quiser incrementar a farsa.

A mandíbula de Lauren se apertou.

– Sem briga. No meu roteiro, vocês são amigáveis uma com a outra.

– Então, ela e eu deveríamos nos sentar e conversar, já que supostamente seríamos amigas. – Lucy piscou para mim. – Certo, Camila?

– Certo. – E pisquei de volta. Não podia evitar. Lucy era cativante. – E já que somos amigas, você pode me chamar de Mila.

– Amigáveis, e não amigas... – Lauren respirou fundo, mas sua voz ainda estava tensa quando falou de novo. – Tudo bem. Estarei de volta em breve.


Notas Finais


Camila e seus ciúmess... aiai


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