História Por você - Camren - Capítulo 32


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony, Shawn Mendes
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Camren, Fifth Harmony, Shawn Mendes
Exibições 442
Palavras 1.284
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello xuxuzinhos ♥

Capítulo 32 - Capítulo 32


Então, resolvi mudar de assunto.

– Bem, sobre a promoção... Você disse que iria me dar uma promoção?

Ele sorriu.

– Sim. Claro que sim. Jauregui não lhe contou?

Até recentemente, Lauren e eu não conversávamos muito quando estávamos juntas. Mas não ia contar aquilo para Shawn.

– Ela realmente não contou nada.

– Então fico contente em ser o primeiro a lhe contar. Parabéns. – Ele estendeu a mão para apertar a minha, em seguida, puxou-a de volta. – O que estou fazendo? Venha aqui. – Nós dois nos levantamos e nos encontramos ao lado da sua mesa para um abraço.

Eu me afastei primeiro. Ele notou, dissimulando, ao voltar para o modo trabalho.

– E nós vamos acatar as suas sugestões. Vamos estender o horário da boate a partir de agosto. O que significa que você tem um monte de trabalho a fazer para deixar o lugar pronto. Planejar um monte de reuniões de marketing e reuniões promocionais.
Eu coloquei a mão em seu braço.

– Obrigada, Shawn.

– Você merece isso.

Passamos as horas, até a casa noturna abrir, trabalhando em um plano de negócios. Era uma distração, era emocionante, e era exatamente do que minha mente obsessiva precisava naquela hora. Trabalho era uma coisa que entraria automaticamente na minha lista de comportamentos substitutos. Agora eu tinha uma posição e muitos dos meus turnos aconteceriam durante o dia. Brian não ficaria orgulhoso de mim? Quando a boate abriu, eu era uma sombra de Shawn, andando atrás dele   e aprendendo mais sobre as tarefas gerenciais. Quando fechamos a casa, estava exausta e grata por não ter que andar todo o caminho até meu apartamento.

Só quando Jordan estava me ajudando a entrar no banco de trás do carro, depois de o meu turno ter acabado, que me lembrei de ler a mensagem de Lauren.

“Sempre”, ela dizia. Meu coração parou. Reli a mensagem que tinha enviado antes, para ter certeza de que me lembrava corretamente do que havia escrito. Eu lembrava. Eu tinha perguntado a ela se estava pensando em mim, e a resposta dela foi: “Sempre.”

 

(...)

 

Jordan estava me esperando com o Maybach às 18 horas em frente ao meu apartamento, mas eu vi, antes mesmo de ele abrir a porta do carro, que o banco de trás estava vazio.

– A srta. Jauregui está atrasada e ainda não voltou de viagem – explicou Jordan. – Ela vai encontrá-la no Lincoln Center. Eu estou com o seu ingresso.

Tendo ficado ansiosa para ver Lauren durante o dia todo e incerta sobre qual seria o contexto da nossa noite, não estava com vontade de ficar sozinha.

– Você se importa se eu andar no assento da frente com você? – perguntei.

– Tenho certeza de que a srta. Jauregui preferiria que a senhorita se sentasse na parte de trás.

Eu arranquei a porta de trás das mãos de Jordan e a fechei sem entrar no carro.

– Então, não vamos contar a ela, não é?

Jordan sacudiu a cabeça para mim, negando, e deu a volta no carro até o assento do motorista. Abri a porta da frente sozinha e me sentei ao lado dele. Andamos em silêncio por um tempo, e eu li o que estava escrito no ingresso que Jordan tinha me dado. A Filarmônica de Nova York estava tocando as sinfonias dois e três de Brahms. Ótimo. Eu amava as artes e tinha se passado uma eternidade desde a última vez que tinha desfrutado de um evento desse tipo.

Felizmente, não precisava estar no trabalho até a uma da madrugada, já que ficaria após o fechamento da casa para aprender como fazer o inventário mensal. Ally tinha vindo ao meu apartamento naquela tarde para me ajudar a fechar a parte de trás do meu vestido e tinha levado algumas das minhas roupas até o trabalho com ela, para que eu pudesse me trocar quando chegasse lá. Significava que Lauren e eu tínhamos toda a noite para... Para fazer o quê? Estávamos interpretando nossos papéis hoje à noite? Isso era um encontro? Ou estávamos saindo como amigas? Eu não tinha ideia.
Erguendo os olhos do ingresso e olhando para Jordan, me senti inspirada para conseguir respostas a algumas das minhas perguntas.

– Jordan... O que Lauren lhe contou sobre mim?

Jordan estava presente no escritório quando estávamos negociando os termos do nosso acordo. O que ele pensava sobre nós?
Mas ele não respondeu.

– Você não deve conversar comigo, não é? – A expressão dele me deu a resposta. – Ora, vamos lá. Provavelmente ela também lhe disse para me manter feliz. E, neste momento, conseguir algum interlocutor é o que me faria feliz.

Ele suspirou, como se não acreditasse no que estava prestes a fazer.

– Ela disse que a senhorita é a mulher da sua vida.

– Ela disse isso? – É claro que ela teria dito. Esse era o meu papel, afinal, interpretar a mulher de sua vida. Mas teve outras? – Quantas mulheres ela já teve na vida?

– Eu não fui contratado para dirigir para nenhuma outra, srta. Cabello. Sempre fui motorista apenas para ela. Ocasionalmente, a srta. jauregui poderia ter um encontro, mas não com muita frequência.

Fiz uma careta, não queria pensar em Lauren em encontros com outras pessoas.

– Certamente nenhuma delas despertou seu interesse, como a senhorita faz.

Revirei os olhos, não queria ser tratada dessa forma tão condescendente.

– Você não tem que dizer isso para mim.

– Eu sei. Mas é verdade.

O que isso significava exatamente? Que eu era especial para ela? Ou que eu era a única que tinha sido contratada para que Lauren exibisse? Mas era bastante óbvio que eu não podia fazer essas perguntas a Jordan. Então, em vez disso, perguntei:

– O que você acha de Lauren?

– Eu? – As sobrancelhas de Jordan levantaram-se de surpresa. – Bem, ela é uma boa chefe. Muito clara em suas expectativas. Ela exige muito, mas os benefícios são proporcionais.

Foi bom saber disso, que ela era uma boa empregadora. Mas não era isso o que eu estava procurando.

– Eu quero dizer como pessoa.

Jordan riu.

– Não a conheço como qualquer outra coisa além de mulher de negócios. – E olhou para mim. – A senhorita pode ser uma das únicas pessoas que eu já encontrei que a conhece apenas como mulher.

– Duvido disso. – Não só porque não a conhecia, mas porque suspeitava de que Lauren não permitia que ninguém a conhecesse.

– Eu não teria tanta certeza.

Minha vontade era continuar a conversa, mas nós tínhamos chegado ao Lincoln Center. Pareceu estranho chegar sozinha, mas Jordan me conduziu até o Avery Fisher Hall e me deu todas as informações das quais eu precisava.

– Esta noite é o evento de um doador. Portanto, há um leve bufê no hall de entrada. A srta. Jauregui insistiu para que a senhorita o aproveitasse.

Eu sorri quando imaginei Lauren dando as ordens para Jordan. Tinha sido por telefone? Por mensagem de texto? De qualquer forma,tinha sido dispensado muito cuidado para esta noite.

– Você sabe quando ela estará aqui?

Jordan sacudiu a cabeça, negando.

– Uma reunião no final do dia atrasou a sua decolagem. Mas ela garantiu que chegará assim que puder. – O motorista fez uma pausa antes de voltar ao carro. – Srta. Cabello? Se me permite dizer, a senhorita está encantadora.

Corei, enquanto agradecia, mas seu elogio me deu a coragem necessária para me dirigir, sozinha, ao saguão de entrada, onde ricaços finamente vestidos se acotovelavam por ali. Eram os mais ricos da cidade, as pessoas que tinham dinheiro para doar para essas coisas triviais como artes. Sempre gostei de roupas bonitas, mas nunca me preocupei com roupas de grife até o momento em que notei que a única coisa que me camuflava, naquele mar de roupas caras, era o meu vestido de estilista. Eu estava fora do meu elemento. E precisava de uma bebida.


Notas Finais


''Sempre'' ♥


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