História Por você - Camren - Capítulo 35


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony, Shawn Mendes
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Camren, Fifth Harmony, Shawn Mendes
Exibições 639
Palavras 1.286
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hooot u.u

Capítulo 35 - Capítulo 35


Um lado da boca de Lauren curvou-se sedutoramente.

– Acho que vou fazer as coisas com calma.

Lentamente, ela esfregou seu nariz contra o meu queixo e para baixo no meu pescoço. Movi minha boca para tentar capturar a dela, mas ela foi mais rápida, sempre um passo à minha frente. Sua sedução implacável me deixou incrivelmente excitada, deixando-me ainda mais molhada. Seu ritmo lento estava me matando.

– Acho que vou obrigá-la a andar mais depressa. – E deslizei minha mão para acariciar a protuberância em sua calça.

– Me foda, Camila – sussurrou ela, enquanto eu continuava a massagear sua ereção através do tecido da calça.

– Você não vai ouvir nenhum protesto de mim. – Eu a senti crescer e ficar mais dura sob a minha mão. – Na verdade, gostaria de foder você com a minha boca.

Seus olhos se arregalaram, mas, antes que eu pudesse colocar em prática a minha declaração, o elevador parou no último andar. Ela me puxou para fora do elevador, soltando-me para procurar suas chaves. Esfreguei suas costas enquanto ela abria a porta, incapaz de parar de tocá- la.

– Entre – rosnou Lauren quando abriu a porta para mim. Nós apenas conseguimos passar pela porta e batê-la atrás de nós, quando ela me empurrou contra a parede. Ela acendeu uma luz, depois pegou o meu rosto nas mãos e a minha boca com a dela, empurrando sua língua para dentro para devorar a minha. Amei sua agressividade, como se ela não conseguisse obter o suficiente do meu sabor. Certamente, eu não conseguia ter o suficiente dela. Mas eu estava falando sério sobre querer colocar a minha boca em outras partes de seu corpo e, apesar de Lauren gostar de dominar o nosso tempo juntas, eu queria agradá-la. Enquanto ela ainda segurava meu rosto, controlando a intensidade do nosso beijo, minhas mãos abriram sua braguilha e começaram a acariciá-la. Lauren gemeu contra meus lábios ao sentir as minhas carícias. Seus sons alimentaram o meu desejo. Afastei-me de seu abraço e a encostei contra a parede. Ela ia precisar de apoio para o que eu planejava fazer. Então, arriei sua calça e cueca o suficiente para liberar seu pênis.

– Aí está – ronronei, enquanto girava a minha mão pela sua ereção.

Circulei meus dedos em torno da cabeça e deixei sua umidade escorrer na minha mão enquanto descia pela ereção. Ela gemeu de novo e fiquei de joelhos. Segurando sua ereção pela base com uma mão e chupei-a suavemente. Ela engasgou, segurando meu cabelo entre os dedos, puxando-o até eu sentir uma deliciosa dor.

– Ah, Camila. Isso é tão... ah... tão bom.

Seu elogio me incentivou. Levei minha mão para cima e para baixo de seu pênis, desenvolvendo rapidamente um ritmo constante enquanto chupava. Eu lhe dei o tratamento completo. Não tinha nem pensado se pretendia ou não chupá-la até o orgasmo, mas, de repente, estava desesperada por isso. Eu precisava de seu clímax,  talvez tanto quanto Lauren, e minha boca retratou avidamente aquela necessidade urgente que eu tinha.

– Camila, pare.

Antes que eu pudesse reagir, suas mãos empurraram a minha cabeça. Chocada e confusa, deixei que ela me ajudasse a me levantar.

– Fiz alguma coisa errada?

– Não, princesa. Sua boca é incrível. – Lauren tomou os meus lábios em um beijo profundo. – Mas preciso gozar dentro da sua boceta. Estive pensando nisso durante dias. – Ela passou os braços em torno das minhas costas e começou a trabalhar nos laços do meu espartilho. – E você precisa estar nua.

Gemi, sabendo que levaria uma eternidade para me tirar do meu vestido.

– Isso vai demorar muito – murmurei em seu pescoço.

– Tem que ser assim. – Ela me puxou mais para perto para que pudesse ver sobre o meu ombro o que estava fazendo. – Eu tenho que pegar seus seios. Eu amo seus seios.

Suspirei e comecei a trabalhar nos botões de sua camisa.

– Então, você tem que ficar nua também.

Ela balançou a cabeça contra a minha.

– Isso vai levar mais tempo.

– Mas eu adoro a sensação dos meus seios contra os seus.

Sua risada se transformou em um gemido de frustração.

– Não quero nem saber como você pôs este vestido. Vire-se.

Eu fiz isso, levantando meu cabelo para que ela pudesse trabalhar melhor. Seus dedos se moveram com habilidade e logo ela tinha afrouxado o suficiente para que eu assumisse dali em diante. Senti seus dedos se afastarem de mim e o ouvi atrapalhando-se com suas próprias roupas. Com minhas costas ainda para ela, desci o resto do vestido e saí dele. Então, tirei minha calcinha. Fiquei com meus sapatos, sabendo que ela gostava de me comer desse jeito. Antes de me virar, dei uma respiração profunda, sabendo que, quando a visse nua, eu ficaria sem fôlego. E, cara, eu estava certa. Eu só tinha conseguido olhá-la nua por um tempo no chuveiro, mas não tinha esquecido de como aquela visão me afetava. Finalmente o meu olhar encontrou o seu rosto e notei que ela estava me analisando com a mesma quantidade de desejo intenso que eu sentia por ela. Nossos olhos se encontraram. Em seguida, já estava em seus braços, seus braços fortes e belos, enquanto ela me beijava com fome profunda, os meus seios esmagados nos dela, logo ela enfiou as mãos debaixo da minha bunda e me levantou. Envolvi minhas pernas em volta de sua cintura e meus braços ao redor de seu pescoço, enquanto ajustava meus quadris sobre seu pênis.

Ela parou na minha entrada.

– Eu não a deixei pronta...

– Estou pronta, sim. Penetre em mim, Lauren.

Ela sorriu quando me penetrou com um impulso feroz. Seu pênis ardeu dentro da minha vagina ainda não totalmente molhada, mas também era maravilhosamente delicioso. Tão profundo e tão duro. Ela não perdeu tempo em estabelecer um ritmo constante, penetrando-me com vigor a cada golpe. A força que Lauren deve ter precisado para me manter nessa posição e me foder com tanto vigor me surpreendeu. Sabia que ela estava em forma, mas não tinha percebido a que ponto. A consciência disso aumentou a minha excitação e umedeceu o meu sexo, permitindo-lhe entrar e sair com mais facilidade. Meus seios saltavam com o nosso movimento, e os choques de prazer atravessaram meu corpo enquanto meus mamilos sensíveis roçavam nos dela.

– Lauren, sim. Sim.

Nossos olhos permaneceram travados um no outro e eu pude ver a tensão e o prazer entalhados na testa, enquanto Lauren continuava a nos impulsionar para o clímax.

– Uma... delícia... – arquejava. – Você é... boa pra caralho.

Seu encorajamento e o som de nossas coxas batendo me deixaram louca, e muito perto do orgasmo. A cada impulso de seus quadris, meu sexo se apertava ao redor de sua ereção. Ela me virou para a parede para conseguir um apoio adicional, ajustando sua posição para que pudesse me penetrar com maior ímpeto. A nova posição libertou sua mão e ela pôde esfregar meu clitóris enquanto a ponta do seu pênis encontrava um ponto sensível.

– Goze junto comigo, Camila. – ordenou. – Goze.

Seu tom autoritário e seu polegar circulando meu clitóris me fizeram desmanchar. Joguei minha cabeça para trás, na parede, minha vagina tremia quando o orgasmo me atravessou. Ela me seguiu, gemendo meu nome enquanto se liberava dentro de mim com jorros longos e quentes. Soltei minhas pernas de sua cintura e apoiei os pés no chão sabendo que ela não poderia continuar a me carregar depois daquela violenta liberação. Embora não suportasse mais o meu peso, ela não me soltou.

– Vamos conseguir fazer isso de novo? – ofeguei, antes mesmo de nossos corpos terem esfriado.

Ela franziu o cenho quando soltou o braço, que estava em volta de mim, para olhar para o relógio.

– Você precisa estar no trabalho à uma? Eu acho que podemos conseguir fazer isso de novo duas vezes.


Notas Finais


Próximo cap, elas vão viajar pra Hampton e Camilinha vai ter que aturar dona Clara -.-


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