História Por Você - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Lucas "T3ddy" Olioti
Exibições 16
Palavras 1.131
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 15 - Promessa


Fanfic / Fanfiction Por Você - Capítulo 15 - Promessa

— Will! — exclamo pulando em seus braços e ele ri me apertando — Você sumiu! — desfasso o abraço e o percebo olhar para a porta e viro meu rosto para olhar — Esse é Lucas... Lucas,Augusto. Um amigo meu. — Lucas sorri calmo, e acena fechando a porta enquanto Will me olha sério.

— Vocês estão juntos? — a primeira coisa que ele diz à mim, e arregalo os olhos para ele.

— Não, mas vamos tentar. — Lucas diz me abraçando na cintura e minha mãe me olha abismada enquanto Will olha para Lucas desafiadoramente.

— Boa sorte. — ele diz me fazendo não entender, e volta a se sentar no sofá.

— E sua mãe como está? — digo a ele, que me olha com o olhar triste, e em seguida sorri tranquilo.

— Ela tá bem... — ele se levanta novamente — Eu tenho que ir, já deu minha hora.

— Mas a gente nem conversou direito ainda! — exclamo saindo dos braços de Lucas, que rapidamente me puxa e me toma em seus braços de novo.

— Eu venho aqui mais tarde, tenho que comprar o remédio da minha mãe antes que a farmácia feche, hoje é sábado. — ele diz com seu brincalhão sorriso no rosto e assinto enquanto ele se curva e beija meu rosto, e se despede de minha mãe. Logo ele vai embora e minha mãe gargalha da cena.

— Eu acho que ele não gostou de ver vocês juntos. — ela diz e Lucas dá de ombros se sentando no sofá. Sorrio incrédula tentando compreender o por que dele fazer isso, e me sento ao lado de Lucas que conversa como se fosse íntimo de minha mãe. Tomara que ela goste dele, por que se gostar vai ser uma coisa a menos para ficarmos juntos!

Nossa tarde de sábado foi assim, ficamos conversando tranquilamente entre nós, como se já fossemos um casal de anos, e uma sogra boazinha. Foi descontraído e legal, e até minha mãe que é rabugenta gostou de ficar perto dele.

— Eu tenho um evento hoje, mas assim que acabar te ligo pra gente se falar ta bem? — ele diz me abraçando em frente ao elevador e assinto lhe dando um selinho, que logo se torna um beijo terno. Assim que elevador chega, nos despedimos e ele vai embora me deixando com um vazio cheio de dúvidas em meu coração.

[Dia seguinte]

Acordo e passo por minha mãe que está dormindo no sofá da sala, e vou para o banheiro de meu quarto com uma cadeira, e a ponho em frente ao meu espelho, e me sento na mesma.

Passo as mãos em meus cabelos de, que já começa a soltar poucos fios, e libero minhas lágrimas, enquanto me olho no espelho. Eu não quero sofrer de novo!

Só de pensar que vou ter que passar por todas as quimioterapias que vão me fazer ficar mal, que vão me fazer sofrer numa cama de hospital, fico mal e com uma dor dentro de mim, por me ver feia, magra, e toda roxa... Por ver minha mãe sofrer ao meu lado, e chorar todos os dias em minhas costas como antes.

Ponho minha cabeça entre meus braços dobrados em cima dos joelhos, e avisto o chão branco do banheiro, cheio dos fios de meu lindo cabelo. O cabelo que tanto cuidei desde que começou a crescer quando eu tinha onze anos... Aprendi a cuidar deles quando já não os tinha mais, e agora vou perdê-los de novo.

Choro descontroladamente me imaginando tendo algo ao lado de Lucas. Tenho medo de justo nesse período minha doença se agrave e eu o deixe sozinha com uma dor no peito. Eu não posso fazer isso! Eu não vou fazer dele uma vítima da minha doença.

— Filha. — ouço minha mãe dizer com dor enquanto soluço, e levanto minha cabeça para olhá-la — Oh meu amor, não chore! — sua voz embarga enquanto ela vem em minha direção e me abraça com força afagando meus cabelos. Ao perceber os fios no chão, sinto suas lágrimas escorrerem em meu ombro por cima da blusa de cetim, e a aperto em mim. Ela sente uma dor maior que a minha por me ver assim, eu sei que sente... E isso me dói tanto!

— Eu não quero passar por isso de novo. — soluço mais uma vez e ela me faz olhar para ela.

— Você lembra do que prometi a seu pai? — ela diz e me lembro de quando papai estava a beira da morte, e ela prometeu que não iria me deixar sofrer daquele jeito novamente. A única coisa que ele pediu, e não estamos podendo cumprir novamente.

Assinto enquanto ela limpa minhas lágrimas, e ela chora me passando sua dor.

— Eu quero cumprir querida... Mas sei que você irá ficar mal novamente, mas com os tratamentos isso vai passar, e eu juro que você não vai passar por nada igual na sua vida mais! — ela me acolhe em seus braços enquanto me acalmo e assinto lhe dando um beijo em seu ombro.

— Desculpa por te fazer passar por isso. — digo e ela nega com a cabeça.

— Esquece isso querida... Mas agora você tem uma coisinha nascendo ai dentro né? — ela me afasta e me olha com um meio sorriso no rosto — Eu vi o jeito que se olhavam, e o jeito que se falavam. — sorrio com sua fala, e limpo as lágrimas dela.

— A gente transou. — digo sem nenhum rodeio e ela me olha surpresa — É... Eu sei que foi rápido demais mas aconteceu. — dou de ombros e nos sentamos juntas no chão — Eu to apaixonada mãe.

— Filha, eu não quero que você sofra desilusões amorosas, então por favor tenha certeza dos seus sentimentos. — assinto deitando a cabeça em seu ombro enquanto ela me abraça de lado — Vocês se previniram? — assinto mais uma vez e logo ela me enche de perguntas sobre ele. E ao responder tudo o que já sei sobre sua pessoa, tenho a certeza que o que eu estou sentido é verdade... Eu já o amo!

[LucasOn]

Duas semanas se passaram, e eu e Amanda não nos vimos mais. Apenas conversamos por ligações e mensagens. Minha agenda está lotada! Quase não estou tendo tempo pra dormir, mas sempre arrumo um jeito de falar com ela. E eu confesso que estou morrendo de saudades! E é através dessa saudade que estou percebendo que eu à amo. Sei que está cedo, mas pro amor, o tempo é somente uma palavra, e eu tenho certeza que não estou enganado!

Já são quatro da tarde, e estou com comendo com Mauro e Christian. Assim que chegar em casa, irei ligar para ela. E assim faço, logo quando estou no elevador, disco seu número e ela atende na primeira chamada.



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