História Porcelain - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Magcon, Nash Grier
Personagens Personagens Originais
Tags Katherine Mcnamara, Mistério, Nash Grier, Porcelain, Romance
Visualizações 130
Palavras 2.648
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Relou, galeura! Tudo na paz? Cheguei no dia certinho, viram só?
Quero agradecer à vocês por todo o carinho que sempre me dão e também pelo crescimento da fanfic. Obrigada por todo esse reconhecimento. Love u, guys 💜(discurso de quem ganha um grammy bdndndbd u.u)
Bom, esse capítulo tá de partir o coração, mas vocês perceberão que a história tá tomando forma e que tudo aconteceu no seu devido tempo. Espero que gostem!
Por favor, leiam ouvindo If it means a lot to you - A day to remember, Salvation - Gabrielle Aplin e Never Ending - Rihanna.
Boa leitura!

Capítulo 7 - Rewinding, Here is my Goodbye


Fanfic / Fanfiction Porcelain - Capítulo 7 - Rewinding, Here is my Goodbye


Porcelain, Washington, 4h15min a.m

Ele não imaginava que beijá-la custaria tanto. Sentia-se completamente um monstro por, mais uma vez, ter que fazê-la voltar à estaca zero, de onde ele a tirou. Era difícil demais para ele acreditar que a fez envolver-se tanto. Ele sabia que ela estava apaixonada e, também, que ele não estava diferente. Jacob McAllister sentia medo de que todos aqueles sentimentos novos fossem frutos da forma como a história deles estava sendo contada. Algo completamente improvável pela ciência. Qualquer ser humano na face da terra gostaria de estar em seu lugar, até o momento depois que a beijou. Ele sabia que teria que deixá-la a partir disso.

Em sua mente, apenas os avisos de Trevor Pascual rebobinavam, ditando "Jacob, jamais deixe as paixões desse mundo lhe prenderem."; "Você precisa lutar!"; "Nós já fizemos a nossa parte, cabe à você lutar por você mesmo."; "Você está correndo perigo, lute!" Ele não queria lutar, nunca mais, porque sabia que se lutasse, nunca mais veria a garota por quem se apaixonou. Infelizmente, McAllister foi tolo o bastante por cair nas armadilhas de Clarissa Maycastle.

Clarissa era aquele tipo de garota que faz qualquer cara sair da linha. Ela não era do tipo atirada, muito pelo contrário... Ela parecia não ter pressa para amar ou desespero para ser a namorada do capitão do time da escola. Ela parecia querer viver um amor improvavelmente clássico. Parecia sempre querer ter nascido no século passado, o que era admirável. Ela era doce, forte, adorável, diferente, única. Ela poderia conquistar o mundo, se quisesse. Era uma pena o fato de ela ter descoberto isso tão tarde.

Pela última vez na sua existência, Jacob abriu a janela branca, a qual sempre estava destrancada, aguardando por sua vinda. Seus pés foram calmos e silenciosos ao tocarem o chão, mas seus olhos foram ágeis ao procurarem pelos cabelos ruivos da garota. Ela estava usando o seu vestido branco, dando ainda mais contraste a sua pele pálida e ao seu cabelo ruivo. Jacob fechou os olhos, sentindo uma dor aguda invadir o seu peito, o deixando completamente sem ar. Por um momento, ele achou que estava morrendo, conforme Trevor havia lhe dito que aconteceria, caso ele não lutasse, mas quando sua respiração normalizou-se, ele sorriu por saber que teria chance de dizer adeus à Clarissa.

O perigo estava perto, muito perto. Ele precisava ser breve.

Ele jogou o capuz do seu moletom para trás, observando a inocência da sua garota ao dormir. Ela mantinha os lábios em um sorriso sereno, como se estivesse sonhando e Jacob sentiu-se orgulhoso por saber que havia lhe feito feliz com um simples beijo, o qual não foi nada simples para ele. Entretanto, voltou a sentir-se um monstro ao saber que cometeria o mesmo erro que os outros cometeram ao saírem da vida dela.

O garoto afastou-se da cama, dando uma grande volta por todo o quarto. Tocando em tudo o que conseguia, ele fez questão de guardar qualquer memória dela; qualquer coisa que a deixasse feliz. Ele desejava lembrar-se dela quando tivesse a chance de retornar. Quando voltou-se para perto da garota, Jacob sentiu seu interior começar a tremer, trazendo todo o líquido do seu corpo para testa.

— Eu sinto muito por não poder ficar, Clary - ele sussurrou, travando o maxilar em seguida.- Parece que o amor tem o poder de curar, não é mesmo? - ele riu de forma desgostosa, balançando a cabeça negativamente.- O nosso era diferente; ele precisava de mais tempo, mas nós não o tivemos. Espero que você descubra o quanto potencial tem para mudar o mundo. Eu espero encontrar você me esperando, quando voltar para casa, se eu voltar. Eu espero que o que construímos continue real e intacto - engoliu um bolo de saliva, ironicamente seco.- Rebobinando, aqui está o meu adeus.

Como em uma cena de um filme tristemente clichê, o garoto abaixou-se ao lado da cama de Clarissa, depositando um beijo quase impossível de ser sentido sobre os lábios da garota, voltando a ficar de pé. Ele a observou dormir pela última vez, enquanto torcia mentalmente para que ela acordasse mais forte do que nunca.

Depois de quase uma hora e meia observando o rosto angelical de Clarissa, Jacob vestiu o seu capuz, secando o suor repentino de sua testa. Ele imaginava que o seu coração deveria estar desabando em lágrimas, porque diante de tanta neve e frio, somente algo tão quente poderia transbordar e aquecer sua alma de uma forma, completamente, dolorosa.

De todos os efeitos colaterais de se dizer adeus, o que mais feriu o coração de Jacob foi a saudade, a qual ele já sentia assim que cruzou aquela janela pela última vez.
                                                  [...]
Maycastle's house, 5h45min a.m

Exatamente como no fim de uma paralisia do sono, Clarissa saltou de seu travesseiro, ficando sentada em sua cama, com a respiração completamente acelerada. Independente da neve e do frio que fazia lá fora, o corpo da garota estava completamente suado, de tal maneira que fez com que seus cabelos estivessem grudados em seu pescoço e testa. Ela estava morrendo de calor e pânico.

Ela não conseguia lembrar do pesadelo que teve, se de fato, teve. Entretanto, ela sentia um vazio descomunal preencher seu coração. Era como se tivessem enfiado uma estaca em seu peito e, lentamente, ela estivesse morrendo. Imediatamente, ela lembrou-se do beijo o qual havia recebido horas atrás, fazendo com que o seu coração fosse esmagado por uma mão imaginária. Rapidamente, ela sentiu um mau pressentimento.

Jogando o cobertor grosso no chão, a garota ficou de pé, sem se dar o trabalho de calçar suas pantufas. Ela encarou o breu que o seu quarto encontrava-se, sentindo um vento geladíssimo soprar suas costas. Virando-se, ela encontrou a janela aberta, com o vento soprando as cortinas brancas para longe. Então, ela sentiu medo e uma vontade tremenda de correr para debaixo do seu edredom, mas ela não o fez. Juntando toda a coragem do mundo, Clarissa caminhou até a sua janela, fechando-a em poucos segundos.

Sentindo sua garganta queimar por sede, ela acendeu todas as luzes possíveis por onde passava, até chegar à cozinha. Encarou o cômodo, dando bastante atenção ao silêncio, abriu a geladeira, tirando de lá a jarra de água preferida de sua mãe. Pegou um copo de cima da bancada, despejando o líquido dentro do mesmo, que rapidamente esvaziou-se quando ela o bebeu desesperadamente. Depois de exatos oitos copos de água, Clarissa retornou ao quarto.

Sentindo ainda o calor emanar do seu corpo, ela despiu-se, jogando o vestido branco sobre o tapete, que ficava de frente para sua penteadeira. Lá fora, o sol já estava nascendo, o que não fazia diferença alguma, já que o frio prevalecia. Entretanto, Clarissa ficou feliz pelo breu das cinco da manhã ter acabado. Assim que entrou debaixo da água gelada, ela jogou todo o seu cabelo para trás, fechando os olhos para apreciar a sensação, mas tudo o que apreciou foi a lembrança do beijo. Ela não queria, mas internamente a sua mente gritava que aquele havia sido o melhor beijo que já havia compartilhado com alguém. Aquele garoto não pode ser real, ela pensou.

Depois de alguns minutos dentro do seu closet, escolhendo o que vestir, ela optou pela calça de jeans preto destroyed, suéter branco, com estampa de corações; jaqueta de couro preto e seus, tão sonhados, coturnos, os quais ela conseguiu comprar com o dinheiro do seu suado trabalho. Ela sabia que estava pronta cedo demais, porém, ela não aguentaria ficar presa àquela cama, tentando entender o que estava acontecendo no interior de sí mesma. Na verdade, depois de vestida, a garota ligou a tevê, apenas para que seu cérebro imaginasse que havia alguém alí, e direcionou-se ao seu sofá, de frente para a janela.

A neve branca cobria o teto de todas as casas, assim como boa parte da grama e do asfalto. O sol, que havia acabado de nascer, refletia sobre o gelo, sem conseguir, de maneira alguma, derretê-lo. Era algo esplêndido de se ver. Então, mesmo com uma dorzinha repentina no peito, a garota se permitiu sorrir, porque ela sabia que Deus havia feito sua parte para tornar o dia dela melhor.

Depois de alguns minutos, às seis e meia da manhã, Clarissa limitou-se em passar rímel e manteiga de cacau, somente para não parecer uma morta viva. Em seguida, perfumou os pontos principais do seu corpo, roupa e cabelo e dirigiu-se para o andar inferior. Entretanto, ela assustou-se ao encontrar Troye Joylee e Helena Maycastle sentados à mesa de café.

— Bom dia, querida - Helena desejou, esbanjando seu doce sorriso.- Acordou cedo.

— Bom dia, mãe e - pausou por alguns segundos, dois, no máximo- Troye.

— Bom dia - murmurou o amigo.

— Eu não dormi muito bem, nada muito incomum - disse, casualmente, sentando-se à mesa.

Ela encarou as duas pessoas à sua frente, esperando uma resposta para aquele complô repentino. Troye pigarreou, jogando seus cabelos lisos e escuros para trás.

— Nós resolvemos unir forças para conversarmos com você- ele começou a dizer-, porque compartilhamos do mesmo assunto.

A garota engoliu em seco.

— Não vá me dizer que você está tendo um caso com a minha mãe por pura curiosidade - ela tentou descontrair, mas era a úncia coisa que se passava em sua cabeça, fazendo Helena e Troye caírem em uma gargalhada exagerada.

— Sua mãe é uma mulher muito atraente, docinho, mas digamos que eu prefira algo mais másculo - retrucou, com um sorrisinho malicioso nos lábios, mas Clarissa não sorriu, pois lembrou do quanto o amigo se afastou dela durante os últimos dias.

— Achei que havia desistido de mim - murmurou, fazendo Troye fechar a expressão.

— Querida, ele somente não sabia a forma certa de agir e de chegar até você para dizer o que ele estava observando desde quando encontrou com você - Helena explicou, deixando Joylee aliviadíssimo.

— Podem me dizer o que está acontecendo, por favor? - perguntou a garota.- Estou farta de observar as pessoas compartilhando, entre sí, um segredo sobre mim.
Helena e Troye trocaram olhares.

— Você lembra sobre a conversa que teria com a Sra.Lewis? - Clarissa assentiu.- Pois bem, nós conversamos. Querida-ajeitou-se sobre a cadeira-, seus colegas de classe...

— Não, Tia Helena, a escola inteira - pontuou Troye.- A escola inteira esteve notando um comportamento estranho em você - disse, por fim.- Clary, eu sei o quanto você é tímida, mas o que está rolando é algo muito fora de órbita. Você não consegue, nem ao menos, ficar perto de mim durante muito tempo. E olha que somos amigos há anos.

Clarissa estreitou os olhos, achando tudo aquilo uma tremenda baboseira. E quem seria Troye para dizer tudo aquilo à ela, se foi ele quem se afastou? Ela sabia que ele deixaria-se levar pelos comentários alheios, mas não sabia que seria tão rápido.

— Parece que o seu papel de amigo você rasgou e jogou no lixo - disse firme.

— Clarissa! - repreendeu Helena.

— Não, mãe! - retrucou.- Troye, um amigo de verdade enfrentaria tudo para defender e amparar o outro - voltou-se para ele, dizendo.- Você simplesmente se afastou pelo simples fato de não saber lidar com a situação - curvou a boca em uma careta esnobe.- E, ao contrário do que vocês pensam, eu nunca estive sozinha. Eu tenho alguém comigo, e esse alguém lutou por mim e fez de mim alguém diferente. Agora, eu vou sair por aquela porta sendo quem eu sou e mostrarei à toda Porcelain High que dos meus problemas pessoais cuido eu! - exclamou, mais alto do que realmente queria. Ela tinha esse defeito, de gritar quando estava nervosa.

A garota levantou, recolhendo sua bolsa e caminhando em passos longos até a porta, porém, a voz da sua mãe a parou, anunciando:

— Você não poderá fazer isso hoje, porque para isso você precisa de ajuda - Clarissa virou-se pronta para responder, mas não pôde.- Você tem uma consulta marcada com umas das melhores psicólogas de Washington.
                                                  [...]

Falsos! Infelizes! Dissimulados!; a mente de Clarissa gritava enquanto ela aguardava a Dr.Bailey atendê-la. A garota estava furiosa, e quando se encontrava dessa forma, perdia totalmente a noção. Um dos seus maiores defeitos, obviamente. O jeito doce da garota foi guardado na gaveta do seu cérebro, dando lugar ao jeito revoltado de ser.

— Clarissa Maycastle, a Dr.Bailey a espera - a recepcionista disse, aproximando-se da garota.

Ela sentiu uma enorme vontade de debochar da mulher, somente para descontar sua raiva, mas ela não o fez. Levantando-se, a garota seguiu a recepcionista até a sala cinco, em total silêncio. Rapidamente, as palavras de Jacob lhe vieram à mente, como uma lâmpada sendo acesa em um quarto escuro.

"—[...] Seja a protagonista que eu sei que você é, e escreva a sua história! Porque corremos o risco de chegar em um momento da nossa vida onde iremos nos dar conta do erro que cometemos, mas não poderemos mais fazer nada dentro de um buraco escuro e gélido. Eu sei, também, Clary, que você deixará a opinião das pessoas em segundo plano e libertará o seu coração."

Um, dois, três suspiros foram o bastante para a garota acalmar o seu interior e girar a maçaneta dourada, empurrando a porta de madeira maciça para frente. Seus olhos encontraram os olhos intimidadores da Dr.Bailey e somente, então, ela reconheceu de onde vinha o sentimento de familiaridade ao ouvir o nome da profissional pela primeira vez. Assim que ela botou os pés para dentro da sala e seus olhos encontraram o porta retrato em cima da mesa da psicóloga, Clarissa teve certeza de que estava vivendo um pesadelo. Brittany Bailey, psicóloga no período da manhã e mãe em período integral. Mãe de Bettany Bailey.

Com os lábios trêmulos, Clarissa dirigiu-se até a poltrona que encontrava-se de frente para a mesa, somente então parando para o observar a sala. As paredes em tom cinza, com quadros psicodélicos pendurados; era linda e o piso de madeira escura somente deixava tudo ainda mais elegante. As fotos de família, as quais tinham o rosto de Bettany, estavam alí para fazer os pacientes sentirem-se em casa, mas no caso de Clarissa, aquilo soou como um insulto.

Brittany Bailey não tinha mais do que trinta e cinco anos, era loira com olhos lindamente azuis e suas roupas eram muito elegantes. Ela encarava Clarissa como Helena costumava encará-la; fraternalmente. Isso, de alguma forma, fez a garota lembrar de que pessoas possuem personalidades diferentes. Brittany poderia, sim, ser uma boa mulher.

— Fico feliz que tenha vindo, Clarissa - a mulher disse, esbanjando um sorriso bonito.- Acredito que você não teve escolhas, não é mesmo?

— Está tudo bem, geralmente, não tenho muitas escolhas mesmo - deu de ombros.

— Não farei disso uma tortura para você, já que iremos falar somente daquilo que você quiser - a profissional explicou.- Irei começar fazendo algumas perguntas à você, mas terá que ser sincera comigo, tudo bem?

— Tudo bem.
Clarissa resolveu agir gentilmente com a mulher, apenas para que ela se desse conta de que estava tudo certo com a garota. Tola, tolíssima! Mal ela sabia que Brittany já havia lidado com esse tipo de estratégia diversas vezes.

— O que vem lhe deixando triste durante as últimas semanas?

— Um segredo, o qual as pessoas não me deixam saber - ela disse.- E sabe o mais engraçado? É sobre mim.

— Oh! - exclamou Brittany.- Você tem ideia do que possa ser?

— Talvez, o meu jeito tenha os incomodado - deu de ombros.

— Você gosta de ser assim?

— Não exatamente.

— Hm - murmurou, anotando um ponto em seu bloquinho.- O que tem lhe feito feliz durante as últimas semanas?

— O meu trabalho e... Um cara - ela abriu um pequeno sorriso bobo.

— Temos aqui uma garota apaixonada? - Dr.Bailey descontraiu.

— Não exatamente.

Clarissa sabia que sim, ela estava apaixonada, entretanto, era uma pena que era tarde demais para assumir para quem mais merecia saber.


Notas Finais


Não venham com essa baboseira de que já descobriram tudo, porque vocês não imaginam o que se passa na minha cabecinha, OK? Ndndndnd brincadeira. Se vocês forem bem atentas, já descobriram o que tá rolando. Façam suas apostas nos comentários! Quero ver quem acerta u.u.
🚫 GEEENTE, O TRAILER SAIU! TÁ MARAVILHOSO, CONFIRAM!
❄ Trailer: https://youtube.com/watch?time_continue=2&v=yWrMUwAZZc8
❄ Para assistir pelo celular: http://www.perfectdesign-pd.com/2016/09/trailer-porcelain-timkerbell.html?m=0
See you soon.


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