História Porcelain of Plastic - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Doll, Drama, Perfeição
Visualizações 5
Palavras 346
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Terror e Horror, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Doll


  -Sinto muito, senhor, mas acho que o quadro dela não há mais cura.

Ouço o doutor dizer do lado de fora apesar das paredes serem grossa e cheias de acolchoamento.

-Doutor o senhor disse que havia chance que havia esperanç…

-Eu já disse que sinto muito…—mesmo de costas consegui sentir o olhar do doutor em mim. -Mas há algo que podemos tentar,porém e muito arriscado.

-O que ?vai dizer que vai dar uma terapia de choque na minha filha? —o homem que dizia ser meu pai deu uma risada amarga até se tornar silenciosa. -Só pode ser brincadeira.

A resposta do doutro fica em silêncio ela não sai com nem mais nem menos.

-Por que não há nada demais, ela só pensa que é uma boneca,ela não é louca…ela só precisa ser tratada. —Agora é a vez do meu pai me olhar.

-É melhor conversamos em outro lugar senhor, para você ter um pouco mais de clareza.

Ouço seus passos se esvaindo, cada vez mais longes, como se fossem apenas barulhos imaginários da minha mente.

Meu pai ia deixar que me matassem, ele era influênciado muito facilmente pelas pessoas, ainda mais quando o assunto envolvia suas filhas…

Mas não era minha culpa de eu ser assim, meu pai me criou assim, para ser perfeita, sem debater, sem pensar, apenas concordar com tudo, "assim como uma boneca" ele dizia.

Até que um dia eu aprendi e ele fico feliz, teve orgulho de mim, pela primeira na vida vi meu pai feliz desde a morte da minha irmã... Porém o incidente não foi minha culpa, não foi minha culpa se ela se jogou da janela… eu acho que ela apenas queria voar como um pássaro, não como uma boneca jogada da janela, um pássaro livre e negro que mais para frente Deus iria finalmente percebe-lo e a tornaria um anjo.

-Pobre Ellizabeth, pobre Ellizabeth. —faço um esforço para alcançar uma das fivelas e virar ao contrário para alcançar meu pescoço e com meu pouco peso deixar decidir o resto, como se fosse uma balança.

 Voe como um passarinho.



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