História Pornô - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Bakugo Katsuki
Tags Bakugo Katsuki, Kiribaku, Kirishima Eijiro, Lemon, Viadage
Visualizações 230
Palavras 2.328
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Apenas mais uma PWP de um dos shipps mais quentes do mundo...

~ Obrigada Ianny meu amorzinho, por me ajudar! Eu te amo você s2! ~

Capítulo 1 - Você tem certeza que é filme de terror?


— Você tem certeza disto? — Katsuki perguntou pela milésima vez enquanto eu arrumava o filme no DVD.

— Tenho, o Mineta tem ótimo gosto para filmes — respondi simplório — Ele disse que esse é o melhor de sua coleção particular — recebi um "tá, só coloque logo" como resposta e abri um sorriso mínimo e, contente por tê-lo convencido a passar o sábado à noite assistindo filme ao meu lado.

Claro que não foi fácil e eu tive que insistir uma semana inteira, mas segundo o Mineta, o mesmo havia comprado um filme de terror assustador demais, que ninguém aguentaria assistir sozinho. E como eu gosto de desafiar o controle das outras pessoas, não consegui pensar em ninguém ele do Katsuki para assisti-lo comigo… Imagine se ele realmente se assustar e pular nos meus braços? Eu agradeceria o Mineta com vários pôsteres de mulheres peladas que ele gosta.

— Eu acho que não vai funcionar, seu saco de lixo de bosta — já fazia alguns minutos que eu havia colocado o DVD, pego a pipoca, os refrigerantes e me sentado ao lado dele no sofá, mas nada do filme dar indícios de que iria começar.

— Você exagera nestes xingamentos, sabia? — falei largando a bacia e o meu refrigerante sobre a mesinha de centro — Eu acho que você devia ser mais amável — insisti em tom de sinceridade e fiz menção de levantar, quando senti seus dedos contornarem o meu pulso.

— Cala boca, seu merda — O olhei por cima do ombro e ele apontou para a TV, mostrando que o filme finalmente havia começado a rodar.

Que este filme seja bom, por que ninguém merece ser xingado gratuitamente pela pessoa gosta.

Ele soltou o meu braço e eu voltei a me sentar, colocando a pipoca em nosso meio, ansioso pelos Jump scare que o trariam para mim. Mas, algo não me parecia certo. Por que havia nomes de atrizes pornôs no início?

Não que eu às conheça, mas né? 

— Você tem certeza que é filme de terror? — saí dos meus pensamentos ao constar que definitivamente não havia nada de terror ali. Mineta seu desgraçado!

— Antes sim, agora não mais — olhei para a caixinha do DVD em cima da mesinha e com certeza a mesma era de um filme macabro, mas na tela estava mostrando algo totalmente diferente.

Uma mulher e um homem, ambos nus e se beijando. Caralho! Ele me emprestou um pornô!

— Isto… Você — olhei de canto para Bakugo, que abria e fechava a boca tentando dizer algo, sem graça e corado?! Espere, Katsuki Bakugo estava corado?

— Isto e eu o quê? — tirei a bacia de nosso meio e me aproximei dele, sem conseguir desviar os olhos das imagens excitantes e únicas iluminando o local.

Eu nunca agradeci tanto por minha família ter ido passar o final de semana na casa da minha avó. Eu seria deserdado se eles vissem isto.

— Esta porra aí! — Por incrível que pareça, ele não gritou como de costume, apenas afirmou colocando o cotovelo no encosto do sofá e apoiando a cabeça na palma da mão.

— O cara já gozou? — Que rápido! Nem eu gozo tão rápido assim quando penso no Katsuki.

— Não lixo, mas vamos ficar assistindo a isto mesmo? — Agora a mulher chupava o homem, desde as bolas até a cabeça do pênis.

— Por quê? — Caralho, eu não acredito que estou ficando duro só de imaginar o Bakugo fazendo isto em mim — Prefere fazer? — joguei verde e arrumei meu calção, que por ser fino, poderia deixar explícito demais o quanto eu estava excitado.

— Não tem nenhuma mulher aqui — murmurou fazendo o mesmo que eu, mas aparentemente cada vez mais envergonhado.

— Por que não faz comigo? — abri um sorriso amarelo e ele me olhou de canto, apertando os lábios e fechando a cara.

— E quem faria aquilo? — apontou mais uma vez para a TV e eu me assustei com o jeito explícito que a mulher colocava a camisinha e sentava no homem.

— Vamos apostar na pedra, papel ou tesoura?

— Teu cu, seu verme.

— Na verdade eu estou querendo o teu, Bakugo — retruquei o provocando e passando a língua nos meus dentes.

— Até parece — Ele bufou, se curvando para pegar a latinha de refrigerante que estava no chão ao lado do sofá —, mas se você me chupar direito, quem sabe?

Pisquei algumas vezes, sem entender a mudança repentina do clima na sala. Engoli em seco ao constatar que Bakugo havia bebido tudo, largado a latinha de qualquer jeito sobre a mesa e que agora abria o zíper da calça, a puxando para baixo até os joelhos, junto da boxer preta.

Eu não sabia o que estava me deixando cada vez mais louco, minha respiração descompassada e o volume no meio das minhas pernas pedindo por alívio, os gemidos que saíam pelas caixas de som ou ele, que respirava pesado e havia começado a se masturbar, subindo e descendo com seus dedos pelo seu próprio pênis.

— Caralho, Bakugo — sussurrei e mordi o meu lábio, querendo reagir, me aproximar, mas e se não fosse sério? Um sonho, talvez? Ou coisa da minha cabeça?

— Caralho o quê? — arfou, intensificando os movimentos — Por que não me ajuda com a tua boca? — senti minhas pernas tremerem e aumentei os olhos, não acreditando que era real.

— E como você quer que eu te ajude? — Não que eu não soubesse a resposta, mas ouvir de sua boca seria extremamente sexy — Hein, Bakugo? — colei minha boca em sua orelha e desci com uma de minhas mãos até a sua ereção.

— Com a boca — Ele fechou os olhos e abriu a boca, momento qual eu aproveitei para puxar o seu rosto para mim e enfiar a minha língua dentro daquela cavidade úmida e macia.

Era inevitável que ele fosse me morder e arrancar filetes de sangue do meu lábio, mas quem liga? Quando se está explorando canto por canto da boca do crush?

Em um beijo mais do que selvagem, quando nos demos conta, eu estava deitado no sofá, e ele estava por cima de mim, com um joelho em cada canto do meu quadril, sem calças ou boxer, sentado exatamente sobre a minha ereção ainda coberta.

— Você está tão duro — falei tocando a cabeça de seu pênis — e já percebeu que estamos na mesma posição que eles? — ri e ele revirou os olhos, começando a abrir o velcro do meu calção.

— F-Fica quieto e vamos foder... Logo — ditou entre sussurros, se erguendo e puxando meu calção para baixo — Vo.... Você não usa cueca? — questionou evitando olhar diretamente para o meu pênis duro e molhado graças ao pré-gozo.

— Não, aperta muito — mostrei a língua para ele, quando fui surpreendido por um beijo ainda mais quente, acompanhado por sua mão, que nos masturbava junto — N-Não vai querer que eu te ch-chupe? — pedi com dificuldade, tamanha era a minha vontade de me enfiar dentro dele.

Dentro de Katsuki Bakugo. O garoto esquentado e mais difícil da turma. O qual ninguém suportava...

— E-Eu já te disse para ficar q-quieto, porra... Uhm... — tentou usar o seu tom ameaçador de sempre, mas tudo o que saiu foram gemidos curtos entre suas palavras — J... Já que é você que vai me comer, dei... deixa que eu te chupo — Não é possível, definitivamente tem algo errado aqui.

Assenti com a cabeça, deixando que meus olhos mudassem de foco e fosse fixar na minha latinha sobre a mesa.

Não era refrigerante, era cerveja. Cerveja das mais fortes qual meu pai amava.

Voltei a encarar Katsuki que se encontrava no meio das minhas pernas, não conseguindo segurar um gemido ao sentir seus lábios finos tocarem minhas bolas e sua língua deslizar pelas mesmas até meu pau.

— Está bom deste jeito, lixo? — Eu queria respondê-lo, queria mesmo, porém o olhar tímido e os filetes de saliva que conectavam sua boca a mim, estavam me deixando louco!

— Enfia tudo na boca que fica melhor — soltei uma risadinha e agarrei seus cabelos de leve ao senti-lo me engolir em uma única vez.

Como tanto eu quanto ele ainda não havíamos feito nada parecido, eu não sabia como reagir, nem quando avisá-lo que estava a um passo de gozar dentro de sua boca.

— Katsuki…!

— Uhm? — Ele nem teve tempo de subir e descer com sua garganta muitas vezes e eu despejei toda a minha porra em sua boca — Que nojo seu pedaço de merda! Vá se foder! — Se ergueu, me xingando de todas as formas audíveis e inaudíveis — É salgado, ruim demais! — cuspiu na palma da mão, fazendo careta.

— Passe aqui — ignorei seus palavrões desnecessários e segurei meu pênis, fazendo menção para que ele se sentasse logo — assim não machuca tanto.

— Tá sabendo bem hein? — subiu por cima de mim e fez o que eu pedi, me melecando.

— Eu vejo bastante pornô — dei de ombros e agarrei sua cintura, erguendo o meu quadril contra a sua bunda — e eu preciso te preparar — Pela primeira vez no momento eu me lembrei de que homens não tem a mesma lubrificação que as mulheres, então seriam necessários algum líquido ou algo do tipo para não machucá-lo.

— E eu lá sou gay para você me preparar? — reclamou contra a minha boca arqueando a sobrancelha — Você é um pedaço de lixo Kirishima e eu te odeio! — Sua expressão não coincidia com suas palavras. Sua língua entrava e saía de minha boca, como se estivesse procurando por algo.

Voltou a erguer seu tronco e cuspiu na palma da mão anteriormente suja e esfregou em meu pau, sem deixar os movimentos eróticos para trás.

— Vai te machucar se for somente assim — Não que eu ligue, já que ele parece gostar — e eu não quero te machucar — levei minha mão até seu rosto e o acariciei. Tão lindo este desgraçado — cara tem a camisinha também! — Agora ele vai ele vai querer parar, certeza. Droga!

— Você me irrita — parou o que estava fazendo e ergueu o quadril — me foda de boca fechada — segurou o meu pau e em uma única investida, se sentou com tudo sobre o mesmo, deixando que um longo gemido de dor escapasse dentre seus lábios.

— E... Eu... Eu te avisei Katsuki — falei com a voz falha e também sentido dor pela forma "violenta" qual ele sentara em mim — M-Meu pau não é cadeira pra você sentar deste jeito não... Bakugo!

— Argh Kirishima... Vá se foder e se mexa! — semicerrei os olhos e afundei minhas unhas na carne de sua cintura, começando a subir e descer com meu quadril, investindo forte contra a sua bunda.

— Mas eu já estou fodendo você — respondi com a voz rouca, deixando que a minha mente finalmente se perdesse no cheiro de sexo que impregnava a sala de estar.

Katsuki se curvou sobre mim e começou a beijar meu pescoço de forma frenética, deixando vários chupões pelo local, enquanto eu agarrava sua bunda, abrindo-a e dando mais espaço para entrar e sair com cada vez mais facilidade.

— Uhm! Você está duro demais... — Bakugo gemeu em meu ouvido e afundou suas unhas em meus braços, os arranhando conforme eu me enfiava nele.

— Hãm... Eu já vou gozar de novo, Ka... Katsuki — murmurei entre o beijo, aumentando cada vez mais a força na penetração.

— Goze — pausou em busca de ar — Goze fora filho... Filho da puta!

— Que tesão você me xingando — disse ofegante — enquanto eu estou te comendo — Agora fora a minha vez de gemer em seu ouvido e chupasse a pele branca de seu pescoço.

— Ki… Kirishima… — falou com a voz falha assim que eu toquei o seu pênis esquecido, o masturbando na mesma velocidade em que eu o fodia e lambia sua orelha — eu tô' quase… — avisou.

— Desculpa, mas, eu não vou conseguir… — Eu nem terminei de falar e logo senti um líquido viscoso escorrer de sua bunda até meus dedos — Eu…

— M-Me faça gozar logo... também — pediu me olhando com os olhos marejados pelo prazer e agarrou minha mão que estava em sua bunda, lambuzando seus dedos com o meu gozo e os levou até a boca, lambendo com vontade.

Sentindo que eu estava voltando a ficar excitado, saí de dentro dele e fiquei somente em fazê-lo chegar ao ápice o quanto antes. O qual não demorou muito após eu me colocar a sua frente de forma que conseguisse chupá-lo sem qualquer pudor.

— Agora, é a minha vez — Ele falou e sorriu vitorioso, agarrando meu cabelo com força e se enfiando com tudo em minha boca, gozando em jatos fortes.

— Que nojo! É ruim mesmo — murmurei engolindo tudo e abri um sorriso de orelha em orelha —, mas como é teu gozo, eu gosto — pisquei para ele, ouvindo um "vá se foder seu pedaço de lixo, verme do inferno" entre outras coisas que eu fingi não estar ouvindo só para poder abraçá-lo de surpresa.

— Me solta, eu preciso tomar um banho — corou e me empurrou, levantando e seguindo às pressas até o banheiro, trancando a porta atrás de si.

— Se precisar de ajuda eu estou aqui, viu? — gritei o provocando e me larguei de qualquer jeito no sofá, desligando o filme que já havia acabado e estava nos créditos finais.

— Se quiser vir tomar banho comigo... — Me ergui e olhei a imagem de Bakugo parado na porta do banheiro, inteiramente nu — Pode vir.

Aumentei os olhos surpreso com a sua proposta e não esperei ele dizer duas vezes.

— Só que agora sou eu que vou te comer!

[…]

 

— Mil desculpas Kirishima! — Mineta juntou as mãos em sinal de sinto muito e se curvou — Eu troquei os DVDs sem querer — continuou curvado —, espero não ter estragado o seu final de semana com este filme!

— Para com isto — respondi sorrindo de canto e olhei para Katsuki que me fitava sério do outro lado da sala e ignorava Midoriya o incomodando —, foi o melhor final de semana da minha vida, Mineta — mostrei a língua para o Bakugo e o mesmo me mostrou o dedo do meio.

— Tem certeza?

— Absoluta! — exclamei e encolhi meus ombros —, mas se você tiver mais deste tipo de filme, eu quero para o próximo final de semana.

 


Notas Finais


Cara... Isto não ficou bom adaçldç ~l~ça podem me bater, eu deixo :c

Obrigada por ler!


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