História Porque eu quero sorrir e me sentir em casa de novo - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Chen, Xiumin
Tags Chen, Jongdae, Kim Minseok, Minseok, Xiuchen
Visualizações 95
Palavras 495
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drabble, Fantasia, Slash
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Radiação


Só que aí você me ofereceu o ombro, o braço, a mão, o colo, e eu queria isso o tempo todo. Quando pensei que já havia me dado tudo, você me deu os olhos e alguns sorrisos. E eu não conseguia piscar. E sempre que olhava para o lado, eu te via ali. E eu queria te ver sempre. Porque, em um pulo, você se tornou a essência em forma de criatura de quem eu mais preciso. Eu estou em um planeta que orbita uma estrela máxima para proliferação de vida, à 30km/s. Esta estrela está orbitando o centro da Via-Láctea à 250km/s e a Via-Láctea está se movendo pelo universo à 600km/s.

E desde que você começou a imaginar-se como a fonte de energia de uma imensa massa de terra, flutuante pelo espaço sideral, viajou 3000km/s pelo universo. Você é como aqueles dias doidos que de manhã faz sol, de tarde faz muito frio e a noite chove com tempestade. Consegue orquestrar a perfeita sincronia entre os mais difíceis pensamentos com a facilidade de suas ações. Eu sempre te disse, não foi? Que você é um planeta inteirinho, com ecossistema próprio, fauna e flora inexplorados.

É como se eu houvesse acordado caído nas suas florestas enormes, silenciosas e úmidas e soubesse exatamente para onde eu deveria ir, porque o som das folhas batendo nos troncos me deixassem confortável com a sua hospedagem. As suas lágrimas em formato de rios, banhassem-me e nos botões de flores pudesse reparar nos seus mínimos detalhes. O seu olhar parado no meu rosto enquanto eu massageava os seus cabelos, e as palavras soltas dizendo, “Espero que você more no meu planeta para sempre, eu ficaria muito triste se fosse embora, as plantinhas iriam morrer de saudade”.

A resposta veio acompanhada de sorrisos e pequenas cócegas, “Eu sou o rei do planeta das fadas”. Os meus dedos entraram pelos fios louros, levantando e espalhando sobre o travesseiro, deixando as bochechas nuas e marcadas pela coloração rosa, as orelhas pontiagudas e a cintura tão fina com abdômen dividido em músculos seccionados. A sua anatomia é comparável ao organismo vivo que mantém o sistema em funcionamento, seus membros superiores são os leitos que me abraçam e os inferiores são os quais me laçam na imobilidade.

As suas asas, translúcidas, elucidam a graciosidade de sua brutalidade nas unhas afiadas. A palidez de sua pele contrastando com a sutileza do bronzeado amarronzado que abaixo de suas nuvens brancas, céu púrpura, é tão oleosa e maleável. Ah, Minseok, a doçura dos seus lábios nos meus, as transfigurações de sua personalidade como orbitas para os satélites naturais, a força dos deuses nem podem se comparar a gentileza dos seus relicários.

Adorando com supremacia e governando os países de ninguém, o viajante de tão distante, de outros mundos, apaixonou-se pela inóspita cadeia de eventos incontroláveis que envolvem, constroem ou destroem, movimentam tudo que tocam e mobilizam civilizações inteiras do planeta mais precioso do universo, aquele em que você tornou-se o único criador.



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