História Portland - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Cheerleader, Colegial, Romance
Visualizações 6
Palavras 682
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - One


Fanfic / Fanfiction Portland - Capítulo 1 - One

Talvez a descrição perfeita para a minha vida seja: catástrofe. Só que essa semana que se passou pode ter sido a pior de todas, definitivamente. Isso porque, primeiramente, Jonathan Pointer falou comigo. E não, não foi apenas um “olá, Gwen, como você está?”. Quem dera fosse isso.
 Na terça de manhã, eu estava plenamente convicta de que aquele seria mais um dia como todos os outros: eu teria aulas de química e biologia no primeiro período, teria o intervalo – que eu passaria na companhia de Chase e Mike – meus primos abobalhados que fazem parte do time de futebol americano – me enchendo o saco – apesar de eu amá-los. E, por fim, iria tranqüila para as ultimas aulas do dia, de inglês e literatura. Mas tudo já estava diferente a partir do momento em que eu estacionei meu gracioso Jeep branco na frente do colégio e um Porsche azul-marinho estacionou bem ao lado.
 Eu estava com o cabelo preso num rabo-de-cavalo no alto da cabeça, vestia um casaco grosso e preto por conta do frio absurdo daquele dia e lutava contra os livros, a mochila e a chave do carro que estavam em minhas mãos, tudo ao mesmo tempo. Até ouvir uma voz se dirigir a mim:
 - Ei, Gwen, certo? – Eu levantei os olhos para poder admirar o par de olhos verdes que me encaravam. Era obvio que eu conhecia aquela voz.
 - Hã... Sim – falei rapidamente, parando tudo que eu tinha que fazer. Meu coração estava acelerado, e eu tinha certeza que aquele era um daqueles momentos em que a pupila da gente dilata.
 Jonathan Pointer me encarava com curiosidade e um misto de diversão e acidez no olhar.
 - Eu vim perguntar se você está solteira – ele mandou na lata, me fazendo quase engasgar com minha própria saliva.
 Olhei para trás para me certificar que ele não falava com qualquer outra pessoa a não ser eu. Estávamos praticamente sozinhos naquela parte do estacionamento.
 - Eu estou – respirei fundo, tentando disfarçar a emoção. Era obvio que eu estava solteira, como me interessaria por alguém sendo que era perdidamente apaixonada por ele desde meus onze anos de idade?
 - Bom saber – ele sorriu galante e apoiou-se na lataria do Jeep, ainda sem tirar os olhos de mim. – Bom, então eu tenho um assunto sério para tratar com você.
 Eu concordei com a cabeça devagar, será que eu estava sonhando?
 - Eu tenho um amigo, ele se chama Will, e ele nos disse – ele estava se referindo ao time de futebol americano – que está muito interessado em você.
 Acho que toda aquela aura de garota apaixonadinha e desesperada porque o seu amado está conversando com você, se perdeu ali mesmo. Senti meu sorriso murchar e meu coração palpitar de dor. Era claro.
 - Ah, sério? – Falei devagar, olhando para o chão com vergonha. – Nossa. Uau.
 - Will Richards. Sabe quem é? – Ele sorriu, tentando me fazer lembrar o goleiro do time. Era bonito, claro, mas não chegava a me dar uma satisfação por saber disso.
 E, ei! Como Will Richards poderia gostar de mim? Nunca nem sequer conversei com ele na vida. Foi então que eu me liguei, estávamos no começo de dezembro, e no final de semana Taylor Yates iria dar uma de suas famosas festas surpresas para a “galera popular”, e pelo que Chase havia me contado, uma das brincadeiras da festa era levar uma pessoa “nada a ver” com você, escolhida por seus amigos. Ficou claro pra mim: eu iria ser zoada.
 - Ah, Will, claro – sorri com desdém. Não era porque Jonathan Pointer sabia meu nome, que eu iria me deixar ser humilhada. Isso seria uma falta de amor próprio. – Bom, pois diga a ele que eu não estou interessada. Bom dia.
 E assim, virei às costas para ele, apertando finalmente o alarme do carro, o fazendo dar uma afastadinha com o susto. Agarrei meus livros com força e me esforcei para não chorar, o que seria o cumulo do absurdo. Mas uma pequena voz custava a sussurrar em minha cabeça: “você é uma nada a ver para Jonathan Pointer...”.


Notas Finais


Hello, turma. Caso alguém esteja lendo, não deixem de comentar e favoritar. Valeu!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...