História Porto das Rosas - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Diabolik Lovers
Exibições 1
Palavras 1.757
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Transsexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


espero que gostem da fic! beijinhos de chocolate para vcs

Capítulo 1 - A bonita cidade de Porto das Rosas


Fanfic / Fanfiction Porto das Rosas - Capítulo 1 - A bonita cidade de Porto das Rosas

A bonita cidade de Porto das Rosas

A tarde era graciosa de se ver na pequena e bela cidade de Porto das Rosas,o sol se punha dourado no horizonte,beijando o mar que se iluminava com aquela luz terna,pessoas transitavam sorridentes de um lado para o outro já indo em busca de suas casas,afinal já deveria ser hora do jantar,o general,e governado da pequena cidade ia para sua casa montado em seu cavalo branco,ao chegar a porta é aberta pelos serviçais,e o som doce do piano ecoa por toda sala,logo que ele vai ao comodo onde se encontra o piano ele vê sua amada filha,sentada junto ao piano tocando sua melodia preferida.

A bela moça de cabelos loiros meio caramelo,ondulados presos em um bonito penteado na qual deixava seus fios soltos em cachos bem definidos,sua maquiagem impecável adornava seus olhos brilhantes e puro,na cor das folhas no outono,usava joias delicadas principalmente seu rosário na qual pendia uma cruz de bronze especialmente trabalhada para que tivesse uma rosa no meio dele,e era cravejado com cristais,as contas eram de perinhas cristalinas e brilhantes,seu vestido era algo delicado,com um caimento perfeito que destacava a cintura fina da moça,adornados com babados laços e detalhes em dourado e azul,o vestido era na cor rosa bem claro quase branco,suas mãos finas que passeavam pelas teclas do piano estavam calçadas em luvas brancas,ela usava um anel delicado de prata com uma rosa,assim como seus brincos imitavam um botão de rosa de ouro cravejado com diamantes bem pequeninos.

o sol que se punha iluminava a sala e iluminava a garota que tocava alegremente a musica preferida de sue pai

- Marie? minha filha,ainda não foi jantar?-disse seu pai,colocando a mão em seu ombro,a mesma sorri parando de tocar e apoiando as mãos no seu colo 

-oras papai,estava a sua espera,e a espera de André,ele vira jantar conosco,mamãe acha que será uma boa ideia ele se enturmar mais com a nossa família- a cara de seu pai fechou com um suspiro de desaprovação

- sabe que não gosto desse garoto aqui,ele irá nos trazer problemas- os dois caminham de mãos dadas até a sala de jantar onde os empregados ainda estão colocando a mesa,e Marie aproveita para ajudar a colocar a mesa

- sei que não gosta dele papai,mas ele é da nossa família,é filho do seu irmão-ela coloca o prato delicadamente na mesa em quanto pega os talheres da mesma forma que fez com o prato,das mãos de uma empregada

- mesmo assim,esse garoto não é boa coisa- foi só ele falar e se escuta uma voz grave vindo até a sala de jantar,e era André,o primo de Marie

- Boa noite tio Arnold,foi uma grande honra o senhor ter me chamado para jantar está noite- ele sorri,e olha para Marie e suas bochechas ganham um tom de vermelho ao olhar diretamente para os olhos brilhantes da mesma- Marie,está muito bonita esta noite

-obrigada André,fico feliz que tenha vindo -ela faz uma reverencia,o mesmo segura sua mão depositando um beijo sobre a luva,a mesma cora e sorri alegremente,ele puxa a cadeira para que ela possa se sentar,ela ajeita eu vestido e se senta tirando as luvas e as deixando no seu colo,assim como suas mãos sempre apoiadas em seu colo,nunca em cima da mesa.

André se senta também,e logo em seguida chega Charlotte a mãe de Marie,igualmente bela,de cabelos mais escuros que a noite,e de olhos mais azuis que o mar,da pele tão branca como um vampiro,ela se senta frente ao marido,sorridente e feliz.

-Boa noite André,que bom que veio jantar conosco-ele retribui o sorriso,e o jantar segue comum,Marie sempre silenciosa assim como sua mãe havia lhe ensinado,afinal para ser uma boa mulher para se casar era preciso acima de tudo,silencio.

Logo após,foram todos para a sala de musica onde Charlotte começou a tocar piano e André tirou Marie para dançar,estava tudo maravilhoso até que se escuta gritarias e um dos guardas invade a sala mortalmente ferido,quase rastejando e tenta falar 

-senhor...f-fu-fuja...eles vieram- Arnold não fazia ideia do que ele queria dizer

-eles quem? o que te aconteceu?- o guarda apoia na calda do piano e respira fundo,porem cai de novo no chão e Marie o segurou se sentando no chão com a cabeça dele apoiada em seu colo,ela segurou a mão do mesmo e ele apertou firme

- senho...rita...fuja...p-pir-piratas- e com isso ele acabou de morrer,os olhos de Marie ficaram horrosisados e André a levantou tirando-a da li e a abraçou forte

- piratas? eles nunca invadiriam a cidade! rápido Charlotte,faça as malas de Marie com o que é necessário,André,você ira protege-la custe o que custar,e eu vou atrasar a vinda deles para esta casa,rápido- em contestar Charlotte foi fazer as malas de Marie,colocaram alguns vestidos,acessorios maquiagens tudo em um baú bem grande,quando estavam prontas para ir,se ouve tiros e gritarias,coisas quebrando e as luzes se apagaram

-mamãe,o que está acontecendo? eu estou com medo-disse Marie abraçando sua mãe bem forte

- calma minha filha,André fique com ela,e se escondam no armário-ela se solta da filha e levanta a barra do vestido tirando uma pistola que estava presa em sua bota,e sai do quarto,e tudo se silencia até que a porta é arrombada em mil pedacinhos,Marie se esconde dentro do armário,mas André,não fez nada,apenas sentou-se na cama.

Da pequena brecha que tinha no armário ela via tudo,viu um homem bem alto,trajando roupas pretas e um sobre tudo meio vermelho meio marrom,como estava escuro não dava para ver muito bem,seu cabelo estava preso em um rabo de cavalo não muito longo,mas não deixava de ser bagunçado na cor meio laranja,e seus olhos eram esverdeados,ele era acompanhado de um que era um pouco mais baixo,este o rosto era mais visivel,usava igualmente roupas pretas,mas acessórios eram de cores variadas,usava um chapéu de pirata e um sobre tudo branco,ele tinha os cabelos loros claros e seus olhos eram azuis bem clarinhos.

- ei! o que faz aqui? o capitão não disse que era para você pagar a divida?- perguntou o maior

- s-sim eu vou p-pagar,eu estava justamente pensando nisso - o maior o encarava de cara feia

- se me lembro bem,seu prazo era até hoje a noite,senão iriamos pilhar esse lugar não foi?

- o que seria uma pena,aqui tem tanta mulher bonita-disse o mais baixo olhando uma das empregadas passarem pelo corredor sendo estrupada por outros piratas

- b-bem,eu tenho uma coisa que talvez o capitão goste,é uma joia rara!- André se enrolava para falar,pensando em como se livraria dessa divida até que ele direcionou o olhar para o armário- é uma joia,que vocês vão querem muito !

- uou! que suspense,fiquei curioso,o que é?- perguntou o menor

- e é bom que valha muito,no minimo 8.000 barris de rum- disse o mais alto,André abriu o armário e segurou Marie pelo braço a tirando de lá,ela estava com um cara de medo,e chorava muito

- bem,no minimo deve valer 10.000 barris de rum,ela é virgem,é bonita,e se pedires resgate,ela valerá bem mais-André jogou Marie para cima do menor que a segurou olhando para ela cheio de malicias,o que Marie não entendeu seu olhar,mas continuou chorando 

- André,o que tá fazendo?- ela pergunta entre as lagrimas

-nada,espero que entenda que tenho que quitar essa divida 

 

-mas..- o Maior a pega no colo e a coloca no ombro,em quanto o menor fuçava as coisas,roubando as joias e tudo que tinha de valor no lugar,até o baú que ela iria usar na fuga,Marie não sabia o que fazer,apenas segurou firme a cruz do seu rosário e começou a rezar chorando

- pilhe tudo homens! já temos o que precisavámos! vamos embora- pronunciou o maior

A cidade estava devastada,tudo pegando fogo,coisas quebradas,uma pilhagem de mestre,e Marie era obrigada a ver tudo isso sem reclamar,ela não tinha como reagir,era contra seus principios ser grossa com alguém,ela apenas rezava com toda força que tinham,até entrarem num navio enorme,onde a jogaram no chão do convés,e todos a olhava como se estivessem famintos

- vejam homens! nossa moeda de troca,logo logo teremos mais rum!- e todos festejaram,fazendo baderna

-mas que baderna é essa? por que o navio ainda está atracado neste porto! vamos! coloquem essa coisa em alto mar- disse uma voz grossa vindo dá condução do navio,ele era alto mas não tão alto que o homem que havia lhe carregado,ele tinha os cabelos pretos que iam clareando até a ponta de seu cabelo chegar a branco,seus cabelos eram meio bagunçados,seus olhos eram sem expressão,eram frios na cor azul tão profunda,como um poço sem fim,trajando roupas pretas,luvas pretas e até seu sobre tudo era preto com detalhes bordados em prata,Marie se perdeu nos olhos da quele homem,tanto que esqueceu sua oração,e sua boca estava entreaberta,o mesmo caminhava em sua direção,até que estendeu a mão esquerda para ajuda-la a levantar,mas ela não sabia se segurava ou se continuava da quele jeito,na verdade nem pensar ela estava 

- o que é garota? parece que nunca viu um pirata- ela acorda de seus pensamentos,e segurava a mão do mesmo,cheia de delicadeza ela se levanta arrumando seu vestido 

- bem aquele homem,André,pagou a divida com ela- disse o mais baixo,ele segura o rosto dela pela as bochechas- ela não é linda? pele de seda,e é virgem! 

-deve valer algo na ilha,não acha?-se pronunciou o mais alto

- deve mesmo- o ser de breu a analisou de cima a baixo,e depois voltou a atenção ao rosto da garota,e percebeu que a aparencia dela era deveras como eles diziam- mas acho que aquele homem tem mais interesse nela,irei mandar uma carta para ele imediatamente

- qual o nome de vocês?- ela teve a coragem de se pronunciar,a voz dela ecou e todos ficaram silencio,afinal sua voz era um veludo que eles não havia escutado

- ahh é,temos que nos apresentar,meu nome é Kou,Kou Mukami -disse o loiro,sou o vice capitão 

- Yuma Mukami,cuido das pilhagens-disse o mai alto

- Ruki,capitão-disse ele se virando para ir para a direção 

- e tem o Azusa,ele tá dormindo,mas chega de papo,você nem aqui no convés deveria estar-disse Yuma a pegando pelo braço e arrastando

- por favor me solta,está me machucando-ela disse chorando de nova,meio que relutando para que ele a soltasse,mas ela era muito fraca,fraca que nem um graveto

- ela fica nos meus aposentos- se pronunciou Ruki a tomando pelo braço,e seus olhos encarou os olhos vermelhos de tanto chorar da mesma

- o que?- perguntou Kou

- isso mesmo,ela fica nos meus aposentos,onde eu possa ficar de olho nela,e reze bem para o seu Deus te proteger aqui dentro 

Continua...

 


Notas Finais


espero que gostem,e um aviso rápido,eles não serão vampiros ok?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...