História Possessive - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Chanyeol, Jungkook
Tags Amor Doentio, Jungkook, Possessive
Exibições 144
Palavras 2.732
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


ESPERO QUE GOSTEM!!!

OBRIGADA PELOS FAVORITOS E COMENTÁRIOS!!!

BOA LEITURA!!!

Capítulo 4 - Contato entre irmãos


Fanfic / Fanfiction Possessive - Capítulo 4 - Contato entre irmãos

 

 

Deveria ter se passado um minuto e, eu ainda continuava imóvel, sem reação, assustada? Surpresa? Não sabia, mas com certeza estava impressionada com que eu estava ouvindo, que dizer; claro ele é humano, logico que sai lágrimas dele como todo ser vivente, no entanto, nada era normal quando se tratava de Jungkook, ele não era o tipo de pessoa que demostra alguma reação, ele é impenetrável, eu nunca o ouvi chorando, em ocasião alguma, nem mesmo quando destruir completamente seu boneco do ironman, então isso era uma novidade e tanto para mim.

Afasto-me da porta seguindo novamente meu trajeto, contudo paro no meio do caminho, eu não deveria deixa-lo sozinho, ele está chorando impulsivamente, algo gravemente aconteceu, não era educado ignorar seu momento de frustração, eu sei como é horrível guardar algo dentro de si e não poder contar com ninguém. Deveria chamar papai? Não é a melhor escolha, nosso pai não era a pessoa mais indicada para consolar os outros e, também acho que Jungkook não seria sentimental o suficiente para desabafar com ele.

Mordo o lábio inferior e encaro a porta ainda entreaberta, será... que dizer...como irmã eu deveria ajuda-lo certo, mesmo sendo um completo babaca, estupido e outros nomes que não me lembro mentalmente, entretanto tenho todos gravados em meu caderno que eu escrevo quando estou morrendo de ódio dele. Tudo bem, Eul relaxa, se ele for ignorante e te expulsar você o manda se fuder, pelo menos você terá tentando e poderá dormir tranquilamente à noite. Antes que eu pudesse tocar a maçaneta para adentrar no quarto, Jungkook aparece em minha frente, com o rosto inchado e olhos completamente vermelho. Ele me encara sem reação nenhuma e engulo seco o olhando, deplorável era a palavra que o descreveria.

—O que você está olhando? Perdeu alguma coisa. —perguntou de uma forma nada educada.  Nego com a cabeça ainda o encarando. Ele arqueia a sobrancelhas. —Então sai da minha frente. —me empurra para o lado indo em direção ao banheiro.

—Uau! Mesmo desse jeito não deixa de ser arrogante. —sussurro encarando suas costas. —Impressionante. —giro meu corpo indo em direção ao meu quarto. —Agora entendi quando me disseram que vaso ruim é difícil de quebrar.

Assim que entro em meu quarto, fecho a porta atrás de mim e jogo minha toalha sobre a cadeira da escrivaninha, o que eu deveria fazer? É mesmo estudar para a prova de Biologia, mas porque eu deveria estudar em vão para um prova que já estou destina a ser ruim mesmo? Melhor fazer algo mais útil. Puxo as cortinas para longe e abro a janela, dando a visão do céu estrelado, sento-me ali na janela encarando a casa ao lado, ou seja, meu vizinho, ou melhor, dizendo, o garoto por qual sou completamente apaixonada: Chanyeol, o menino mais lindo e fofo que já vi em toda minha vida.

Ele estudava musica junto comigo e por minha sorte éramos da mesma sala, lembro-me perfeitamente quando ele se apresentou para turma, só de lembrar sorrio automaticamente fazendo as borboletas em meu estômago florescerem, quem o vê acha que ele tem uma voz doce e calma, porém ele demostrou totalmente ao contrario quando cantou, sua voz grave impressionou a todos, inclusive eu que, não esperava por aquilo, mas foi no momento que me apaixonei por ele, sua voz era tão linda que poderia ouvi-la o dia inteiro a noite toda.

Muitas meninas da turma me consideravam sortuda, e eu também me achava assim, o garoto que eu gosto é da minha sala, minha dupla nas aulas e, ainda por cima meu vizinho, o que seria melhor? Se eu tivesse coragem de confessar meus sentimentos por ele; algo que eu nunca conseguia, eu era muito tímida e, isso me prejudicava demais, porque quando se tratava de música conseguíamos nos comunicar bem, mas quando o assunto era sentimentos eu era uma aberração completa, eu tinha muito medo de falar sobre meus sentimentos por ele, porque não sabia que poderia acontecer futuramente e possivelmente não saberia reagir.  Não tinha a menor experiência com relacionamentos, ao contrario dele, eu não sabia beijar e muito menos como uma namorada deveria se comportar, eu tinha medo de sermos algo mais e não conseguir fazer dar certo.

A luz do quarto é acesa na outra casa, Chanyeol entra no quarto pegando seu violão jogando-se junto a ele na cama, ele pega seu caderno que está no criado mudo o pondo ao seu lado, seus dedos levemente tocam as cordas do violão saindo melodias que ele começa a anotar no papel. Abraço minhas pernas apoiando minha cabeça, o encarando com um sorriso, mesmo que eu não conseguisse ouvir o que ele estava tocando, eu já sabia que seria algo bom, ele nunca desapontava.

 

No fim do dia era isso que eu me tornava.

Uma boba apaixonada.

 

 

                                                                Point of View Jeon Jungkook

 

Chego em casa devastado, meu sangue estava borbulhando, quente de raiva, mas meu coração estava doendo, machucado. Encaro a sala ao meu redor, minhas mãos se fecham em um punho, minha vontade era de quebrar tudo que eu visse a minha frente, porém me limito apenas passas as mãos em meus cabelos puxando os fios com força para descontar meu ódio.  Sentia-me um tolo, talvez eu realmente fosse um idiota como a Eul diz. Não tenho forças nem ao menos para subir para o meu quarto, estou casando e triste, impressionante o que Han Hyo causava-me. Deixo meu corpo cair no sofá sem jeito, coloco o braço sobre meus olhos e mordo o lábio inferior, eu não quero chorar novamente, o que é inevitável, eu a amava demais para não sofrer. Eu não queria terminar, não queria dizer aquelas palavras como “vadia” eu só queria que ela parasse de ser assanhada, de ficar em cima dos garotos, mas ela não se importava nenhum pouco sobre o que achava sobre seu comportamento.

E como eu sempre sou o tolo da história, voltei até sua casa para podermos nos acertar, conversar pacificamente e reatar nosso relacionamento, a questão era que Hyo não queria a mesma coisa que eu.

 

Flash Back

 

Paro minha moto em frente à casa noturna, não acreditando que ela estava aqui numa hora dessas e ainda por cima sozinha. Se isso caísse no ouvido do pai dela, não sairia nada que fosse bom. Desço da moto, caminhando em direção à porta da casa noturna, o segurança, conhecido meu, libera automaticamente minha entrada. Adentro no local passando entre as pessoas dançando sobre as luzes de neon e a música loucamente alta, subo as escadas para a entrada VIP, com certeza ela estaria aqui junto com varias pessoas da nossa escola, que sempre veem aqui escondidos dos pais.

Corro meu olhar em cada canto da pista, numa tentativa de reconhecer a garotas de cabelos ruivos, fico uns dois minutos até que avisto Han Hyo no bar com o vestido mais curto que meu dedo mindinho conversando alegremente com um idiota, e não um idiota qualquer e, sim o Yoongi, respiro fundo duas vezes, preciso manter o autocontrole. Caminho lentamente em suas direções, apenas marcando cada movimento dele sobre ele, pois se eu avistasse uma mão boba se quer, esse cara estaria a sete palmos do chão.

—Estou interrompendo algo? —perguntou interrompendo com o maior atrevimento, colocando a mão ao redor da cintura da garota. Hyo me encara com os olhos arregalados e o cara nos olha confuso.

—O que você está fazendo aqui? —pergunta tentando sair de perto de mim, o que faz com que eu a puxa mais junto ao meu corpo.

—Evitar que você faça alguma besteira. —encaro o moleque de cima a baixo. —O que ele está fazendo aqui?

—Não é da sua conta. —o garoto é audacioso ao me responder. O lanço o olhar de deboche.

—A partir do momento que você está muito próximo a minha mulher se torna sim da minha conta.

—Eu não sou sua mulher. —a ruiva responde ríspida, tentando novamente se soltar. —Me solta, caralho!

—Eu não vou lhe soltar. —falei com firmeza, deslizando minha mão para seu pulso. —Vem, vamos embora.

—NÃO! —ela gritou por causa da música alta, firmando seus pés no chão com pirraça. —Eu não vou embora.

—Para com isso Hyo você não deveria estar aqui. —a puxo novamente com força, mas ela se nega. Realmente minha paciência tem limites. 

—Você não manda em mim. Nós terminamos mais cedo, não lembra?

—Por isso mesmo, quero conversar com você. —disse pisando no meu orgulho.

—Eu não. —a raiva em sua voz era nítida.

—Para com isso, vamos conversar. —tentei tocar seu rosto, mas ela  recuou. —Baby...

—Cara dá o fora, ela não quer conversar. —o miserável se intrometeu.

—É você que tem que dar o fora, não está vendo que eu estou conversando com ela porra. —o lancei um olhar de ódio.

—O problema... —ele segurou meu pulso. —É que ela não quer conversar com você, então a solte...

—O que você vai fazer? —rir de escarnio. —Ela é minha namorada.

—Ex. — a maldita ainda atreveu-se a dar ênfase no ex. — E agradeceria se você me soltasse.

—Para você dar para ele? —disse incrédulo. —Como pode continuar tão cretina. —eu não conseguia controlar minhas palavras, eu era impulsivo de mais quando a raiva tomava conta de mim, eu não conseguia acreditar que ela esta ali se divertindo com outro quando tem menos de vinte e quarto horas que terminamos.

—Agora chega!  — o desgraçado se intrometeu novamente e fechou o punho para mim socar com força, no entanto desviei e acertei em cheio seu rosto,  o garoto cambaleou um pouco, mas se recuperou rapidamente vindo em minha direção, novamente desvivei do ataque, peguei a primeira garrafa de bebida que avistei na bancada e arremessei sobre sua cabeça, tornando a garrafa em pedaços, Han Hyo, soltou um grito agudo, assustada, o que resultou em todo mundo parar de dançar e a musica ser interrompida para prestarem a atenção na nossa briga. Yoongi mesmo com a cabeça sangrando levantou-se e em um movimento rápido no qual não estava preparado e me acertou um soco, um do lado do rosto, fazendo-me cambalear, quando ele ia acertar meu rosto mais uma vez, segurei seu braço chutando seu estomago, o que o provocou uma falta de ar. Rapidamente os seguranças apareceram no andar de cima, puxando eu, ele e a Hyo para fora da casa noturna, nos expulsando.

—OLHA O QUE VOCÊ FEZ? —Hyo veio gritar comigo. —ELE ESTÁ TODO MACHCUADO!!

—Se você tivesse aceitado conversar comigo nada disso teria acontecido. —murmurei arrumando minha jaqueta.

—Você é um completo desgraçado. —ela me olhou cruzando os braços. —Eu não vou voltar para você, gosto de ser livre.

—Claro! Porque adorava ficar dando uma de bocetuda para tudo mundo.

—E dai?! A boceta é minha mesmo. —ela deu os ombros. —Não me procure mais. —ela deu-me as costas caminhando em direção ao Yoongi, o apoiando seu corpo sobre o dela, caminhando os dois juntos pela rua. Tudo bem. Não irei ocorrer mais atrás dela, entretanto, não vou ir embora dessa forma. Pego o meu celular discando um numero muito conhecido.

—Sr. Han, preciso te contar algo.

 

Flash Back Off

 

Eu fiz questão de ligar para o pai dela, que nesse exato momento deve estar com ela fazendo o maior escândalo na rua, não me arrependia de ter ligado para ele, já que ela tinha o prazer de me ferrar interiormente, eu também a ferraria com o pai dela, que era um homem recatado e acha que sua filinha era uma menina fofa e mulher da família; pobre senhor Han está muito enganado, a filha dele estava para ganhar o troféu de puta do ano, mas eu amava essa puta.

Acho que nesse namoro, apenas eu amei intensamente, incansavelmente, dei o melhor de mim o máximo que pude, realizei todos os seus desejos para vê-la sorrir, dei todo amor que eu tinha para dar, doei meu suor, lágrimas e meu coração por ela, e também entregaria minha vida de bom grado se precisasse, porque eu amava e, quando você ama uma pessoa você faz de tudo por ela, faz de tudo para vê-la bem e sorridente você quer ter ela a todo o momento em seus braços, sentir seus lábios, quando se ama as pequenas coisas até as coisas mais sem noção são as de tremendo valor, todas nossas noites juntos, nossos momentos felizes, talvez para ela não tivesse grande significado como tinha para mim, talvez ela tenha se cansando de mim há muito tempo, apenas ficou com dó de terminar comigo, por mais que já estivesse na hora de esquecê-la, meu coração gritava por dentro que eu deveria lutar por ela e, minha mente gritava por cima que eu deveria esquecê-la, Hyon não merecia meus sentimentos, meu carinho, ela não merecia nada de mim, porque ela nunca sequer deu o devido valor.

—Merda de lágrimas. —sussurro baixinho, sentando-me no sofá secando as lágrimas que insistem cair em meu rosto.  —Eu te odeio Hyon. —apoiei meu cotovelo no joelho e soltei um soluço. —Merda de amor. —falei para mim mesmo com a voz embargada. Eu nunca mais quero me apaixonar, não quero mais amar ninguém, nunca mais.

Meu corpo estremece por completo ao sentir braços finos abraçarem minha cintura e mãos quentes se entrelaçarem sobre minha barriga, meu coração para assustado pelo ato e, por um segundo as lágrimas para de cair sobre meus olhos que, agora estão completamente arregalados pela surpresa, alguém apoia a cabeça pelas minhas costas sobre minha jaqueta de couro.

 

Amor não chore, está noite.

Depois que a escuridão passar

Amor não chore, está noite.

Nada disso terá acontecido

Você não terá uma vida curta

Você não precisará saber

Então amor, não chore.

Chore

 

Ouço Eul cantar. Sua voz é linda, doce e suave como uma brisa do mar ao amanhecer, ela canta levemente a letra, totalmente despreocupada, uma bela melodia a ser ouvida, ela canta em um tom baixinho para que fosse o único que pudesse ouvir. Seu abraço era reconfortante, quente de um modo que pudesse aquecer meu corpo gelado, meu pai nunca me abraçou dessa maneira... Com carinho, ele não era o tipo de homem que gostava de demostrar sentimentos e, minha mãe nunca esteve presente, e Hyon não era do tipo que gostava muito de abraços, esse era o primeiro abraço sincero que tive; um abraço consolador, mesmo assim, isso não mudava as coisas.

—Eu não sou seu amor. —falei rouco por causa do choro depois de uns minutos de silencio.

—É a letra da música; otário. —respondeu bufando. —Mal agradecido.

—Eu não sou mal agradecido, eu não pedir você cantar para mim.

—Eu tenho o pior irmão da história dos piores irmãos. —ela se desvencilhou de mim. —Tudo bem, fique sozinho. —antes que ela pudesse sair da sala, eu segurei seu pulso, impedindo-a.

—Não, fica aqui não quero ficar sozinho. —sentir as lágrimas brotarem novamente em meus olhos, eu não queria ficar sozinho no meu próprio mundo, na minha própria dor, era horrível demais. Ela me olhou com ternura e voltou-se a sentar ao meu lado.

—Quer me contar o que aconteceu? Por que está dessa maneira? É muito assustador ver você assim. —soltou uma leve risada fugando.

—Por quê? Estou parecendo um idiota.

—Isso você sempre foi, então não é novidade. —ela tentou brincar. —Mas você não faz o tipo que chora.

—Eu também tenho sentimentos Eul, eu também me machuco, eu também amo, mas parece que Hyon não tem nenhum desses três requisitos.  —droga! Por que eu não conseguia parar de chorar?

—Anh... O que se faz numa hora dessas? —ela sussurrou para si mesma. Apoio meu braços em minhas penas secando as lágrimas, minha cabeça já estava latejando de dor de tanto que tinha chorado em um dia só.  —Calma, eu sei que pode ser algo doloroso. —Eul se aproximou seu corpo do meu, afagando minhas costas. —Um dia ela vai ver a pessoa... anh...legal que você era e vai se arrepender.

—Têm certeza? Hyon não é do tipo que se arrepende.

—Tenho. —ela envolveu seu braço em meu pescoço, abraçando-me novamente. —Todo mundo um dia se arrepende.

—Mas será tarde demais quando isso acontecer. —deixei-me levar pelo se consolo e a abracei também, apoiei minha cabeça em seu ombro sua pele era macia e cheirava a doce.

—Possivelmente.

—Eu nunca mais vou sofrer por uma garota novamente. Nunca mais. 

 

 

 


Notas Finais


Espero muito, muito mesmo que tenham gostado, porque fiquei um o dia inteiro escrevendo kkkk

Comentem o que acharam!!!

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BEIJÃO DE ALGODÃO DOCE!!!


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