História Possessive - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO, Kris Wu
Personagens D.O, Kai, Kris Wu, Sehun, Tao, Xiumin
Tags Kaisoo, Kristao, Muitapossessividade
Exibições 21
Palavras 1.547
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Primeiro Capitulo Tô Nervosa!!!!

Capítulo 2 - The Beginning


Fanfic / Fanfiction Possessive - Capítulo 2 - The Beginning

-Eu Vou embora dessa porcaria de casa, não aguento mais essa droga de vida. -Gritei, indo em direção ao meu quarto e logo pegando uma velha mochila, onde procurei colocar o máximo de roupa que conseguia.

Huang Zitao, volta aqui, você não vai a lugar nenhum. -Meu pai gritou de volta, vindo atrás de mim.

-Ah não vou papai? - Falei com ar de deboche. - E quem vai me obrigar a ficar? - Disse colocando a mochila nas costas, com toda a coragem do mundo junto a mim, pois meu pai era praticamente meu dobro, poderia me impedir numa facilidade só. Mas ele apenas ficou me encarando não acreditando que seu "garotinho" havia se tornado tão inconsequente. - A questão é - continuei  a falar. - Eu não fico nem mais um segundo de baixo do mesmo teto dessa vadia, que você trouxe para casa e ainda chama de mulher.

Taozi querido... - Meu pai tentou se acalmar. - Você está sendo injusto com Yang Mi, ela é como uma mãe pra você. - Senti vontade de vomitar, e meu sangue esquentar como se eu fosse explodir a qualquer momento, mais do que já havia.

NUNCA MAIS. -Gritei, mas logo respirei fundo tentando voltar á um tom aceitável de voz. - Nunca mais mesmo, compare essa biscate com a minha mãe, alias que Deus á tenha. - Falei pois minha mãe havia morrido quando eu tinha apenas quinze ano, e quando eu  completei dezesseis meu pai conheceu Yang Mi, fazendo minha vida virar um inferno. - Minha mãe era uma mulher digna, não precisava se aproveitar de ninguém para se dar bem na vida, eu cansei de ver você sendo feito de idiota. E também cansei dessa vadi... - Me segurei. - Mulherzinha, tentando tomar o lugar da minha mãe, e me tratando como se eu fosse um nada. Ela realmente conseguiu o que queria, eu vou embora. - Yang Mi observava tudo, as vezes dava pra ver um sorriso vitorioso saindo de seus lábios, mas rapidamente ela voltava a se fazer de vítima. Eu odiava ver meu pai sendo feito de idiota, ela só queria seu dinheiro. Ali eu não ficava mais, estava cansado de tudo isso.

00h30. Eu realmente não sabia para onde iria a essa hora, mas resolvi arriscar, meu pai tentou me impedir. Porém ao mesmo que ele era mais forte do que eu, eu era mais rápido. Na minha mochila, que agora pesava em minhas costas , enquanto eu andava pelas ruas um pouco mal iluminadas do meu bairro, haviam algumas peças de roupas, coisas pra higiene e um pouco da dinheiro da minha mesada. Eu estava quase me arrependendo, com medo e com frio, apenas eu e minha insegurança. Para onde eu iria? Droga.

Até que me veio a cabeça um apartemento que meu pai possuía, porém ficava um pouco longe, eu planejava pegar um táxi e pagar com o dinheiro que havia em minha mochila. Enquanto pensava comigo, passei por um grupo de garotos. Se eles não tivessem feito gracinhas, eu nem perceberia.

- Ei garoto. Isso é hora de uma princesinha estar na rua? - Continuei andando o mais rápido possível, mas podia ver que eles estavam me seguindo.

- Qual é gatinho?! Vai mais devagar, rápido assim só na cama. - Os garotos riram e até onde deu pra ver haviam quatro não pude ver muito, o medo me impedia de olhar de para atrás, em minha cabeça eu só conseguia pensar ''continue andando" . Descobri ser gay aos meus treze anos de idade quando estava na sétima-série, quando tinha as aulas de educação física eram as minhas favoritas, amava ver os meninos suados sem camisas, suados. Por Deus foi ai que eu vi que eu não gostava de uma vagina quando os meninos iam para o banheiro se limpar depois das aulas eu ia junto e ficava babando, e foi na sexta-série quando um garoto me deu o meu primeiro beijo. Logo depois eu contei aos meus pais o ocorrido, no começo meu pai incrédulo, mas minha mãe conversou com ele e eu ainda me lembro de suas palavras " Todos os dias tem gays que se suicidam porque são rejeitados pela família por assumir a sua sexualidade eu prefiro o Tao vivo conosco, Tao gostar de pênis não vai mudar nosso amor por ele" E com isso ele me puxou para um abraço coletivo. Eu sentia tanta falta dela...

- Olha, Sehun. Eu acho que ele está com pressa hein?! - Um garoto com a voz maravilhosamente calma me tirou dos meus devaneios, e logo ele começou a rir.

- Ei delicia, não corre não. - Falou um dos garotos, não fazia ideia de quem se tratava. Eu estava morrendo de medo, confesso, mas ao mesmo tempo eu já estava me irritando com aqueles babacas e meus pés já estavam doendo de tanto eu andar rápido. Então eu senti uma mão segurar meu braço com força.

- Merda, qual o seu problema? Me larga seu idiota. - Falei tentando tirar suas mãos do meu braço direito. Pude observar todos se divertindo, exceto um garoto de topete escuro, e de uns maravilhosos olhos negros, ele era realmente lindo e parecia entediado. Até que eu me dei conta por conta de quem ele realmente era, e estremeci. Seu celular tocou, ele atendeu e foi saindo.

- Falou, garotos estou saindo. Ah peguem leve com essa mini vadiazinha aí. - Ele riu e virou-se de costas com o intuito de ir ao seu destino. Me irritei com o jeito que ele se referiu a mim e resolvi me pronunciar. Com muita coragem claro.

- Do que você me chamou seu resto de Johnny Bravo? - Perguntei, levando minhas mãos a cintura, como se tivesse alguma moral com, e totalmente enraivecido com todas as merdas que estavam acontecendo naquele dia. Mas antes me soltei das mãos do garoto de olhos castanhos e fui para o meio, a fim de falar umas verdades para aquele idiota. Eu sabia quem ele era, e mesmo assim eu estava pouco me importando. Ele virou-se para mim, me olhando de cima abaixo com uma expressão séria e ao mesmo tempo sedutora, mas mantive a pose.

- Te chamei de mini vadiazinha. Por Que? Algum Problema? - Ele disse chegando mais perto, me encarando tentadoramente, ele tinha um olhar desafiador.

- Quem você acha que é pra me chamar assim? - Ele era o líder dos The Canadians, uma das maiores gangues da cidade, todos só ouviam falar neles, mas ninguém realmente sabia quem fazia parte. Eu sabia por que eu morava no mesmo bairro que eles, mas não na mesma rua, e meu melhor amigo Kyungsoo já havia me falado deles, ele sabia tudo, entrou em choque quando descobriu essa gangue se situava no nosso bairro. Como ele descobriu quais eram os membros da gangue? Um dia faz mais ou menos dois anos e pouco, esses garotos se mudaram pra cá e ele ficou curioso para saber quem era o garoto de olhos negros tão atraentes, o qual ele achara lindo, então uma vez ele seguiu Yifan para ver se descobria alguma coisa útil e ele sem querer deixou cair do bolso uma "Folha de Plátano" feita de metal onde continha a seguinte informação: "Wu Yifan, líder dos The Canadians". Diz ele que quase caiu duro. Acontece, que depois que ele descobriu isso, ele viciou-se mais ainda nele... Wu Yifan,

- Prazer Yifan...Wu Yifan. - Ele disse e eu estremeci ao ouvir aquele nome, eu estava diante do maior cafajeste de Los Angeles, e mesmo assim, ele era o sonho de consumo de todas as garotas e garotos iludidos (como meu melhor amogo) e também por quebrar o coração delas e deles (ainda bem que o Soo nunca havia criado coragem para chegar perto dele, entendo porque).

- Eu sei quem você é. - falei indiferente.

- Sabe? - ele arqueou as sobrancelhas. - Como? - Droga se eu dissesse que eu sabia que ele é um Canadian, acho que ele me mataria, pois que nem eu disse, ninguém sabe quem faz parte dos The Canadians,só sabem que existia essa gangue, mas não sabem quem são os verdadeiros membros, eles fazem tudo perfeito, sem nenhum descobrimento por parte de ninguém. Apenas de Kyungsoo, E minha.

- Eu confundi você com outra pessoa. - Menti.

- Eu sou inconfundível. - Ele disse. -  E Você é ridículo.

- Você  também não passa longe de ser ridículo. - Falei o olhando friamente nos olhos.

- Você deveria me temer

- Só por que você é um Canadian? - Entreguei o jogo e vi a merda que eu havia feito. Yifan me olhou incrédulo.

- Você sabe demais. - Ele disse dando meia volta. - Dudes, levem ele para o apartamento, amanhã eu vou ver o que eu faço. Se ele não morrer, vai servir como um bom bife. - Ele disse mordendo os lábios. - Se é que vocês me entendem.

- O que? Droga, me solta eu quero ir pra casa. - Gritei e senti o tal Sehun, e mais dois garotos me colocando para dentro de uma Range Rover preta, tentei me debater, mas o desespero era tanto que acabei desmaiando.

Tudo Se Apagou.


Notas Finais


O primeiro capitulo é sempre chatinho.
Mas vcs vão gostar eu espero!!!!!
Bjs Meus Amores,
Boa Noite


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