História Possessive (camren) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Romance
Exibições 596
Palavras 1.377
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi queridos... enfim resolvi fazer uma adaptação camren pra vocês.

Capítulo 1 - Capitulo 1


-EU VOU EMBORA DESSA PORCARIA DE CASA, NÃO AGUENTO MAIS ESSA DROGA DE VIDA. – Gritei indo em direção ao meu quarto e logo pegando uma velha mochila, onde procurei colocar o máximo de roupas que conseguia.

- KARLA CAMILA CABELLO, VOLTA AQUI, VOCÊ NÃO VAI A LUGAR NENHUM. –Meu pai gritou de volta, vindo atrás de mim.

- Ah não vou papai? – falei com ar de deboche. – E quem vai me obrigar a ficar? – disse colocando a mochila nas costas, com toda coragem do mundo junto a mim, pois meu pai era praticamente meu dobro, poderia me impedir numa facilidade só. Mas ele apenas ficou me encarando não acreditando que sua “menininha” havia se tornado tão inconsequente. – A questão é – continuei a falar. – Eu não fico nem mais um segundo de baixo do mesmo teto dessa vadia, que você trouxe para casa e ainda chama de mulher.

- Mila, querida... – Meu pai tentou se acalmar. – Você está sendo injusta com Cindy, ela é como uma mãe pra você. – Senti vontade de vomitar, e meu sangue esquentar como se fosse explodir a qualquer momento, mais do que eu já havia.

- NUNCA MAIS. – Gritei. Mas logo respirei fundo tentando voltar a um tom aceitável de voz. – Nunca mais mesmo, compare essa biscate com a minha mãe, aliás que Deus a tenha. – Falei, pois minha mãe havia morrido quando eu tinha apenas dez anos, e quando completei quatorze meu pai conheceu a Cindy, fazendo minha vida virar um inferno. – Minha mãe era uma mulher digna, não precisava se aproveitar de ninguém para se dar bem na vida, eu cansei pai, de ver você sendo feito de idiota, e também cansei dessa vadi... – Me segurei. – Mulherzinha... tentando tomar o lugar da minha mãe, e me tratando como uma nada. Ela realmente conseguiu o que queria, eu vou embora. – Cindy observava tudo, as vezes dava até para ver um sorriso vitorioso saindo de seus lábios, mas rapidamente ela voltava a se fazer de vítima. Eu odiava ver meu pai sendo feito de idiota, ela só queria seu dinheiro.

00h30. Eu realmente não sabia pra onde iria a essa hora, mas resolvi arriscar, meu pai tentou me impedir. Porém, ao mesmo tempo que ele era mais forte do que eu, eu era mais rápida. Na minha mochila – que agora pesava em minhas costas enquanto eu andava pelas ruas um pouco mal iluminadas do meu bairro- haviam algumas peças de roupas, coisas para higiene e um pouco de dinheiro da minha mesada. Eu estava quase me arrependendo, com medo e com frio, apenas eu e minha insegurança. Para onde eu iria? Droga.

Até que me veio à cabeça um apartamento que meu pai possuía, porém o mesmo ficava um pouco longe. Eu planejava pegar um táxi e pagar com o dinheiro que havia pego. Enquanto pensava comigo, passei por um grupo de garotas. Se elas não tivessem feito gracinhas, eu nem perceberia.

-Ei garota, isso é hora de princesinha estar na rua? – continuei andando o mais rápido possível, mas podia ver que elas começaram a me seguir.

-Qual é gatinha?! Vai mais devagar, rápido assim, só na cama. – as garotas riram e até onde deu para ver haviam quatro, não pude ver muito, o medo me impedia de olhar para atrás. Eu só conseguia pensar em continuar andando, como se nada estivesse acontecendo.

- Olha, Dinah. Eu acho que ela está com pressa, hein?! – uma garota com uma voz maravilhosamente rouca falou, e logo começou a rir.

- Ei, delicia, não corre não. – falou uma das garotas, não fazia ideia de quem se tratava. Eu estava morrendo de medo, confesso, mas ao mesmo tempo eu já estava me irritando com aquelas babacas e meus pés já estavam doendo de tanto eu andar rápido. Então, eu senti uma mão segurar meu braço com força.

-Qual é a parte do “Ei, delicia, não corre não”  você não entendeu?– uma garota loira falou. Ela tinha um olhar um tanto malicioso.

- Merda qual é o seu problema? Me larga sua idiota. – falei tentando tirar suas mãos do meu braço direito. Pude observar todos se divertindo, exceto uma garota de cabelos escuros, e maravilhosos olhos de esmeralda, ela era realmente linda e parecia estar entediada. Até que eu dei por conta de quem ela realmente era, e estremeci. Seu celular tocou, ela atendeu e foi saindo.

-Falou, suas vagabundas. To largando. Ah, e peguem leve com essa mini vadiazinha aí. – ela riu, e virou-se de costas com o intuito de ir ao seu destino. Me irritei com o fato dela ter se referido daquele jeito a mim e resolvi me pronunciar. Com muita coragem, claro.

-Do que você me chamou? – perguntei, levando minhas mãos a cintura, como se tivesse alguma moral com ela, e totalmente enraivecida com todas as merdas que estavam acontecendo naquele dia. Porém antes me soltei das mãos da garota loira e alta e fui para o meio, com a intenção de falar umas verdade para aquela idiota. Eu sabia quem ela era, e mesmo assim eu estava pouco me importando. Ela virou-se para mim, me olhando de cima a baixo com uma expressão séria e ao mesmo tempo sedutora, mas mantive a pose.

-Te chamei de mini vadiazinha. Por que? Algum problema? – ela disse chegando mais perto, me encarando tentadoramente e com o olhar um pouco desafiador.

-Quem você acha que é para me chamar assim? – ela era líder dos The Assassins, uma mas maiores gangues da cidade, todos só ouviam falar neles, mas ninguém sabia quem realmente fazia parte. Eu sabia porque eu morava no mesmo bairro que elas e minha melhor amiga, Normani, já havia me falado das mesmas, ela sabia tudo e entrou em choque quando descobriu que essa gangue se situava no nosso bairro. E como ela descobriu que eram elas as membras da gangue? Um dia, faz mais ou menos dois anos e pouco, essas garotas se mudaram para o nosso bairro e ela ficou curiosa para saber quem era a garota de olhos verdes, a qual ela achava linda, então uma vez ela seguiu ela para ver se descobria alguma coisa útil e ela sem querer deixou cair do bolso uma “Folha de plátano” feita de metal, onde continha a seguinte informação: “ Lauren Jauregui, líder – The Assassins” . Diz ela que quase caiu dura. Eu sairia do quase.

-Prazer Lauren... Lauren Jauregui. – ela disse e eu estremeci ao ouvir aquele nome, eu estava diante da maior cafajeste de Los Angeles, e mesmo assim, ela era o sonho de todas as menininhas iludidas (como minha linda melhor amiga) e também por quebrar o coração delas.

-Eu sei quem você é. – falei indiferente.

-Sabe? – ela arqueou as sobrancelhas – Como? – droga, se eu dissesse que eu sabia que ela é um Assassins, acho que ela me mataria, pois como eu disse, ninguém sabem quem faz parte dos the Assassins, só sabem que existe essa gangue, mas não sabem quem são os seus verdadeiros membros, elas fazem tudo perfeito, sem nenhuma descoberta por parte de ninguém. Apenas de Normani. E minha.

-Eu confundi você com outra pessoa. – menti.

-Eu sou inconfundível. – ela disse.

-Se você diz... – falei não dando a mínima, ou pelo menos fingindo não dar.

-Você deveria me temer.

-Só porque você é uma Assassins? – era engraçado o jeito que eu me guiava para a minha própria morte. Eu praticamente entreguei o jogo e logo vi a merda que eu havia feito. Lauren olhou para as garotas incrédulas.

-Você sabe demais. – ela disse, dando meia volta. –Vero, levem ela para o apartamento, amanhã eu vou ver o que eu faço. Se ela não morrer, vai servir como um bom bife. – Ela disse mordendo os lábios. – Se é que vocês me entendem.

-O que? Droga, me solta, eu quero voltar para a minha casa. – gritei, ao sentir a tal Vero, e mais duas garotas me colocando para dentro de uma Range Rover preta, tentei me debater, mas o desespero era tanto que eu acabei desmaiando. Tudo se apagou.


Notas Finais


continua?


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