História Possessive (camren) - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Romance
Exibições 186
Palavras 2.096
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


voltei ..
Boa Leitura..

Capítulo 10 - Capitulo 10


-Eu estou bem. – ela disse tentando se mover e gemendo de dor.

-Ok, então vá embora da minha casa. – falei indiferente, mas o que eu menos Lauren estava era bem.

-Não começa Camila, foi só modo de falar... agora em ajuda, porra.

-O que? Você quer minha ajuda? Hmmm... vai ter que implorar.

-Eu não costumo implorar, você sabe muito bem disso... eu mando e as pessoas fazem, simples.

-Você sabe muito bem que comigo é diferente. – falei. – e você está sujando todo o meu chão, droga.

-Camilinha... eu juro que depois que você me ajudar... eu te dou quantas noites de prazer você quiser. – Lauren disse, mesmo toda esfolada, ela continuava linda. Mas mesmo assim dei uma gargalhada alta.

-E o que te faz pensar que eu quero isso?

-Simples, todos querem.

-Já te falei que sou diferente.

-Quando eu ficar bem eu juro que vou te matar...

-Então, se eu te ajudar vou estar montando minha própria morte, é isso? – eu estava adorando sacanear Lauren, até porque ela estava ali atirada e toda machucada, não podendo fazer nada.

-NÃO FODE, PORRA. –Lauren firmou a voz. – Me tira daqui, e me leve para aquele sofá. – ela disse apontando.

-Como eu vou fazer isso? Você é muito pesada... e já não basta sujar meu chão, ainda vai sujar o sofá... ah não, Jauregui. Negativo. – cruzei os braços me fazendo de boba.

-Eu te dou 100 sofás depois se você quiser... Mas me ajuda a levantar, porra.

-100 sofás? Quem é que tem 100 sofás? Não cabe tudo isso aqui... olha em volta. – eu estava me divertindo.

-Caralho, Camila. Para de gracinha e me ajuda a levantar e tirar esse sangue todo.

-Mas não era só ajudar a levantar? Agora eu já tenho que ajudar a limpar o sangue todo. – falei e Lauren respirou fundo, ela estava muito irritada, se ela não estivesse impossibilitada eu estaria morta com 10 tiros e a maioria seria na boca. – Ahe fala direito comigo que eu não sou as arrombadas que você pega.

-Mas eu já te peguei... – a fuzilei com os olhos. – Ok... – ela bufou e fez uma cara de dor. – Camila querida, você é uma princesa, linda, maravilhosa, idiota, arrombada, filha da puta... – a fuzilei com os olhos novamente. – Mentira, você é mó gostosa, eu comeria mais uma vez. MAS AGORA ME AJUDA, PORRA. Eu estou com sangue até no cu e não gostaria de morrer. –que exagero.

-Eu não vou tirar o sangue do seu...

-Camila, para de brincadeirinha e me ajuda... mostra que tu serve pra alguma coisa. – Lauren disse.

-É nessas horas que eu agradeço ao Shawn, mas acho que ele te bateu foi pouco... – falei

-Ah e você acha que foi aquele viadinho que fez isso comigo? – ela riu irônica. - Sonha, Milinha, sonha...

-Não me chame de Milinha. – falei me aproximando mais dela e a ajudando a levantar. – e eu não vou te levar até o sofá, vou te enfiar na banheira, isso sim... Porém, você vai ter que subir as escadas.

-Tudo bem, MILINHA. Eu vou estar me apoiando e largando todo o meu peso em você mesmo. – ela disse simples e folgada.

-Depois diz que é fodona.

-Eu já te mostrei isso muito bem. – Lauren disse e eu me arrepiei, merda.

-Anda de uma vez, Jauregui... antes que eu desista. Eu disse e ela colocou os braços em volta de mim e subimos as escadas devagar, bem devagar mesmo, estio tartaruga aleijada. Chegamos em meu quarto, coloquei algo em cima da cama para Lauren sentar e fui direto para o banheiro, logo enchendo a banheira. Só faltava colocar Lauren nela, ligar o secador e joga-la lá dentro. Era um ideia muito tentadora. 

-Ô sua idiota, consegue vir até aqui sozinha ou vai precisar de uma ajudinha também? – gritei para Lauren em um tom de deboche, mas ela logo veio até mim, com certa dificuldade, mas veio. – entra na banheira. – mandei.

-Você está se achando muito, pensa que manda. Te liga, garota. – Lauren disse me olhando seriamente.

-Minha casa. Meu banheiro. Minha banheira. Minhas ordens. – falei

-Só faltou você dizer “Minha Lauren” – ela disse imitando minha voz. – Porém, eu não sou de ninguém.

-Entre de uma vez, Jauregui.

-Posso entrar em você também, se você quiser. – ela disse mordendo os lábios e dando um gemido de dor, pois seus lábios estavam machucados, fui obrigada a rir.

-Você não consegue nem ficar em pé direito, quer dirá fazer sexo. – falei

-Fazer sexo é coisa de mauricinho, eu fodo mesmo. – ela disse e eu revirei os olhos. – Mas e ai, você toparia mais uma noite dando gritos de prazer? –ela disse desafiadora.

-Você fala como se sexo fosse um jogo.

-Pra mim é. Jogos são divertidos, sexo é divertido.

-Vou responder sua pergunta, Lauren: Não, eu não cometo o mesmo erro duas vezes. – eu e Lauren ficamos nos olhando por algum tempo. – agora entra nessa porra pra tirar esse sangue, porque você está sujando tudo. – se bem que o sangue estava praticamente seco.

Lauren me olhou, travou o maxilar, revirou os olhos – aquilo foi sexy, muito sexy – e começou a tirar a camisa, ficando só de top na parte de cima, eu juro que tentei não olhar, mas aquele abdômen, agora tingido de vermelho por causa do sangue me causava um tanto de tesão. Então ela começou a abrir o cinto, logo depois o zíper de sua calça e aquela noite veio em minha cabeça, me fazendo viajar e perceber o quanto foi bom. Quando saí do transi percebi que Lauren estava prestes a tirar a calcinha box que ela usava, mas eu a impedi.

-Ei, ei... você não vai fazer isso, eu estou aqui.

-Não tem nada do que você não tenha visto. – ela disse inocente e ameaçou tirar.

-Mas eu não quero ver de novo, tira na banheira.

-Eu não gosto que digam o que eu tenho que fazer... – ela disse com a voz super rouca e arqueando uma sobrancelha e então... merda, ela tirou.

-Droga, Jauregui. – falei e fiquei olhando seu corpo nu por algum tempo. Ela era muito gostosa. Lauren riu da minha cara.

-Quer me tocar? – ela disse entrando na banheira.

-N-n-não. – fiquei super nervosa. – ela riu mais uma vez da minha cara.

Peguei um pano com água e sabão, sentei na beira da banheira e comecei a passar pelo seu peitoral.

-Porra do caralho, isso dói.

-Larga de ser fresca. – falei

-Só deixa eu melhorar um pouco que eu vou te mostrar quem é a fresca.

Peguei um pouco de água e passei em seu rosto, enquanto eu fazia isso podia perceber os traços perfeitos de seu rosto, a beleza de sua boca e por um minuto me vi indo na direção dela, mas me liguei no que estava fazendo.

Peguei o pano novamente e passei mais uma vez eu seu peitoral, dessa vez indo até sua cintura, estava me dando uma ânsia ver aquela água toda vermelha, mas continuei...

Assim que minha mão estava um pouco abaixo do seu peitoral, em seu abdômen pra ser mais exata, senti algo a segurar com força... Era a mão da Lauren, a olhei rapidamente e não a entendendo e então ela levou minha mãe até seu sexo, engoli em seco ainda a olhando e quando me dei conta eu estava entrando em suas dobras acariciando seu clitóris, vi os olhos dela perderem a noção.

Eu a penetrei com um dedo e depois outro, e enquanto eu fazia os movimentos de vai e vem, olhei novamente pra boca dela e dessa vez não pensei novamente e a ataquei, a beijei com toda a intensidade do mundo, ela na banheira, eu sentada na beira dela e com minha mão embaixo d’água a masturbando. Eu estava totalmente surpresa com minhas atitudes, mas a verdade era que Lauren me envolvia de um jeito louco, totalmente louco. Ela sugava minha língua e sua respiração estava super ofegante por causo do prazer que ela estava recebendo de minha parte, então ela foi obrigada a parar o beijo. Lauren segurou minhas mãos com as suas e acompanhou cada movimento meu, até ela gozar.

-Você me surpreendeu. – ela disse ofegante.

-Foi só um deslize, não vai acontecer mais. – falei. Tirei Lauren da banheira, e dei meu roupão pra ela cobrir todo seu corpo, a sentei na privada e fiz curativo em seu supercílio, no canto da boca, em seu abdômen que continham alguns arranhões e em seus braços. Ela estava toda ralada e com pequenos machucados que possibilitaram uma poça de sangue. – Quem te bateu desse jeito? – a curiosidade foi mais forte.

-Shawn não se garantiu e então chamou uns 5 Killers, e então, foi 5 conta 1. – ela disse séria, voltando ao seu estado normal. – Mas vai haver vingança. – ela disse com seu olhar distante. – eles se acham os fodas, mas são tudo um bando de cuzão, ainda não viram do que o The Assassins é capaz. E quando virem, até eu vou sentir pena e eu nunca sinto pena. – confesso que senti um certo medo do que poderá acontecer ao Shawn.

-Você disse aquela noite que deixaria ele em paz... –falei.

-Mas olha o que esse filha da puta me fez. Você acha justo 5 contra 1? Garota pensa. Ah claro, você vive num mundo onde só tem pôneis coloridos e irritantes cantantes, não sabe o que é vingança, não sabe até onde pode ir o ódio.

-Não é bem assim, Jauregui. – falei.

-Quer um conselho? – Lauren perguntou.

-Não. – respondi.

-Não se envolva nisso. – Lauren começou a dizer, sempre com o seu olhar sério e sua postura de “mulher malvada”. – Não tome as dores dele, ele não é mais o que você pensa, ele não merece sua preocupação, não merece sua amizade e nem seu amor, porque ele não sabe dar valor. – Lauren disse e respirou fundo. – preciso fumar. – ela murmurou.

-E o que você entende de valores, Lauren? – ela me olhou rapidamente, um olhar que me deu certo medo confesso. Mas ela não disse nada, permaneceu em silêncio. – Eu vou procurar alguma roupa pra você. – quebrei aquele momento de tensão. – e depois você liga para as garotas virem te buscar. – falei enquanto eu saia do banheiro, deixando Lauren lá. Quieta e séria, oq que assustava um pouco.

Fui até o meu guarda roupa pegando algumas peças que não combinavam nem um pouco com Lauren, pois eram peças de roupas da minha mãe, guardei quando ela se foi, mas era o que tinha. Entrei no quarto novamente e vi Lauren sentada em minha cama com o roupão. Entreguei as roupas e vi ela tentar colocar com dificuldade.

-Eu te ajudo. – falei tentando me aproximar e meio arrependida do que eu havia falado.

-Não, obrigada. – ela disse durona. – só quero o seu celular, vou ligar para as meninas. – ela ligou.

-Você não está naquela escola porque realmente precisa daquele empreguinho, né? Até onde eu sei dinheiro é o que menos falta pra você... – toquei no assunto que estava me atormentando.

-Tô procurando um cara. – ela disse simples, concentrada em vestir-se.

-E ele estuda lá na escola? – obvio que estuda, pergunta idiota.

-Não se envolva. – ela me cortou. – acho que as garotas chegaram.

-Elas vieram de avião?

Ajudei Lauren a descer as escadas e abri a porta para as meninas que logo começaram a rir.

-Que roupa é essa? Vai pra missa? – Vero disse e caiu na gargalhada.

-Nós vamos para o bingo e eu não sabia? – oura piadinha, agora vinda de Dinah. –BINGO!

-Vocês estão ofendendo minha mãe, essas roupas eram dela. – falei.

-Eu vou enfiar o cabo do revolver no rabo de vocês. – Lauren disse toda irritada.

-Ok, desculpa, Laur. – disse Vero. – agora vamos, que a missa vai começar daqui a pouco. – todas caíram na risada novamente, até eu não aguentei.

-Suas cuzonas. – Lauren disse e resmungo mais algumas coisas, saindo da minha casa e se apoiando na Ally, que a levava até o carro.

-Vai ter outro trabalho pesadão para a gente, Lauren vai querer que a gente esfole os filhas da puta que fizeram isso com ele. – Vero falava naturalmente com Dinah, enquanto os dois iam atrás.

-De nada Lauren, foi um prazer te ajudar. Quando quiser sujar minha casa de sangue mais uma vez, é só vir... A porta estará sempre aberta. – falei irônica pelo fato da Lauren não ter me agradecido, ela apenas me mandou um beijo e levou suas mãos até sua intimidade fazendo um gesto obsceno. Revirei os olhos e voltei para a casa, pois eu ainda tinha que limpar os rastros de sangue que aquela filha da puta tinha deixado.


Notas Finais


e ai, como estamos?


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