História Possessive — Imagine Kim Taehyung - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bangtan, Bts, Imagine, Jimin, Suga, Tae, Taehyung, Você
Visualizações 6.828
Palavras 1.438
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi amores. <3

Demorei mais cheguei \O/. Quero agradecer cada comentário no capítulo anterior e cada favorito! Já somos quase 2000. ♥_♥

Vocês são demais, sério.

Desculpem a demora, e tenham paciência comigo. Minha faculdade está bastante puxada e estou atualizando as histórias sempre que posso. >_<

Chega de enrolação e vamos para o capítulo polêmico. ^^

Capítulo 18 - Assassino


Fanfic / Fanfiction Possessive — Imagine Kim Taehyung - Capítulo 18 - Assassino

Taehyung separou o abraço e enxugou minhas lágrimas carinhosamente. Funguei pesadamente, sentindo minha cabeça doer. Por que o Choi fez aquilo comigo? Éramos amigos, por quê? Eu não conseguia respirar, meu peito estava apertado e sentia meu corpo fraco.


V beijou-me a boca, e senti meus músculos relaxarem. Retribuí com toda a intensidade do mundo. Sook e Choi riam de algo, e Tae continuava beijando-me. Suas mãos passeavam em minhas costas e cintura, desenhando cada curva e apertando a carne.


Kim, parecia estar descontando sua raiva em minha boca e eu me entreguei ao momento. O castanho apertou-me em seus braços, fazendo meus seios grudar em seu peitoral. Levei minhas mãos até seus fios e puxei-os fortemente, fazendo-o grunhir entre o nosso ósculo.


— Saia daqui, e não deixe ninguém entrar. — Sussurrou, ofegante.


— Não, Tae! — Pedi desesperada, segurei seu rosto entre minhas mãos e lhe dei um selinho. — Por favor, vamos sair daqui.


— Fique tranquila amor, não vai acontecer nada comigo. — Suspirou acariciando a minha bochecha carinhosamente.


Taehyung apertava os olhos, ele parecia que iria explodir a qualquer momento. Sorri fraco e abracei a sua cintura, impedindo-o de que fizesse qualquer coisa que pudesse lhe prejudicar.


— Certo, acabou a ceninha romântica dos pombinhos. — Seung riu. Meu corpo arrepiou-se. — Saia logo daqui, S/N.


— Eu vou ficar bem. — V sussurrou e afastou-se de mim, caminhou até a porta e abriu-a para mim. — Não deixe que ninguém entre.


Assenti e funguei, queria arrastá-lo para fora dali, mas seria em vão. Mesmo não querendo ver o Kim machucado, sabia que o mesmo precisava conversar ou até mesmo descontar a raiva em Seung-hyun. Sook, passou correndo pela porta e escondeu-se dentro do banheiro.


Puxei meu cabelo e mordi o lábio aflita. Ouvi alguns gritos e em seguida alguém caindo no chão. Era possível escutar socos vindo de dentro daquele cômodo, e eu estava torcendo para que os barulhos de socos não fossem no meu menino. Não aguentaria vê-lo machucado.


Mesmo que eu já estivesse completamente machucada e magoada.


Andava para lá e para cá. Havia passado alguns minutos e o silêncio era perturbador. Voltei a chorar e tentei abrir a porta, mas infelizmente estava trancada. O desespero apossou-se de mim, fazendo-me bater na madeira. Ninguém abriu a porta e não escutei mais nenhum som. Corri até a janela, mas um dos dois havia fechado a cortina.


— Tae, por favor! — Choraminguei batendo na porta. — Você está bem? Por favor, fala comigo! — Meus olhos ardiam e a minha visão estava turva.


Desesperada, continuei batendo na porta. Escutei um grunhido, e cruzei os dedos para que fosse do Taehyung. Minha garganta estava seca, enxuguei as lágrimas quando ouvi a chave ser girada. O meu Tae, estava todo cheio de sangue. Seu corpo caiu sobre mim, e eu segurei-o.


— Ah, Tae. — Choraminguei.


— Vamos pra casa, eu estou dolorido. — Dizia entre suspiros.


— Eu não consigo te carregar... — Murmurei chorosa.


O Kim estava com a boca terrivelmente cortada. Sua sobrancelha sangrava e seu rosto estava coberto de sangue, assim como a sua roupa e dedos. Abracei o seu corpo ao meu, e caminhamos até a escada.


— Chame o Suga, eu vou ficar bem aqui. — Apontou para o pilar.


Coloquei-o sentado no chão e corri a procura do Yoongi. Com muito custo, consegui achá-lo indo em direção à sala. Agarrei o seu ombro de uma vez, assustando-o.


— O que foi garota? E porquê você está coberta de sangue? — Seu olhar pairou sobre o meu tronco.


Puxei o pálido pela mão sem lhe dizer nada. Corremos até o segundo andar, e o V ainda estava caído, gemendo de dor.


— Tae, o que aconteceu? — O amigo perguntou desesperado.


— Preciso que você me leve pra casa, eu e a S/N. — Ditou baixinho. Sua boca não parava de sangrar. — E depois avise o Jimin para que arrume as nossas coisas e leve pra mim.


— Certo. — O Min assentiu. — S/N, ajude-me a carregá-lo até o carro.


Suga, Taehyung e eu descemos a escada vagarosamente. O castanho estava apoiado em nós dois, conseguimos passar pelos corredores sem ninguém ver. Yoongi, abriu a porta de trás do carro e com sua ajuda, coloquei o Kim deitado. Entrei do outro lado e apoiei sua cabeça em meu colo.


— Vai ficar tudo bem, Tae. Eu estou com você. — Sussurrei acariciando o seu rostinho.


Não demorou muito para que chegássemos em sua casa. E mais uma vez, Min Yoongi ajudou-me com o Kim. Colocamos-o deitado no sofá.


— Cuide dele, S/N. — O pálido murmurou e eu assenti.


— Tae, eu falei pra você deixar aquele monstro quieto. — Agachei ao seu lado, segurando a sua mão, acariciando-a com cautela. Seus dedos estavam machucados.


— Isso foi pouco, princesa. — Grunhiu de dor. — Ele vai pagar, pode ter certeza. — Fechou os seus olhinhos. — Meu corpo dói.


— Eu vou cuidar de você... — Beijei a sua bochecha. — Já volto.


Fui até a cozinha e peguei uma bacia, coloquei água dentro dela e peguei um pano mais velho. Voltei para a sala e sentei no chão, coloquei a vasilha ao meu lado e desabotoei a camisa social do maior.


— Isso seria mais excitante se você estivesse sentada no meu colo. — Riu fraco, gemendo logo depois.


— Fique quieto! — Pedi terminando de tirar a camisa do seu corpo.


Joguei-a para o chão e molhei o pano na água, passando em seu abdômen logo em seguida. Deslizava por seu corpo com cautela, limpando as manchas de sangue. Tae arfava e gemia de dor. Fiquei de joelhos e lhe dei um selinho rápido.


— Melhor? — Sorri passando o pano em seu rosto, vagarosamente.


— Uhum. — Ronronou manhoso.


Levei a bacia para a cozinha e joguei a água suja de sangue no quintal. Voltei para a sala e fiquei ao lado do castanho, acariciando o seu rosto.


— Tome um banho e vista uma das minhas camisas, você está cheia de sangue. — Sussurrou de olhos fechados.


— Não faça esforço. — Antes que eu levantasse, sua mão segurou a minha.


— Eu amo você, e não deixarei que ninguém te machuque. — Pronunciou quase inaudível.


Beijei a sua testa e subi para o seu quarto. Tirei toda a minha roupa e deixei-a no chão. Procurei uma das camisetas do Kim, e peguei uma branca, deixando-a sobre a cama. Adentrei o banheiro e tomei um banho rápido, não queria deixá-lo sozinho.


Coloquei uma de suas cuecas, que ficou extremamente folgada em meu corpo e vesti a camiseta branca por cima. Peguei minhas roupas sujas e fui para a lavanderia, coloquei-as dentro da máquina, assim como a camisa suja do Tae. Sentei no outro sofá e coloquei uma almofada em meu colo, apoiei cotolovelos e fiquei observando o castanho.


— Não quer deitar aqui comigo? —Pediu manhoso.


— Descanse, TaeTae. — Sussurrei, fazendo-o sorrir fraco. — Eu estarei aqui quando você acordar, eu prometo.


[...]


Acabei adormecendo no sofá, quando acordei, Tae ainda dormia calmamente. Seu peito subia e descia, um biquinho estava formado em seus lábios, tão fofo. Liguei a TV, e fiquei assistindo um programa de culinária. Assustei quando alguém abriu a porta da sala de uma vez.


— Além de assassino agora virou boxeador, Kim Taehyung?


Era a sua mãe. A Senhora Kim. A mulher olhou-me com desdém e caminhou até o V, que estava assustado.


— Omma... — O mais novo choramingou.


— Eu não sou a sua mãe, Taehyung! — A Senhora gritou, assustando-o.


— Por favor, eu posso explicar, Senhora Kim. — Levantei do sofá, indo até ela.


— Vestida assim?! — Riu sarcástica, olhando-me da cabeça aos pés. — Você é uma vagabunda!


— Não fala assim com ela! — Taehyungie rosnou.


— Eu quero essa garota fora da minha casa, agora! — A mais velha entre nós gritou, apontando para a porta que permanecia aberta.


— Ela não vai sair. — Tae levantou do sofá e veio até mim, envolvendo-me em seus braços.


— Pelo jeito você está querendo ir para a Europa, Taehyung. — A Senhora nos olhou com nojo.


— Eu sou maior de idade e não irei fazer nada que a Senhora quer. Você não é minha mãe, a Senhora não diz assim?! — O meu menino chorava enquanto eu estava abraçada ao seu tronco.


— Kim Taehyung!


— Quer essa casa? Fique com ela! Fique com tudo, eu não me importo. Eu tenho ela. — Ele estava falando de mim. — Então eu tenho tudo!


Sou eu quem chorava e abraçava-o. Taehyung não tinha uma família, e sim uma "mãe" que só importava consigo mesma.


— Desculpa mamãe, mas não tive a intenção de matar o meu irmão. Nós éramos duas crianças. Foi sem querer. Me desculpe! — V apertou-me e beijou o topo da minha cabeça.


Eu estava assustada. Kim Taehyung havia matado o seu próprio irmão?


Notas Finais


Revelações... Continuo?! ><

~Divulgação:
https://spiritfanfics.com/historia/or-nah-imagine-jung-hoseok-9905544 (TwoShot nova com o Hobi)

https://spiritfanfics.com/historia/love-bandit-imagine-taehyung-9835012 (ShortFic com o Taehyung)

• Perfil: @rabetania


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