História Possessive Love - Capítulo 25


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Justin Bieber, Melissa Collins, Possessivo, Sexo
Exibições 215
Palavras 1.101
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Escolar, Famí­lia, Festa, Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Mutilação, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 25 - Olhos


Point of view Justin Bieber. 

- O que está acontecendo nessa porra?

Todos os olhares se direcionam para mim, me olhando com cara de cu. Melissa estava sendo segurada por um cara desconhecido por mim.

- Eu não sabia que isso iria acontecer. - o homem me olhou com piedade. 

- O que você deu pra ela?

- Eu apenas dei uma bebida batizada, eu juro, eu não sabia que isso aconteceria. 

- Filho da puta! - exclamei - É melhor você sumir antes que eu mate você desgraçado. 

Como o esperado ele saio correndo. Peguei Melissa em meus braços, levei ela para meu escritório a coloquei deitada em um sofá que havia ali. 

Entrei no banheiro, pegando um frasco de álcool e um lenço,  despejei metade do álcool no lenço. Talvez isso acorde ela. 

Fui até o sofá onde ela estava deitada,  aproximei o lenço de seu nariz,  mas ela nem se mecheu. O que eu faço merda? Pensa. 

Gelo, preciso de gelo urgente, andei até o frigobar pegando alguns gelos, peguei outro lenço e enrolei nos gelos. Fui na direção dela, coloquei o gelo em sua testa durante cinco minutos.

- Que droga! 

Ela não reagia, sua respiração estava fraca. Peguei meu celular,  disquei o número de um médico amigo meu. 

- Eu preciso que venha a minha nova boate em 10 minutos, agora. 

- Senhor aconteceu algo? 

- Só venha rápido. 

Desliguei o celular sem dar tempo para ele responder. Depois de cinco minutos ele chegou, pedi para um dos meus seguranças trazer ele até minha sala. 

- O que houve? 

-  Minha namorada bebeu uma bebida batizada e apagou.

- O que continha na bebida?

- Eu não sei. Só veja se ela está bem. 

Sem dizer nada ele se aproximou da Melissa examinando ela, medindo sua a pressão.

- Bom isso aconteceu devido a mistura de várias bebidas juntas e seu organismo não está acostumado com muito bebida alcoólica, mas ela está bem só irá acordar amanhã e provavelmente não se lembrará de nada. Vou te receitar um remédio de enjôo pois ela irá vomitar o que não a fez bem. 

- Ah tudo bem, obrigada.

- Não precisa agradecer, aliás você tem uma namorada linda. 

Com esse elogio fechei minha cara. 

- Não te perguntei nada. Agora tchau. 

Ele soltou um riso fraco balançando a cabeça negativamente em seguida saio do escritório. 

O som da música era abafado pelas paredes grossas do meu escritório. Olhando pra ela agora, eu entendia porque gosto dela, ela me traz paz e ao mesmo tempo transforma em um inferno.   

Peguei meu celular novamente para avisar ao Ryan que vou levar Melissa para casa. 

Vou levar Melissa  para casa ela não está bem. - JB

Bloqueei o celular e botei no bolso. Peguei Melissa em meus braços com bastante cuidado. Sai pelos fundos da boate onde está meu carro. 

[•••]

Ao chegar em minha casa subi com Melissa em meus braços para meu quarto, a coloquei em minha cama de um jeito confortável.

Me despi, fui para o banheiro tomei um banho maravilhoso, me enrolei na toalha, ao sair do banheiro notei que a roupa de Melissa estava um pouco apertada. Fui ate ela tirando completamente sua roupa a deixando apenas com roupas intimas. Coloquei uma cueca box e me deitei ao seu lado caindo no sono completamente.

[...]

Abri os olhos rapidamente assim que ouvi um grito estridente, ou seja da Melissa é claro, porra que dor de cabeça. Me sentei na cama passando as mãos nos cabelos. 

- Não acredito! - falou alto suficiente para fazer minha cabeça latejar.

- Caralho garota, cala a boca. 

- Não calo, eu não acredito que transei com você, eu não acredito, que droga. 

- Você se lembra de algo? 

- Não. 

- Então pronto sua idiota, não aconteceu nada. 

- Então o que houve pra eu parar na sua cama, e ainda de roupas íntimas. - ela me olhou brava. 

- Primeiro; Você acha que assusta alguém. Segundo;  Você bebeu alguma substância que não te fez bem, e apagou, chamei um médico e ele me disse que você não esta acostumada com essas bebidas,  então trouxe você para meu quarto tirei sua roupa para ficar mais confortável. Eu ouvi um obrigado Justin? - falei sorrindo. 

- Obrigado Justin - ela falou sem ánimo nenhum. 

- E ele disse também que você esqueceria de tudo ontem. 

- Ah que pena, queria me lembrar se eu peguei alguem. - ela fez uma cara triste. 

- Você ta de graça com a minha cara neh? - :falei a metralhando com os olhos. 

- Não, só quero me lembrar se eu peguei alguém ou não, vai que por algum acaso eu não tenha usado camisinha, eu posso ficar grávida. - travei o maxilar, sentido meus dentes serrados.

- Você não pode sair por aí transando com qualquer um. 

- E porque não? A vagina é minha eu dou pra quem eu quiser. - ela deus uma piscadela pra mim, sorriu de um modo provocativo. 

- Filha da puta. - exclamei olhando furioso pra ela. - Você não pode eu, eu... ai merda.

- Você oque? O que tem você caralho? - ela disse toda irônica. 

- Nada, só que você não pode dar a vagina pra quem quiser que porra. Só eu posso fuder você. 

- Você não se toca? Isso nunca mais vai acontecer está me entendendo? 

- Desculpe acho que você não foi muito clara. 

Puxei ela rápidamente para meu colo, segurando sua cintura com firmeza. 

- Me solta. - ela tentou tirar minhas mãos de sua cintura mas sem sucesso. 

- Eu não to afim sabe. 

Nossos rostos estavam tão próximos, que sentia sua respiração em meu rosto. 

- Por favor me solta. - ela olhou pra minha boca, e rapidamente desviou para meus olhos. 

- Já disse que não. - meu tom foi sério. 

Ficamos nos encarando por um longo tempo. Aquela boca é uma tentação. Sem pensar duas vezes colei nossos lábios, tirei uma das minhas mãos de sua cintura, coloquei ela em sua nuca.

Nossas línguas dançavam em uma só sincronia, suas mãos estavam espalmadas em meu peito nu. Suguei sua língua a mordiscando em seguida. 

Coloquei minha mãos que estava em sua cintura em sua coxa, passando suavemente, apertei sua coxa sentí ela estremecer. Suas mãos desceram pelo meu abdomen arranhando. 

Coloquei minha mão bem próxima a sua intimidade, deixando minha mão em sua virilha,  parei o beijo por falta de fôlego. Nos entre olhamos, e pela primeira vez desde que a conheci, seus olhos me diziam algo. 


Notas Finais


Oi gente Desculpa pela demora. Estou sem tempo para postar meu trabalho exige muito de mim então me perdoem.

FELIZ ANO NOVO!!


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