História Possessive Love - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Palavras 887
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais uma fanfic para vcs hehe

Capítulo 1 - Capitulo 1


Fanfic / Fanfiction Possessive Love - Capítulo 1 - Capitulo 1

      POV ALLYSON 


Minhas pernas doíam, minha respiração falhada, parecia que eu tenho asma mas antes fosse, na verdade eu preferia ter asma do que correr do maior traficante de Atlanta, Bieber, Ou então "Drew", Meu nome é Allyson, tenho apenas minha mãe, meu pai sumiu no mundo logo assim que nasci, minha mãe é uma prostituta, quer dizer, era, ela acabou contraindo uma doença graças a seus " serviços " e hoje não trabalha mais.


Percebi que os tiros cessaram e olhei com muito cuidado pela mata, eu acabei de estapear o Bieber, o cara me assediou e eu não pensei duas vezes na hora de pousar minha mão na cara dele


Ri sem acreditar no que eu fiz 


- Buuh - Ouvi um da gangue dele fazer esse som 


Arregalei os olhos e foi no automático, dei um soco no rosto dele que cambaleou para trás 


- você não pode fugir para sempre boneca - Ele falou rindo enquanto eu corri e ele veio atrás mesmo não conseguindo correr como eu 


Consegui sair da mata e cheguei ao asfalto quase morrendo sem ar, apoiei minhas mãos no joelho e olhei para trás ouvindo algumas folhas serem esmagadas 

engoli em seco e continuei correndo a qualquer direção 

Corri por volta de mais uns minutos sem parar até que achei uma casa abandonada, não era bem uma casa e sim um casebre mas acho que dava para passar a noite já que estava abandonado 


Olhei em volta e abri a porta que estava destrancada, não tinha lâmpada, com certeza ninguém vinha aqui a séculos 


Mas tinha algumas mobílias velhas e empoeiradas, baratas pelo chão mas mesmo assim me sentei no que parecia ser um sofá e acabei adormecendo 


        ○●


Acordei com os raios de sol entrando pela janela quebrada


Passei a mão pelos meus cabelos escuros que agora estavam bagunçados, arrebentados e tudo de ruim 


Minha barriga roncou, eu não sabia onde estava mas agora que está de dia fica mais fácil 


Dei uma explorada pela casa até encontrar um pedaço de espelho no chão, olhei meu reflexo meio turvo mas consegui, passei as mãos no cabelo de leve os arrumando numa tentativa falha, fiz um coque mesmo e me encostei na velha mesa ali parada pensativa por alguns segundos, não sou muito burra, acho que consigo seduzir algum velho que passar na estrada 


Fiz um nó com a ponta da blusa que fez meus seios ficarem espremidos e minha barriga a mostra 


Puxei o short o quanto conseguia deixando meus glúteos marcados e os arranhões na minha perna bem visíveis pela fuga de ontem 


Suspirei e fui para a estrada deserta, o sol não estava forte então fiquei parada com uma cara de vadia 


Depois de minutos ali acabei avistando um caminhão vindo 


Sorri maliciosa passando a mão sobre meus seios e vi quem dirigia o caminhão, um velho com uma barba gigante parou 


- E aí gatinha, aceita uma carona? - Ele perguntou acendendo um cigarro e eu concordei entrando no caminhão 


- mora na cidade mesmo? - Ele perguntou e eu assenti 


durante o caminho pude perceber suas mãos bobas e cantadas, tentativas de me usar só que falhou 


Ele parou na entrada da cidade 


- Tchau, é aqui mesmo - Falei 


- O que eu ganho? - ele perguntou 


Ri irônica e mandei o dedo do meio saindo do caminhão e me preparei para o longo tempo que andaria a pé 


...


Se passaram horas e eu finalmente cheguei na porta de casa, minha casa ficava num beco escuro de prostitutas, drogados etc...


Abri a porta encontrando minha mãe na sala assistindo ao jornal na TV 


- Onde você estava garota? - Ela perguntou irritada, ela não era aquela mãe muito legal comigo pois acha que eu que tenho culpa de meu pai ter ido embora 


- Não enche - Falei indo para meu pequeno quarto 


Separei uma roupa e tomei meu banho demorado, andei por horas, estou morta 


- Allyson, me conte o que aconteceu, sou sua mãe e tenho o direito de saber - Ela falou chegando na porta do quarto 


- Dei um tapa na cara do tão temido Bieber e tive que fugir, passei a noite numa casa abandonada ou sei lá o que era aquilo e cheguei agora - falei e ela arregalou os olhos 


- Você é louca, não podemos ficar aqui, o que você fez Allyson - Ela começou a gritar 


- Calma mãe, eu acertei o amigo dele também - Falei rindo, eu só poderia ser louca


- Arruma suas coisas - Ela falou 


- Você tá doente, vamos ficar aqui e vê no que dá - falei 


- Você não quer viver? Pois eu quero, você tem até amanhã para decidir - Andréia falou saindo 


Ela estava muito assustada, eu só dei um tapa no garoto, não é para tanto 


Me joguei para trás na cama e fiquei fitando o teto um tempo até a porta do meu quarto ser derrubada no chão por homens de preto 


Caralho, parecia filme de ação 


arregalei os olhos quando vi a tatuagem Bizzle escrito no braço de um deles, a gangue do Bieber 

- peguem a vadia - Um deles falou e eles vieram em minha direção pegando nos meus braços brutalmente e eu comecei a gritar até ser surpreendida por uma agulha no pescoço 



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