História Possessive Uncle - Capítulo 22


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Incesto, Obsessão, Possessivo, Violencia
Visualizações 198
Palavras 1.754
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Feliz dia das crianças amores! kkkkkkkk
Brincadeira viu gente😂

Sorry pela demora!❤️
Boa leitura xuxus📚

Capítulo 22 - Beijo.


Fanfic / Fanfiction Possessive Uncle - Capítulo 22 - Beijo.

Achei que poderia seguir em frente, mas eu não posso. Eu quero morrer, só assim terei paz. Não aguento mais. Chega de sofrer!

Eu vou embora.

 

[...]

 

Francine Beaumont

 

Depois do incidente com Sebastian ele me pediu desculpas, eu o desculpei. Ou talvez ache isso. Ele tenta a todo custo que voltemos a agir como antes mas eu me nego a ter qualquer afeto com ele.

Sabe aquele pensamento de que eu estava começando a me apaixonar por ele? Então, eu me enganei. Ainda me pego pensando em Marlon, talvez o que eu estava tendo por Sebastian era apenas conforto, ele estava me dando aquilo que eu mais precisava. Carinho e atenção.

Mas eu não quero me apegar a isto, não quero me apegar a ele. Já perdi as esperanças de ser feliz. Bruno acabou comigo.

Aquele miserável! Como te odeio Bruno, te odeio mais que qualquer coisa!

Só preciso conquistar a confiança de Sebastian e assim que eu a tiver, sumo. Não que isso seja tão fácil, tipo, para onde eu vou? Eu realmente não sei. Mas não quero ficar ao lado de um homem que não amo.

Sei que ele ainda pensa naquela tolice de querer que eu lhe dê a merda de um herdeiro. O que queria mesmo era voltar a estudar, engravidar não esta em meus planos. Definitivamente não!

Sexo não é algo que me agrada, só de lembrar dessa palavra meu corpo treme de medo. Tive experiências que não desejaria nem ao meu pior inimigo, a não ser Bruno. Adoraria que ele passasse pelo que passei, ele merecia ser estuprado. Ah se merecia.

Eu não estava me reconhecendo mais, me olhava no espelho e não encontrava a Francine doce e gentil, apenas a Francine quebrada e amargurada. Meu corpo continha umas pequenas e quase invisíveis cicatrizes causadas por Bruno. Suspiro frustrada.

A vida não foi boa comigo.

Deixando meus pensamentos de lado, entro no box ligando o chuveiro sentindo a água quente sobre meu corpo e couro cabeludo. Lavo meu cabelo, o deixando hidratar enquanto passo o gilete em minhas pernas. Não sou uma pessoa peluda, mas minhas pernas já estavam me incomodando. Odeio pelos.

Ao terminar enxaguo meu cabelo pacientemente. Assim que termino meu banho pego uma toalha enrolando em meu cabelo e outra em meu corpo. Saio do banheiro e dou de cara com Sebastian sentado em minha cama com os olhos vidrados no chão, ao notar minha presença ele me olha de cima a baixo. Seu olhar transmitia desejo, e aquilo me assustou.

Eu tinha trancado a porta. Droga!

–O que quer? —Perguntei e finalmente seus olhos focaram nos meus. Um arrepio atravessou meu corpo.

–Conversar. —Ele respondeu simples.

–Você não percebeu que eu tranquei a porta?!

–Sim.

–Então porque entrou? Não posso nem ficar sozinha?!

Eu estava irritada. Muito irritada.

–Porque eu quis, e não. —Respirei fundo tentando me acalmar. Eu só quero ficar só.

–Sebastian, sai daqui eu quero fica só.

–Francine, vá se vestir eu não consigo me concentrar com você quase nua em minha frente. —Ele diz ignorando meu pedido.

–Insuportável. —Rosno irritada e saio entrando em meu closet. Pego uma calcinha de renda branca e um vestido verde água tomara que caia, não precisaria de sutiã pois o vestido continha bojo. Passo meu hidratante e meu antitranspirante, em seguida meu perfume e por ultimo começo a desembaraçar meu cabelo. Assim que termino saio do closet ainda encontrando Sebastian em meu quarto, só que dessa vez deitado na minha cama. Af!

–Pensei que ia morar lá dentro. —Ele diz com desdenho.

–Cala a boca, Sebastian. —Digo e passo ao seu lado indo ao banheiro guardar as toalhas, sinto um puxão e meu corpo cai sobre a cama macia. Sebastian sobe em cima de mim e eu o olho enfurecida.

–Você anda muito afiadinha para o meu gosto. —Ele diz.

–Sai de cima de mim. —Tento o empurrar, sem sucesso é claro.

–Francine, por favor pare de ser infantil. Eu já te pedi desculpas, sei que agi mal com você mas... —O corto.

–Infantil? Ah me poupe. —Ri em descrença.

–Olha eu não quero discutir com você, eu...—Outra vez o corto.

–Eu quero ir embora. —Digo e seu semblante endurece.

–Como? —Ele pergunta atordoado.

–Isso que você ouviu.

Sebastian sai de cima de mim ficando em pé me olhando, me encolho perto da cabeceira encostando minhas costas na mesma.

–Esta brincando com a minha cara Francine?

–Não. Eu só quero...—Dessa vez ele me corta.

–Você não vai a porra de lugar nenhum! —Ele diz visivelmente nervoso.

–Você não pode me obrigar a viver com você!

–Faça me o favor Francine, para onde você iria?

–Qualquer lugar! Eu não quero ficar aqui.

Non! —Ele diz em fracês, mal sabe que também sei falar.

Oui! —Ele me olha espantado.

–Você não vai a lugar algum. Esqueça essa ideia estupida.

Je te déteste! —Disparo.

 

Sebastian Baudin

 

Nos últimos dias Francine tinha se afastado de mim e aquilo estava me estressando. Tudo bem que eu agi mal com ela, mas porra ouvi-la dizer que não temos nada me deu nos nervos!

Eu sei que nós dois somos algo fora do comum, que ela tinha a merda de um namorado mas idaí? Ela que se acostume porque querendo ou não é comigo que ela vai ficar. Me chamo de maluco quem quiser.

La réunion já seria no dia seguinte e eu ainda não tinha informado a Francine que ela iria comigo. Não que ela tenha escolha.

O maldito do  Miguel Ortega também vai estar lá, infelizmente aquele filho da puta comanda o México inteiro. Eu ainda vou acabar com a raça dele assim como ele matou o meu pai. Me aguarde Ortega!

Depois do dialogo difícil com Francine eu sai de seu quarto fervendo de raiva, ela veio com uma história de querer ir embora que me tirou do sério. Ela não vai a porra de lugar algum!

Jamais contarei para ela que ela é a única herdeira de Bruno. Eu o poderia matar e ela ficaria com tudo, mas não quero ela longe de mim. Nunca!

As investigações por conta do sumiço do empresário Bruno Beaumont não estão indo para frente, claro, tenho homens infiltrados na policia que estão cuidando para nunca encontrarem aquele filho da puta.

Saio de casa indo para um de meus galpões, tenho que resolver uns assuntos com os meninos sobre uma carga que chega hoje a noite. Assim que chego estaciono meu carro e entro no galpão, uma algazarra é ouvindo por mim. Arthur, Théo, Inácio e Ramon, os meus amigos e homens de confiança.

–Beberam água de chocalho foram? —Falo atraindo a atenção de todos para mim.

–Ih chegou a nervosinha. —Arthur se pronuncia.

–Nervosinha teu cú seu viado. —Eu digo, esse Arthur é muito gaiato.

–Vamos parar de birra vocês dois que nós temos assuntos sérios para resolver. —Ramon diz, ele é mais cabeça do grupo.

–Também acho. — Théo diz, ele é o segundo cabeça do grupo. Inácio e Arthur são os baderneiros, mas Arthur consegue ser pior.

–Então vamos começar. —Eu digo, o dia seria longo.

 

[...]

 

Eram exatamente 02:19 da madrugada quando eu cheguei em casa. Resolvi o assunto da carga e ela seria pega às 03:30 da madrugada por Ramon e alguns homens. Também começamos com o plano de assaltar o maior banco da França, o banco L'or.

Subo as escadas indo em direção ao meu quarto, mas paro em frente a porta do quarto de Francine, giro a maçaneta e adentro o mesmo, a luz estava acesa e sua cama vazia. Me assusto. Adentro o quarto ligeiramente e a encontro na sacada do quarto encarando o céu.

–O que quer Sebastian? —Ela diz ainda de costas.

–Como sabia que era eu? —Pergunto.

–Seu perfume. —Ela diz simples. Um sorriso se estende pelo meu rosto, então ela conhece meu perfume.

–O que faz acordada a esta hora?

–Estou sem sono.

Fico em silêncio por um tempo, mas logo me pronuncio.

–Iremos sair amanhã.

–Ok. —Ela diz sem se importar ainda de costas para mim encarando o céu estrelado.

–Não vai me perguntar onde vamos?

–Não.

–Porque?

–Porque minha opinião não vai mudar merda nenhuma, você chegou aqui me informando que íamos sair e não me perguntando se quero sair, então eu não quero saber para onde você está me obrigando a ir. —Finalmente ela se vira para mim, meus olhos viajam pelo seu corpo coberto apenas por uma camisola de seda rosa bebe, seus olhos estavam inchados e isto significa que ela havia chorado.

–Porque estava chorando? —Pergunto e ela da um riso amargurado.

–Não finja que se importa comigo Sebastian.

–É claro que eu me importo com você Francine. —Ela me olha com descrença.

–Me poupe. —Ela passa por mim indo para sua cama, agarro seu braço colando seu corpo no meu a prensando na parede. Ela ia protestar mas eu a calei com um beijo, no inicio ela recusou e tentou me empurrar mas não a soltei e então ela cedeu. A beijava com volúpia, nossas línguas travavam uma batalha deliciosa mas infelizmente a falta de ar se fez presente e nós paramos. Francine me encarou ofegante, senti o lado esquerdo do meu rosto arder. Ela me bateu? A olhei descrente.

–Nunca mais faça isso! —Ela disse. Colei mais seu corpo no meu e ela ofegou ao sentir meu membro duro.

–Não gostou? —Perguntei descendo minha mão por sua coxa desnuda lhe causando arrepio.

–Na-não. —Ela gaguejou, sorri vitorioso.

–Tem certeza? —Perguntei e apertei sua bunda. Podia sentir seu coração acelerado e sua pele arrepiada.

–Tenho! —E então ela me empurrou e correu para sua cama se deitando e se cobrindo. –Por favor apague a luz quando sair.

Atordoado eu saio de seu quarto indo para o meu, entro no banheiro e ligo o chuveiro. Merda ela me deixou de pau duro, preciso da um jeito nisso. Seguro meu pau e me praguejo mentalmente por ter que fazer isso. Pareço um moleque na puberdade.

Termino meu banho e visto uma cueca box preta, deito e logo apago.

 

[...]

 

Acordo com o som irritante do meu celular, recuso a chamada e me viro pro lado na tentava do voltar a dormir, mas o maldito celular volta a tocar de novo.

Olho para o relógio e são 06:05 da manhã. Quem é o filho da puta que esta me ligando a essa hora!? Bufo irritado e atendo a merda do celular.

–Eu acho bom que seja importante, porra! —Eu digo extremamente nervoso.

–O Bruno fugiu.

 

 

 

...

 

 

 

 


Notas Finais


Non: Não.
Oui: Sim.
Je te déteste: Eu te odeio.
OBS: Esse banco que citei não existe viu amores, eu que inventei kkkk
Estou MUITO feliz gente, a fic está com 99 favoritos só falta 1 para cem, ai meu coreeee!❤️❤️❤️
Comentem meus xuxus, amo ler cada comentário.
Beijos e até❤️❤️❤️


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