História Possible - Capítulo 32


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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Aspen Leger, Carter Woodwork, Lucy, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave, May Singer, Personagens Originais, Princesa Nicoletta
Tags A Escolha, A Seleção, América, Aspen, Kiera Cass, Maxon, Trilogia A Seleção
Exibições 165
Palavras 926
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 32 - CAP 31 - Nada é Para Sempre


Fanfic / Fanfiction Possible - Capítulo 32 - CAP 31 - Nada é Para Sempre

Da ala dos criados podia se ouvir os ensurdecedores gritos dos prisioneiros torturados nas masmorras que deixavam muita gente sem sono.

O Rei sem paciência e com fortes dores de cabeça perambulava pela cozinha a procura de algo para comer, toda a violência e os esforços de fazer as crianças se adaptarem o deixava faminto e cansado, querendo muito poder descansar nos braços de sua rainha.

_Posso ajuda-lo Majestade? – uma criada entrou em silencio na cozinha e se reverenciou ao Rei quando ele virou para olha-la.
_Achei que essa hora todos estivesse dormindo – o Rei disse _Não se preocupe, estou apenas procurando um pedaço de pão.

A criada que recebia o nome de Violet, loira alta com um corpo deslumbrante que deixaria qualquer homem paralisado por sua beleza se escondia as sombras da cozinha ajudando por vontade própria o cansado Rei Maxon achar um misero pedaço de pão.

Quando o achou ela o estendeu para o Rei sem encara-lo nos olhos, o que fez Maxon sorrir e pegar o pão de sua mão e erguer o queixo da jovem criada para poder olhar melhor com a fraca luz da cozinha.

_Você me lembra de alguém – o Rei sussurrou _Qual seu nome? – eles se olhavam nos olhos sem desviar o olhar um segundo se quer.
_Violet, Majestade – o Rei tirou sua mão do queixo da jovem e engoliu a seco passando a mão pelo cabelo _Se me permite dizer Majestade, mas o senhor parece muito tenso, precisa relaxar mais – uma risada baixa veio do Rei que se sentou em uma banqueta do balcão da cozinha.
_Vou relaxar quando a rainha estiver de volta em casa – parecia que ele dizia aquilo a ele mesmo.

Sem ter o que perder e sabendo das consequências Violet pôs delicadamente suas mãos sobre os ombros do Rei e apertou, massageando. Por reação espontânea o Rei travou e ficou mais tenso do que antes sem conseguir se mexer.

Violet percebeu no mesmo instante e se afastou do Rei mantendo a cabeça baixa se preparando para o que estava por vir.

_Me desculpe Majestade, eu só queria ajudar – disse ela com a voz assustada.
_Por que você fez isso? Não sabe das consequências? – o Rei perguntou a ela se levantando e parando de frente a ela.
_Do que adianta consequências sabendo que meu destino será apenas mais um ano de vida, morre hoje ou amanhã não mudará nada. Eu só queria confortar meu Rei – a ultima frase fez com que eles novamente se olhassem nos olhos.
_O que quer dizer minha cara?
_Quero dizer meu senhor que sofro da mesma doença que o senhor sofreu anos atrás, mas para mim não há cura – lágrimas escoriam pelo rosto dela, o que o Rei estender a mão e secar algumas lágrimas com o polegar.
_Eu sinto muito – o pesar do Rei era real, o mesmo se aproximou de Violet e beijou sua testa _Infelizmente eu preciso de um conforto que você não pode me dar, espero que fique bem – o Rei deu as costas quando a criada respirou fundo e o chamou.
_Mas eu estou disposta a dar meu Rei – sem ter percebido antes que Violet vestia um roupão, o Rei a observou tira-lo e deixa-lo escorrer por seu corpo caindo no chão, deixando a mostra um corpo absurdamente lindo e pálido.
_Oh, por favor, se vista – o Rei disse ajuntando o roupão o chão e pondo-o em frente ao corpo nu de Violet, a mesma segurou o braço do Rei sem se preocupar com sua nudez e o olhou nos olhos.
_Eu sei que o senhor ama minha Rainha, eu sei que isso é traição, mas estou apenas suplicando para que desfrute de mim como seu conforto, não posso morrer sem conhecer o corpo de um homem. De um homem que seja gentil comigo. Isso nunca sairá das minhas lembranças, o que acontecer ficará entre nós e eu levarei para o tumulo comigo – Violet o olhava com um olhar suplicante, quase como se sua vida dependesse daquilo.

Uma parte do Rei queria sair correndo dali e voltar para seus aposentos buscando conforto nas fotos de America, ele queria tanto sua esposa ali. Mas a outra parte insistia para ficar e desfrutar da moça gentil e naquele momento com tudo o que estava ocorrendo os instintos do Rei eram mais fortes do que qualquer sentimento por sua esposa.

Seus lábios encontraram os de Violet beijando-a feroz, pondo as mãos em sua bunda nua e a apertando. Colando seu corpo ao dele, sua ereção crescia cada vez mais, deixando a calça apertada.

O Rei pôs Violet sentada na mesa pondo-se no meio de suas pernas e massageando sua intimidade completamente úmida. As mãos ágeis de Violet desabotoaram a calça do Rei e a puxaram para baixo junto com a cueca deixando seu membro vir para fora. Os lábios do Rei percorriam pelos seios de Violet e jogava seu corpo para trás, aguentando os gemidos. Ele a segurou pela cintura e introduziu seu membro na intimidade dela, que pareceu se romper. O que fez o Rei arregalar um pouco os olhos ao perceber que Violet era virgem.

Ela o agarrou pelo pescoço o abraçando, mordendo seu lábio para conter os gemidos que explodiam por sua garganta a cada estocada.

Um trilho de suor escorria pelas costas da jovem e encharcava os cabelos do Rei quando os dois chegaram ao êxtase em perfeita sincronia. O cheiro floral do cabelo de Violet entorpecia o Rei e ele podia sentir seus músculos se renderem e relaxar mais uma vez em anos. 



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