História Posso Confiar? (Amor Doce - Castiel) - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias 009-1
Tags Amor Doce, Amour Sucre, Anime, Castiel, Drama, Hentai, Jogo, Mangá, Novela, Romance, Sexo, Shoujo, Tragedia, Violencia
Exibições 129
Palavras 1.036
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Hentai, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


~ Ibage do Narutinho porque achei que combina cá situação ~
Ignorem os erros, caso tiver algum. Aproveitem!

Capítulo 16 - Me Toque!


Fanfic / Fanfiction Posso Confiar? (Amor Doce - Castiel) - Capítulo 16 - Me Toque!

- P.O.V Ichiha - 

 Já faz um tempo que Castiel saiu, será que tem fila pra pegar o ponche? 
 Entrei em meio à multidão para procurá-lo. Péssima ideia. Tropecei em um sapato que estava no chão e quase cai se não fosse alguém segurar firmemente meu braço, o que chegou a doer. 
- Ai! - Reclamei. 
- Desculpe. 
Essa voz... Lysandre. 
- Machuquei? - Ele demonstrou preocupação. 
- Não, tudo bem... 
Ele passou a mão sobre meu braço, iniciando uma massagem. Sorri para o mesmo para quebrar o clima  tenso.
- Lys, você viu o Castiel? - Perguntei desanimada.
- Não faço ideia, não vi ele até agora. 
- Ah... 
A música estava muito alta, as pessoas estavam me prensando. Eu me sentia sufocada. Com falta de ar. 
- Ichiha... tudo bem? 
- Claustrofobia! - Eu já estava ofegante. 
- Calma. Venha cá. 
Lys me tirou de lá, me levando para a sacada que anteriormente eu estava com Castiel. 
 Minha respiração estava normalizando e eu me sentia muito melhor. 
- Obrigada. Provavelmente eu teria desmaiado. 
- Não há de quê. - Ele sorriu, em seguida olhando para o céu estrelado. 
O vento estava forte e eu não trouxe nenhum casaco. O frio fez meus braços cruzarem automaticamente. Sinceramente, pensei que um baile fosse mais que isso. 
- Por que ele te deixou aqui? 
- Ele foi pegar um ponche. - Olhei pro chão, especificamente para meus sapatos. 
- Há quanto tempo? 
- Uns cinco minutos... 
Lysandre suspirou, frustrado. 
- Ah, está com frio? 
Voltei minha atenção para ele. 
- Talvez. 
Lysandre tirou o paletó e o colocou sobre meus ombros, abotoando o primeiro botão para que não escorregasse.
- E você? - Perguntei.
- Bom, eu- 
- Ichiha. 
Lysandre foi interrompido e rapidamente olhou para trás, sem tirar as mãos do meu ombro. 
- Castiel. 
- O que estão... fazendo? - Ele se aproximou.  
- Ele ia me emprestar o paletó. 
Lysandre permanecia em silêncio. 
- Mesmo? - Castiel deu um sorriso irônico. - Que gentileza. 
Por algum motivo, Lys desanimou completamente. O que deu nele? 
- Já que seu namorado chegou... - O rapaz tirou o paletó de mim e o colocou sobre o seu ombro. - Não precisa mais disso. Até mais, Ichiha. 
- Até. 
Segui Lys com os olhos até o mesmo sumir. 
- Preocupada com ele? 
- Pra falar a verdade, sim. Onde você estava? - Aumentei o tom. 
- Hey! - Ele sorriu. - Estava na fila. Sentiu saudades? 
- Eu fiquei sozinha aqui por cinco minutos, Castiel! 
- Não fica assim. - Ele tirou o paletó e pois sobre meus ombros. - Agora sim, o paletó do cara certo. 
- Ele só estava sendo gentil. - Abotoei o primeiro botão. 
- Que seja. Vamos dançar? É um baile, afinal. 
O encarei, ainda irritada. 
- Por favor. - Ele fingiu uma cara dócil. 
- "Que seja" - O imitei. 
 Castiel se animou e me puxou até a pista de dança. A música estava animada e eu constrangida. 
- Não sabe dançar, né? - Ele riu. 
- Já é bem óbvio. 
 De repente a música ficou lenta. Pares começaram a se formar. 
- Você tem sorte. - Castiel me puxou pela cintura. - Assim é mais fácil. 
 Eu não disse nada, apenas encostei a cabeça no seu peito. Castiel colocou as mãos na minha cintura e começamos uma dança lenta. Isso é bom e confortável. 
- Tudo bem pra você? - Castiel perguntou. 
- Hã? O que? 
- Ficar aqui. Eu sei que você não gosta de multidões. 
- É verdade... mas tudo bem. Eu estou com você. 
- H-Hum. 
 Levantei o rosto, e o vi mais vermelho que o próprio cabelo. Como eu tinha sorte. 
 Sorri sozinha pensando nisso. Eu tenho que deixar de ser tão reservada, eu sinto que o Castiel quer me tocar mais e eu fico bloqueando isso. Tem que acabar! 
- Castiel. 
- Hum? - Ele me olhou e sorriu em seguida. - O que há com esse olhar destemido? 
- Quero dormir na sua casa! 
- O quê? Por que? 
- ... Você não quer? 
- Por mim não tem problema, é que... você nunca pediu disso. 
- Bom, é qu- 
 Fui interrompida quando ouvi um estalo vindo do meu sapato. Eu teria caído se não fosse Castiel segurar meus braços.
- O que foi isso? 
- Meu salto... quebrou. 
- Que? - Ele riu. - Tinha que ser! Vamos pra casa, desajeitada. 
 Eu tirei meu sapato e enviei uma mensagem para Rosa dizendo que já estava de saída. Se ela der sorte e não acabar bebendo demais, talvez veja ainda hoje. 

                    
                         [...]

- Estou exausta! - Suspirei profundamente, enquanto entrava na casa de Castiel. 
 O mesma trancava a porta. 
- Também estou. Quer dormir no quarto ou aqui no sofá? Você sabe que é bem confortável aqui.
- Sim... acho que prefiro ficar no sofá. A vista é linda de manhã. 
- Ok. Eu vou pegar os cobertores. 
 É agora... só pode ser agora. Enquanto Castiel foi pegar os cobertores, eu me sentei no sofá-cama e comecei a fingir que o zíper estava enterrado. 
- Voltei- Wow, qual é o problema? 
 Castiel jogou os cobertores no sofá e sentou ao meu lado, eu ainda estava de cabeça baixa. 
- M-Meu zíper... enterrou... p-pode me ajudar? - Virei de costas, evitando olhares. 
- Claro. - Ele pôs as mãos sobre meus ombros. - Por que está tão tensa? 
- Não é nada... 
 Castiel baixou o zíper sem dificuldade alguma. 
- Tem certeza que estava enterrado, garota? Não está tentando me atrair, está? 
- Não é nada disso! - Respondi logo em seguida. - Só pedi sua ajuda. 
- Não precisa ficar assim. Pelo menos olha pra mim!
 Castiel me virou em uma fração de segundos, fazendo nossos olhares se encontrem. Só ai eu fui me dar conta de que ele estava só de cueca boxer. Senti minhas bochechas pegando fogo, mas mesmo assim eu simplesmente não conseguia parar de olhar. 
 Castiel começou a baixar as alças do meu vestido. 
- Castiel... - Eu o chamei em voz baixa.
- Já sei... Você não quer. 
- Eu quero. 
- ... Q-Quê? 
- Por favor, me toque. 

 

 

                  Continua... 


Notas Finais


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