História Potencial Apagado - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Aizawa Shouta, Bakugo Katsuki, Midoriya Izuku, Personagens Originais, Present Mic, Todoroki Shouto, Yagi "All Might" Toshinori
Tags Aizawa Mentor De Izuku, Angst, Classe 1-a, Divergencia De Canon, Fluff, Mentor Relationship, Paixão Lenta, Pré-canon, Tododeku, Universo Alternativo
Visualizações 224
Palavras 3.401
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fluffy, Luta, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


A Fanfic original pertence a theslytherinpaladin no Archive of our own.
Tradução feita por mim (Tsuki), apenas no Nyah.
(Potencial Apagado) - original: Erased Potential

Capítulo 4 - Capítulo 3


Havia muitas coisas sobre Midoriya Izuku que irritava Bakugou. Ele odiava o olhar sincero em seu rosto. O jeito que ele sempre parecia estar lá para testemunhar os momentos mais fracos de Katsuki com um sorriso e uma mão amiga. Como ele se agarrava ao seu sonho de ser um herói depois de ter concordado com o fato de ele ser quirkless* a anos. Com toda a honestidade, Bakugou não precisava ter um motivo para se irritar com Deku, mas ele gostava de ter um mesmo. E hoje essa razão era a bolsa de Deku idiota.

Desde seu primeiro ano no ensino médio, Deku sempre carregou a mesma bolsa estúpida, o esquema de cores vermelho, azul e amarelo do All Might, claro, de onde Bakugou sentou-se na sala. Tinha sido uma edição limitada - Bakugou sabia por que tentara e não conseguiu pegar um quando eles saíram - e o herdeiro obcecado perdedor o usava todos os dias, zombando de Katsuki com seu fracasso se ele estava ciente disso ou não.

Mas essa não era mais a bolsa que ele carregava.

Seu novo saco, preto com uma faixa branca ao longo do fundo e um par de que pareciam óculos amarelos no meio, parecia familiar. Tinha que estar relacionado com algum herói profissional, mas Bakugou não podia dizer qual deles. Esse fato acrescentou à sua raiva já fervente, mas se tivesse sido apenas a mala Bakugou poderia ter sido capaz de ignorá-lo. Algo havia mudado sobre o Deku nas últimas semanas, e o que quer que fosse Bakugou não gostou.

O idiota sempre foi sincero sobre suas intenções de tentar ainda ser um herói profissional, apesar de quão inútil ele seria sem uma peculiaridade. Ele conseguiu um monte de desencorajamento de professores e alunos, mas ele sempre reagiu com um sorriso bamboleante e protestos mansos. Deku se afastou da atenção, murmurou algo sobre não haver nada o impedindo de tentar, e esperar até que quem fosse confrontado com ele ficou aborrecido e seguiu em frente. Mesmo diante do próprio abuso de Bakugou, Deku nunca lutou de verdade, deixando Bakugou e seus amigos empurrá-lo. Isso também o irritou, da maneira que Deku nunca se levantou. Ele poderia manter seu sonho diante de tudo o que lhe dizia que desistiria, mas ele não impediria que as pessoas o empurrassem.

Até o que aconteceu o que o fez mudar a bolsa. Bakugou não tinha provas de que as duas coisas estavam ligadas, mas ele sabia que elas eram e era tudo porque o professor trouxe as candidaturas do ensino médio.

— Eu sei que vocês são apenas dois anos - disse Yoshida-sensei, de pé na frente da sala - Mas isso não significa que você possa adiar o pensamento sobre o ensino médio até o ano que vem. Você precisa ter suas principais escolhas reduzidas até o final deste ano para que você possa gastar no próximo ano estudando para seus exames de admissão e preparando suas aplicações.

Depois de dar uma olhada ao redor da sala, todo o estudante ignorando-o, Yoshida-sensei suspirou. 

— Vocês precisam levar isso a sério. O ensino médio que vocês frequentaram terá um enorme efeito sobre as suas potenciais perspectivas de emprego após a graduação. Especialmente aqueles de vocês que estão planejando tentar tornar-se heróis profissionais. Não se afaste das oportunidades porque você desperdiçou o tempo e não se preparou. Agora eu quero que todos vocês se levantem e me digam qual escola seria sua melhor escolha se você tivesse que decidir hoje. Vamos começar com você, Miyamoto e depois segue em ordem.

Este foi um exercício estúpido, pensou Bakugou, ignorando seus colegas de classe quando começaram a listar suas melhores escolas. Independentemente das escolas que escolheram, não importava para ele. Bakugou sabia para onde ele estava indo, tinha sabido para onde ele estava indo, já que sua peculiaridade se manifestava. Ele seria a única pessoa dessa antiga escola e...

— Eu vou estar no Curso de Heroi da Academia Yuuei.

Bakugou teve que ter ouvido errado. Ele era a única pessoa que iria para Yuuei. A única pessoa que poderia. E essas palavras, com certeza, não vieram dele. Um amontoado de cabelos verdes encaracolados estava a poucas mesas longe dele, as costas retas enquanto olhava para Yoshida-sensei. 

— Deku

 Katsuki resmungou, e ele observou enquanto Midoriya se esticava ao som de sua voz, mas não se virou. Risos e sussurros surgiram em torno da sala quando Yoshida riu nervosamente.

— Eu sei que eu disse sua escolha, Midoriya, mas por isso eu quis dizer uma escola na qual você poderia ser aceito. Yuuei é a escola de heróis mais competitiva do país e bem ... Midoriya, você não tem um quirk. Seria impossível que você fosse aceito, e muito menos para o curso do herói - o riso encheu a sala de aula mais uma vez.

Bakugou podia ver o estresse nos ombros de Deku, do jeito que ele tremia quando a turma riu ao redor dele, mas ele não se sentou. Ele não se dobrou sobre si mesmo como sempre antes, mas continuou a olhar para frente, seu rosto adotando uma expressão sem emoção que não parecia ajustar a energia nervosa normal de Deku. Os olhos de Bakugou se estreitaram.

— É por isso que queria que tivéssemos essa discussão - Yoshida fez um gesto arrebatador para Deku - Você precisa saber, considerando suas notas e qual profissão você quer estar, quais escolas são mais apropriadas. Esta bem ter sonhos, mas quando se trata de sua educação, você precisa ser mais realista. Escolha outra escola, Midoriya. Você tem excelentes notas. Você é inteligente, mas isso não é suficiente para entrar na Yuuei. Não é suficiente ser um herói. É desafortunado, mas, como seu professor, preciso ter certeza de que você está preparado para o seu futuro e ...

— Não é impossível - disse Deku, alto e claro para toda a classe ouvi-lo.

— Eu, o quê? - Yoshida pareceu atordoada. Midoriya Izuku havia interrompido um professor e toda a classe estava congelada. 
Bakugou inclinou-se para frente em seu assento, com os olhos treinados em seu velho amigo. Deku não gaguejou. Ele não murmurou. Ele apenas olhou para Yoshida com aquele olhar em branco que parecia tão fora de lugar, suas emoções escondidas atrás de uma parede que mesmo Katsuki não conseguia ver apesar de quão bem ele o conhecia.

— Eu disse que não é impossível. Você está certo de que nunca houve um estudante sem um quirk aceito para Yuuei antes, mas apenas porque não há um precedente para isso não significa que não pode acontecer. Não há uma regra que diga que uma peculiaridade é um pré-requisito para a admissão, o que significa que eu tenho tanta chance de entrar como qualquer outra pessoa que se aplica. Para ser aceito, você deve passar no exame. Posso passar o exame sem uma individualidade.

— Midoriya pode não haver uma regra contra o exame sem um quirk, mas isso não significa que você tenha a mesma chance de entrar. Por favor, seja razoável. Este é o seu futuro sobre o qual estamos falando - Yoshida suplicou, ainda muito pego de surpresa, sendo interrompido por puni-lo por falar fora de hora.

— Meu futuro está na Yuuei - Deku respondeu calmamente e sentou-se.

A classe entrou em erupção.

— Mas que diabos? - pensou Bakugou quando fechou-se o caos ao redor dele. E

le não precisava ouvir para saber que Yoshida não estava recuperando o controle da aula em breve, e, honestamente, ele não se importava. Porque de onde veio esse inferno? Deku nunca desistiu de ser um herói ao longo dos anos - o que sempre foi verdade -, mas essa atitude composta e coletiva? Ele havia interrompido um professor, um professor que já havia desencorajado Deku sobre ser um herói várias vezes no curto período em que estivam naquele lugar, e ele fez isso sem mexer, murmurar ou gaguejar.

Pequenas explosões explodiram de suas mãos, mas Yoshida ainda estava preocupado em conseguir que a classe lhe desse qualquer atenção. Não que Bakugou tivesse ouvido se ele estivesse porque aquele maldito idiota Deku estava tentando tirar a chance dele, ele deveria ser o único aluno da escola tentando por Yuuei. Katsuki era suposto ser o único a ter uma chance de ser um herói profissional, e Deku sem graça não só acreditava que ele poderia ser um herói, mas ele pensou que ele poderia entrar em Yuuei como ele era? Apenas o melhor dos melhores conseguiu Yuuei, e isso significava apenas Bakugou e Bakugou.

Não. Alguma coisa estava definitivamente errada com Deku, e Bakugou chegaria até o final.

Quando Izuku sentou-se de volta, sentiu como se o seu cérebro tivesse rodado em curto-circuito. Ele não podia acreditar no que ele acabou de fazer, mas também não conseguiu se sentir mal com isso. Izuku tinha ouvido que as pessoas lhe dizerem por anos que o que ele queria era inútil, que não havia nenhuma maneira possível de viver seus sonhos. Ele tentou ignorá-los, concentrando-se apenas em por que ele queria ser um herói, mas ao longo dos anos suas palavras escorriam pelas rachaduras nas paredes, ele tentou construir sua determinação, fazendo cada vez mais começar a duvidar de si mesmo, sussurrando todas as razões pelas quais ele falharia. Ninguém jamais havia dito a ele que poderia ser um herói.

Ninguém até Aizawa.

Aizawa acreditava que ele poderia entrar na Yuuei sem um capricho, acreditava o suficiente para ter concordado em treiná-lo e se Aizawa acreditasse nele, então Izuku poderia acreditar em si mesmo um pouco mais. A duvida ficaria, é claro, até que Yuuei o aceite oficialmente. Mas Izuku havia dito a Aizawa que ele não deixaria ser definido e ele se recusava a se tornar um mentiroso deixando Yoshida dizer-lhe para desistir sem sequer tentar. Izuku receberia muitas críticas por ser um estudante sem peculiaridade na Yuuei. Aizawa o havia avisado. Então, talvez já fosse à hora de começar a descobrir como levá-lo.

Ele podia sentir Kacchan olhando para ele o resto da aula, mas ele não se virou. No momento em que a aula terminou, ele agarrou sua mochila e estava fora da porta. Ele já havia enfrentado uma pessoa hoje. Kacchan poderia esperar.

Quando voltou para seu apartamento, sua mãe o saudou da cozinha. 

— Eu vou te trazer um lanche em apenas alguns minutos! Você tem muito trabalho a fazer hoje, Izuku?

— Apenas algumas coisas para Aizawa-sensei antes da nossa sessão amanhã - ele respondeu - Ele me deu mais alguns perfis que ele queria que eu olhasse por cima.

Apenas duas semanas se passaram desde que ele começou a treinar com Aizawa, mas Izuku já podia dizer que rastrear o ilustre herói tinha sido a melhor decisão de sua vida. Eles só se encontram quatro vezes por três horas cada sessão, mas em dias onde não se encontram Izuku seguiram as instruções de Aizawa à risca. As tarefas descritas para ele completarem alternando exercícios físicos e mentais e todas foram projetadas para empurrá-lo para seus limites. Ele sentiu-se exausto, desabando na cama no momento em que ele terminou todas as noites, mas ele poderia dizer que ele melhorara os desafios ficando um pouco menos desafiadores a cada dia.

Ele sempre se perguntou o que fez a Yuuei o melhor, porque consistentemente a maioria dos graduados se tornou heróis profissionais. Outras escolas possuíam heróis pró como professores, afinal. Duas semanas com Aizawa responderam a essa pergunta. Se os alunos de Yuuei tivessem uma equipe inteira de professores como Aizawa, os professores que pareciam saber exatamente como extrair o melhor de cada aluno, como empurrá-los sem quebrá-los, ficou claro por que eles sempre saíram no topo. Isso fez Izuku ansioso para pensar onde ele estaria quando chegasse a hora de fazer o exame de admissão.

Tendo em mente que eles tiveram uma sessão de treino real no dia seguinte, o trabalho de Izuku para o dia tinha sido leve - uma corrida de seis milhas antes da escola e um exercício mental para fazer depois. Nos dias em que ele teve uma pausa na formação física, Izuku sempre faz o mesmo. Aizawa lhe enviaria breves descrições de quirks dos estudantes atuais na Yuuei possuem, certificando-se de não incluir nenhum nome. Esta lista geralmente inclui quinze a vinte peculiaridades, com a quantidade de informações fornecidas variando de quirk para quirk. Izuku iria ler cada descrição e, em seguida, ter trinta segundos para se gravar dizendo tudo o que podia sobre os potenciais pontos fortes e fracos dessa peculiaridade individual.

— Quando você está enfrentando um vilão - Aizawa havia explicado a primeira vez que atribuiu a Izuku a tarefa - Você não terá uma infinita quantidade de tempo para fazer suas observações. Você precisa trabalhar no processamento de ainda mais informações muito mais rápido, aprendendo quais informações são importantes e o que você pode ignorar. Quanto menos tempo você tiver que gastar descobrindo seu poder, mais cedo você pode encontrar uma maneira de detê-los. Seu objetivo precisa ser encontrar suas fraquezas e explorá-lo antes mesmo de saber que você está lá.

Fazer gravações de voz de suas observações também significou que ele não poderia voltar e corrigir seus erros por que:

— Você precisa aprender a fazê-los e seguir em frente deles. Erros acontecem, mas é sua reação a eles que vai tornar as coisas mais fáceis ou difíceis a longo prazo.

A primeira noite foi um desastre. Ele tropeçou em suas palavras, murmurou um pouco demais para o microfone, e, em um momento, esqueceu completamente como falar, ele estava tão nervoso.

Como com o treinamento físico, as gravações ficaram mais fáceis. Ele ainda ficou sem tempo antes de fazer todas as conexões que ele precisava, mas Aizawa não parecia decepcionado com seu progresso. Izuku encontrou alguma segurança nisso, e todas as noites ele voltou sobre os perfis, adicionando todas as informações aos jornais, tomando nota do essencial e do que ele poderia deixar de fora. Ele nunca pensou em se preocupar com isso antes, nunca teve acesso a tantas peculiaridades diferentes. Em suma, foi o treinamento perfeito para ele. No entanto, amanhã, ele começaria algo novo.

Aizawa estava movendo seu treinamento apenas o suficiente enquanto o tempo passou para evitar que ele se sentisse muito confortável, e ele finalmente considerou Izuku bom o suficiente na luta mais mano a mano para adicionar algo a mais ao seu menu. Amanhã eles iriam falar sobre o que Izuku poderia adicionar ao seu arsenal para ajudar mesmo as chances quando se tratava de lutar sem uma briga. Enquanto Midoriya estava certo sobre Aizawa, basicamente, lutando sem luta, foi por causa de sua peculiaridade que ele e seu oponente foram colocados em um campo de jogo mais uniforme. Izuku não podia anular as peculiaridades de outras pessoas, então ele precisava de outra habilidade para poder compensar.

Ele sabia que ele deveria estar nervoso, mas ele se sentiu muito excitado. Izuku confiou em Aizawa, mas o herói profissional deixou claro que ele só o ensinaria enquanto ele continuasse a provar que ele tinha potencial. Cada nova tarefa, cada nova habilidade. Todos foram testes. A passagem e o treinamento continuaram. Falhe e Aizawa podem decidir que Izuku já não valia mais seu tempo. Izuku não queria pensar sobre o que aconteceria então, então ele empurrou o pensamento firmemente para fora da mente.

Havia muitas coisas sobre Midoriya Izuku que Aizawa não entendia. Quando ele primeiro concordou em treinar o garoto, ele sabia que ele seria um estudante interessante. Ele não poderia ser nada além de interessante depois desse tipo de introdução. Ele sabia que ele estava dedicado, determinado, que ele tinha iniciativa, mas Aizawa não tinha certeza de como todo esse treino seria divulgado. A determinação só pode chegar até agora, afinal.

Seria bom se a determinação e o trabalho duro fossem necessários para ser um herói profissional. Se fosse esse o caso, cada graduado da Yuuei seria bem sucedido, mas infelizmente não era assim que funcionou. Outra coisa, talvez a maioria das coisas que fossem objetivos suficientemente elevados para serem considerados sonhos, exigia um pouco de algo extra. Um talento inato que não pode ser ensinado, um impulso que excede a determinação simples. O tipo de coisa que você tem ou não, e nenhuma quantidade de trabalho pode compensar isso.

Aizawa não conhecia muito Midoriya e o garoto já estava lhe dando uma pausa. Era muito cedo para contar, ele apenas tinha começado, mas com cada dia que passava, Aizawa sentiu um instinto em que ele cresceu ao longo do tempo dizendo apenas que Midoriya poderia ser esse tipo de herói.

E então, havia o fato de ele realmente ter gostado dele. Aizawa sabia que poderia ser intimidante. Era uma opinião que ele não se preocupava o suficiente para dissuadir. Se seus alunos fossem intimidados por ele, eles poderiam simplesmente escutar um pouco com mais cuidado e quem sabia quando isso salvaria suas vidas? Sim, Midoriya agiu nervosamente com frequência, mas Aizawa teve a sensação de que isso veio mais do fato de que ele basicamente havia perseguido o herói. E estranhamente a Aizawa considerava isso bem. Midoriya tentou escondê-lo, mas ele não era tão bom como um ator. Ainda não pelo menos. Aizawa nunca tinha sido o favorito de alguém antes. Talvez ele devesse pedir conselhos a Hizashi ...

Não. Midoriya era o aluno de Aizawa, não um fã. Somente se sua admiração interferisse com seu treinamento, Aizawa abordaria o assunto com seu amigo. Ele não contou a ninguém que ele estava treinando Midoriya e ele não mencionaria isso, a menos que fosse absolutamente necessário. Embora não tecnicamente não permitido, Aizawa preferiria não lidar com o legado de Nezu ou com os outros heróis profissionais que exigiriam que conhecessem Midoriya. É melhor evitar o filho da bagunça a todo custo.

Enquanto isso, Aizawa precisava descobrir o que ele sugeriria para Midoriya no dia seguinte. O garoto ainda precisava de muito trabalho sobre o básico: ele só havia começado há lutar duas semanas atrás depois de tudo, mas ele confiava nele o suficiente para aumentar o nível de dificuldade um pouco. A coisa mais fácil de ensiná-lo seria a mesma técnica que o próprio Aizawa usava com os cachecóis, mas isso atraía muita conexão entre os dois. O estilo de Aizawa era único, e se alguém aparecesse usando cachecóis da maneira que ele fazia, eles saberiam que Aizawa o havia treinado. 
Midoriya precisava fazer o seu próprio caminho, conseguindo ou falhando com base em seu próprio talento. Quando ele entrou na Yuuei, as pessoas estariam procurando maneiras de destruí-lo. Ele não precisava de ninguém dizendo que ele só entrou por causa do favoritismo. Não depois de todo o trabalho que ele colocaria.

— Você tem certeza disso, Rave? - perguntou uma voz calma, olhando os planos apresentados na mesa - Eraserhead ... Não há como voltar para isso, você tem que saber disso." 
A sala ficou escura quando o sol se pôs, os papéis espalhados por eles quase não visíveis na luz fraca. Rave não precisava ver as páginas para saber o que estava escrito ali. Horas de despejar sobre as informações repetidas vezes garantiram que ele nunca esqueceria. 

— Estou muito consciente do que estamos fazendo, Asahi. É necessário.

— Mas o assassinato? Nós matamos um herói profissional e teremos todos os heróis na cidade depois atrás de nós. Tem certeza de que pode lidar com isso?

Rave ficou de pé, o som de sua cadeira caindo contra o chão ecoando na sala vazia, enquanto voava o papel enquanto os expulsava da mesa.

— É culpa da Eraserhead, Asahi. É culpa dele que ela esteja morta. Não podemos simplesmente deixar isso ir. Ele acha que ele pode simplesmente matar alguém e sair livre porque ele é um herói profissional? Ele terá outra coisa.

— Não estou dizendo que ele não deve pagar! Mas tem que haver outra maneira. De alguma maneira que não nos faz alvos para todos os heróis profissionais na prefeitura. Ele tem que ter alguma fraqueza, algo que podemos atacar não é tão direto.

— Faça-o sofrer como ele nós fez e depois o matamos.

— Isso... Esse não é o ponto do que eu estava dizendo - Asahi suspirou - Você está realmente decidido nessa parte você não é?

— Nós encontramos sua fraqueza. Nós os tiramos. E depois o matamos. Simples assim.


Notas Finais


Esta ai ao todo até agora são 10 capitulos no original então vou postar de 3 em 3 dias até alcançarmos o fandon americano.

Beijos

* Quirkless como já disse antes é quem não possui peculiaridade, assim como o Deku até agora.


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