História Cinema - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Skrillex
Personagens Sonny John Moore (Skrillex)
Tags Ansel Elgort, Dillon Francis, Diplo, Getter, Marshmello, Martin Garrix, Mija, Owsla, Slushii
Exibições 49
Palavras 925
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu sei que o jeito que ela virou fã dele está meio bosta. Mas, foi tipo isso que aconteceu comigo. Eu sou uma pessoa estranha, confesso.

Capítulo 2 - Capítulo Um:


Fanfic / Fanfiction Cinema - Capítulo 2 - Capítulo Um:

12 de Dezembro de 2012

  Sento-me no sofá ao lado de Ansel, sem camisa ele fica fazendo remixes quando algo me chama atenção.

   -Que musica está tocando? –pergunto rapidamente.

   -Acho que está meio óbvio não é? My Name Is Skrillex.

   -Deixa de ser retardo. –digo. –Pode parecer ridículo, mas, a partir de agora sou oficialmente fã desse cara.

   -Tudo que vem das suas momentaneidades é ridículo. Mas eu estou com você dessa vez maninha.

  Sorrio, deitando a cabeça no ombro dele.

 

    20 de setembro de 2015

  Eu não sabia que corridas de Fórmula 1 eram tão barulhentas. Se eu soubesse teria trazido meus headphones.

  Ligo meu fone no ultimo volume e sigo Ansel até a área VIP. Só que, chegando lá eu vejo alguém inesperado.

   -Ai meu deus! Me esconde. – sussurro e me escondo atrás do Ansel.

   -O que foi agora? –ele pergunta com aquele típico carinho de irmão.

  Será que é possível reconhecer se ídolo apenas olhando para as mãos ou o cabelo? Segundos depois ele se vira e eu confirmo.

   -É ele porra.

   -Ele qu... – começa, mas é interrompido por uma voz familiar.

   -Ans! –Alessandro (Alesso) grita por cima do barulho dos carros. –Vem cá cara, quero que você conheça alguém.

   -Você vai ter que vim aqui. Samantha não quer desgrudar da porra do chão.

  Bato no braço dele, mas continuo escondida e é quando escuto a voz de Sonny Moore falando com meu irmão adotivo.

   -É um prazer conhecê-lo Ansel. Eu sou Sonny.

   -Prazer cara, minha irmã é sua f... –e é AI que o desgraçado se liga, e o que ele faz? GRITA! –MEU DEUS SAM! ENTÃO É POR ISSO?

   -Filho da mãe, eu odeio você Ansel Elgort, eu odeio você. –sussurro e saio de traz dele.

  Sonny me encara e eu fico vermelha feito um pimentão. Ansel gargalha ao meu lado, fico com raiva imediatamente e eu bato nele com toda a minha força.

  Ele esfrega o ponto em que eu o agredi. Sonny também dá uma gargalhada ao olhar pra ele, e fico mais vermelha ainda, se isso é possível.

   -Prazer em conhecê-lo. –falo timidamente. –Eu sou muito sua fã.

   -Prazer em conhecê-la hãn..?

   -Samantha Ryan Elgort.

   -Sam. –ele fala com um sorriso enorme e acende um cigarro.

...

  Depois da corrida Sonny nos convida para ir ao hotel onde está hospedado. Todos estão bebendo e conversando. Pego meu suco em cima da mesa e me dirijo até a sacada.

  Por lá consigo ver Singapura inteira. Toda a cidade é iluminada e me sinto triste em ter que deixar a cidade, não consegui nem metade das fotos que eu pretendia tirar.

  Passos interrompem meus pensamentos, me viro para ver quem é, e me deparo com Sonny Moore me encarando. Ele é quase da minha altura (um pouco mais alto), seus cabelos longos estão presos em um rabo de cavalo e sem óculos percebo que seus olhos castanhos escuro, quase negros, mesmo com a noite, são muito mais envolventes que nas fotos.

  Um cigarro pende em seus lábios e ele sorri para mim.

   -Está gostando da vista? –Pergunta ficando ao meu lado.

   -Sim, eu só estou apenas meio decepcionada, porque eu não consegui nem metade das fotos que eu precisava. –acabo falando mais do que deveria o que obviamente é o meu dom a tagarelice. 

   -Você é fotografa?

   -Sim. Acabei de me formar.

   -E você faz mais alguma coisa do meio artístico? Além de Fotografar e Cantar lindamente? –fico vermelha ao me lembrar do meu showzinho de algumas horas atrás.

   -Sim, eu canto, fotografo, danço Ballet clássico e moderno, hip-hop, atuo e escrevo.

   -Musicas?

   -Histórias.

   -Nossa, enquanto isso eu sou apenas produtor de EDM.

   -Tem uma Gravadora, uma loja de roupas, e outras coisas das quais a mídia nunca falou.

  Ele fica em silencio e pela primeira vez no dia eu sinto certa familiaridade em estar perto dele.

   -Olha Sam, eu vim te fazer uma proposta.

   -Trabalho?

   -Sim. Eu preciso de um fotografo para os próximos meses porque o meu ex-fotografo sofreu um acidente de carro e ficou em coma.

  Faço uma careta. O fotografo de está em coma e ele fala isso como se fosse algo normal.

   -Isso é horrível. –sussurro.

   -É... Mas e ai?

   -Bom. Eu acabei de me formar. Geralmente eu ofereço a minha irmã para fugir da responsabilidade, mas eu duvido que o marido dela fosse aceitar. Então, sim, eu aceito.

   -Fugir da responsabilidade? –pergunta sorrindo. –Você não reconhece o seu talento? Eu vi suas fotos no Instagram, são incríveis. Obrigado por aceitar.

   -Claro. Semana que vem eu vou pra Los Angeles para um trabalho com uma amiga. Daí eu passo na Gravadora.

   -Ótimo! –exclama empolgado.

   -SAMANTHA RYAN ELGORT!–Ansel grita de dentro da sala.

   -Você adora acabar com a magia. –sussurro e Sonny dá risada. –AQUI NA VARANDA!

   -Nós precisamos ir. O nosso vôo sai ás sete e eu preciso arrumar as malas ainda.

   -Ok. –assinto e ando até a porta. –Nós nos vemos na semana que vem.

  Por fora eu aparento estar calma e ser normal. Mas por dentro eu estou pirando e querendo morrer de tanta felicidade.

   -Eu te ligo. –ele fala com as mãos nos bolsos da calça preta.

   -Como você sabe o meu número? –pergunto estreitando os olhos.

   -Ansel. –ele fala dando de ombros.

  Sorrio me dirigindo pra fora. No carro Ansel pega meu braço e me chacoalha com força.

   -O que foi agora? –pergunto. –Não vê que eu to dirigindo retardado?!

   -Quem é você e o que você fez com a minha irmã louca?!?!

   -Ela tirou férias essa noite.

   -Engraçadinha. 



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