História Powerful Lauren - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren
Exibições 1.237
Palavras 2.701
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá carinhas!!!

Como estão?

Meu Deus mil perdões pela demora enorme, sério. Mas esse capitulo foi realmente dificil de escrever. Vocês precisam ler ele com calma para entenderem cada detalhe, as coisas vão começar a se encaixar acredito eu.

E para quem queria a mudança da Lauren, bem, aqui está o começo....

Espero que gostem de verdade. Eu alterei algumas informações, não esqueçam que tudo isso se trata de uma ficção.......... ou não (:

Se quiserem ouçam Hero da Nickelback durante todo o capítulo.

Capítulo 16 - Hero.


Lauren Jauregui.

 

Anteriormente...

 

Estava tão compenetrada, que nem ao menos notei que já estava mais sozinha. O barulho da porta sendo bruscamente aberta fez com que eu saltasse da cama e pairasse no ar. Meus olhos ainda molhados focados em que tinha acabado de entrar aqui. Como isso era possível?

— Lauren Jauregui?

Um homem chamou pelo meu nome e eu arregalei os olhos, já virando-me para fugir dali.

— Espera Jauregui! – Dessa vez foi uma mulher, e puta merda! Eu conheço muito bem essa voz. — Só queremos te tirar daqui antes que eles te achem.

Ela parecia aflita, diferente das outras vezes em que nos encontramos. Eu pousei, ficando mais tranquila com aqueles invasores usando máscaras de ar.

— Dinah?

 

Eu estava em choque, não literalmente. Talvez eu devesse dizer paralisada. Perdida. Completamente fora de mim mesma. Tentava processar aquilo, mas minha mente estava quase entrando em conflito consigo mesma. Era simplesmente inexplicável.

Como era possível que logo ela estivesse ali?

— Não temos tempo para isso agora, Jauregui. Precisamos sair daqui com urgência.

Ela disse. Sua voz em um tom autoritário ao qual eu não estou habituada. Claro que eu sempre soube dessa arrogância toda dela, mas mesmo nunca nos dando bem, Dinah nunca sequer foi estúpida o suficiente para mandar em mim. Ela até tentou, mas soube desde o inicio que eu jamais acataria alguma ordem sua.

E não será hoje que irei começar a obedecê-la.

— Eu não vou a lugar nenhum com você até que me explique o que infernos estão fazendo aqui. E quem são esses caras todos?

Ela bufou, fazendo um alto ruído ressoar por ali. Alguém chamou por ela em algo que parecia ser um rádio, porém eu não entendi nada do que estava dizendo. Parecia ser uma língua diferente, bem estranha por sinal. Ou era apenas minha mente entrando em pane mesmo.

— Temos que ir! – Exclamou, soando o mais firme possível. Eu não via seus olhos por causa da mascará em seu rosto, mas senti a intensidade de seu olhar em mim. — Você vem agora, eu irei te explicar tudo depois. Mas temos que sair daqui.

— Eu não vou a lugar nenhum com você.

Murmurei entre os dentes, quase babando pela raiva enorme a qual estava me comunicando com ela. Eu não a suporto, estou curiosa, porém jamais iria obedecer alguma ordem dessa estúpida. Dei um passo para trás, me preparando para sair voando dali.

Mas senti uma pequena dor em meu pescoço, não demorou muito para que tudo se apagasse e eu simplesmente despencasse no chão.

Caindo em um buraco negro sem fim.

(..)

 

Nem sei dizer quanto tempo levou para que eu acordasse. Atordoada e muito, muito enjoada. Logo que abri meus olhos, a primeira coisa que fiz foi virar de lado e jogar para fora tudo o que tinha em meu estômago, fazendo jorrar uma poça de algo gosmento no chão. Senti uma pontada em minha barriga e choraminguei, limpando o rosto no lençol abaixo de mim, eu me virei outra vez para me encolher, porém, uma dor em minha nuca fez com que eu me lembrasse de algo. Rapidamente sentei-me no que parecia ser uma cama improvisada. Olhei em volta e não reconheci o lugar onde estava, tinha apenas um pequeno armário na parede de frente a mim, um aparelho de televisão e uma porta, sem janelas. Soltei o ar dos meus pulmões, sentindo-me fraca de um jeito que há muito tempo eu não sentia. Trinta anos para ser mais exata.

— Finalmente, bela adormecida do Brooklyn. – Minha cabeça estava girando, a visão bastante turva, mas era impossível não reconhecer aquela maldita voz. Se eu fosse uma humana comum, provavelmente estaria com medo de o meu corpo estar entrando em colapso. — Não é nada educado vomitar nos lugares assim, mas eu irei deixar passar. Demora um pouco até você se acostumar com o teletransporte.

Tossi algumas vezes, usando o dorso de minha mão direita para limpar minha boca. Com uma careta de desgosto, sentei-me na cama, com as pernas para fora e os pés apoiados no chão. Pisquei algumas vezes, tentando focalizar minha visão.

— Do que infernos você está falando? Onde eu estou? Eu quero ir para a minha casa.

— Você realmente não faz ideia da encrenca em que está metida, né? – Ela soltou uma gargalhada, indo até o outro lado da sala para pegar uma cadeira que estava lá. Se tudo isso não estivesse fodidamente esquisito, eu provavelmente acreditaria estar em uma pegadinha de televisão. — Me deixe te explicar algumas coisas...

— Eu não quero ouvir nada que você tem a dizer! – Exclamei em alto e bom som. Melhor dizendo, eu dei um grito tão alto que provavelmente quebraria diversos vidros. Dinah nem ao menos pareceu se afetar com meu ataque, sorrindo de lado enquanto cruzava suas pernas. Eu arfava, sentindo vontade de quebrar todos os dentes daquele demônio apenas para não vê-la sorrir de maneira tão sarcástica. — Eu exijo que você me leve para casa.

— Com casa você quer dizer no seu galpão? No apartamento de Camila? Ou talvez em Pripyat? – apertei meus dentes com tanta força que temi quebrá-los a qualquer segundo. — Ou você gostaria de visitar a rua sem saída na esquina do supermercado... número trezentos e dois?

— Como.... como...

Senti como se tivesse levado um chute em meu peito, fazendo-me cair sentada na cama outra vez. O cheiro de azedo no ar só estava ajudando a me deixar ainda mais perturbada e desnorteada.

— Como eu sei onde você morava com seu amado noivo? Isso é que importa agora. Temos assuntos realmente sérios para tratar aqui, Jauregui!

— Que porra você quer comigo? Nós duas nem nos gostamos.

— Você acha mesmo que eu tenho escolha de estar aqui? Se dependesse de mim eu mesma faria questão de te entregar para eles e deixar que te fizessem de rato de laboratório outra vez apenas para ver você perder essa pose arrogante.

— Espera aí! – ergui as mãos, assimilando algumas coisas que ela tinha dito. — Que história é essa de rato de laboratório e quem são eles?

— Por Deus, você já foi mais esperta. – ela revirou os olhos, bufando. — Você acha que seus poderes simplesmente entraram em você por causa da radiação? Óbvio que não, Jauregui. Você passou por diversos procedimentos, isso claro até algum novato esquecer-se de aplicar o sonífero em você quando foi levá-la para fazer exames.

Coloquei as mãos em minha testa, sentindo minha cabeça latejar de dor. Minha mente sendo preenchida por diversas imagens. Confusas e até mesmo turvas. Era como ter um aparelho de televisão dentro do cérebro, mas não mostrava um programa qualquer. Mostrava meu maldito passado.

— Dinah... Quem são eles?

Eu consegui encontrar voz para perguntar. Meu estômago parecia prestes a subir e pular pela minha garganta. Não lembro quando foi à última vez que me senti assim.

— O amado e respeitado governo americano.

Dizer que estava surpresa seria um eufemismo, pois eu já considerei diversas vezes a hipótese do que aconteceu comigo ter sido obra deles. Porém, mesmo já sabendo daquilo, curvei-me outra vez e terminei de jogar para fora o que restava em meu estômago.

Depois disso eu só me lembro de ouvir Dinah pedindo para alguém limpar a sujeira naquele quarto e então tudo é um borrão.

(...)

 

Horas depois...

Em algum lugar no oceano atlântico.

 

Da segunda vez em que despertei, estava me sentindo incrivelmente melhor. Renovada, eu ousava dizer. Dessa vez o lugar era diferente, não tinha uma aparência sinistra e era até agradável. Uma cama de solteiro - bem mais larga que as comuns, um armário embutido na parede, uma cadeira de computador sem o computador e com diversos livros sobre a mesma. Também tinha um espelho ao lado de uma porta, franzi o cenho ao me aproximar. Meus cabelos estavam úmidos, eu ainda vestia as mesmas roupas, porém o cheiro que exalava delas indicava que tinham sido recém-lavadas.

Mas que porra é essa?

— Finalmente acordou bela adormecida.

— Será que eu finalmente vou saber quem é você?

— Tome aqui. – Dinah veio até mim, trazendo consigo uma bandeja recheada de comida. Eu arregalei os olhos, sabia que não aguentaria comer aquilo tudo. — Não é tudo só para você sua gulosa, eu também vou comer.

Suspirei aliviada, porém revirei os olhos. Sentei-me na cama com os pés no chão para que ela pudesse colocar a bandeja sobre minhas coxas. Dinah não disse nada, apenas arrumou tudo e me entregou um garfo.

— Está tentando me distrair?

— Não. – respondeu simples, pegando um pedaço de um bolo e levando-o até sua boca. Dinah estava irritantemente calma, e toda sua serenidade começava a despertar minha fúria. Eu só queria entender que porra estou fazendo aqui. — Por Deus! Hmmm! Esse bolo é uma delicia e você precisa provar.

— Dinah! Responda-me!

— O que você quer saber?

Sua expressão ainda era serena, porém era possível captar certo sarcasmo em seus olhos. Eu simplesmente odeio esse jeito debochado de Dinah. Por diversas vezes tive que me controla para simplesmente não agarrar em seu pescoço e sufocá-la, ela deveria agradecer Ally por ainda respirar e exalar essa maldita arrogância.

Depois ela ainda ousa falar de mim.

— Quem é você?

— Você sabe quem sou eu.

Bufei. — Você entendeu o que eu quis dizer.

— Eu entendi, mas adoro ver você irritada. – soltou uma gargalhada, jogando os cabelos para trás. O movimento fez sua franja cair próximo aos seus olhos e só então eu notei que ela estava com os cabelos mais claros e tinha os cortado. — Me chamo Dinah como você bem sabe, esse é meu nome mesmo. Digamos que meu emprego seja um tanto inusitado.

— Inusitado quanto?

Ela pegou outro pedaço de bolo, devorando-o em segundos. Eu sentia minha barriga reclamando de fome, mas não queria me alimentar ainda. Precisava entender toda essa merda.

— Digamos que eu seja como uma borracha humana. – franzi o cenho. — Mas ao invés de apagar coisas feitas à lápis, eu apago as merdas que nosso querido governo faz antes que as pessoas descubram.

— Você é tipo uma agente especial?

Dinah fez uma careta.

— Ugh, não. Esses bastardos nem se comparam ao que eu faço, eles simplesmente brincam de missão impossível. Eu estou em um patamar muito acima.

— E você trabalha para o governo?

— Graças a Deus não. Eles estão começando a perderem o controle, passaram anos deixando a humanidade no escuro sobre os projetos secretos deles. Você é um, mas conseguiu fugir e isso os deixou bem fodidos se é que me entende.

— Você diz que eu sou um projeto... Mas eu sempre fui uma humana normal. Certo?

— Sim.

— Então... – gesticulei com as mãos, tentando encontrar palavras certas. — Por que fizeram isso comigo?

— Simples, além da sua inteligência, você foi à única que milagrosamente sobreviveu naquela explosão premeditada.

Tenho certeza que meu rosto transparecia toda minha confusão ao ouvir o que Dinah tinha acabado de dizer. Pelo menos eu acho que minha audição era perfeitamente boa.

— Você acabou de dizer “explosão premeditada”?

Dinah soltou uma risadinha, com o tom um tanto diabólico eu diria. Caminhou em direção a uma mesa que até então eu não tinha notado no quarto, mas sobre ela tinha uma jarra de suco e uma garrafa preta, provavelmente contendo café. Ela pegou a garrafa térmica, abrindo-a para despejar o liquido dentro de uma xícara.

— Para uma pessoa sobrenaturalmente inteligente o seu raciocínio anda meio lento. – Ela dizia enquanto adocicava seu café, uma pequena cortina de fumaça subindo através da caneca e se dissipando no ar. — Diga-me uma coisa Lauren... Você acha que no mundo as tragédias são apenas terríveis consequências da vida ou acontecimentos calculados para causar impacto na humanidade e colocar no topo os que conseguirem lidar melhor com certas situações?

— Terríveis consequências da vida talvez?

— Uh uh. – Dinah virou-se para mim, estalando a língua antes de bebericar seu café. — Para tudo na vida existe uma razão, porém existem casos onde não podemos prever o que pode ocorrer. Uma pessoa que surta e simplesmente vai até algum lugar tirar vidas, por exemplo, não pode ser previsto. Correto?

— Sim.

— Diferente dessa situação, o que aconteceu em Chernobyl era algo premeditado. Todos os seus superiores sabiam que aquele teste daria errado. Responda-me algo, seus chefes estavam presentes na cidade ou até mesmo no país quando ocorreu o desastre na usina?

Eu finalmente estava começando a entender onde Dinah queria chegar, mesmo apavorada demais com todas aquelas insinuações e informações. O ser humano consegue ser mais nojento do que um caminhão de lixo quando se trata de poder.

— Não, apenas o Anatoly Stepanovich Dyatlov.*

— Pois é... esse babaca foi o “responsável” por aquele teste na usina. Você consegue imaginar qual foi o destino dele?

— Ele morreu?

— Não. Ele foi preso e sentenciado a dez anos de prisão por manipulação criminosa de instalações potencialmente explosivas.

— Somente dez anos?

— Exato. Mas calma, sua indignação vai aumentar ainda mais por saber que nem ao menos os dez anos ele cumpriu. Ficou em um suposto cárcere privado durante cinco anos e então foi solto, também escreveu uma livro relatando os acontecimentos e alegou que o acidente foi uma falha no projeto e não culpa pessoal dele.

— Que filho da puta!

— É. Mas não se preocupe, conhece a terceira lei de Newton, certo? Toda ação tem uma reação. Ele veio a falecer em 1995 por conta de complicações cardíacas causadas pelo acidente nuclear.

— Meu Deus; aconteceram tantas coisas que eu nem ao menos sei.

— Você deveria pesquisar mais sobre o seu passado.

— Mas porque você disse que a explosão foi premeditada?

— Porque tudo isso estava planejado para acontecer, o teste teve uma falha proposital.

— Qual o motivo disso? Devastar uma cidade e matar milhares de inocentes? Por quê?

Dinah sentou-se ao meu lado, respirando fundo.

— Simples, eles precisavam estudar os danos causados por explosões nucleares para estarem preparados.

— Preparados para o que?

— A terceira guerra mundial.

[...]

 

 — Por que eu não posso ir embora daqui?

Questiono ao parar ao lado de Dinah, ela está numa parte desse enorme submarino que se semelha a uma varanda, só que ao invés de ver o céu e os pássaros, estamos vendo o oceano e os peixes.

— Porque você é burra demais.

— Eu vou te mostrar à burra.

Minha voz é quase um rosnado, faz algum tempo que eu desejo quebrar ao menos um osso dessa mulher estúpida. Nunca irei conseguir entender o motivo de ela ser a melhor amiga de Ally. Elas são muito opostas. Vai ver aquela frase “os opostos se atraem” seja mesmo real.

— Está vendo só? É esse seu jeito que fodeu com tudo. Estávamos conseguindo manter você escondida deles mesmo com seus pequenos delitos em bancos de outros países. – O tom de voz, completamente seco e rude dela, me fez paralisar. — Você fica com essa pose de “eu tenho malditos super poderes, eu posso tudo”. – deu um passo em minha direção. — Não, estúpida do caralho. Você não pode fazer tudo. Nem ao menos consegue controlar a si mesma.

— Óbvio que consigo! Passei anos fazendo isso.

— Oh é mesmo? Então me explica por que infernos os noticiários ficaram uma loucura quando uma suposta “coisa” destruiu prédios e um telão na Times Square? – Dinah tinha se aproximado tanto de mim que sua respiração batia de forma ruidosa contra o meu rosto. — Explica essa, Senhorita Sabe Tudo.

— Aquilo foi só um deslize. – engoli a saliva em minha boca, sentindo-me desconfortável com o olhar que ela estava me dando. — Eu sei me controlar.

— Foi esse “deslize” seu que entregou sua localização. O governo tem recursos, mas eles não sabem de tudo. E agora temos que esconder você porque não os queremos com uma arma tão poderosa nas mãos.

— Mas eu não posso ficar escondida, eu tenho uma vida. Eu preciso ver a... Ver a Ally.

— Ally, né? Claro, porque agora a Camila mudou de nome. – revirou os olhos, afastando-se de mim. — Fique tranquila que o amor da sua vida ficará bem.

— Ela não é o amor da minha vida.

— Se você diz.

Dinah murmurou antes de afastar-se de mim, deixando-me ali sozinha com a mente à mil. Eu já tinha coisas demais para pensar e me preocupar e agora mais essa.

Se eu estou em perigo isso significa que todos na minha vida também?

Droga, eu preciso proteger Camila e Ally.

Elas precisam de mim.


Notas Finais


Como estamos????

Muita informação né? Eu sei, mas espero que tenham conseguido entender tudo, qualquer coisa eu posso tentar tirar as dúvidas de vocês, mas sem spoilers.

Ah, eu sei que não teve camren nesse e vocês adoram isso, mas nem toda história é baseada apenas em romance, né? Embora no próximo eu vá colocar camren, mas talvez apenas como lembranças da Camila. Vocês tem algum momento que gostariam que eu os lembrasse? Aceito idéias.

*Anatoly Stepanovich Dyatlov foi um engenheiro ucraniano. Quando engenheiro vice-chefe da Usina Nuclear de Chernobil, foi o supervisor do experimento fatal que resultou no acidente nuclear de Chernobil.*

Vejo vocês mais rápido dessa vez.


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