História Pra Não Dizer Que Eu Não Falei Do Ódio - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Jikook, Jungmin, Kookmin, Perda, Sociedade, Yoongine
Exibições 70
Palavras 1.264
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bom, eu vi com essa “One” eu realmente não sei oque vou fazer com ela, ela vai parecer confusa, eu sei, mas se prestar atenção talvez ela pareça mais “clara”.
Espero que gostem.
(eu não conseguia tirar essa fic da cabeça, sério, parecia que estava me cutucando já)
Desculpe qualquer erro.
Bjs da Saeng.

Capítulo 1 - Deixa chover, deixa lavar


 Jeongguk estava ocupado demais, mantendo seus ativos, ele pensava a quanto tempo que não ouvia a voz de sua mãe. 7 anos, 7 anos sem uma lágrima cair, 7 anos que ele se fechou para o mundo, 7 anos que se tornou uma pessoa fria, forte, responsável,  e sem mãe. Jeon já sentia as lágrimas caírem de seus olhos, quando tempo ele o queria o cafuné de sua mãe, ele se segurou o tempo todo, agora ele lavava sua alma, liberando suas lágrimas grossas e pesadas. 

Jeon chorava em silêncio enquanto escrevia num pedaço de papel, suas rimas, suas verdades, seu desprezo,  sua felicidade,  sua tristeza e a pior parte para todos que escutam sua voz quando colocando para fora: a verdade. quando ele mais precisou ninguém esteve ali para o ajudar, não vai, mas mesmo assim levantou quando caiu. 

aquelas lágrimas estava tirando o peso de suas costas, peso que carregava a 7 anos. apartar de hoje ele só quer é só sorrir, seu coração está blindado com as palavras que podem atingir. Ele olhou para sua parede branca cheia de frases e logo leu “então fala aí babaca, ataca quem luta por ti, minha alma pulveriza faca de quem tenta me ferir ele sentou-se melhor, mas suas lágrimas caiam mais grossas do que a garoa lá fora.

o moreno analisava seu quarto, sua cama a baixo de si, macia, mas gelada, seu quarto branco, mas sem vida, sua vida, porém,  sem motivo pra sua existência,  mesmo assim, luta todo santo dia pra estar de pé. 

Jeon estava pensando de quão otário seu pai é,  aquele filho do puta só pensa dinheiro, e Caralho, Jeon não se importa se a empreza do seu pai falir, Ele estava pouco se fodendo para aquele “Cuzão de terno” a única coisa que ele queria era liberar sua dor, e ser feliz, feliz com seu namorado que já foi tão humilhado por seu próprio pai, Jeongguk lembra de quando chegou na casa do menor e viu o pai o espancando com uma madeira - um cabo de vassoura - Jeon ficou louco, ninguém batia em seu namorado, ninguém; o mais novo tirou o menor de casa e cuidou do mesmo. ele não era obrigado a viver naquela casa, já morava no inferno,  não precisa de um demônio o “chicoteando” o tempo todo.

lágrimas. era só isso que Jeongguk pensava agora, suas lindas lágrimas caindo no colchão - forrado com um leve lençol - de linho branco. o mesmo não conseguia segura-las, deixou que as caíssem, ele não queria mais prender oque já estava guardado a tanto tempo.

seu pai entrou pela porta raivoso, Jeon sorriu cínico e se levantou - ainda chorando - seus soluços era baixou mais audível.  

- hã,  o viadinho já está chorando, oque foi? o namoradinho terminou com você?  Ele percebeu que você é um lixo? - disse o Jeon mais velho com deboche e o mais desprezo possível. 

- não,  e mesmo se tivesse terminado, eu não estaria chorando por isso, Ele pode ter coisa melhor do mundo do que uma companhia de um Jeon ao lado... - disse o moreno, logo soltando um suspiro e fungando um pouco para terminar oque começou - e se quer saber oque eu estou chorando? eu estou chorando pela minha mãe - o mais velho engoliu seco, Ele já sabia de tudo - estou chorando porque um filho da puta matou ela, eu tenho desgosto por ser meu pai, desonra de ser um Jeon, na verdade, a desonra devia ser sua já que matou a própria esposa, a pessoa que estava o seu lado o tempo todo, e você seu filho da puta, você a matou, mas mesmo assim, continuou aqui, olhando para minha cara todo santo dia sem dar uma palavra se quer, a não ser de me desprezar e me xingar, mas lembre-se, eu não me importo com pouca coisa, nunca me importei,  você não vai ser o primeiro a testar isso... que belo pai que você é. - disse Jeon aproximando de Jeonhyong e lhe olhando nos olhos.

- eu não quero saber sobre essa conversa nessa casa, Jeongguk.  - disse o mais velho sem dar índice de nervosismo.  na verdade até suas pernas tremiam.

- você tinha a sua mãe,  quando ele se foi, você nem foi dizer o adeus pela última vez, mas mesmo assim, viveu com ela por muito tempo, eu não tive isso já que você amou a única pessoa que se importou por mim, a única que me aceitou quando você não me queria, a única pessoa que eu amei todos esses anos, e ela iria ser a única pessoa a me levantar se você não tivesse tirado a vida da mulher que eu tanto amo - disse o moreno soluçando alto, o mesmo puxando o pai pelo colarinho e levantando o punho em direção a Jeonhyong - a única pessoa que eu não pude dar o amor que sempre precisou, Ela é uma pessoa que ninguém pode ocupar o lugar, mãe é uma pessoa que não dá pra viver sem, se você perdeu a sua, foi por vacilo seu, mas você a enchergou antes de morrer, eu não tive essa sorte, porque ela morreu antes de eu ter mente o suficiente pra saber oque é “Mãe”... você não sabe a dor de ver sua própria mãe morrer na sua frente, pelo seu próprio pai.

- hã - sorriu sarcástico - vai Jeongguk, me bate, coloca toda sua raiva em seu punho e quebra a minha cara, faça, devolva a dor que eu fiz a você. - disse o Jeonhyong debochado.

- tem uma diferença filho da puta - soltou o colarinho de sue pai e o empurrando para longe - eu não sou como você,  não vai sentir nem o terço do que eu senti, a dor vai chegar Jeon Jeonhyong, e quando ela chegar, você vai colher oque plantou. - disse Jeon limpando o rosto enquanto olhava o mais velho.

- sério isso? você realmente acredita nisso? suas letras de Rap não vão me fazer abrir os “olhos” ou mudar de idéia, eu entendo sua frase cheia de raiva.

- pra não dizer que eu não falei do ódio... mas o ódio é diferente da raiva Jeonhyong, mas nem pra isso você serve para identificar, sabe, o silêncio dói mais do que palavras que podem machucar uma pessoa amada por tudo e todos, o “inimigo” nunca vai saber oque vai acontecer ou porque de sua ignorância,  já que nenhuma palavra foi dita... adeus Jeon Jeonhyong ou devo dizer, “Papai”. - disse o moreno sarcástico. 

o moreno saiu do quarto e logo desceu as escadas numa correria até chegar a porta, vendo o seu pequeno como os fios cinzas, virado de costas contra porta, com um cigarro em mãos, dando uma última tragada antes de jogar o palito no chão . Jeon sorriu e caminhou até o mesmo e logo pegou sua mão e começou a andar na rua de Busan enquanto mantinha o amor da sua vida de mãos dadas com sigo.

“Porque a luz no fim do túnel é uma placa que diz: Viva
e só morra pelo oque você acredita...”

“a cada sonho que se foi, um novo sonho se formou, mas quando se tem foco, força, fé,  coragem e coração...  você não precisa de pessoas ou conselhos pra viver, a vida é linda, só basta abrir os olhos e ver que nem tudo é fácil,  mas não é impossível,  deixe chover, deixe lavar, purifique-se, a vida não acabou pra quem tem fé.”


Notas Finais


Espero que tenham gostado...
Desculpe se tiver errinhos.
(Bye)
Blue~


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