História Pra onde vocês foram? - Capítulo 1


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Espero que gostem do livro, feito com muita dificuldade e atenção. Irão se apaixonar pelos personagens dessa historia fantástica, onde se mistura realidade e ficção. Essa historia fara o leitor abrir os olhos para coisas novas. Espero que gostem, beijos da autora.

Capítulo 1 - Prólogo


Prólogo

7/4/2013 Quarta-feira 7h e 30mns
     
       É hora da janta, Emanuele e seus pais estão todos reunidos ao redor da mesa, tudo parece igual, família feliz e com bastante fome para devorar a deliciosa lasanha, que dona Rosa, mãe de Emanuele fez.
     É uma noite muito bela, com muitas estrelas no céu. Eles saem pra fora de casa para ficar contemplando a linda noite estrelada:
- A noite está tão bela hoje minha filha. Da vontade de dormi aqui fora pra ficar observando as estrelas!
- Verdade mãe, mas a noite nunca vai ser tão bela quanto você.
- Isso eu concordo minha filha. Nunca haverá ninguém mais lindo que sua mãe na face da Terra.
-Olha, com tantos elogios vou acabar acreditando.
- É a realidade meu anjo. Eu escolhi a esposa certa pra me casar. – Emanuele estava feliz, afinal amava a chegada da noite, pois ela era assim, com seus pais ao seu lado, dando-lhe carinho e  amor.
-Agora vamos entrar. Já está tarde.
- Mas mãe, eu e o papai queríamos usar o telescópio hoje.
- Sua mãe tem razão Manu, amanhã a gente faz isso.
- Tudo bem. Pai, mãe eu amo vocês...muito, muito mesmo!
- Nós também te amamos muito minha aborrescente!. Agora vamos.
Ainda bem que ela falou que amava os pais naquela noite, pois do contrario teria se arrependido. Foi a última noite que ela viu os pais vivos.

8/4/2013 quinta-feira 6h da manhã
- Vamos Roberth. – Rosa grita do quarto para Roberth, que está na cozinha. E ele logo aparece.
- No caminho eu quero conversar com você sobre a Manu.
- O que a gente tem que conversar sobre a Manu, Roberth?
- Quando a gente estiver no carro eu te falo. Agora vamos, pois já estamos atrasados.
[...]
    Roberth colocou a bolsa no porta malas e dirigiu-se para dentro do carro. Rosa já estava no  banco do carona. Ela estava se maquiando como sempre fazia. Ela não queria conversar, pois já tinha em mente o que Roberth queria dizer, mas era inevitável.
 -Você sabe que a gente tem que contar a verdade pra Manu, não sabe?
 -A verdade é que eu sou a mãe dela e você é o pai dela e ponto.
 -Ela tem 14 anos, tem o direito de saber que é...
 -NÃO! Ela é nossa filha! Nossa!
 -Claro, ela sempre vai ser nossa filha. Só que ela tem o direito de saber que é adotada!! – Ele acabou se irritando, perdeu o controle do carro (que saio capotando a rodovia todinha até bater em um poste). Depois disso só havia escuridão.

8/4/2013 quinta-feira 9h da manhã
  O telefone tocou e Emanueie atendeu. Aí veio a notícia:
- Alo.
- Quem esta falando?
-Emanuele Rodrigues Iglesias. Porque?
-Emanuele quantos anos você tem?
- 14 anos.
- Tem algum maior de idade aí ?
- Não. Meus pais estão trabalhando.
- Como é o nome do seus pais completo ?
- Rosa Rodrigues e Roberth Iglesias.
- Tem como você ligar para uma pessoa maior de idade e  pedir que ela retorne para o numero que vou te passar ?
- Mas, quem está falando ?
- Olha, é muito importante.
- Qual é o numero ?
- 556239928.
- Irei ligar para minha tia. Darei o recado.
- Muito obrigada Emanuele.
     Emanuele ligou para sua tia, dizendo que uma mulher desconhecida havia lhe passado um numero de telefone. A tia de Emanuele disse-lhe que lhe desse o numero, pois ela iria ligar.
      Quando a tia de Emanuele ligou para o numero teve a pior noticia de sua vida;
- Eles estão mortos. Os dois. Roberth e Rosa.
- Quem está falando ?
- Eu que socorri, mas já era tarde demais.
- Em que hospital eles estão ?
- Hospital Israelita Albert Einst.
- Tudo bem estou indo aí.
[...]
Quando ela chegou lá viu o médico vindo em sua direção. Ela estava desperada. Gritando e o médico lhe perguntou:
- A senhorita por acaso é Cristina Rodrigues ?
- Sou sim. Por favor fala que minha irmã está bem !!!
- Lamento. Mas eles se foram.
[...]
O enterro foi horrível, Emanuele nunca chorou tanto.
Foi morar com seus tios. Que a trataram muito bem. Mas com 16 anos ela foi morar sozinha em uma casa que era dos seus pais.

Prólogo

7/4/2013 Quarta-feira 7h e 30mns
     
       É hora da janta, Emanuele e seus pais estão todos reunidos ao redor da mesa, tudo parece igual, família feliz e com bastante fome para devorar a deliciosa lasanha, que dona Rosa, mãe de Emanuele fez.
     É uma noite muito bela, com muitas estrelas no céu. Eles saem pra fora de casa para ficar contemplando a linda noite estrelada:
- A noite está tão bela hoje minha filha. Da vontade de dormi aqui fora pra ficar observando as estrelas!
- Verdade mãe, mas a noite nunca vai ser tão bela quanto você.
- Isso eu concordo minha filha. Nunca haverá ninguém mais lindo que sua mãe na face da Terra.
-Olha, com tantos elogios vou acabar acreditando.
- É a realidade meu anjo. Eu escolhi a esposa certa pra me casar. – Emanuele estava feliz, afinal amava a chegada da noite, pois ela era assim, com seus pais ao seu lado, dando-lhe carinho e  amor.
-Agora vamos entrar. Já está tarde.
- Mas mãe, eu e o papai queríamos usar o telescópio hoje.
- Sua mãe tem razão Manu, amanhã a gente faz isso.
- Tudo bem. Pai, mãe eu amo vocês...muito, muito mesmo!
- Nós também te amamos muito minha aborrescente!. Agora vamos.
Ainda bem que ela falou que amava os pais naquela noite, pois do contrario teria se arrependido. Foi a última noite que ela viu os pais vivos.

8/4/2013 quinta-feira 6h da manhã
- Vamos Roberth. – Rosa grita do quarto para Roberth, que está na cozinha. E ele logo aparece.
- No caminho eu quero conversar com você sobre a Manu.
- O que a gente tem que conversar sobre a Manu, Roberth?
- Quando a gente estiver no carro eu te falo. Agora vamos, pois já estamos atrasados.
[...]
    Roberth colocou a bolsa no porta malas e dirigiu-se para dentro do carro. Rosa já estava no  banco do carona. Ela estava se maquiando como sempre fazia. Ela não queria conversar, pois já tinha em mente o que Roberth queria dizer, mas era inevitável.
 -Você sabe que a gente tem que contar a verdade pra Manu, não sabe?
 -A verdade é que eu sou a mãe dela e você é o pai dela e ponto.
 -Ela tem 14 anos, tem o direito de saber que é...
 -NÃO! Ela é nossa filha! Nossa!
 -Claro, ela sempre vai ser nossa filha. Só que ela tem o direito de saber que é adotada!! – Ele acabou se irritando, perdeu o controle do carro (que saio capotando a rodovia todinha até bater em um poste). Depois disso só havia escuridão.

8/4/2013 quinta-feira 9h da manhã
  O telefone tocou e Emanueie atendeu. Aí veio a notícia:
- Alo.
- Quem esta falando?
-Emanuele Rodrigues Iglesias. Porque?
-Emanuele quantos anos você tem?
- 14 anos.
- Tem algum maior de idade aí ?
- Não. Meus pais estão trabalhando.
- Como é o nome do seus pais completo ?
- Rosa Rodrigues e Roberth Iglesias.
- Tem como você ligar para uma pessoa maior de idade e  pedir que ela retorne para o numero que vou te passar ?
- Mas, quem está falando ?
- Olha, é muito importante.
- Qual é o numero ?
- 556239928.
- Irei ligar para minha tia. Darei o recado.
- Muito obrigada Emanuele.
     Emanuele ligou para sua tia, dizendo que uma mulher desconhecida havia lhe passado um numero de telefone. A tia de Emanuele disse-lhe que lhe desse o numero, pois ela iria ligar.
      Quando a tia de Emanuele ligou para o numero teve a pior noticia de sua vida;
- Eles estão mortos. Os dois. Roberth e Rosa.
- Quem está falando ?
- Eu que socorri, mas já era tarde demais.
- Em que hospital eles estão ?
- Hospital Israelita Albert Einst.
- Tudo bem estou indo aí.
[...]
Quando ela chegou lá viu o médico vindo em sua direção. Ela estava desperada. Gritando e o médico lhe perguntou:
- A senhorita por acaso é Cristina Rodrigues ?
- Sou sim. Por favor fala que minha irmã está bem !!!
- Lamento. Mas eles se foram.
[...]
O enterro foi horrível, Emanuele nunca chorou tanto.
Foi morar com seus tios. Que a trataram muito bem. Mas com 16 anos ela foi morar sozinha em uma casa que era dos seus pais.Prólogo


7/4/2013 Quarta-feira 7h e 30mns
     
       É hora da janta, Emanuele e seus pais estão todos reunidos ao redor da mesa, tudo parece igual, família feliz e com bastante fome para devorar a deliciosa lasanha, que dona Rosa, mãe de Emanuele fez.
     É uma noite muito bela, com muitas estrelas no céu. Eles saem pra fora de casa para ficar contemplando a linda noite estrelada:
- A noite está tão bela hoje minha filha. Da vontade de dormi aqui fora pra ficar observando as estrelas!
- Verdade mãe, mas a noite nunca vai ser tão bela quanto você.
- Isso eu concordo minha filha. Nunca haverá ninguém mais lindo que sua mãe na face da Terra.
-Olha, com tantos elogios vou acabar acreditando.
- É a realidade meu anjo. Eu escolhi a esposa certa pra me casar. – Emanuele estava feliz, afinal amava a chegada da noite, pois ela era assim, com seus pais ao seu lado, dando-lhe carinho e  amor.
-Agora vamos entrar. Já está tarde.
- Mas mãe, eu e o papai queríamos usar o telescópio hoje.
- Sua mãe tem razão Manu, amanhã a gente faz isso.
- Tudo bem. Pai, mãe eu amo vocês...muito, muito mesmo!
- Nós também te amamos muito minha aborrescente!. Agora vamos.
Ainda bem que ela falou que amava os pais naquela noite, pois do contrario teria se arrependido. Foi a última noite que ela viu os pais vivos.

8/4/2013 quinta-feira 6h da manhã
- Vamos Roberth. – Rosa grita do quarto para Roberth, que está na cozinha. E ele logo aparece.
- No caminho eu quero conversar com você sobre a Manu.
- O que a gente tem que conversar sobre a Manu, Roberth?
- Quando a gente estiver no carro eu te falo. Agora vamos, pois já estamos atrasados.
[...]
    Roberth colocou a bolsa no porta malas e dirigiu-se para dentro do carro. Rosa já estava no  banco do carona. Ela estava se maquiando como sempre fazia. Ela não queria conversar, pois já tinha em mente o que Roberth queria dizer, mas era inevitável.
 -Você sabe que a gente tem que contar a verdade pra Manu, não sabe?
 -A verdade é que eu sou a mãe dela e você é o pai dela e ponto.
 -Ela tem 14 anos, tem o direito de saber que é...
 -NÃO! Ela é nossa filha! Nossa!
 -Claro, ela sempre vai ser nossa filha. Só que ela tem o direito de saber que é adotada!! – Ele acabou se irritando, perdeu o controle do carro (que saio capotando a rodovia todinha até bater em um poste). Depois disso só havia escuridão.

8/4/2013 quinta-feira 9h da manhã
  O telefone tocou e Emanueie atendeu. Aí veio a notícia:
- Alo.
- Quem esta falando?
-Emanuele Rodrigues Iglesias. Porque?
-Emanuele quantos anos você tem?
- 14 anos.
- Tem algum maior de idade aí ?
- Não. Meus pais estão trabalhando.
- Como é o nome do seus pais completo ?
- Rosa Rodrigues e Roberth Iglesias.
- Tem como você ligar para uma pessoa maior de idade e  pedir que ela retorne para o numero que vou te passar ?
- Mas, quem está falando ?
- Olha, é muito importante.
- Qual é o numero ?
- 556239928.
- Irei ligar para minha tia. Darei o recado.
- Muito obrigada Emanuele.
     Emanuele ligou para sua tia, dizendo que uma mulher desconhecida havia lhe passado um numero de telefone. A tia de Emanuele disse-lhe que lhe desse o numero, pois ela iria ligar.
      Quando a tia de Emanuele ligou para o numero teve a pior noticia de sua vida;
- Eles estão mortos. Os dois. Roberth e Rosa.
- Quem está falando ?
- Eu que socorri, mas já era tarde demais.
- Em que hospital eles estão ?
- Hospital Israelita Albert Einst.
- Tudo bem estou indo aí.
[...]
Quando ela chegou lá viu o médico vindo em sua direção. Ela estava desperada. Gritando e o médico lhe perguntou:
- A senhorita por acaso é Cristina Rodrigues ?
- Sou sim. Por favor fala que minha irmã está bem !!!
- Lamento. Mas eles se foram.
[...]
O enterro foi horrível, Emanuele nunca chorou tanto.
Foi morar com seus tios. Que a trataram muito bem. Mas com 16 anos ela foi morar sozinha em uma casa que era dos seus pais.



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